Mapeamentos recentes publicados em 2025 por portais como Viagem e Gastronomia e Casacor destacam o turismo gastronômico em sete cidades brasileiras. Os roteiros combinam a visitação de complexos históricos com o consumo de pratos elaborados a partir de ingredientes regionais. As rotas abrangem capitais do Norte ao Sul do Brasil, além de municípios da serra gaúcha.
Na região Norte, o turismo culinário mobiliza ingredientes nativos do bioma amazônico em duas capitais. Em Belém, no Pará, os visitantes consomem maniçoba e pato no tucupi após percorrerem o complexo da Estação das Docas. Já em Manaus, no Amazonas, o comércio local serve o sanduíche x-caboquinho com tucumã para turistas que visitam o Teatro Amazonas.
A influência africana pauta o consumo nas rotas de Salvador, na Bahia, com vendas de acarajé e moqueca nas imediações do Pelourinho. Mais ao norte, no Recife, Pernambuco, o bolo de rolo e o arrumadinho integram o cardápio dos roteiros culturais na região central. O consumo atende o público que circula durante visitas ao Recife Antigo e ao Paço do Frevo.
O circuito de botecos de Belo Horizonte, em Minas Gerais, baseia a economia turística local no comércio de feijão tropeiro e queijos artesanais. Na região Sul, Curitiba e Gramado concentram a oferta gastronômica nas receitas trazidas por imigrantes europeus. A capital paranaense comercializa a carne cozida conhecida como barreado, enquanto a cidade gaúcha foca na venda de joelho de porco e vinhos locais.
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