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Lavrov chama de ridículo debate europeu sobre linhas vermelhas da Rússia

30 Comentários🗣️🔥 O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, durante pronunciamento. (Foto: actualidad.rt.com) O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou ser ridículo discutir a necessidade de esclarecer as chamadas linhas vermelhas de Moscou em relação à Ucrânia. O chanceler declarou, em entrevista à emissora OTR, que essas fronteiras políticas e […]

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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, durante pronunciamento. (Foto: actualidad.rt.com)

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou ser ridículo discutir a necessidade de esclarecer as chamadas linhas vermelhas de Moscou em relação à Ucrânia. O chanceler declarou, em entrevista à emissora OTR, que essas fronteiras políticas e militares já foram definidas há muito tempo.

Lavrov reagiu com ironia à posição de líderes da União Europeia que sugerem a necessidade de dialogar com a Rússia para entender seus limites estratégicos. Para o ministro, não há nada a esclarecer, pois Moscou já deixou claro o que considera inaceitável em sua vizinhança imediata.

Ao abordar o papel dos Estados Unidos, Lavrov foi ainda mais incisivo e acusou Washington de agir unicamente em defesa de seus próprios interesses. O chanceler citou o uso de métodos como golpes de Estado, sequestros e assassinatos de chefes de Estado como exemplos dessa abordagem.

Lavrov também mencionou a cooperação entre os Estados Unidos e Israel em ações contra o Irã. Segundo o ministro, as consequências dessas ações são gravíssimas e se farão sentir por muito tempo.

“As consequências do que fazem os colegas americanos neste caso junto com os israelenses são gravíssimas e se farão sentir por muito tempo”, declarou o ministro, conforme o portal RT. O chanceler também criticou a satisfação demonstrada por Washington com a tentativa de excluir a Rússia dos mercados energéticos globais.

Segundo Lavrov, para que haja cooperação verdadeiramente equilibrada, os Estados Unidos precisam reconhecer e respeitar os interesses russos. O ministro enfatizou que Moscou está disposta a projetos mutuamente benéficos, desde que suas preocupações sejam devidamente consideradas.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Lavrov adverte que paciência da Rússia diante de provocações da OTAN tem limite


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Alice T.

24/04/2026

Lavrov debochando da Europa é o retrato da bagunça geopolítica que o Ocidente criou e agora finge não entender. Enquanto isso, os bilionários liberais lucram com armas e gás, e quem paga a conta é o povo ucraniano e russo.

Luciana

24/04/2026

Enquanto eles ficam falando dessas “linhas vermelhas”, a gente aqui tá é tentando não ver o saldo do cartão virar uma bomba. Política internacional parece novela, mas o que pesa mesmo é o preço do gás e da feira.

Jeferson da Silva

24/04/2026

Esses europeus vivem num mundo de fantasia, achando que podem brincar de guerra sem consequência. Enquanto isso, quem paga o pato é sempre o trabalhador, seja russo, ucraniano ou daqui. Política de gabinete não resolve nada quando o povo tá na linha de frente.

Marcos Conservador

24/04/2026

Esses europeus perderam completamente o juízo. Ficam brincando de geopolítica como se fosse jogo de tabuleiro, sem perceber que estão cutucando o urso russo. Depois vão correr chorando pros Estados Unidos pedindo ajuda. É o que dá essa mentalidade globalista e relativista que só enfraquece o Ocidente.

Evelyn Olavo

24/04/2026

Lavrov faz o que sempre faz: tenta inverter o jogo e posar de vítima, enquanto a Rússia ultrapassa todas as linhas possíveis. Esse papo de “linhas vermelhas” já virou desculpa pra justificar agressão. O problema é que a Europa ainda cai nessa conversa.

Tonho Patriota

24/04/2026

EU AVISEI! ISSO AÍ É O COMUNISMO GLOBAL QUERENDO DOMINAR, FAZ O L PRA VER!

