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Velvet revela primeiro trem Avelia Horizon da Alstom em desafio direto à SNCF

30 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Velvet revela primeiro trem Avelia Horizon da Alstom em desafio direto à SNCF. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) A operadora privada Velvet apresentou seu primeiro trem de alta velocidade Avelia Horizon, fabricado pela Alstom. A cerimônia ocorreu nas instalações da Alstom em La Rochelle, no oeste da França, e marca […]

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Ilustração editorial sobre Velvet revela primeiro trem Avelia Horizon da Alstom em desafio direto à SNCF. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

A operadora privada Velvet apresentou seu primeiro trem de alta velocidade Avelia Horizon, fabricado pela Alstom. A cerimônia ocorreu nas instalações da Alstom em La Rochelle, no oeste da França, e marca o início dos testes antes do lançamento comercial previsto para 2028.

O projeto é conduzido pela Proxima, que controla a Velvet e encomendou 12 trens de nove vagões cada um. Estes trens seguem o mesmo modelo da nova geração TGV Inoui da SNCF e foram escolhidos para reduzir a complexidade de certificação no mercado europeu liberalizado.

O Avelia Horizon é capaz de ultrapassar 300 quilômetros por hora e acelera a entrada em operação no setor ferroviário francês. Segundo o Railway Gazette, a produção está distribuída entre unidades da Alstom em Belfort, La Rochelle e Aytré.

Cerca de mil trabalhadores participam da fabricação dos trens na França. A manutenção será realizada próximo a Bordeaux, gerando empregos diretos e indiretos em toda a cadeia industrial.

A Velvet é liderada por Rachel Picard, ex-executiva da SNCF, e representa a primeira grande tentativa doméstica de operadora privada competir em larga escala no alta velocidade francês. A Proxima foi fundada em 2021 e conta com aporte de aproximadamente 1 bilhão de euros do fundo Antin Infrastructure Partners.

A Kevin Speed adiou seu lançamento para 2030 e a Renfe suspendeu planos de expansão na França. A Velvet mantém seu cronograma e foca nas rotas de alta demanda a oeste de Paris.

A empresa conectará a capital a cidades como Bordeaux, Nantes, Angers e Rennes com serviços diretos de alto volume. Sua oferta deve adicionar 10 milhões de assentos por ano ao mercado ferroviário francês.

A estratégia prioriza eficiência operacional e retorno financeiro mais rápido ao evitar cobertura extensa da rede. O lançamento representa teste crucial para o avanço da liberalização ferroviária na França.

O modelo Avelia Horizon, desenvolvido pela Alstom, é um trem de dois andares projetado para reduzir consumo de energia. Ele aumenta a capacidade de passageiros e oferece alternativa moderna às composições tradicionais do setor.

O projeto reforça a indústria ferroviária francesa e contribui para a inovação no transporte europeu. A iniciativa responde à pressão por soluções sustentáveis e de baixo carbono no continente.


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Marcos Conservador

24/04/2026

Mais um trem caríssimo que vai servir de vitrine pra agenda globalista do “transporte verde”. Aposto que logo aparece algum burocrata dizendo que precisamos copiar isso por aqui, bancando com o nosso bolso. Tudo disfarçado de modernidade, mas no fundo é o mesmo papo de controle estatal travestido de progresso.

Clarice Historiadora

24/04/2026

Enquanto a França investe pesado em inovação ferroviária, a gente aqui segue discutindo se trem-bala é “coisa de comunista”. A Alstom e a Velvet mostram o que acontece quando o Estado e a iniciativa privada cooperam com visão de futuro — algo que o Brasil abandonou desde que o entreguismo virou política pública.

Maura Santos

24/04/2026

Enquanto a França lança trem bala novinho, a gente aqui ainda briga por corredor de ônibus e metrô que funcione sem pane. É isso que dá décadas de desmonte e apagão na infraestrutura feito pela turma que dizia odiar “gasto público”. Bora investir em transporte de verdade, não em discurso vazio.

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Enquanto esses franceses ficam brincando de trem bala, aqui no Brasil a gente mal tem trilho decente! Selva! Isso é o que dá deixar comunista mandar — infraestrutura vai pro ralo e o povo fica a pé.

Fernando O.

24/04/2026

Concorrência faz bem até nos trilhos. Se a Velvet conseguir operar com eficiência e preço competitivo, a SNCF vai ter que se mexer. No fim, quem ganha é o passageiro — e os números do setor vão mostrar isso rápido.

