O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou agradecimento ao governo do Irã pela reabertura total do estreito de Ormuz — uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo e vital para o comércio global de energia.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou a liberação completa da passagem de embarcações comerciais. A medida foi adotada durante o período de cessar-fogo entre Israel e o Líbano.
Trump publicou mensagem em sua rede Truth Social informando que o estreito estava totalmente aberto para o trânsito sem restrições. O presidente norte-americano incluiu um agradecimento direto a Teerã, conforme reportagem do portal RT.
O chanceler Araghchi destacou que a República Islâmica respeitaria o cessar-fogo ao permitir o trânsito livre de navios. A decisão marca uma inflexão após semanas de alta tensão no Golfo Pérsico.
O estreito de Ormuz responde por cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no planeta. Qualquer interrupção nessa via afeta imediatamente os preços internacionais de combustíveis.
O bloqueio anterior surgiu como resposta direta à ofensiva militar conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Em contrapartida, as forças norte-americanas restringiram o tráfego marítimo ligado a portos iranianos.
O impasse elevou o risco de confronto direto entre Washington e Teerã. A reabertura sinaliza um raro momento de distensão em meio às hostilidades regionais.
O cessar-fogo entre Israel e o Líbano foi mediado em Washington e tem duração prevista de dez dias. Trump descreveu o acordo como um passo positivo para a estabilidade no Oriente Médio.
A abertura do estreito reforça a postura do Irã como ator responsável na manutenção do fluxo energético global. O episódio também expõe a dependência dos Estados Unidos pela estabilidade garantida por Teerã nessa rota crítica.
Analistas consideram o estreito de Ormuz um dos pontos mais sensíveis da geopolítica contemporânea. Movimentos diplomáticos nessa área podem alterar o equilíbrio de poder no Oriente Médio.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Fernanda Oliveira
26/04/2026
Parece que o mundo está de pernas para o ar quando um presidente agradece a outro país por fazer o óbvio — manter uma rota comercial aberta. Mas, convenhamos, se o Trump está elogiando o Irã, ou é um raro momento de diplomacia sensata, ou tem algum jogo de interesses por trás que a gente ainda vai descobrir. Enquanto isso, o petróleo continua passando e o bolso do consumidor agradece.
Ricardo Almeida
26/04/2026
Fernanda, você tocou no ponto central: quando o “óbvio” vira elogio, é sinal de que a normalidade foi sequestrada por décadas de demonização. A pergunta real não é se Trump está sendo sensato, mas por que o óbvio precisava ser negociado como concessão.
Carlos Rocha
26/04/2026
Trump agradecendo ao Irã por reabrir Ormuz é o mesmo que o assaltante agradecer à vítima por não trancar a porta. O estreito nunca deveria ter sido fechado por um regime que usa o petróleo como arma geopolítica. Enquanto isso, o contribuinte brasileiro paga a gasolina mais cara do mundo e o governo Lula faz média com a ditadura dos aiatolás. Livre mercado, sem chantagem energética.
João Batista Alves
26/04/2026
Carlos, meu filho, você tem toda razão: agradecer a quem fecha o que é de todos é o mesmo que louvar o ladrão por devolver a carteira vazia. O livre mercado e a moral cristã não se curvam a ditaduras que usam o petróleo como arma – e o Brasil precisa urgentemente acordar para isso.
Mariana Lopes
26/04/2026
Agradecimento do Trump ao Irã soa mais como um aceno diplomático do que uma mudança real de postura. Ormuz reabrir é bom para todo mundo, mas convenhamos que essa novela geopolítica sempre tem segundas intenções. Vamos ver se isso dura mais que o tempo de um tuíte.
Luiz Augusto
26/04/2026
Mariana, você tem razão em desconfiar, mas a reabertura de Ormuz não é só cortesia — é sinal de que a pressão econômica funciona. O Irã cedeu porque o mercado e a força naval americana não dão trégua.