Carlos A. Mendes

24/04/2026

Esse papo de “linhas vermelhas” já virou um jogo de empurra entre potências. A Europa finge que não entende o recado e a Rússia finge que ainda tem paciência. No fim, quem paga o preço é o povo ucraniano e o resto do mundo com essa tensão sem fim.

Tadeu

24/04/2026

Sinceramente, esse papo de “linhas vermelhas” me soa mais como teatro geopolítico pra manter todo mundo tenso. No fim das contas, o que me preocupa mesmo é o impacto disso nos mercados e no preço do petróleo. Se subir, a inflação aqui sente na hora. Política externa só me interessa quando mexe no meu bolso.

Pedro

24/04/2026

Enquanto os grandões ficam discutindo “linhas vermelhas”, a gente aqui continua desviando dos buracos e das contas do mês. Gasolina nas alturas, IPVA chegando e ninguém fala em linha de crédito pra quem rala nas ruas. Política internacional é bonita na TV, mas na prática o que pesa é o preço do litro.

Clarice Historiadora

24/04/2026

Lavrov debocha, mas é curioso ver a Europa fingindo surpresa com as “linhas vermelhas” que ela mesma ajudou a desenhar desde a expansão da OTAN nos anos 90. A ironia é que agora colhem o fruto da própria arrogância geopolítica, como já apontava o velho Wallerstein em 2003.

Beto Engenheiro

24/04/2026

Enquanto ficam discutindo “linhas vermelhas”, o que o mundo precisa é de obras e reconstrução. Guerra não gera nada além de ruína. Se o dinheiro e a energia gastos nisso fossem aplicados em infraestrutura, já teríamos ferrovias cruzando metade da Eurásia.

Karina Libertária

24/04/2026

Ah, pronto, mais uma vez esse pessoal da Europa querendo bancar os moralistas enquanto o mundo real tá pegando fogo. Aqui em Miami a gente vê de fora e dá até vergonha alheia. Em vez de ficar nesse mimimi de “linhas vermelhas”, deveriam focar em investir direito e parar de depender dos outros — isso sim é mindset global!

Eduardo C.

24/04/2026

Lavrov chama de ridículo, mas a verdade é que ninguém sabe exatamente onde estão essas tais “linhas vermelhas”. Se até agora cada movimento vira uma nova interpretação, talvez o problema esteja na falta de números claros e compromissos verificáveis. Diplomacia sem dados é só retórica.

Adalberto Livre

24/04/2026

EU AVISEI, ESSES COMUNISTA SÓ ENTENDEM NA BASE DA FORÇA!!!

    Zizi

    24/04/2026

    Adalberto, meu caro, quando você fala em “comunistas que só entendem na base da força”, está repetindo um velho chavão que os poderosos sempre usaram para justificar suas próprias violências. A História, que eu ensinei por décadas em sala de aula, mostra que quem mais recorre à força são justamente os que têm medo do povo organizado. Foi assim na Europa do entreguerras, foi assim na América Latina das ditaduras, e continua sendo assim quando o Ocidente tenta impor seus interesses pela OTAN, pela guerra econômica e pela desinformação. Os “meninos mal-educados” do neoliberalismo adoram posar de defensores da liberdade, mas o que eles defendem mesmo é o mercado acima da dignidade humana. Você sabe, Adalberto, que a Rússia, como qualquer país, também tem seus erros e contradições, mas reduzir tudo a uma caricatura de “comunistas violentos” é fechar os olhos para o contexto histórico e geopolítico. A Rússia de hoje não é a União Soviética, e o que Lavrov denuncia é justamente a hipocrisia europeia de traçar “linhas vermelhas” como se o mundo fosse um tabuleiro controlado por Bruxelas e Washington. Quando o debate público se resume a slogans, perde-se a capacidade de entender as causas reais dos conflitos — que quase sempre passam por disputa de recursos, hegemonia e influência. Então, antes de repetir o discurso da força, experimente olhar para a força do povo, da solidariedade e da diplomacia. Foi o diálogo, e não a bala, que tirou o Brasil da ditadura e nos permitiu sonhar novamente com um país mais justo. Deixe a gritaria para os que têm medo de pensar — nós, que acreditamos no amor ao povo, sabemos que o verdadeiro poder está na consciência crítica e na coragem de questionar quem lucra com a guerra.

