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Cientistas brasileiros desenvolvem molécula com rutênio que acelera combate à malária

30 Comentários🗣️🔥 Silhueta de mosquito, vetor da malária, em fundo alaranjado. (Foto: metropoles.com) Pesquisadores brasileiros deram um passo importante no combate à malária ao desenvolver uma nova molécula que promete agir mais rapidamente contra o parasita causador da doença. O estudo foi publicado no Journal of Medicinal Chemistry e conduzido por cientistas de seis instituições […]

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Silhueta de mosquito, vetor da malária, em fundo alaranjado. (Foto: metropoles.com)

Pesquisadores brasileiros deram um passo importante no combate à malária ao desenvolver uma nova molécula que promete agir mais rapidamente contra o parasita causador da doença.

O estudo foi publicado no Journal of Medicinal Chemistry e conduzido por cientistas de seis instituições nacionais. A pesquisa contou ainda com colaboração internacional da Universidade de Milão, na Itália.

Segundo o portal Metrópoles, a pesquisa partiu da atovaquona, medicamento já utilizado no tratamento da malária. O objetivo foi potencializar seu efeito por meio da adição de rutênio, um metal da mesma família do ferro.

A modificação estrutural resultou em compostos com ação mais ampla e veloz. Eles são capazes de atingir diferentes fases do ciclo do parasita.

Entre os autores está Pedro Marcon, formado pela Universidade de Brasília (UnB) e doutorando no Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP). Marcon explicou que o novo composto mostrou capacidade de eliminar rapidamente o Plasmodium, responsável pela infecção, e ainda apresentou potencial para bloquear a transmissão da doença entre humanos e mosquitos.

Os testes iniciais foram realizados em laboratório, onde os cientistas observaram que as moléculas com rutênio agiram tanto na fase sanguínea quanto na etapa de transmissão. Essa dupla atuação é considerada um avanço relevante, já que a maioria dos medicamentos disponíveis atua apenas em uma das fases do ciclo do parasita.

Em experimentos com camundongos, os resultados também foram positivos, com redução significativa da carga parasitária. Posteriormente, os pesquisadores analisaram amostras de sangue humano infectado e constataram que o composto conseguiu impedir a propagação da malária, reforçando sua eficácia potencial.

Um dos principais desafios no tratamento da malária é a resistência crescente do parasita aos medicamentos tradicionais. Com o tempo, as drogas perdem eficácia, obrigando o uso de doses maiores ou tornando-se ineficazes.

O estudo envolveu 14 pesquisadores, sendo 10 mulheres, e contou com a participação de instituições como a Fiocruz Bahia, a Fiocruz Amazônia e a Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, em Manaus. Essa rede de cooperação científica reforça o protagonismo da ciência nacional em pesquisas biomédicas voltadas a doenças tropicais negligenciadas.

Os autores ressaltam que a descoberta ainda se encontra em fase inicial e que novas etapas de testes são necessárias antes de qualquer uso em humanos. Mesmo assim, o avanço demonstra o potencial da ciência nacional em desenvolver soluções inovadoras para problemas de saúde pública global, especialmente em regiões como a Amazônia, onde a malária ainda é endêmica.

Combinando inovação química e colaboração internacional, a pesquisa abre caminho para terapias mais rápidas e eficazes contra uma das doenças mais persistentes do planeta. O resultado reforça a importância de investimentos contínuos em ciência e tecnologia como pilares da soberania sanitária e do desenvolvimento nacional.


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Fernando O.

24/04/2026

Boa notícia num país onde ciência costuma ser deixada pra depois. Esse tipo de pesquisa mostra que investir em universidades e laboratórios nacionais dá retorno real, não papo ideológico. Enquanto uns brigam por narrativa, tem gente salvando vidas com números e resultados.

Rick Ancap

24/04/2026

Legal, mas aposto que foi tudo pago com meu dinheiro via imposto — mais um roubo estatal disfarçado de ciência.

Luciana

24/04/2026

Que bom ver pesquisa brasileira fazendo diferença de verdade! Enquanto o povo sofre com dengue, malária e preço do remédio, é esse tipo de avanço que precisa de investimento. Pena que o governo gasta tanto com politicagem e esquece da saúde básica.

Beto Engenheiro

24/04/2026

Bom ver pesquisa nacional rendendo resultado concreto. Ciência que gera aplicação prática é o que precisamos, não só teoria. Agora é torcer pra essa molécula sair do laboratório e virar tratamento de verdade — obra feita, não promessa.