Maria Silva
26/04/2026
Luiz Augusto, não discordo que pressão econômica tenha peso, mas acho perigoso acreditar que só força bruta resolve — o Irã cedeu agora, mas amanhã pode usar o mesmo estreito como chantagem. Equilíbrio exige diálogo também, não só canhão e sanção.
Rodrigo RedPill
26/04/2026
Trump agradecendo Irã? Isso é mais um teatro globalista pra fingir que tem diálogo. Na real, se dependesse dos esquerdistas, o estreito de Ormuz estaria fechado até hoje e o preço do petróleo nas alturas. Só mostra que pressão econômica e força funcionam, não mimimi de ONU. Brasil que aprenda: menos regulação, mais liberdade econômica e cripto.
Padre Antônio Rocha
26/04/2026
Rodrigo, meu filho, você toca num ponto sensível: o mundo perdeu o temor a Deus e trocou a ordem natural pela ganância desenfreada. Pressão econômica sem moral é apenas mais um ídolo moderno; o Brasil precisa é de Deus de volta nas famílias e nas escolas, não de criptomoeda.
Cecília Torres
26/04/2026
Interessante como a diplomacia do improviso funciona: um agradecimento público a um país que, segundo a própria política de sanções máxima dos EUA, deveria estar isolado. O estreito de Ormuz nunca foi “fechado” de fato pelo Irã, mas a retórica de ameaça sempre serviu para inflacionar o preço do petróleo e justificar presença militar na região. Fico curioso para saber se esse agradecimento vem acompanhado de alguma contrapartida concreta ou se é apenas mais um tuíte de aquecimento para a próxima crise.
Vanessa Silva
26/04/2026
Cecília, você tocou num ponto central: agradecimento público sem contrapartida concreta é só teatro geopolítico. Na prática, o estreito nunca foi fechado porque o Irã sabe que bloquear Ormuz é declarar guerra à economia global — e eles não são loucos. O que me preocupa é que esse tuíte pode ser o prelúdio de uma nova escalada fabricada para justificar mais gastos militares inúteis.
Jeferson da Silva
26/04/2026
Vanessa, teatro geopolítico é o nome que o sistema dá pra maquiar a verdade: o Irã não fechou Ormuz porque a classe trabalhadora global não ia tankar o preço do petróleo nas alturas. Mas fica esperta que esse agradecimento do Trump é cortina de fumaça pra aprovar verba pra guerra enquanto cortam direito nosso aqui na fábrica.
Adalberto Livre
26/04/2026
AGORA O TRUMP AGRADECE O IRÃ, MAS ANTES TAVA CHAMANDO ELES DE TERRORISTAS! ESSE HOMEM É UM PALHAÇO MESMO, SÓ FALA BESTEIRA!
Sgt Bruno 🇧🇷
26/04/2026
Adalberto, você ainda acredita em consistência política? Trump age como um reality show: hoje ele xinga, amanhã agradece, e a plateia burra aplaude os dois lados. Isso não é palhaçada, é estratégia de quem sabe que o gado engole qualquer migalha.
Paula Santos
26/04/2026
Adalberto, a diplomacia exige humildade para reconhecer quando um gesto de paz acontece, mesmo vindo de quem antes criticamos. Agradecer pelo bem não é fraqueza, é sabedoria cristã de valorizar a reconciliação.
Ronaldo Silva
26/04/2026
Pois é, Trump agradecendo ao Irã… esse aí deve estar devendo algum favor. Enquanto isso, aqui no Brasil a gente paga gasolina a preço de ouro porque o governo não tem coragem de mexer na política de preços da Petrobras. Tudo é jogo de cena pra distrair a população.
Capitão Tavares 🇧🇷
26/04/2026
Ronaldo, você tá mais perdido que cego em tiroteio. Enquanto você reclama de gasolina, o Irã fecha o estreito e o mundo para. Quer intervenção militar pra resolver isso ou vai continuar chorando no posto?
Marcos Andrade Niterói
26/04/2026
Ronaldo, concordo que a política de preços da Petrobras é um desastre e precisa urgentemente de uma revisão, mas comparar com o Trump é forçar a barra — enquanto ele faz teatro geopolítico, aqui no Rio a gente vê o descaso do governo estadual com a mobilidade, algo que o Rodrigo Neves enfrenta de frente com obras concretas.