Beto Engenheiro

24/04/2026

É disso que eu gosto: investimento pesado em infraestrutura real, não promessa. Trem novo, alta velocidade, tecnologia francesa — é o tipo de coisa que move economia e reduz dependência de rodovia. Aqui no Brasil seguimos empacados, discutindo pedágio enquanto o resto do mundo acelera nos trilhos.

Mariana Ambiental

24/04/2026

Interessante ver como a inovação ferroviária segue viva, mas fico pensando se essa corrida por trens mais rápidos vai considerar o impacto ambiental e a origem da energia usada. Alta velocidade sem transição ecológica real é só mais um brinquedo caro para o capital.

Rick Ancap

24/04/2026

Privado é eficiência, estatal é atraso — o mercado sempre chega primeiro!

Vanessa Silva

24/04/2026

Interessante ver uma empresa privada entrando para valer no setor de trens de alta velocidade. A concorrência pode ser o empurrão que falta para modernizar a malha ferroviária e repensar o transporte interurbano. O desafio agora é garantir integração urbana e sustentabilidade real, não apenas vitrine tecnológica.

Miriam

24/04/2026

Bom ver concorrência chegando até no setor ferroviário. Quem sabe assim a SNCF se mexe para melhorar o serviço e os preços. No fim, o que importa é o sistema funcionar direito, sem histeria nem oba-oba.

Luciana

24/04/2026

Bonito esse trem aí, mas o que eu queria mesmo era ver esse tipo de investimento chegando aqui no Brasil. A gente continua pagando caro no ônibus e no combustível, enquanto lá fora o povo anda de trem bala. Tecnologia é ótimo, mas o que pesa pra mim é o preço do gás e o juros do cartão no fim do mês.

Augusto Silva

24/04/2026

Enquanto a França disputa quem tem o trem mais veloz, nós aqui ainda brigamos por trilhos que não derretem no calor. Avelia Horizon é símbolo de um país que investe em tecnologia e planejamento de longo prazo — duas palavrinhas que o Brasil precisa aprender a conjugar se quiser sair do atraso ferroviário.

Silvia D.

24/04/2026

Interessante ver o avanço tecnológico no transporte, ainda mais em um setor estratégico como o ferroviário. Espero que a inovação venha acompanhada de segurança, sustentabilidade e respeito à saúde ambiental — afinal, progresso de verdade é aquele que também cuida das pessoas e do planeta.

Adalberto Livre

24/04/2026

MAIS UM TRENSINHO FRANCÊS PRA GASTAR DINHEIRO ENQUANTO O POVO TRABALHA E PAGA IMPOSTO, É ISSO MESMO??

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Ih minha gente, esses trens aí são rápidos mas não chegam nem perto da volta de Jesus! 🇧🇷🙏🚄

    Alice T.

    24/04/2026

    Lurdinha, se depender dos bilionários que atrasam investimento em transporte público, nem o trem nem a volta de Jesus chegam a tempo!

Jeferson da Silva

24/04/2026

Bonito ver investimento em trem moderno, mas fico pensando: e o trabalhador da fábrica que monta essas máquinas, ganha o quê? Aqui no Brasil, se deixar, o patrão pega o lucro e o operário fica com o pó da solda. Tecnologia boa é aquela que vem junto com direitos e salário digno.

Pedro

24/04/2026

Enquanto lá fora o pessoal investe em trem bala, aqui a gente segue desviando dos buracos e contando os centavos pra encher o tanque. Bonito ver tecnologia avançando, mas dava vontade de ver um pouquinho dessa modernidade chegando nas nossas estradas também.

Tonho Patriota

24/04/2026

ESSA VELVET AÍ DEVE SER MAIS UMA INVENÇÃO GLOBALISTA PRA CONTROLAR O POVO, FAZ O L!

Evelyn Olavo

24/04/2026

Interessante ver uma empresa privada como a Velvet entrando no jogo dos trens de alta velocidade na França. A Alstom parece apostar pesado no Avelia Horizon, e isso pode finalmente chacoalhar o domínio da SNCF. Concorrência saudável costuma fazer bem para os passageiros — e para a inovação.

