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Cientistas indianos mapeiam núcleo celular com precisão nanométrica e visualizam 12 biomoléculas simultaneamente

31 Comentários🗣️🔥 Imagem de alta resolução de uma organização nuclear em escala nanométrica. (Foto: phys.org) Cientistas do Instituto Indiano de Ciência desenvolveram uma técnica avançada de microscopia que revela a estrutura interna do núcleo de células cancerígenas com precisão nanométrica inédita. A inovação permite visualizar simultaneamente até doze tipos diferentes de biomoléculas em altíssima resolução. […]

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Imagem de alta resolução de uma organização nuclear em escala nanométrica. (Foto: phys.org)

Cientistas do Instituto Indiano de Ciência desenvolveram uma técnica avançada de microscopia que revela a estrutura interna do núcleo de células cancerígenas com precisão nanométrica inédita.

A inovação permite visualizar simultaneamente até doze tipos diferentes de biomoléculas em altíssima resolução. O avanço abre novas possibilidades para o diagnóstico precoce de diversas doenças.

O estudo foi detalhado no portal phys.org. A equipe aprimorou o método conhecido como DNA-PAINT, que utiliza fragmentos fluorescentes de DNA.

Esses fragmentos se ligam temporariamente a proteínas e outras moléculas dentro da célula. Os sinais luminosos intermitentes emitidos sob iluminação a laser permitem reconstruir imagens de altíssima definição.

O professor assistente do Departamento de Bioquímica do Instituto Indiano de Ciência, Mahipal Ganji, atuou como autor correspondente do estudo. Ganji destacou que as técnicas tradicionais observavam apenas duas ou três moléculas por vez.

Os pesquisadores criaram marcadores para identificar até doze alvos de forma simultânea. Cinco desses marcadores apresentam ligações mais estáveis e resultam em imagens com detalhes de 3 a 5 nanômetros.

O doutorando Micky Anand trabalhou como coautor do trabalho científico. Anand explicou que observar múltiplas moléculas ao mesmo tempo é essencial para mapear a complexa organização do núcleo celular.

A velocidade do processo melhorou de forma significativa com a nova abordagem. Os cientistas agora mapeiam nove alvos em menos de quatro horas sem danificar as células analisadas.

A técnica também reduz a energia necessária do laser utilizado no processo de imagem. Essa redução diminui o risco de degradação tanto das amostras quanto dos marcadores de DNA.

O pesquisador Abhinav Banerjee, ex-aluno do IISc e atualmente pós-doutorando no Janelia Research Campus, participou da pesquisa. Banerjee afirmou que o método permite observar a reorganização de proteínas e biomoléculas quando a transcrição genética é interrompida.

Compreender essas mudanças estruturais auxilia na identificação de padrões associados a células doentes. Os cientistas podem agora mapear com precisão a distribuição de proteínas e ácidos nucleicos no núcleo.

O trabalho contribui para o desenvolvimento de terapias mais personalizadas contra o câncer. A capacidade de detectar desorganizações típicas facilita estratégias de prevenção e tratamento.


Leia também: Cientistas reprogramam células humanas e ampliam potência de partículas de edição genética


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Pedro

27/04/2026

Tem muito bot Bolsonarista falando contra investimento em ciência e jogando sujo com informações distorcidas do dia a dia. São anti ciência e manipuladores do debate. Como se as tecnologias do dia a dia não tivessem base na ciência de base

Silvia D.

24/04/2026

Impressionante ver até onde a ciência pode chegar quando há investimento e seriedade na pesquisa. Esse tipo de avanço mostra o quanto ainda podemos aprender sobre o câncer e o corpo humano. É por isso que defender a ciência e o SUS é defender a vida.

Adalberto Livre

24/04/2026

ESSES CIENTISTAS TÃO BRINCANDO DE DEUS E DEPOIS CULPAM O CAPITALISMO QUANDO DÁ ERRADO!!!

Beto Engenheiro

24/04/2026

Bonito ver esse tipo de avanço, mas fico pensando quando essa tecnologia vai sair do laboratório e virar aplicação prática, tipo diagnóstico mais rápido ou tratamento mais eficiente. Ciência é ótima, mas sem obra concreta na ponta, continua só no papel.

Marcos Conservador

24/04/2026

Mais uma dessas pesquisas que o pessoal da ciência adora chamar de “avanço revolucionário”, mas no fim serve pra quê mesmo? Aposto que vão usar isso pra manipular mais o corpo humano e brincar de Deus. Enquanto isso, o povo continua sem transporte decente e achando bonito financiar essas experiências com dinheiro público.

