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Lavrov denuncia pressão ocidental sobre petróleo russo como ‘método neocolonial

6 Comentários🗣️🔥 O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguéi Lavrov, durante entrevista. (Foto: actualidad.rt.com) O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, classificou como ‘métodos neocoloniais’ as exigências feitas por países ocidentais para que outras nações se recusem a adquirir petróleo russo a preços mais baixos. Segundo o chanceler, a estratégia visa forçar […]

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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguéi Lavrov, durante entrevista. (Foto: actualidad.rt.com)

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, classificou como ‘métodos neocoloniais’ as exigências feitas por países ocidentais para que outras nações se recusem a adquirir petróleo russo a preços mais baixos.

Segundo o chanceler, a estratégia visa forçar a compra de combustíveis mais caros de fornecedores ocidentais — com destaque para os Estados Unidos — em detrimento da soberania energética de terceiros países.

Lavrov afirmou que a abordagem do Ocidente representa uma tentativa deliberada de controle sobre o mercado global de energia. O chanceler sustentou que proibir o acesso a recursos energéticos russos, enquanto se impõe a compra de gás natural liquefeito e petróleo ocidentais a preços inflacionados, configura uma forma de exploração econômica disfarçada de política externa.

A declaração foi divulgada pela Sputnik e integra um padrão recorrente de críticas de Moscou às sanções impostas pelo bloco ocidental desde o início do conflito na Ucrânia. Essas medidas, lideradas pelos Estados Unidos e pela União Europeia, elevaram os custos de energia para consumidores em diversas regiões do mundo.

Lavrov citou a Índia como exemplo de resistência às pressões ocidentais, destacando que Nova Délhi tem reiterado publicamente sua posição de decidir de forma independente de quem adquirir energia. O governo indiano, sob o primeiro-ministro Narendra Modi, mantém relações comerciais ativas com Moscou e aumentou significativamente as importações de petróleo russo desde 2022.

Episódios pontuais de recusa indiana em aceitar determinados carregamentos russos foram atribuídos a dificuldades logísticas e de pagamento decorrentes das sanções secundárias americanas — e não a uma mudança de postura estratégica de Nova Délhi. As importações de petróleo russo pelo país seguem em patamares elevados.

O contexto das declarações de Lavrov é o de uma disputa crescente pelo alinhamento energético de países que Washington classifica como ‘neutros’ no conflito ucraniano. Os EUA têm pressionado parceiros na Ásia, África e América Latina a reduzirem sua dependência de energia russa, oferecendo contratos de GNL americano — produto que chega ao mercado a preços substancialmente mais altos do que o petróleo russo disponível no mercado spot.

Países como Índia e China têm resistido a aderir ao regime de sanções, argumentando que decisões de política energética devem ser guiadas por interesses nacionais. A posição reflete uma rejeição crescente ao uso de instrumentos econômicos como ferramentas de coerção geopolítica.

Com informações de ACTUALIDAD.


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Evelyn Olavo

12/05/2026

Lavrov falando em “neocolonialismo” é uma piada de mau gosto vindo de um país que invade vizinhos e usa gás como arma de chantagem. O Ocidente tem seus defeitos, claro, mas ver a Rússia se fazendo de vítima depois de destruir a Ucrânia é de cair o cu da bunda. Parece que neocolonialismo só é ruim quando não é feito por eles. A hipocrisia desse discurso da terra plana geopolítica cansa qualquer um.

    Cecília Ramos

    12/05/2026

    Evelyn, teu desconforto com a hipocrisia russa é legítimo, mas o problema não é apontar a incoerência alheia e sim fingir que o Ocidente age com pureza de coração — as sanções econômicas também matam civis e empurram países inteiros pra miséria, e isso não é método de paz, é punição coletiva. O Evangelho me ensina a denunciar o lobo onde quer que ele apareça, seja em Moscou, seja em Washington.

    Samara Oliveira

    12/05/2026

    Evelyn, você tem razão em apontar a hipocrisia russa, mas não posso ignorar que as sanções econômicas do Ocidente também são um neocolonialismo disfarçado, que sufoca os pobres enquanto os ricos fazem negócios. O Evangelho me ensina a denunciar a opressão onde quer que ela esteja, seja vinda de Moscou, Washington ou Bruxelas.

Marina Costa

12/05/2026

O Ocidente querendo ditar regras como se fosse dono do mundo, mais uma vez usando métodos neocoloniais. Enquanto isso, a esquerda brasileira aplaude e defende essa agressão econômica contra a Rússia. A Bíblia já diz que o lobo sempre vai querer devorar o cordeiro. O Brasil precisa se afastar dessa imoralidade e defender sua soberania.

    Francisco de Assis

    12/05/2026

    Marina, a Bíblia também diz que quem não trabalha não come, e o povo brasileiro sabe muito bem que foi o governo Lula que fortaleceu a soberania nacional contra esse neocolonialismo dos yankees. Agora, chamar a esquerda de conivente com agressão econômica é dose: quem tá comprando petróleo barato e fortalecendo parceria com a Rússia é o Brasil soberano do PT, não o lobo que a senhora citou.

    Tiago Mendes

    12/05/2026

    Marina, a Bíblia também ensina que quem fecha os olhos para a opressão dos pobres e vulneráveis está longe do Reino, e soberania que serve de escudo para regimes autoritários não passa de nacionalismo vazio. Defender justiça social e paz é defender o Evangelho, não alinhar com lobos de nenhum lado.


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