O embaixador do Irã em Moscou, Kazem Jalali, manifestou confiança na retomada breve das obras de expansão da usina nuclear de Bushehr.
O diplomata afirmou que Teerã e Moscou mantêm contatos constantes sobre o projeto. Ambos os lados aguardam a criação de condições adequadas para o retorno dos técnicos russos ao canteiro de obras.
A parceria nuclear entre o Irã e a Rússia permanece estratégica mesmo diante das tensões regionais. Jalali reforçou que o governo iraniano confia plenamente na capacidade da estatal russa Rosatom para concluir as novas unidades do complexo.
O cônsul-geral da Rússia em Isfahan, Andrey Zhiltsov, informou que Moscou concluiu a evacuação da maioria dos especialistas russos que trabalhavam na construção. Cerca de 20 técnicos permanecem no local para proteger os equipamentos e supervisionar o acampamento até a retomada plena das atividades.
Essa presença reduzida garante a segurança da infraestrutura até que as condições permitam o retorno em larga escala dos profissionais. A informação foi detalhada pelo Sputnik International.
O diretor-geral da Rosatom, Alexey Likhachev, declarou que a empresa pretende reiniciar a construção das novas unidades assim que a estabilidade for restabelecida na região. Likhachev ressaltou o compromisso da corporação com o cronograma do projeto e com o fortalecimento da matriz energética iraniana.
A usina de Bushehr, localizada no sul do Irã, constitui o primeiro reator nuclear civil do país. O empreendimento opera sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica e foi desenvolvido com apoio técnico russo desde suas etapas iniciais.
O projeto de expansão busca diversificar a produção energética iraniana e reduzir a dependência de combustíveis fósseis. A iniciativa amplia a capacidade de geração elétrica nacional e representa avanço concreto na soberania tecnológica de Teerã.
As autoridades de ambos os países reafirmam o interesse mútuo em concluir o empreendimento o mais rapidamente possível. A cooperação nuclear entre Rússia e Irã demonstra a continuidade dos laços bilaterais em um setor estratégico de alta tecnologia.
A conclusão das novas unidades vai reforçar o papel do Irã como produtor de energia na região. Moscou e Teerã seguem alinhados para superar os desafios atuais e entregar o projeto dentro dos objetivos estabelecidos.
Leia também: Irã condena ataque à usina nuclear de Bushehr como crime de guerra
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Beto Engenheiro
24/04/2026
Se tem obra, é bom sinal. Parar usina nuclear por burocracia é que não dá. Que retomem logo e entreguem resultado — energia firme e investimento pesado é o que move um país pra frente.
Maura Santos
24/04/2026
Engraçado como o pessoal da extrema-direita adora apontar o dedo pro Irã e falar de energia nuclear, mas quando foi pra investir em energia limpa aqui, deixaram o país no escuro — literalmente, vide o apagão que causaram. Que tal olhar pra própria bagunça antes de bancar o fiscal do mundo?
Zizi
24/04/2026
Ah, meus caros, quando leio uma notícia dessas, lembro como a história é teimosa em repetir suas lições para quem não quer aprendê-las. O Irã, país de civilização milenar, tenta há décadas afirmar sua soberania energética e científica, enquanto o Ocidente joga o mesmo jogo de sempre: o de querer decidir quem pode e quem não pode dominar determinada tecnologia. A usina de Bushehr é símbolo disso — construída com ajuda russa, interrompida por pressões e sanções, e agora retomada como sinal de resistência. O curioso é ver como, quando se trata de energia nuclear “para fins pacíficos”, os países poderosos sempre têm o benefício da dúvida; já os outros, não.
A cooperação entre Irã e Rússia, nesse contexto, é mais do que técnica: é política. Representa uma tentativa de escapar do cerco econômico e diplomático imposto pelo eixo das potências ocidentais, que há muito tratam o Oriente Médio como quintal de seus interesses. E quem estudou um pouco de história sabe que cada vez que o imperialismo tenta sufocar um povo, ele acaba fortalecendo a coesão interna desse mesmo povo. O Irã aprendeu a lidar com sanções, sabotagens e chantagens, e segue adiante com seus planos, mostrando que soberania não se negocia.
