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Polícia de São Paulo abre inquérito contra homem após morte de mulher por PM

0 Comentários🗣️🔥 A Polícia Civil de São Paulo instaurou um inquérito no dia 4 de abril de 2026 para investigar Luciano Gonçalves dos Santos, servente de pedreiro, após a morte de sua companheira, Thawanna da Silva Salmázio, baleada por uma policial militar na noite de 3 de abril de 2026. O incidente ocorreu em Cidade […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 05/04/2026 01:41

A Polícia Civil de São Paulo instaurou um inquérito no dia 4 de abril de 2026 para investigar Luciano Gonçalves dos Santos, servente de pedreiro, após a morte de sua companheira, Thawanna da Silva Salmázio, baleada por uma policial militar na noite de 3 de abril de 2026. O incidente ocorreu em Cidade Tiradentes, na zona leste da capital paulista. Luciano, que estava ao lado de Thawanna no momento do disparo, enfrenta acusação de resistência.

A policial Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, foi registrada como vítima no boletim de ocorrência, conforme informações da Secretaria da Segurança Pública. Os relatos dos policiais militares apontam que Luciano teria desobedecido ordens e gritado contra a equipe durante a abordagem.

Luciano contradiz essa versão, afirmando que não houve qualquer tentativa de diálogo por parte dos agentes. Segundo ele, a viatura passou em alta velocidade, quase atingindo o casal, o que levou Thawanna a manifestar insatisfação. Nesse momento, a policial teria descido do veículo e disparado. Luciano inicialmente acreditou que se tratava de munição não letal e chegou a colaborar com os agentes, mas ainda assim foi atingido por spray de pimenta.

A policial Yasmin, em seu depoimento, declarou que o casal discutia na rua quando a viatura passou. Ela relatou que Luciano esbarrou no veículo, iniciando um atrito, e que ambos apresentavam sinais de embriaguez. Ainda segundo a PM, Luciano gesticulava de forma agressiva, enquanto Thawanna teria partido para a agressão física contra ela, o que motivou o disparo.

As versões conflitantes estão sob análise, e a Secretaria da Segurança Pública informou que as imagens das câmeras corporais dos agentes serão examinadas para esclarecer os fatos. Os policiais envolvidos foram realocados para funções administrativas até o término das investigações.

O caso provocou forte reação dos moradores de Cidade Tiradentes. Na noite de 3 de abril de 2026, após a morte de Thawanna, protestos tomaram a Rua Alexandre Davidenko, com barricadas montadas e objetos incendiados. O Corpo de Bombeiros e a Tropa de Choque da Polícia Militar foram acionados para conter a situação. Durante os confrontos, os agentes usaram bombas de gás lacrimogêneo, e houve uma tentativa de incendiar um ônibus. Não foram divulgados registros de feridos ou detenções até o momento.

O inquérito foi registrado no 49º Distrito Policial de São Mateus sob a acusação de resistência contra Luciano. As investigações seguem em curso, e a expectativa é que as imagens das câmeras corporais tragam maior clareza sobre as circunstâncias da morte de Thawanna, enquanto a comunidade local cobra respostas e justiça. Para mais informações, consulte a cobertura detalhada do portal Metrópoles.

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