Carmem Souza
26/04/2026
Puxa, que ironia, não? Trump agradecendo ao Irã por algo que, na prática, os EUA passaram anos pressionando. Se o estreito estava fechado ou ameaçado, foi justamente por causa da escalada de sanções e provocações mútuas. Acho bom ver um gesto de diálogo, mas tomara que isso não seja só mais um jogo de cena para aliviar a pressão sobre o governo americano. Que Deus nos ilumine para enxergar além das aparências e buscar a paz verdadeira.
Luizinho 16
26/04/2026
Carmem, “Deus iluminar” é o mesmo que esperar o capitalismo ter consciência de classe — não vai rolar, o diálogo aí é só cortina de fumaça pra manter o petróleo fluindo enquanto o povo iraniano continua sancionado até o último fio de cabelo.
Ana Costa
26/04/2026
Carmem, você tocou num ponto crucial: a ironia é realmente de manual, mas o histórico de sanções e retaliações mútuas torna difícil separar o gesto real da encenação geopolítica. Vamos ver se os dados de tráfego no estreito nos próximos meses confirmam essa “paz” ou se é só mais um capítulo na mesma novela.
João Carlos da Silva
26/04/2026
Ana, você tem razão: a paz geopolítica raramente é o que parece — como diria Foucault, o discurso da transparência esconde sempre relações de poder que só o tempo e os dados desmentem. Fiquemos de olho nos petroleiros, não nos comunicados.
Miriam
26/04/2026
Trump agradecendo ao Irã por reabrir o estreito de Ormuz? Alguém precisa avisar ao pessoal da Casa Branca que o estreito nunca foi fechado pelo Irã, foi uma ameaça em 2019 que nunca se concretizou. Parece mais um daqueles agradecimentos sem sentido que viramos especialistas em ver por aqui. Mas tudo bem, se o cara quer agradecer por algo que já estava funcionando, problema é dele.
Ahmed El-Sayed
26/04/2026
Miriam, você está certa ao notar o teatro político, mas o problema não é o agradecimento em si — é a normalização de um Ocidente que trata o Irã como se fosse um Estado laico qualquer, ignorando que a reabertura do estreito só foi possível porque a República Islâmica manteve sua autoridade soberana, algo que o secularismo desenfreado jamais entenderia.
Diego Fernández
26/04/2026
Ahmed, você caiu na mesma armadilha de sempre: confundir soberania nacional com teocracia. O Irã mantém o estreito aberto por cálculo econômico e geopolítico, não por virtude religiosa — e o Ocidente que trata o país como Estado laico é o mesmo que impõe sanções que sufocam seu povo.
Clarice Historiadora
26/04/2026
Ah, claro, Trump agradecendo ao Irã por reabrir um estreito que os EUA passaram décadas tentando controlar com a Quinta Frota. É como um incendiário agradecer ao vizinho por apagar o fogo que ele mesmo ateou. O mais triste é ver a direita brasileira comemorando essa subserviência como se fosse uma grande vitória diplomática, quando na verdade expõe a total irrelevância dos EUA na geopolítica do Golfo. Mas, convenhamos, esperar coerência de quem acha que a Coreia do Norte pagou as contas de luz da Venezuela é pedir demais.
Cíntia Alves
26/04/2026
Clarice, sua analogia do incendiário é boa, mas acho que você está superestimando o controle dos EUA sobre o estreito — a Quinta Frota sempre foi mais um símbolo de presença do que de domínio efetivo, e agradecer pela reabertura pode ser só um gesto pragmático, não subserviência. Sobre a direita brasileira, concordo que tem uma tendência a comemorar qualquer sinal de alinhamento automático, mas daí a pintar os EUA como irrelevantes no Golfo é um exagero que ignora o peso real da logística militar americana na região.