Rubens O Pescador

24/04/2026

Olha só, a França já botando trem novo pra rodar, enquanto aqui a gente mal tem linha decente pra levar o povo pro trabalho. Nos tempos do Lula o PAC ainda prometia ferrovia, indústria andando, emprego surgindo. Agora é cada um por si e o trem só passa na TV.

Eduardo C.

24/04/2026

Interessante ver uma operadora privada tentando competir com a SNCF num setor tão dominado. Quero ver os números: capacidade, velocidade média, consumo por passageiro. Sem dados concretos, é só marketing bonito sobre trilhos.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Mais um brinquedinho caro pra europeu brincar de modernidade. Enquanto isso, por aqui, não conseguimos nem manter um trilho reto no interior. Tanta frescura pra trem bala, mas ninguém fala do custo e da burocracia que travam qualquer progresso real.

    Zizi

    24/04/2026

    Ô Celio, meu caro, eu entendo a sua frustração — e ela é justa, viu? O Brasil anda mesmo com os trilhos tortos, tanto no sentido literal quanto no figurado. Mas veja bem: chamar o avanço ferroviário europeu de “brinquedinho caro” é cair na armadilha de achar que desenvolvimento é frescura. O trem de alta velocidade, por lá, não é luxo: é política pública, é investimento em mobilidade limpa, é integração regional e social. O que falta pra nós não é desprezo pelo progresso dos outros, é coragem política pra fazer o mesmo aqui, sem entregar tudo ao mercado e sem deixar a infraestrutura morrer nas mãos da burocracia e dos cortes neoliberais. Os europeus chegam a esses resultados porque tratam transporte público como direito, não como negócio pra dar lucro. Aqui, os “meninos mal-educados” que se dizem liberais passam décadas sucateando o Estado e depois vêm reclamar que o trem não anda. É o mesmo discurso que destruiu a ferrovia nacional lá atrás, quando preferiram o caminhão e o petróleo importado. Se o Brasil tivesse seguido o caminho de uma política industrial e tecnológica soberana, já teríamos nossos próprios trens modernos, fabricados com aço e engenharia daqui, gerando emprego e orgulho popular. Então, em vez de olhar pro Avelia Horizon com despeito, vale olhar como inspiração. O que há de errado não é o europeu investir em modernidade, é o Brasil ter sido convencido de que não merece sonhar com isso. A gente precisa voltar a acreditar que o povo brasileiro tem direito a um transporte digno, rápido e sustentável — e que o Estado serve justamente pra garantir isso, não pra se ajoelhar diante do “mercado”. Modernidade não é frescura, Celio. Frescura é achar que progresso é coisa dos outros.

Karina Libertária

24/04/2026

Ah, olha só, mais um trem caríssimo bancado por governo europeu que adora torrar imposto do contribuinte! Aqui no Brasil o pessoal prefere reclamar e viver de bolsa família em vez de pensar em investir fora e buscar oportunidades reais. Gente, o mundo é global, tem que pensar big picture, não ficar preso em mentalidade de subsídio!

    Francisco de Assis

    24/04/2026

    Karina, minha filha, esse papo de “torrar imposto” é o mesmo que impede o Brasil de ter trem bala, satélite e indústria forte. Enquanto o povo europeu anda de Avelia Horizon, a gente pega ônibus lotado — e é justamente o Estado soberano que muda isso, não o “mercado global” que você idolatra.

Tadeu

24/04/2026

Legal ver avanço tecnológico, mas sinceramente trem francês não muda nada pra gente aqui. O que me interessa é se isso vai impactar o preço das commodities ou das ações da Alstom. Fora isso, é só mais um bonitinho sobre trilhos.

Carlos A. Mendes

24/04/2026

Bom ver concorrência chegando até no setor ferroviário. Quando tem mais de um jogador, o serviço tende a melhorar e o preço a cair. Se até os franceses estão abrindo espaço pra isso, quem sabe um dia o Brasil aprende também.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Mais um passo do capitalismo de verdade mostrando resultado. Enquanto uns sonham com o trem-bala da Cuba do Norte, a iniciativa privada lá fora já entrega inovação e eficiência. Aqui, se deixar na mão do Estado e do STF, o trem nem sai da estação.

    Renato Professor

    24/04/2026

    Zé Trovãozinho, é curioso como você chama de “capitalismo de verdade” um projeto que dependeu de bilhões em subsídios públicos franceses. A inovação nasce justamente da parceria entre Estado e iniciativa privada — coisa que a retórica liberal ignora com zelo quase religioso.


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