O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não avançar com a criação de uma estatal dedicada à exploração de terras raras e minerais críticos.
A proposta, conhecida como TerraBras, contrariava o projeto defendido pela bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados. Conforme reportou o Metrópoles, a decisão ocorreu após reunião do presidente com seus principais auxiliares.
O governo avaliou que a nova empresa geraria entraves jurídicos e desgaste político no Congresso Nacional. As autoridades optaram por fortalecer o marco regulatório do setor mineral.
Essa linha prioriza a atração de investimentos sob supervisão pública, sem a criação imediata de uma nova estatal. A bancada do PT na Câmara divulgou nota oficial reafirmando sua autonomia política e parlamentar.
O documento foi assinado pelo líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (PT-SC). Uczai sustentou que a exploração desses minerais estratégicos deve seguir a lógica da soberania nacional e do planejamento público.
Os parlamentares citaram a compra da mineradora Serra Verde, localizada em Goiás, pela empresa norte-americana USA Rare Earth como exemplo preocupante. Essa aquisição reacendeu o debate sobre o controle estrangeiro de recursos críticos do país.
A nota petista defende a criação da TerraBras e a adoção de regime de partilha nos moldes do pré-sal. O modelo garantiria a presença do Estado em toda a cadeia, desde a pesquisa até o refino industrial.
Os deputados argumentam que a ausência de coordenação pública pode resultar em perda de valor agregado e dependência externa. Eles defendem um projeto nacional com comando público voltado à industrialização do setor.
A posição petista enfatiza o compromisso com o domínio tecnológico sobre os minerais essenciais para baterias e semicondutores. O tema ganha relevância diante da disputa internacional por suprimentos de terras raras e minerais críticos.
O governo Lula mantém aberta a avaliação de medidas de política industrial para o setor mineral. A bancada do PT segue firme na defesa de maior intervenção estatal para proteger o interesse nacional nesses recursos.
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Beto Engenheiro
24/04/2026
Se é pra travar investimento em setor estratégico, não faz sentido. O mundo inteiro corre atrás desses minerais e a gente fica discutindo burocracia. Quer autonomia parlamentar? Tudo bem, mas o país precisa é de obra, de projeto grande, não de mais conversa.
Rick Ancap
24/04/2026
Até que enfim o governo entendeu que estatal nova é só mais cabide pra parasita viver do meu imposto.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Até que enfim uma decisão sensata. O governo não precisa criar estatal pra tudo, ainda mais num setor que exige agilidade e tecnologia. Se der pra regular bem e garantir retorno pro país, melhor deixar a iniciativa privada tocar.
Vanessa Silva
24/04/2026
Decisão acertada. Criar mais uma estatal não resolveria o problema da gestão dos recursos minerais, só aumentaria a burocracia. O foco deveria ser em regulação eficiente, tecnologia e parcerias que tragam inovação e desenvolvimento sustentável para as cidades.
Tadeu
24/04/2026
Pra mim, tanto faz se tem estatal ou não, o que interessa é se essas decisões ajudam a segurar a inflação e atrair investimento. Ficar criando empresa pública nova só pra gastar mais não resolve nada. Quero ver é o impacto disso nas bolsas e no dólar.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Ih, já começou a bagunça, daqui a pouco vendem até o chão do Brasil pros gringo! 🇧🇷🙏
Luciana
24/04/2026
Enquanto isso, o povo continua pagando caro no gás e nos juros do cartão. Essa briga de estatal ou não estatal não muda o preço do arroz no mercado. O governo devia focar em aliviar o bolso de quem trabalha, não em mais disputa política.
Silvia D.
24/04/2026
Decisão sensata do governo. Antes de criar mais uma estatal, é preciso garantir que haja estrutura, fiscalização e transparência. O Brasil tem potencial enorme em minerais críticos, mas sem controle e responsabilidade ambiental e social, o prejuízo à saúde e ao meio ambiente pode ser irreversível.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Enquanto o governo pensa se cria ou não estatal, o que a gente precisa é garantir que essas riquezas fiquem nas mãos do povo, não das multinacionais. Já vi muito patrão enriquecer com o suor do operário e deixar migalha pra fábrica. Terra rara tem que servir ao Brasil, não ao lucro de meia dúzia.
Miriam
24/04/2026
Decisão sensata. O Estado não precisa criar mais uma estrutura para aquilo que pode ser regulado e fiscalizado com eficiência. O importante é garantir transparência e controle público sobre as concessões, sem cair em aventuras administrativas.
Fernando O.
24/04/2026
Decisão sensata. O governo não precisa criar estatal pra tudo, ainda mais num setor que exige know-how técnico e investimento pesado. Melhor regular direito e atrair capital, do que inventar mais uma empresa pra virar cabide. Os bolsonaristas vão chiar sem nem entender o que são terras raras.
Pedro
24/04/2026
Enquanto isso, a gasolina segue nas alturas e o IPVA só aumenta. A gente roda o dia inteiro e o governo fica discutindo estatal que nem vai sair do papel. No fim, o motorista continua pagando a conta de tudo.
Eduardo C.
24/04/2026
Decisão acertada do ponto de vista econômico: criar estatal sem estudo de viabilidade é jogar dinheiro público no escuro. Quero ver números sobre custo, retorno e demanda antes de qualquer aventura. Autonomia parlamentar é bonita no discurso, mas o Tesouro não vive de retórica.
Marcos Conservador
24/04/2026
Mais uma vez o governo foge da responsabilidade e entrega nossas riquezas ao capital estrangeiro. Depois reclamam quando o país fica dependente dos outros. Isso aí é o comunismo disfarçado de autonomia parlamentar.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Mais uma vez o governo petista mostra que não entende nada de soberania nacional! Entregar as terras raras pra iniciativa privada é abrir mão de um setor estratégico pro país. Selva! Comunistas na lata de lixo!
