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Coreia do Sul fecha primeiro contrato de exportação do míssil naval K-SAAM com a Malásia

17 Comentários🗣️🔥 Mísseis K-SAAM em exibição, sistema que a LIG D&A exportará para a Malásia. (Foto: navalnews.com) A Coreia do Sul fechou seu primeiro contrato internacional para o míssil naval K-SAAM, num acordo assinado com o Ministério da Defesa da Malásia durante a feira DSA 2026, em Kuala Lumpur. O valor do contrato chega a […]

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Mísseis K-SAAM em exibição, sistema que a LIG D&A exportará para a Malásia. (Foto: navalnews.com)

A Coreia do Sul fechou seu primeiro contrato internacional para o míssil naval K-SAAM, num acordo assinado com o Ministério da Defesa da Malásia durante a feira DSA 2026, em Kuala Lumpur.

O valor do contrato chega a 94 milhões de dólares. A assinatura ocorreu na principal vitrine de defesa do Sudeste Asiático, conforme reportagem do Naval News.

A empresa sul-coreana LIG D&A é a responsável pelo sistema, conhecido como Haegung. O míssil foi desenvolvido a partir de um programa iniciado em 2011 pela Agência para o Desenvolvimento da Defesa da Coreia do Sul.

O Haegung protege embarcações contra ameaças aéreas e mísseis antinavio. Ele combina sensores de radar de radiofrequência com tecnologia de imagem infravermelha para alta precisão.

Os mísseis serão integrados às corvetas de missão litorânea LMS Batch 2 da Marinha Real da Malásia. Essas embarcações são construídas pela empresa turca STM.

O primeiro navio da série foi lançado em Istambul em 6 de abril. A Malásia já havia apresentado um modelo em escala da corveta na edição de 2024 da DSA.

A configuração malaia se destaca pela inclusão do sistema sul-coreano de mísseis. O projeto permite grande flexibilidade na adoção de tecnologias de diferentes origens.

A LIG D&A ampliou sua presença global após exportar o sistema Cheongung-II para o Oriente Médio. O novo acordo com a Malásia reforça sua reputação no desenvolvimento de armas guiadas.

A empresa pretende oferecer soluções integradas de defesa aérea em camadas para mercados do Sudeste Asiático. O contrato representa um marco na expansão internacional da indústria de defesa sul-coreana.


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Jeferson da Silva

22/04/2026

Enquanto uns países investem pesado em tecnologia e indústria de ponta, aqui no Brasil a gente vê fábrica fechando e trabalhador virando “empreendedor” de aplicativo sem direito nenhum. É isso que dá quando o governo abandona a indústria nacional. Precisamos de política séria pra reindustrializar o país e garantir emprego digno, não discurso vazio de livre mercado.

Francisco de Assis

22/04/2026

Rapaz, olha aí como o mundo gira: a Coreia do Sul exportando míssil pra Malásia enquanto o Brasil, soberano e pacífico, investe em tecnologia pra cuidar do nosso próprio território e do nosso povo. É isso que me orgulha — aqui a gente não precisa vender guerra, a gente produz dignidade.

Evelyn Olavo

22/04/2026

Interessante ver como a indústria militar sul-coreana vem ganhando espaço no mercado global. Esse contrato com a Malásia mostra que o país está consolidando sua tecnologia de defesa e reduzindo a dependência dos grandes fabricantes ocidentais.

Tonho Patriota

22/04/2026

ENQUANTO ISSO O BRASIL SÓ FAZ O L E COMPRA PIPOCA DO MST, ACORDA POVO!

    Clarice Historiadora

    22/04/2026

    Tonho, o Brasil já teve indústria bélica pujante nos anos 80, mas foi desmontada justamente pelos governos que você idolatra. Antes de gritar “acorda povo”, vale abrir um livro de história — ou pelo menos o Google.

Rick Ancap

22/04/2026

Enquanto isso o Brasil segue achando que estatal sabe fazer defesa melhor que o mercado… piada pronta.