Os meninos mal-educados do liberalismo internacional adoram falar em “liberdade de mercado”, mas quando um país fora da órbita deles busca autonomia tecnológica, correm para impor bloqueios. Ora, que liberdade é essa? É a velha hipocrisia travestida de discurso civilizado, a mesma que já vimos tantas vezes na história recente. Enquanto isso, o Brasil e outros países do Sul Global deveriam observar com atenção: não há desenvolvimento possível sem domínio da energia e da ciência.
Em tempos de desinformação e manipulação midiática, é importante lembrar que a energia nuclear não é um luxo, e sim uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento. Bushehr é um símbolo de resistência e de esperança para os povos que se recusam a ser colônias de novo tipo. E, como boa professora aposentada, digo: quem não aprende com o passado está condenado a repeti-lo — e a repetir também as injustiças que dele vieram.
Eduardo C.
24/04/2026
Interessante ver o Irã tão confiante na parceria com a Rússia, mas eu queria ver números concretos sobre o andamento real das obras. Falar em “retomada breve” é vago demais — cadê o cronograma e o orçamento? Sem dados, fica só discurso diplomático.
Marcos Conservador
24/04/2026
Mais uma parceria entre regimes autoritários que não inspira confiança nenhuma. Rússia e Irã de mãos dadas com energia nuclear? Isso cheira a perigo e manipulação política. E ainda tem gente que acha que isso é “progresso energético” e não um passo rumo ao caos.
Tonho Patriota
24/04/2026
ESSA USINA AÍ É PRA FAZER MAMADEIRA ATÔMICA, FAZ O L QUE DÁ BOM!
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Mais uma prova de que esses países se entendem quando o assunto é energia e poder. Enquanto isso, o Ocidente finge surpresa, mas depende de petróleo e gás desses mesmos lugares. O mundo é dos pragmáticos, não dos sonhadores verdes.
Rubens O Pescador
24/04/2026
Ô Celio, pragmatismo é bonito no discurso, mas quero ver ser pragmático com o prato vazio. Aqui no interior a gente aprendeu que energia boa é aquela que põe comida na mesa, e disso o Brasil já entendeu bem nos tempos do Lula.
Vanessa Silva
24/04/2026
Interessante ver o Irã apostando nessa parceria com a Rússia, mas o ponto crucial é a transparência e a segurança do projeto. Energia nuclear pode ser uma aliada poderosa no desenvolvimento, desde que bem planejada e fiscalizada.
Pedro
24/04/2026
Enquanto isso, aqui no Brasil a gente reza pra gasolina não passar dos sete reais de novo. Esse papo de usina nuclear é bonito, mas o motorista aqui só quer saber se vai conseguir encher o tanque e pagar o IPVA sem precisar fazer hora extra no fim de semana.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Vish, isso aí cheira a fim dos tempos viu 😱🔥🙏
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Enquanto isso o mundo finge que o Irã é um perigo, mas quem mais espalha ogiva é o Tio Sam. Rússia e Irã só estão jogando o mesmo jogo que o Ocidente inventou. Depois reclamam da tal “Cuba do Norte”, mas a hipocrisia é global.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Interessante ver como o Irã continua apostando na parceria com a Rússia, mesmo com tanta tensão internacional. No fim das contas, cada país tenta garantir sua energia e seu espaço geopolítico. O problema é que quando esses projetos envolvem nuclear, o mundo inteiro fica com a pulga atrás da orelha.
Luciana
24/04/2026
Enquanto eles falam de usina nuclear lá do outro lado do mundo, aqui a gente se vira pra pagar o gás e o cartão de crédito. Energia é importante, claro, mas eu queria ver essa mesma pressa em resolver o preço da luz e da comida por aqui.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Interessante ver como o Irã continua apostando na parceria com a Rússia mesmo em meio a tantas tensões globais. Essa retomada em Bushehr mostra que, apesar das sanções e pressões, o eixo Teerã-Moscou segue firme e buscando consolidar sua autonomia energética e geopolítica.
Rick Ancap
24/04/2026
Mais um teatrinho estatal pra torrar imposto e fingir progresso, típico.
