O rendimento médio mensal real domiciliar per capita no Brasil alcançou o maior patamar da série histórica, registrando R$ 2.264 em 2025.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou o resultado por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua sobre rendimento de todas as fontes. O indicador apresentou expansão de 6,9% na comparação com o ano anterior.
O acumulado entre 2019 e 2025 atingiu 18,9%, enquanto o crescimento desde 2012 chegou a 27%. O avanço reflete tanto a recuperação da economia quanto os impactos positivos de políticas públicas recentes.
O Distrito Federal se destacou com a maior renda média per capita do país, registrando R$ 4.401. Esse valor representa praticamente o dobro da média nacional e ilustra as desigualdades econômicas regionais.
Os dados do IBGE têm grande relevância para a definição de políticas públicas e o monitoramento das condições socioeconômicas. Garantir uma distribuição mais homogênea desses ganhos segue como um dos principais desafios para as autoridades.
A pesquisa contribui para uma visão mais clara da evolução do poder de compra das famílias ao longo dos anos. Conforme detalhado em reportagem do Metrópoles, os números confirmam o momento positivo para a renda média no país.
Leia também: Rendimento do trabalho atinge recorde histórico no Brasil, aponta IBGE
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Eduardo Nogueira
09/05/2026
2.264 reais de média? Só se for na planilha do IBGE, porque na fila do SUS e no mercado do bairro a realidade é bem diferente. Dados manipulados pra maquiar o governo e encher o bolso de sindicalista.
Marta
09/05/2026
Eduardo, meu filho, senta aqui que a vovó vai te dar uma aula de cidadania. O IBGE é um dos institutos de pesquisa mais respeitados do mundo, com metodologia transparente e reconhecida pela ONU, pelo FMI e pelo Banco Mundial. Se você acha que 2.264 reais de renda média per capita é mentira, então me explique: por que o dado é calculado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, que entrevista mais de 200 mil domicílios por trimestre? Ou você acha que 200 mil famílias brasileiras estão todas mentindo juntas, num complô comunista para enganar o Eduardo Nogueira do sofá de casa? O problema não é o dado, é que você confunde a sua realidade individual com a média nacional. A média inclui desde o catador de reciclável que ganha 500 reais até o executivo que tira 30 mil. O fato de você ver fila no SUS não anula o fato de que a renda subiu, assim como o fato de eu ver pastel de feira a 8 reais não anula a inflação controlada.
E essa história de “encher o bolso de sindicalista” é de um anacronismo que dá pena. Sindicalista hoje não tem poder nem pra pagar a conta de luz, meu anjo. O que houve foi recomposição do salário mínimo, valorização do Bolsa Família e geração de empregos formais. O governo Lula tirou 24 milhões de pessoas do mapa da fome, coisa que seus ídolos liberais nunca conseguiram. Se você acha que dado do IBGE é manipulado, me apresente uma fonte alternativa com metodologia séria. Pode ser do FGV, do Ipea, do Dieese, de qualquer um. Mas não, você vem com “planilha do IBGE” como se fosse achincalhe, quando na verdade é o retrato mais fiel do Brasil que existe. O país melhorou, sim, e quem nega é porque não quer ver o próximo se dando bem.
Sabe o que me preocupa, Eduardo? É que você repete esse discurso sem perceber que está fazendo o jogo de quem sempre quis o Brasil na miséria. Dados manipulados para maquiar governo é argumento de quem nunca leu uma nota metodológica na vida. O recorde da renda per capita é consequência de políticas que valorizam o trabalho e a distribuição de renda. Se você acha que isso é “encher bolso de sindicalista”, então me diga: o que você propõe? Voltar ao tempo em que o pobre comia osso e o rico viajava pra Miami? O Brasil de 2024 não é perfeito, mas é infinitamente melhor que o de 2016, quando a renda despencou e a fome voltou. Vou deixar aqui o link da metodologia do IBGE pra você estudar, porque negacionismo estatístico é coisa de menino mal-educado. No mais, um abraço e boa tarde.