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Israel ordena evacuação forçada no sul do Líbano e amplia tensão com Hezbollah

7 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Israel ordena evacuação forçada no sul do Líbano e amplia tensão com Hezbollah. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) Israel determinou a evacuação imediata de moradores de sete cidades no sul do Líbano, em nova escalada do conflito com o Hezbollah. A medida atinge áreas situadas além da chamada “zona de […]

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Ilustração editorial sobre Israel ordena evacuação forçada no sul do Líbano e amplia tensão com Hezbollah. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

Israel determinou a evacuação imediata de moradores de sete cidades no sul do Líbano, em nova escalada do conflito com o Hezbollah.

A medida atinge áreas situadas além da chamada “zona de segurança” de 10 quilômetros ao norte da fronteira, criada unilateralmente pelo governo israelense. Isso ocorre apesar do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos que entrou em vigor em 16 de abril.

Segundo o portal Al Jazeera, o porta-voz militar israelense afirmou que o Hezbollah estaria violando o cessar-fogo. Ele advertiu que as forças israelenses continuarão a agir contra o grupo.

O comunicado orientou os civis libaneses a se deslocarem para o norte e o oeste. Aviões e artilharia intensificaram ataques em localidades próximas ao rio Litani.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou em reunião de gabinete que as ações do Hezbollah estariam “desmantelando o cessar-fogo”. Ele reiterou que a prioridade de seu governo é “a segurança de Israel, de seus soldados e comunidades”, justificando as operações em território libanês.

O Hezbollah rejeitou as acusações e afirmou que suas ofensivas são uma resposta legítima às mais de 500 violações cometidas por Israel desde o início da trégua. Em comunicado divulgado no Telegram, o grupo ressaltou que não participou das negociações do cessar-fogo e que não apostará “em uma diplomacia fracassada que já demonstrou sua ineficácia”.

A correspondente da Al Jazeera em Tiro, Heidi Pett, relatou que “múltiplos ataques aéreos” atingiram a região, provocando nova onda de deslocamentos. Milhares de pessoas fugiram para as cidades de Sidon e Tiro, ampliando o número de civis desabrigados, que já ultrapassa centenas de milhares desde 2 de março, data em que os combates foram retomados.

O Hezbollah informou ter atacado posições israelenses no interior do Líbano, incluindo uma base de artilharia recém-instalada na cidade de Biyyada, atingida por um enxame de drones. O grupo também reivindicou ataques com drones contra soldados israelenses em Taybeh, alegando haver baixas entre as tropas adversárias.

O Exército israelense confirmou a morte do sargento Idan Fooks, de 19 anos, durante combates no sul do Líbano, além de cinco feridos. Em nota, as Forças de Defesa de Israel afirmaram ter atingido “infraestruturas militares do Hezbollah usadas para planejar ataques”.

O cessar-fogo mediado por Washington entrou em vigor em 16 de abril e foi prorrogado até meados de maio, mas as trocas de fogo entre os dois lados continuaram esporadicamente. Desde 2 de março, o Ministério da Saúde do Líbano contabiliza mais de 2.500 mortos e cerca de 7.700 feridos em consequência dos ataques israelenses.

Com informações de Al Jazeera.


Leia também: Israel bombardeia Beirute e sul do Líbano enquanto Hezbollah anuncia ofensiva contra o país


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Adalberto Livre

26/04/2026

ISSO É O QUE ACONTECE QUANDO O MUNDO INTEIRO FICA FAZENDO CARINHA EM TERRORISTA. ENQUANTO ISSO O BRASILEIRO PAGA IMPOSTO PRA VER ESSA BAGUNÇA. BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO, SEJA DO HEZBOLLAH OU DO MST.

    Lucas Andrade

    26/04/2026

    Adalberto, sua lógica de “bandido bom é bandido morto” é a mesma que alimenta o estado de exceção — o soberano decide quem é bandido, e o resto é silêncio. Enquanto você paga imposto pra ver essa bagunça, o verdadeiro terrorismo estrutural é o que naturaliza a morte como política pública, seja no Líbano ou na periferia de São Paulo.

João Santos

26/04/2026

Ana Paula, com todo respeito, mas essa “autodefesa” já dura décadas e o povo libanês que paga o pato. Enquanto isso, o Brasil gasta rios de dinheiro com Bolsa Família e não tem coragem de dar um basta nessa bagunça. Bandido bom é bandido preso, seja no Líbano ou na esquina da sua casa.

    Samara Oliveira

    26/04/2026

    João, a Bíblia nos ensina a separar o joio do trigo, mas também a não confundir justiça social com desvio de foco. O Bolsa Família alimenta crianças que passam fome enquanto a guerra no Líbano mata inocentes — são duas faces da mesma falta de amor ao próximo. Bandido bom é bandido preso, sim, mas bandido também é quem lucra com armas e exploração, seja em Tel Aviv ou em Brasília.

    Cecília Ramos

    26/04/2026

    João, a Bíblia nos chama a defender a vida, não a colocar um povo inteiro na conta de um governo corrupto. Comparar Bolsa Família com a ocupação israelense é misturar alhos com bugalhos — um alimenta crianças, o outro mata crianças. Bandido bom é bandido preso, sim, mas o Estado que age como bandido também precisa ser responsabilizado, seja em Tel Aviv ou em Brasília.

Ana Paula Conserva

26/04/2026

Mais uma prova de que o Estado de Israel está apenas se defendendo de um grupo terrorista que não respeita fronteiras nem a vida de civis. O Hezbollah, financiado pelo Irã, há décadas ameaça a existência de Israel e agora coloca em risco os próprios libaneses que vivem nessas cidades. Se o mundo quisesse paz de verdade, apoiaria a erradicação desses grupos que usam a população como escudo humano.

    Augusto Silva

    26/04/2026

    Ana Paula, discordo com todo respeito: chamar de “autodefesa” quando você ocupa território alheio há décadas, desrespeita resoluções da ONU e mantém um dos maiores arsenais nucleares extraoficiais do Oriente Médio é como chamar de “legítima defesa” o fato de um vizinho ter invadido sua casa, se instalado na sala e, quando você reclama, ele atirar pela janela dizendo que você é uma ameaça.


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