Fernando O.

24/04/2026

Lavrov pode até ser cínico, mas está certo em uma coisa: a Europa parece perdida tentando adivinhar o que Moscou considera “linha vermelha”. No fim, quem paga o preço dessa confusão são os ucranianos, enquanto cada lado finge que tem o controle da situação.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Claro, Lavrov fala e a turma da OTAN finge que não entende. A Europa virou um satélite dos EUA, repetindo o script da mídia ocidental e empurrando o continente pra mais conflito. Depois não sabem por que estão virando uma nova Cuba do Norte.

    Augusto Silva

    24/04/2026

    Zé, comparar a Europa com uma “nova Cuba do Norte” é forçar a barra, hein? A diferença é que lá o dilema é mais de dependência energética e política do que de bloqueio econômico. Mas concordo num ponto: seguir o script de Washington nunca deu muito certo pra ninguém.

Silvia D.

24/04/2026

Mais um exemplo de como o autoritarismo tenta impor sua narrativa pela força. Enquanto o mundo discute “linhas vermelhas”, quem paga o preço são as pessoas — na saúde, na vida e na dignidade. A diplomacia deveria cuidar de evitar mortes, não de justificar guerras.

Miriam

24/04/2026

Essas discussões entre potências parecem mais um jogo de vaidades do que diplomacia séria. Enquanto isso, quem trabalha de verdade continua tentando manter o básico funcionando. É cansativo ver tanta histeria travestida de estratégia.

Vanessa Silva

24/04/2026

Essas declarações do Lavrov mostram como o debate internacional anda preso em disputas de poder em vez de buscar soluções práticas. Enquanto isso, cidades inteiras seguem sofrendo com os impactos econômicos e humanitários da guerra. Precisamos de diplomacia real, não de retórica sobre “linhas vermelhas”.

Rick Ancap

24/04/2026

Deixa o mercado resolver, pô! Linha vermelha é quando o preço cai demais!

    Mariana Ambiental

    24/04/2026

    Rick, o mercado não resolve nem o preço do tomate sem empurrar custo pra quem planta, imagina tensão geopolítica. Linha vermelha de verdade é quando o lucro passa por cima da vida.

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Ih minha gente, isso aí é o prenúncio do fim dos tempos viu 😱🙏🇧🇷

    Maura Santos

    24/04/2026

    Calma, Lurdinha! Fim dos tempos foi quando deixaram o país no escuro e venderam tudo pros gringos. Agora é só geopolítica pegando fogo, não o apocalipse.

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Lavrov fala e a Europa finge que entende de guerra… Ridículo mesmo é esse pessoal achar que pode peitar a Rússia com discurso de ONG. Aqui é força, estratégia e soberania, selva! Esses comunistas travestidos de pacifistas já deviam estar no lixo da história faz tempo.

Francisco de Assis

24/04/2026

Rapaz, Lavrov pode falar o que quiser, mas o fato é que a Europa vive num jogo de faz de conta, fingindo que manda e obedece aos EUA. Essa história de “linhas vermelhas” é só teatro pra esconder a crise moral e política deles. Enquanto isso, o Brasil segue afirmando sua soberania sem precisar de guerra nem ameaça — é isso que incomoda os gringos.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Lavrov só fala o óbvio: quem tem força não precisa ficar desenhando “linha vermelha” pra ninguém. Enquanto a Europa perde tempo com discurso, Moscou age. Política internacional não é salão de chá, é campo de batalha.

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Ô Celio, força sem pão na mesa não enche barriga de ninguém. O povo lá e cá quer é viver em paz e comer bem, não brincar de guerra pra ver quem manda mais.

    Renato Professor

    24/04/2026

    Celio, essa visão de “força” como sinônimo de ação é justamente o que empobrece a diplomacia. A política internacional não é um ringue — é um xadrez, e quem confunde as peças costuma sair do tabuleiro mais cedo.


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