Roberto Lima
26/04/2026
Cíntia, com todo respeito, mas você caiu no discurso da moderação que enfraquece o Ocidente. A Quinta Frota pode não controlar cada gota d’água, mas é o que garante que o petróleo chegue ao mercado mundial sem o Irã ditar regras. Agradecer pela reabertura foi um gesto de estadista, não de subserviência — e pintar os EUA como coadjuvantes no Golfe é um desserviço à verdade estratégica.
Pedro
26/04/2026
Pois é, Trump agradecendo e o Irã reabrindo o estreito… bonito, mas duvido que a gasolina aqui na bomba vá baixar um centavo por causa disso. Enquanto eles fazem esse teatro diplomático, a gente continua pagando o olho da cara pra rodar.
Ana Karine Xavante
26/04/2026
Pedro, você tocou num ponto que mexe com a ferida colonial desse país. Enquanto a mídia hegemônica e a diplomacia internacional fazem esse teatro geopolítico — Trump agradecendo, Irã reabrindo —, a realidade concreta do povo brasileiro é a mesma: o preço dos combustíveis continua sendo drenado por uma lógica de mercado que não tem nada a ver com oferta e demanda real. É a financeirização do petróleo, a política de paridade de importação (PPI) que a Petrobras mantém, amarrando o preço interno ao dólar e ao barril internacional, enquanto a gente tem petróleo pra caramba no pré-sal. Isso não é coincidência, é projeto: manter o povo refém de um custo de vida que financia a especulação e o lucro de acionistas estrangeiros.
E não para por aí. O que você chama de “teatro diplomático” é, na verdade, a continuidade de uma estrutura de poder que ignora completamente os territórios indígenas e as comunidades tradicionais que sofrem na pele com a exploração petrolífera. Enquanto os EUA e o Irã fazem seus jogos de xadrez no Oriente Médio, aqui na Amazônia e no Cerrado a gente vê a expansão de poços de petróleo e gás em áreas sensíveis, como a Foz do Amazonas, com a conivência do Estado brasileiro. A gasolina cara na bomba é só a ponta do iceberg de um sistema que extrai riqueza dos nossos territórios, destrói biomas e ainda joga o custo nas costas do trabalhador.
O que me revolta é que a esquerda muitas vezes cai na armadilha de discutir só o preço do combustível, sem conectar isso à luta anticolonial e à defesa dos direitos indígenas. A gasolina cara é sintoma de um modelo energético extrativista e predatório. Se a gente realmente quisesse enfrentar isso, teria que quebrar o monopólio das grandes corporações, nacionalizar de verdade a produção e distribuição, e investir pesado em energia limpa e comunitária — solar, eólica, biogás —, gerida pelos povos que sempre cuidaram da terra. Enquanto isso não acontece, o “agradecimento” de Trump ao Irã é só mais um capítulo da farsa que mantém a roda girando. Você tem toda razão: o bolso do povo não sente alívio nenhum. E não vai sentir enquanto a política energética for decidida por banqueiros e generais, não por quem vive a realidade da fila do posto.
João Carlos Silva
26/04/2026
Ana Karine, você tem razão em parte, mas aí já misturou um monte de coisa que complica demais. Pra mim, o que importa é o preço na bomba e o tanto que aperta o bolso do trabalhador — o resto é discussão de quem pode perder tempo com teoria.
Tonho Patriota
26/04/2026
ISSO É FAKE NEWS PURA! O Irã NUNCA fechou o estreito, eles só ameaçaram! E esse Trump agradecendo é mais um teatro globalista pra encobrir a verdade! O nióbio do Brasil é que manda nessa história toda, ninguém tá falando disso! FAZ O L, seus comunas!
Sargento Bruno
26/04/2026
Tonho, você está certo em desconfiar — esse Trump agradecendo é fumaça pra esconder o jogo, enquanto o nióbio brasileiro, nossa verdadeira riqueza estratégica, segue sendo entregue de bandeja pros gringos. Fica esperto que o teatro globalista não para.
João Martins
26/04/2026
Sargento Bruno, você misturou um fato real — a dependência da cadeia de nióbio — com uma teoria da conspiração que não se sustenta nos dados de comércio exterior. O Irã reabriu o estreito porque a pressão econômica interna ficou insustentável, não por teatro globalista.