Pedro

24/04/2026

Tomara que essa descoberta avance logo, porque a malária ainda castiga muita gente pelo país. Dá orgulho ver cientista brasileiro fazendo diferença, mesmo com pouca estrutura. Enquanto isso, a gente aqui continua lutando pra encher o tanque e pagar o IPVA… cada um travando sua batalha.

Miriam

24/04/2026

Boa notícia ver a ciência brasileira avançando em algo tão importante. Enquanto uns perdem tempo gritando nas redes, tem gente trabalhando sério para salvar vidas. É esse tipo de eficiência que o país precisa valorizar.

Francisco de Assis

24/04/2026

Rapaz, isso é o Brasil que dá orgulho de ver! Enquanto tem gente alienada da cabeça repetindo fake news contra a ciência, nossos pesquisadores estão salvando vidas e mostrando soberania no conhecimento. É assim que se constrói um país grande, com investimento, estudo e compromisso com o povo!

Eduardo C.

24/04/2026

Excelente ver pesquisa nacional entregando resultados concretos. Mas quero ver números: qual a taxa de eficácia dessa molécula frente aos tratamentos atuais? Sem dados comparativos, é difícil medir o real impacto científico.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Ah pronto, agora vão dizer que é “ciência brasileira” que vai salvar o mundo, enquanto o país tá virando uma Cuba do Sul. Aposto que o STF vai querer patentear o negócio pra controlar até o mosquito. Daqui a pouco culpam o Bolsonaro pela malária também.

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Ô Zé Trovãozinho, antes de falar besteira, tenta lembrar que é dentro de laboratório e fábrica que o povo rala pra valer — não é com meme e fake news que se combate doença, é com ciência e trabalhador de verdade.

Tonho Patriota

24/04/2026

ESSA TAL MOLÉCULA É MAIS UMA INVENÇÃO DO COMUNISMO PRA CONTROLAR O MOSQUITO E A GENTE! FAZ O L AÍ!

Adalberto Livre

24/04/2026

SE TIVESSEM INVESTIDO ISSO NO CAMPO EM VEZ DE FICAR BRINCANDO DE DEUS EM LABORATÓRIO, A MALÁRIA JÁ TINHA ACABADO!

Maura Santos

24/04/2026

Olha aí, ciência brasileira brilhando enquanto a galera da extrema-direita vive dizendo que “investimento em pesquisa é gasto”. Engraçado que, quando eles estavam no poder, o que acelerava era o apagão de verba nas universidades. Viva a pesquisa pública, viva o SUS e os cientistas que seguem salvando vidas mesmo sem tapete vermelho.

Carlos A. Mendes

24/04/2026

Boa notícia, finalmente algo que mostra o potencial da ciência brasileira. A gente vive ouvindo falar de corte de verba e precarização, mas mesmo assim o pessoal segue produzindo coisa de ponta. Dá orgulho ver que ainda tem gente séria trabalhando pra melhorar o país.

Vanessa Silva

24/04/2026

Excelente ver pesquisa nacional avançando em algo tão estratégico como o combate à malária. Inovação científica desse tipo mostra como o investimento contínuo em universidades e centros públicos de pesquisa é essencial para o desenvolvimento do país — inclusive das nossas cidades, que dependem de saúde pública eficiente para crescer de forma sustentável.

Karina Libertária

24/04/2026

Ah pronto, agora querem fazer parecer que o Brasil é referência mundial em ciência, né? Quero ver se essa tal molécula vai mesmo sair do paper e virar algo real, porque no Brasil tudo morre na burocracia. Aqui em Miami a gente vê inovação de verdade, com investimento sério e mindset global, não esse faz-de-conta científico.

Evelyn Olavo

24/04/2026

Que notícia animadora! A malária ainda é um enorme desafio em várias regiões e ver a ciência brasileira liderando esse avanço dá orgulho. Mostra que investir em pesquisa pública e colaboração entre instituições realmente traz resultados concretos para a saúde global.

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Glória a Deus 🙏🇧🇷 até que enfim uma boa notícia, mas será que não vão querer patentear e esconder isso da gente? 😳🇺🇸

Silvia D.

24/04/2026

Que notícia maravilhosa! É isso que precisamos valorizar: ciência feita no Brasil, com impacto direto na saúde pública. A malária ainda é um desafio enorme, e cada avanço desses mostra o quanto investir em pesquisa salva vidas e fortalece o SUS.