Renato Professor
24/04/2026
Sgt Bruno, antes de gritar “soberania”, convém entender que economia solidária e estatal não são sinônimos. O Estado pode regular e planejar sem precisar montar mais um dinossauro burocrático pra fingir que produz.
Augusto Silva
24/04/2026
Calma, sargento! Soberania nacional não é sinônimo de estatal em tudo — é garantir que o Brasil lucre e controle suas riquezas com inteligência. E nisso, o governo está jogando xadrez, não guerra de paintball.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Mais uma vez o governo perde a chance de fazer algo sério pelo setor mineral. Querem entregar tudo pra iniciativa privada estrangeira e depois choram que o Brasil não tem soberania. Terra rara é riqueza estratégica, não brinquedo pra ideólogo urbano que nunca viu um garimpo de perto.
Rubens O Pescador
24/04/2026
Ô Celio, tu fala em soberania mas esquece que soberania de verdade é o povo ter comida e emprego, não meia dúzia de gringo sugando minério. No tempo do Lula o garimpeiro e o pedreiro comiam carne todo domingo, hoje tão brigando por osso.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Decisão sensata do Lula. Criar mais uma estatal agora, sem estrutura e sem debate público sério, seria repetir erros do passado. Melhor fortalecer o marco regulatório e garantir que o Brasil tenha soberania sobre seus recursos sem cair em aventuras burocráticas.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Mais uma prova de que o PT manda e desmanda conforme o vento. Falam em autonomia parlamentar, mas é tudo teatro pra disfarçar o controle centralizado. O Brasil vai acabar virando uma nova Venezuela se continuarem nessa toada.
Maura Santos
24/04/2026
Zé Trovãozinho, vocês da extrema-direita gritam “Venezuela” até pra justificar o apagão que deixaram no país. Autonomia parlamentar é justamente o oposto do controle centralizado — mas entendo que pra quem só conheceu governo por decreto, democracia pareça bagunça.
Alice T.
24/04/2026
Zé, essa comparação com a Venezuela já tá mais gasta que meme de 2013. Autonomia parlamentar é justamente o oposto de controle centralizado — mas entendo, difícil acompanhar quando o governo não obedece a cartilha dos bilionários de sempre.
Karina Libertária
24/04/2026
Ah, mas é claro que o governo petista ia desistir de algo que poderia gerar riqueza de verdade pro país, né? O pessoal prefere continuar distribuindo bolsa pra quem não quer trabalhar, ao invés de pensar em investimento real. Aqui em Miami, qualquer um sabe que o segredo é diversificar e investir fora — mas o Brasil insiste em ficar preso no passado. So sad!
Clarice Historiadora
24/04/2026
Karina, curioso você falar em “riqueza de verdade” morando em Miami e ignorando que os países que mais lucram com terras raras o fazem via regulação estatal e investimento público pesado. Mas claro, é mais fácil culpar o Bolsa Família do que abrir um livro de economia política contemporânea.
Tonho Patriota
24/04/2026
FAZ O L AÍ PRA VER O BRASIL VENDER ATÉ O NÍOBIO PRA CHINA, COMUNISTA!
Adalberto Livre
24/04/2026
MAIS UMA VEZ O LULA FAZ O QUE QUER E O PT FINGE QUE MANDA, ISSO AÍ É SOCIALISMO DE BOTINA!
Zizi
24/04/2026
Adalberto, meu filho, você anda repetindo essas frases prontas que o pessoal da internet adora, mas que não explicam nada. “Socialismo de botina” é uma expressão curiosa, mas não tem nada a ver com o que está acontecendo. O governo Lula, goste-se ou não, é um governo de coalizão, com dezenas de partidos, cada um puxando para um lado. Não há um “Lula fazendo o que quer”; há, sim, um presidente tentando equilibrar interesses diversos, inclusive de setores empresariais que nunca foram socialistas nem de longe. Se fosse o tal “socialismo autoritário” de que você fala, duvido que os banqueiros estivessem tão tranquilos e o mercado tão satisfeito.
O PT, por sua vez, tem autonomia parlamentar justamente porque aprendeu, com a experiência e com os erros, que partido não é quartel. Deputados e senadores têm liberdade de voto e debate interno, coisa que os meninos mal-educados da extrema direita jamais entenderam, pois confundem disciplina com obediência cega. O partido reafirmar sua autonomia é sinal de maturidade política, não de submissão. Lula governa com diálogo, e quem governa com diálogo precisa ouvir, negociar e, às vezes, recuar — isso é democracia, não autoritarismo.
Talvez o incômodo venha do fato de que, mesmo sem uma estatal de terras raras, o governo segue investindo em soberania nacional, ciência e tecnologia, e isso desmente a narrativa de que o Brasil estaria “entregue”. O que Lula faz é tentar conciliar desenvolvimento com responsabilidade, sem cair no entreguismo liberal nem no isolacionismo. Antes de repetir chavões, vale a pena estudar um pouco de história: quem usa botina, meu caro, é o trabalhador que pisa firme no chão da fábrica e da roça — não o ditador sentado no trono.
Francisco de Assis
24/04/2026
Adalberto, tu ainda não entendeu que o Lula governa com o povo, não por cima dele. Isso aí é soberania nacional, não botina — botina é o que a gente tirou do pescoço em 2022.
Mariana Ambiental
24/04/2026
Adalberto, se fosse socialismo de verdade a gente não veria o agronegócio mandando tanto e o mercado berrando por cada decisão. O que tem aí é disputa política, não botina — e o PT que lute pra não ser engolido.