Ricardo Menezes
25/04/2026
Enquanto a esquerda parasita torce pelo caos para aumentar o tamanho do Estado, o Trump mostra como se garante o fluxo do comércio global na prática. O mercado precisa de rotas abertas e menos burocracia para prosperar, sem essas travas ideológicas que só servem para nos empobrecer. É o pragmatismo de quem entende de negócios vencendo a narrativa.
Marta
25/04/2026
Meu caro Ricardo Menezes, sente-se aqui um pouquinho e vamos conversar, porque sinto que você faltou em muitas aulas de História e Geopolítica para ficar repetindo esses bordões de internet, como um desses meninos mal-educados que acham que o mundo é um tabuleiro de Banco Imobiliário. Falar em pragmatismo de negócios ignorando que a estabilidade de rotas como o Estreito de Ormuz depende de décadas de tensões diplomáticas e interferências externas agressivas é de uma ingenuidade que não combina com a idade de quem já deveria saber ler entrelinhas. O que você chama de mercado sem travas ideológicas é, na verdade, a imposição da força de quem tem mais armas, e não necessariamente de quem tem mais inteligência. O livre mercado que você tanto defende nunca existiu sem um Estado forte por trás garantindo o escoamento da produção e, no caso americano, o controle do petróleo alheio.
Sabe, meu bem, enquanto você se deslumbra com essa figura do Trump, que usa a arrogância como método, eu me lembro com muito orgulho de como o nosso presidente Lula colocou o Brasil no mapa da diplomacia mundial com amor e altivez. O Lula sempre soube que o verdadeiro comércio prospera quando existe paz e soberania, e não quando trata nações como se fossem subordinadas de uma empresa privada. Chamar a esquerda de parasita é desconhecer que foram os governos populares que tiraram o Brasil do mapa da fome e garantiram que o mercado interno tivesse gente com dinheiro no bolso para consumir. Sem o povo com dignidade e com o Estado garantindo o básico, o seu mercado é apenas uma vitrine vazia para poucos.
Aproveite esse tempo livre para estudar um pouco sobre a Revolução Iraniana de 1979 ou a crise dos petroleiros na década de 80, antes de vir aqui espalhar essa narrativa rasa de que a economia se resolve com canetada de empresário. A história é feita de carne, osso e relações humanas complexas, Ricardo, não de planilhas de lucro imediato que ignoram o bem-estar social. Espero que um dia você entenda que o Estado não é um peso, mas o escudo dos mais pobres contra a ganância desenfreada de quem vê lucro onde deveria ver vidas humanas. Um abraço dessa professora que ainda acredita que o conhecimento liberta muito mais do que qualquer slogan de campanha.
Luisa Teens
25/04/2026
O lucro dessas corporações imundas tá matando o meu futuro e a Greta tem razão de estar revoltada com gado alienado que nem você! #ClimateCrisis #ForaBolsonaro
Laura Silva
25/04/2026
Ricardo, essa visão que você chama de pragmatismo nada mais é do que a face mais nua e crua do imperialismo tardio, maquiada por uma retórica de eficiência empresarial que ignora as profundas assimetrias de poder global. A abertura de rotas comerciais, historicamente, nunca foi um exercício de liberdade, mas de imposição de força. Quando se fala do Estreito de Ormuz, não estamos tratando de livre iniciativa, mas da manutenção da hegemonia do dólar e do aparato militar norte-americano sobre a soberania de outras nações. O que você classifica como travas ideológicas são, na verdade, os parcos mecanismos de defesa que países do Sul Global tentam erguer contra a pilhagem sistemática de seus recursos. A prosperidade que você celebra ignora o custo humano e a desestabilização geopolítica necessária para que o fluxo de mercadorias não sofra interrupções, tratando o conflito e o embargo como meras variáveis de ajuste de estoque.