Fernando O.
24/04/2026
Interessante ver como o Irã continua apostando na parceria com a Rússia, mesmo com toda a instabilidade global. No fim das contas, é sempre uma equação de energia e geopolítica — e quem ignora os números por ideologia acaba entendendo o jogo tarde demais.
Silvia D.
24/04/2026
É impressionante como o debate sobre energia nuclear ainda desperta tantas tensões. O que me preocupa é o aspecto da segurança — tanto ambiental quanto humana. Investir em tecnologia limpa e controle rigoroso é essencial para evitar tragédias e proteger a saúde das populações.
Tadeu
24/04/2026
Sinceramente, essas notícias de usina nuclear e cooperação entre países não mexem muito comigo. O que eu quero saber é se isso vai afetar o preço do petróleo e, por consequência, a inflação aqui. Se impactar o bolso, aí sim começa a me interessar.
Karina Libertária
24/04/2026
Lá vem mais um país apostando em energia nuclear como se fosse a solução mágica. Enquanto isso, no Brasil, tem gente achando que o problema é o Bolsa Família e não a falta de investimento sério. Eu já disse várias vezes: quem quer segurança energética de verdade devia pensar global, diversificar assets e parar de depender de governo.
Miriam
24/04/2026
Tudo muito bonito, mas o que me interessa é se os contratos estão sendo cumpridos e se há transparência no processo. No fim, o que importa é cada parte fazer o que prometeu, sem teatrinho ideológico.
Adalberto Livre
24/04/2026
LÁ VEM OS COMUNISTA BRINCAR DE BOMBINHA DE NOVO, DEPOIS QUEREM CULPAR O OCIDENTE!
Jeferson da Silva
24/04/2026
Adalberto, comunista nenhum tá brincando de nada, meu caro. Enquanto o “Ocidente” gasta trilhões em guerra e arma, tem país tentando garantir energia e soberania. Aqui na fábrica a gente sabe bem quem paga a conta dessas brincadeiras capitalistas.
Renato Professor
24/04/2026
Adalberto, antes de repetir esse bordão de boteco, vale lembrar que o Irã é uma teocracia conservadora, não um reduto comunista. Misturar tudo num mesmo caldeirão é o tipo de confusão que só prospera onde a ignorância é cultivada como virtude.
Alice T.
24/04/2026
Adalberto, antes de repetir meme da Guerra Fria, vale lembrar que quem mais tem ogiva nuclear no planeta é justamente o “Ocidente” que você defende. O Irã nem chega perto do arsenal dos EUA ou da OTAN.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Selva! Esses comunistas se juntando pra brincar de bomba atômica é o retrato do perigo vermelho no mundo. Enquanto isso, o Ocidente dorme no ponto… tem que abrir o olho e mandar essa turma pra lata de lixo da história!
Mariana Ambiental
24/04/2026
Sgt Bruno, o “perigo vermelho” que te assusta é o mesmo que garante soberania pra não depender da OTAN nem do dólar. Enquanto isso, o agronegócio que você defende entrega o país de bandeja pra multinacional.
Francisco de Assis
24/04/2026
Ô Sgt Bruno, perigo vermelho é continuar achando que soberania dos outros é brinquedo do Ocidente. O Irã busca autonomia, meu caro — e o Brasil também tem que aprender a andar com as próprias pernas, sem pedir bênção pra Tio Sam.
Clarice Historiadora
24/04/2026
Sgt Bruno, o curioso é que o “perigo vermelho” que você teme foi o mesmo argumento usado pelos EUA pra justificar guerras e golpes pelo mundo — inclusive a ditadura que você parece saudar. História não é quartel, meu caro; nela, quem dorme no ponto é quem repete o discurso sem ler uma linha de contexto.
Augusto Silva
24/04/2026
Calma, sargento! O Irã pode ter seus problemas, mas chamar qualquer cooperação tecnológica de “perigo vermelho” é forçar a barra. Enquanto o Ocidente dorme, a Rússia e a China estão acordadas produzindo energia e influência — e o Brasil precisa aprender a jogar esse xadrez, não só gritar “selva”.