Vanessa Silva

24/04/2026

Impressionante ver esse nível de precisão sendo alcançado. Tecnologias assim não só ampliam o entendimento sobre o câncer, como também mostram o quanto investir em pesquisa científica é essencial para o desenvolvimento humano e urbano — afinal, cidades mais inteligentes dependem de ciência aplicada.

Eduardo C.

24/04/2026

Impressionante ver o nível de precisão que estão alcançando. Gostaria de ver os números concretos: qual é exatamente a resolução alcançada em nanômetros? Sem esses dados, fica difícil avaliar a real dimensão do avanço.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Mais dinheiro e tempo jogados pra entender o que acontece dentro de célula de câncer, enquanto o campo tá largado e o produtor apanha pra plantar. Esse povo devia era usar tanta inteligência pra aumentar produtividade e não pra brincar de Deus com microscópio.

Tadeu

24/04/2026

Legal ver esse tipo de avanço, mas sinceramente, não sei o quanto isso muda minha vida prática. Enquanto não tiver impacto direto em medicamentos mais baratos ou investimentos no setor de biotecnologia, continuo de olho é na inflação e na Selic.

Alice T.

24/04/2026

Incrível ver a ciência avançando assim, ainda mais num país do sul global como a Índia, que investe pesado em pesquisa pública. Enquanto bilionário do Vale do Silício gasta fortuna pra brincar de foguete, tem gente mapeando o núcleo celular pra salvar vidas. Prioridades, né?

Fernando O.

24/04/2026

Impressionante ver o nível de detalhe que a ciência está alcançando. Enquanto uns ficam brigando por ideologia nas redes, os indianos estão literalmente enxergando dentro do núcleo celular. Isso sim é usar tecnologia para algo que realmente muda o jogo.

Carlos A. Mendes

24/04/2026

Impressionante ver até onde a ciência está chegando. Enquanto a política vive brigando por bobagem, tem gente fazendo pesquisa que realmente muda o mundo. Que bom ver um avanço desses vindo da Índia — mostra que inovação não é exclusividade de meia dúzia de países ricos.

Evelyn Olavo

24/04/2026

Impressionante ver até onde a ciência está chegando. Mapear o núcleo celular nesse nível pode revolucionar o diagnóstico e o tratamento do câncer. É o tipo de pesquisa que mostra como investimento em ciência básica traz resultados concretos para a humanidade.

Luciana

24/04/2026

Bonito ver tanto avanço na ciência, mas aqui na vida real o que eu queria mesmo era uma tecnologia pra baixar o preço do gás e dos juros do cartão. Enquanto eles enxergam o núcleo da célula, a gente mal consegue enxergar o fim do mês.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Ah pronto, agora é a Índia que vai dominar a ciência mundial enquanto o Brasil vira a nova Cuba do Norte. Aposto que o STF vai achar um jeito de censurar até microscópio se isso ameaçar os “interesses”. Essa turma adora falar de ciência, mas vive num país que copia modelo da Venezuela.

Pedro

24/04/2026

Bonito ver esse tipo de avanço, mas aqui na rua o único núcleo que a gente enxerga é o do tanque de gasolina secando. Enquanto eles mapeiam 12 biomoléculas, eu tento mapear os postos com o preço menos absurdo. Ciência é importante, mas o bolso do motorista também precisa de inovação.

Miriam

24/04/2026

Impressionante como a pesquisa avança quando há investimento sério em ciência básica. Esse tipo de descoberta pode revolucionar diagnósticos e tratamentos, sem precisar de nenhum grito ideológico no meio. É disso que o mundo precisa: método, paciência e resultados concretos.

Tonho Patriota

24/04/2026

MAPEAR CÉLULA É FÁCIL, QUERO VER MAPEAR O NÍOBIO QUE O LULA ESCONDEU! FAZ O L!

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Esses cientistas até podem enxergar o núcleo da célula, mas não enxergam o básico: o mundo precisa é de ordem e disciplina, não de firula de laboratório. Enquanto o povo sofre, ficam brincando de Deus com microscópio. Selva!

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Vão mexer no núcleo das células e depois dizem que não é o fim dos tempos 😱🙏🇧🇷

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Calma, Lurdinha! Esses cientistas tão estudando pra entender a vida, não pra acabar com ela. Fim dos tempos mesmo é trabalhador sem direito e patrão chamando isso de “liberdade”.