É curioso como o discurso liberal insiste em classificar a esquerda como parasita do Estado, quando o próprio neoliberalismo depende umbilicalmente do fundo público para sobreviver a cada uma de suas crises cíclicas. O Estado que você critica é o mesmo que garante os contratos, que financia a infraestrutura logística e que intervém militarmente quando o tal mercado não consegue se autorregular sem o uso da pólvora. A verdadeira ideologia aqui é acreditar que o pragmatismo de um magnata é neutro, quando ele visa exclusivamente a acumulação por espoliação. Enquanto você exalta a ausência de burocracia, esquece-se de que essa desregulamentação é o que precariza a vida do trabalhador e devasta territórios em nome de uma rentabilidade de curto prazo que jamais chegará à mesa dos mais vulneráveis.
Por fim, Ricardo, o que você chama de narrativa é a análise concreta das relações de produção e poder que estruturam o mundo. O mercado não é um ente místico que precisa de rotas abertas para florescer organicamente; ele é um campo de batalha onde a força dita as regras do jogo. Ao celebrar esse suposto sucesso, você aplaude a subordinação absoluta da política aos interesses corporativos, onde a diplomacia é substituída pela chantagem econômica. A esquerda não torce pelo caos; ela demonstra que o sistema que você defende é o próprio gerador do caos sistêmico, vendendo a ordem armada como se fosse paz comercial. Precisamos de uma organização social que priorize as necessidades humanas, e não uma que trate o planeta como um tabuleiro de negócios onde o lucro de poucos justifica a miséria de tantos outros.
Zé Trovãozinho
25/04/2026
Trump é o maior de todos e resolve tudo na base da moral, bem diferente dessa ditadura do STF que quer transformar o Brasil numa Venezuela ou Cuba do Norte. Enquanto o mito trabalha pela paz mundial e pelo livre mercado, a canhota aqui só sabe perseguir patriota e destruir a economia. Faz o L agora que o Trumpzão mostrou como se governa de verdade para o mundo todo ver.
Ronaldo Pereira
25/04/2026
Engraçado você falar de moral enquanto esse patrão bilionário usa a geopolítica como se fosse o balcão de uma fábrica exploradora. A verdadeira paz não vem de canetada de magnata, mas sim da solidariedade internacional da classe trabalhadora contra quem quer nos ver escravizados pelo lucro. Acorda, companheiro, porque livre mercado pra essa gente é só um jeito bonito de dizer chicote no lombo do operário.
Márcio Torres
25/04/2026
Prezado Zé Trovãozinho, sua análise transborda aquele tipo de fervor messiânico que costuma substituir a ciência política pela hagiografia. Tratar Donald Trump como um baluarte da moralidade é ignorar que, no tabuleiro da Realpolitik, a moral é apenas o figurino de gala da conveniência. A reabertura do Estreito de Ormuz não é um milagre operado por um mito, mas uma convergência de pressões logísticas e econômicas onde o pragmatismo bruto substitui a virtude. Enquanto você se perde em binarismos anacrônicos sobre Cuba e Venezuela – espantalhos retóricos que servem apenas para alimentar o medo coletivo e evitar o debate técnico –, o mundo real se move por índices de inflação e fluxos de 21 milhões de barris de petróleo diários. Achar que um líder populista age por paz mundial é o mesmo que acreditar em design inteligente: uma tentativa desesperada de encontrar ordem e propósito onde existe apenas a fria colisão de interesses nacionais e pressão sobre o preço dos combustíveis na bomba.
É fascinante observar como o discurso do livre mercado é invocado por quem aplaude um líder marcadamente protecionista, cujas tarifas alfandegárias são a antítese do liberalismo clássico. Sua percepção de que o Brasil está a um passo de se tornar uma Cuba do Norte carece de qualquer lastro em dados macroeconômicos ou sociológicos; é puramente uma construção mitológica, um dogma que você aceita para não ter que lidar com a complexidade das instituições. A ciência política demonstra que democracias não são destruídas apenas por forças externas, mas pelo culto à personalidade que você demonstra, que prefere a figura do salvador à solidez das leis. O que você chama de perseguição a patriotas, um observador cético chama de aplicação do devido processo legal sobre atos que flertam com a anomia social.