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Ah, agora os cientistas aparecem com essas invenções milagrosas e todo mundo aplaude. Quero ver é se essa tal molécula vai mesmo chegar na ponta, pro povo doente lá na Amazônia. Enquanto isso, o governo continua dormindo no ponto. Selva!

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Ô Bruno, o governo só dorme no ponto quando é de direita, meu caro. Quando era o Lula, tinha laboratório, vacina e remédio até pros rincões do Acre — o povo não precisava de milagre, bastava política pública.

Tadeu

24/04/2026

Legal ver pesquisa nacional ganhando destaque, mas confesso que o que me preocupa mesmo é se esse tipo de inovação vai chegar a virar investimento real e gerar retorno. Ciência é ótima, mas sem grana e política pública sólida, fica difícil sair do laboratório.

Zizi

24/04/2026

Olha que notícia bonita de se ler com o café da manhã! Enquanto os meninos mal-educados vivem dizendo que “a ciência no Brasil acabou” ou que “pesquisa é gasto”, os nossos cientistas seguem trabalhando, com recursos limitados, mas com uma dedicação que é puro amor ao povo. Desenvolver uma molécula com rutênio, capaz de acelerar o combate à malária, é um feito de gente grande — e mostra que o país tem inteligência e sensibilidade quando investe em conhecimento. A malária ainda atinge milhões, especialmente nas regiões mais pobres e esquecidas, e uma descoberta dessas pode salvar vidas que o mercado costuma ignorar porque não dão lucro.

É bom lembrar que ciência não nasce do nada. Ela precisa de universidades fortes, de financiamento público e de estabilidade para pesquisa. Foi o desmonte dessas estruturas, promovido por governos que tratavam a educação como inimiga, que atrasou o país por anos. Agora, vemos o resultado de políticas que voltam a valorizar a pesquisa nacional e a abrir espaço para que o talento brasileiro floresça. Isso é o verdadeiro patriotismo: cuidar da vida e da dignidade de quem mais precisa.

Enquanto alguns ainda gastam tempo espalhando bobagens nas redes e atacando cientistas, o Brasil real trabalha — nas universidades, nos laboratórios, nas comunidades. É esse país que me enche de orgulho. Que a descoberta inspire novos investimentos e que o Estado siga firme no apoio à ciência e à saúde pública. Porque o futuro do Brasil não está nas bravatas dos meninos mal-educados, mas nas mãos de quem acredita no poder transformador do conhecimento e do amor ao povo.

Augusto Silva

24/04/2026

Olha aí o Brasil mostrando que ciência nacional é investimento, não despesa! Enquanto os negacionistas preferem cloroquina e fake news, nossos pesquisadores produzem inovação de ponta com impacto global. Isso sim é patriotismo de verdade — com pipeta e cérebro, não com grito e corrente de WhatsApp.

Marcos Conservador

24/04/2026

Mais uma vez a ciência querendo brincar de Deus. Em vez de buscar soluções simples e naturais, inventam moléculas com metais pesados e depois reclamam do impacto ambiental. Aposto que por trás disso tem verba estatal e discurso “social”, ou seja, comunismo disfarçado de pesquisa científica.

    Renato Professor

    24/04/2026

    Marcos, meu caro, o rutênio não é um capricho divino, é química aplicada — e sem ela, ainda estaríamos rezando para baixar a febre amarela. Ciência não é comunismo, é o que impede que o seu “natural” acabe te matando.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Mais uma dessas invenções de laboratório que gastam milhões do nosso bolso e servem pra quê? Enquanto isso, o mosquito continua firme e forte por aí. Se deixassem o agronegócio cuidar da coisa, já tinham resolvido isso com pulverização e disciplina, não com papel publicado em inglês.

    Clarice Historiadora

    24/04/2026

    Celio, o agronegócio que você tanto idolatra já tentou “resolver” doenças com veneno e o resultado foi solo envenenado e mosquito resistente. Ciência não é gasto, é investimento — e é graças a ela que você hoje toma remédio em vez de rezar pra febre baixar.

    Alice T.

    24/04/2026

    Celio, pesquisa científica não é gasto, é investimento — e sem ela nem o agronegócio teria os pesticidas que usa. Essa molécula pode salvar milhares de vidas, enquanto a pulverização que você defende só envenena o solo e o povo.

    Mariana Ambiental

    24/04/2026

    Celio, pulverização não cura malária, só envenena o solo e quem trabalha nele. Ciência pública salva vidas sem transformar tudo em commodity — o mosquito não se vence com veneno, mas com conhecimento.


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