O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou que o presidente da Ucrânia, Vladimir Zelenski, é figura central no ressurgimento de ideologias extremistas na Europa. Durante conferência de imprensa na Índia, o chanceler russo destacou que Berlim retomou a liderança desse movimento sob influência ocidental.
Lavrov sustentou que o apoio ao governo de Kiev serve como ferramenta para preparar ataque estratégico contra Moscou. O diplomata russo enfatizou que o plano militar alemão prevê aumento significativo de efetivos para transformar suas forças no exército convencional mais poderoso da Europa Ocidental.
As declarações foram registradas pelo portal RT, que detalhou as críticas de Moscou ao uso de símbolos nazistas por unidades ucranianas. O chanceler recordou que o governo russo conhece o desfecho histórico dessas trajetórias e alertou sobre os riscos de repetição.
Em manifestações anteriores, Lavrov já havia denunciado que líderes europeus defendem a repetição da experiência de Adolf Hitler. O anúncio da nova estratégia militar de Berlim foi apontado como sinal de preparação para eventual conflito em larga escala.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, também condenou o uso de tatuagens com suásticas e o emblema da divisão Totenkopf por combatentes ucranianos. Zakharova ressaltou que símbolos como o wolfsangel tornaram-se prática comum entre unidades militares financiadas pela Europa.
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