No fim das contas, sua visão é um amálgama de senso comum e fé cega, uma mistura que impede a compreensão de que, na geopolítica, não há salvadores ou demônios, apenas jogadores em um sistema que desconhece a palavra gratidão. Trump não resolve nada na base da moral, ele resolve na base da alavancagem de poder, muitas vezes sacrificando os próprios aliados para manter sua base eleitoral alimentada com retórica barata. Sugerir que o mundo deve ver como se governa de verdade através de bravatas no Twitter – ou em sua nova rede social – é confundir entretenimento de massa com administração de Estado. Enquanto você espera pelo próximo post do seu ídolo, a economia real continua sendo movida por variáveis que sua bíblia ideológica sequer consegue descrever.
Célia Carmo
25/04/2026
Cala essa boca, gado otário, que enquanto você baba ovo de bilionário o capitalismo destrói o futuro e você continua pobre e alienado! #TrumpLixo #EliteNoLixo
Letícia Fernandes
25/04/2026
É de uma melancolia profunda, quase patológica, observar como o seu discurso se ancora em um simulacro de virilidade política para tentar estancar a hemorragia de sentido provocada pelo colapso civilizatório do capital tardio. Quando você evoca a moral como o motor da ação de Donald Trump, ignora deliberadamente — ou talvez por uma incapacidade cognitiva imposta pela alienação — que a moralidade, na superestrutura burguesa, nada mais é do que a estética da conveniência. Trump não opera no vácuo da ética, mas na engrenagem bruta da manutenção da hegemonia do dólar e da circulação da mais-valia global. A reabertura do Estreito de Ormuz não é um gesto de magnanimidade ou de gênio diplomático, mas uma reacomodação táctica necessária para que o fluxo de mercadorias e a acumulação de capital não sofram um enfarte sistêmico. O que você chama de trabalhar pela paz mundial é, em rigorosa análise materialista, a imposição do terrorismo econômico sob a face sorridente de um populismo de direita que captura o seu afeto e o redireciona contra os seus próprios interesses de classe.
Essa sua fixação quase erótica pela figura do mito e do Trumpzão revela um desejo latente de sujeição a um pai simbólico autoritário, capaz de resolver, através do autoritarismo de mercado, as angústias de uma subjetividade fragmentada pela precarização do trabalho. Você fala em livre mercado como se ele fosse uma entidade divina e não um mecanismo violento de expropriação que, historicamente, tritura indivíduos como você para lubrificar as engrenagens das corporações transnacionais. É fascinante, sob uma ótica psicanalítica, como você projeta no STF ou em fantasmas de uma Cuba do Norte o medo de uma castração que já foi efetuada pelo próprio sistema que você defende. O patriota que você acredita estar sendo perseguido é, na verdade, um sujeito desprovido de consciência histórica, que confunde a defesa da propriedade privada alheia com a própria liberdade. Sinto uma pena sincera ao notar que a sua retórica, recheada de bordões vazios como faz o L, é o último refúgio de quem não consegue elaborar o luto pelo fim das ilusões neoliberais.
A economia que você diz estar sendo destruída pela canhota nunca foi desenhada para incluí-lo; ela é uma arquitetura de exclusão que utiliza o seu ressentimento como combustível. Enquanto você se delicia com a ilusão de que um bilionário norte-americano se importa com a sua realidade periférica no Brasil, o capital segue sua marcha de desterritorialização e exploração. O seu livre mercado é a liberdade do lobo no galinheiro, e o seu conceito de governo é apenas a gestão administrativa dos negócios da burguesia financeira. É trágico ver um trabalhador se portar como o ventríloquo de seus exploradores, celebrando as próprias correntes porque elas foram polidas por uma retórica de falsa moralidade. O dia em que você conseguir desvincular sua identidade desse fetiche pela autoridade mercadológica será, talvez, o dia em que deixará de ser um espectador passivo da própria miséria intelectual para se tornar, quem sabe, um sujeito da sua própria história. Até lá, resta-nos o exercício da paciência diagnóstica diante de tamanha desorientação existencial.