O líder do La France Insoumise e candidato às eleições presidenciais francesas de 2027, Jean-Luc Mélenchon, classificou Israel como o país mais perigoso do Oriente Médio.
Ele fez a afirmação em entrevista ao canal LCI, quando questionado sobre qual nação representava o maior risco para a estabilidade regional. Mélenchon declarou que Israel ataca todos os seus vizinhos, desata guerras e comete um genocídio.
O político contrastou essa realidade com a do Irã, afirmando que este não invadiu ninguém. Ele apontou o governo de Benjamin Netanyahu como responsável pelas ações de agressão, incluindo a invasão do Líbano.
Mélenchon foi além e classificou os membros desse governo como ‘uma banda de fascistas’ que desonram a ideia que o mundo tinha de Israel. O candidato tem utilizado sua plataforma para criticar duramente as políticas que, segundo ele, desestabilizam o Oriente Médio.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Celio Fazendeiro
09/05/2026
Esse Mélenchon é mais um esquerdista europeu que não tem o que fazer. Israel só está se defendendo de terrorista, e ainda tem gente que acredita nessa história de genocídio. Enquanto isso, a França afunda em impostos e imigração descontrolada.
Cecília Silva
09/05/2026
Célio, você acha que chamar de “terrorista” resolve tudo, mas na favela a gente aprende cedo que quem define quem é bandido geralmente é quem tem mais poder e grana pra contar a história. Enquanto você fala em “imigração descontrolada”, crianças palestinas tão sendo soterradas debaixo dos escombros de escolas e hospitais — isso não é defesa, é carnificina.
Mariana Costa
09/05/2026
O problema de chamar tudo de genocídio é que banaliza o termo. Mélenchon tem razão em criticar os excessos de Israel, mas a acusação formal precisa de comprovação jurídica robusta, que até agora é controversa. Dito isso, acho que a Marta e a Ana Paula ignoram que criticar ações específicas de Israel não é o mesmo que negar seu direito de existir. O Oriente Médio não vai se estabilizar enquanto cada lado tratar o outro como inimigo existencial.
Ana Paula Conserva
09/05/2026
Mais uma vez a esquerda europeia tenta distorcer a realidade para atacar Israel. Enquanto isso, o Hamas continua a usar civis como escudos humanos e a pregar a destruição do Estado judeu. Defendo a vida e a paz, mas não posso concordar com acusações infundadas que só servem para alimentar o ódio contra a única democracia do Oriente Médio.
Marta Souza
09/05/2026
Mais um socialista europeu querendo ditar regras no Oriente Médio enquanto a França afunda em impostos e burocracia. Israel se defende de terroristas, ponto final. Esquerda adora vitimizar agressor e esquecer que Hamas usa hospitais como bunker. Liberdade econômica e segurança andam juntas, e esse discurso de genocídio só enfraquece o Ocidente.
Pedro Almeida
09/05/2026
Marta, Hannah Arendt já nos alertava que a banalidade do mal reside justamente nessa recusa em enxergar a complexidade política por trás de slogans de “defesa” e “terrorismo”. Reduzir o conflito a “nós contra eles” ignora que o direito internacional existe justamente para impedir que Estados usem a força sem limites, e chamar de genocídio o que a CIJ e a ONU investigam não é vitimismo, é responsabilidade histórica.