Karina Libertária

24/04/2026

Ai meu Deus, mais uma pesquisa caríssima pra quê? Enquanto isso, no Brasil tem gente achando bonito viver de bolsa família em vez de trabalhar e investir. Aqui em Miami o pessoal tá focado em fazer o próprio money crescer, não em ficar olhando célula no microscópio. Prioridades, né?

    Renato Professor

    24/04/2026

    Karina, minha cara, é justamente graças a quem “fica olhando célula no microscópio” que a humanidade saiu da Idade Média e chegou à medicina moderna — inclusive a que mantém seu bronzeado de Miami saudável. Ciência não é gasto, é investimento civilizatório.

    Clarice Historiadora

    24/04/2026

    Karina, é curioso você falar em “prioridades” morando num país cuja riqueza nasceu de investimento maciço em ciência básica — exatamente o tipo de pesquisa que você despreza. Sem gente “olhando célula no microscópio”, nem Miami nem o seu smartphone existiriam.

    Mariana Ambiental

    24/04/2026

    Karina, pesquisa básica é o que permite que amanhã existam vacinas, remédios e até o celular com que você comenta daqui de Miami. Se depender só de “fazer money”, a ciência para e o mundo volta pra Idade da Pedra.

    Zizi

    24/04/2026

    Karina, minha querida, é justamente porque há gente olhando célula no microscópio que a humanidade saiu das trevas da ignorância e chegou até o ponto de você poder escrever esse comentário de Miami, num aparelho que só existe graças à pesquisa científica. Ciência básica, aquela que parece “inútil” a olho nu, é a mãe das descobertas que depois viram tecnologia, vacina, remédio, energia limpa, comunicação. O núcleo celular que esses cientistas indianos mapearam com precisão nanométrica é um passo gigantesco para compreender doenças, desenvolver terapias e até criar novos materiais. O investimento em ciência é investimento na autonomia de um país, não é gasto, é soberania intelectual. Agora, sobre o Bolsa Família, minha filha, é preciso um pouco de amor e menos preconceito. Ninguém “acha bonito viver de bolsa”. O programa é uma política pública que tirou milhões da miséria e garantiu que crianças tivessem o que comer e pudessem estudar. É o tipo de medida que permite que, um dia, o filho de uma família pobre possa ser justamente o cientista que vai olhar um núcleo celular e fazer uma descoberta que beneficie o mundo inteiro. O Brasil precisa de gente que compreenda essa roda da vida, e não de quem repete, de longe, os mantras do individualismo como se fossem sabedoria. Em Miami, o “foco em fazer o próprio money crescer” pode até parecer progresso, mas é uma ilusão se for construído sobre a indiferença. A verdadeira riqueza de uma nação está em garantir dignidade, educação e ciência para todos, não em acumular cifrões enquanto o vizinho passa fome. O amor ao povo é o que sustenta a civilização, não a ganância. Então, antes de rir da pesquisa ou do Bolsa Família, tente enxergar que ambos fazem parte do mesmo sonho: o de um mundo em que o conhecimento e a solidariedade caminham juntos.

Rick Ancap

24/04/2026

Enquanto isso o SUS mal tem microscópio decente, mas claro, vamos fingir que imposto resolve ciência.

    Francisco de Assis

    24/04/2026

    Rick, o SUS é justamente a prova de que imposto bem aplicado salva vidas e forma cientista, meu caro. O problema não é o imposto, é quando o dinheiro vai pro bolso errado — e isso a gente tá começando a corrigir, com soberania e investimento de verdade em ciência nacional.

    Augusto Silva

    24/04/2026

    Rick, curioso você falar isso justamente num país onde o SUS financiou pesquisas que sequenciaram o genoma do vírus da Covid antes de muita nação rica. Imposto bem aplicado não só resolve ciência — ele literalmente salva vidas.

    Maura Santos

    24/04/2026

    Rick, engraçado você falar de imposto como problema quando foi justamente o desmonte e o teto de gastos da turma “anti-Estado” que deixaram o SUS sem microscópio. Ciência se faz com investimento público, não com meme liberal.

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Ô Rick, tu fala isso porque não lembra quando o SUS salvava gente com remédio e exame de graça, né? Ciência precisa de imposto sim, meu caro — ou tu acha que laboratório nasce de enxada e reza?


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