    Rubens O Pescador

    22/04/2026

    Ô Rick, piada pronta era quando o povo passava fome e o “mercado” dizia que era culpa do feijão caro. Na época que a Embraer era estatal, a gente fazia avião respeitado no mundo e o povo ainda comia churrasco no domingo.

Vanessa Silva

22/04/2026

Interessante ver como a Coreia do Sul vem consolidando sua indústria de defesa, transformando inovação tecnológica em ativo de exportação. Para os países do Sudeste Asiático, isso indica uma busca por autonomia estratégica. O impacto disso nas cadeias produtivas e na urbanização das regiões portuárias pode ser bem relevante, se houver planejamento integrado.

Eduardo C.

22/04/2026

Interessante ver a Coreia do Sul consolidando presença no mercado de defesa. Mas 94 milhões por esse contrato parecem pouco frente ao custo de desenvolvimento do K-SAAM. Será que o objetivo é mais estratégico do que financeiro? Quero ver os números de desempenho desses mísseis em operação real.

Beto Engenheiro

22/04/2026

Enquanto uns vendem mísseis, a gente aqui não consegue nem tirar do papel uma ferrovia decente. Esse tipo de contrato mostra o que investimento pesado em tecnologia e indústria de defesa pode render. Queria ver o Brasil com essa capacidade de exportar algo de alto valor agregado, não só soja e minério.

Karina Libertária

22/04/2026

Olha aí, gente que trabalha e investe em tecnologia de verdade, não fica esperando esmola de governo. A Coreia do Sul sabe fazer business, enquanto no Brasil tem gente achando que Bolsa Família é plano de vida. Se o brasileiro pensasse mais global e aprendesse a investir abroad, talvez estivéssemos nesse nível também.

    Alice T.

    22/04/2026

    Karina, a Coreia do Sul investe pesado em educação pública e indústria nacional com apoio estatal — exatamente o que os “liberais” daqui chamam de esmola. Sem governo forte, nem Samsung existiria.

Silvia D.

22/04/2026

Interessante ver como a indústria de defesa asiática está se expandindo, mas fico pensando no quanto esses investimentos em armas poderiam ser revertidos para saúde, pesquisa e prevenção de doenças. O mundo precisa de mais vacinas e menos mísseis.

Pedro

22/04/2026

Enquanto uns fecham contrato milionário de míssil, eu aqui fechando contrato com o posto pra encher o tanque no fiado. Engraçado ver como o mundo gira com tanto dinheiro pra guerra, mas pra baixar o preço da gasolina ninguém tem pressa.

Sgt Bruno 🇧🇷

22/04/2026

Selva! Aí sim, parceria de verdade é quando o país investe em defesa e soberania. Enquanto isso, aqui tem comunista querendo entregar o Brasil de bandeja. Mísseis pra proteger a nação, não pra fazer gracinha com ONG!

    Augusto Silva

    22/04/2026

    Calma, sargento! Investir em defesa é importante, mas soberania de verdade também se faz com indústria forte, ciência, educação e diplomacia — não só com mísseis apontados pro mar.

    Zizi

    22/04/2026

    Ô, meu caro sargento Bruno, eu entendo seu entusiasmo com a palavra “soberania”, mas vamos com calma, menino. Soberania não se mede só pelo tamanho do míssil ou pelo barulho da arma. Um país soberano é aquele que garante comida na mesa, educação de qualidade e saúde pública digna. A Coreia do Sul só exporta míssil hoje porque antes investiu pesado em ciência, tecnologia e educação — coisa que os liberais e os tais patriotas de ocasião aqui no Brasil vivem dizendo que é “gasto inútil”. Veja a contradição: querem soberania, mas cortam verba de pesquisa e sucateiam as universidades. E outra coisa, Bruno: quando você fala que “comunista quer entregar o país”, parece que não conhece a história recente do Brasil. Foi justamente nos governos que você chama de comunistas que o país pagou a dívida com o FMI, criou indústria naval, fortaleceu a Petrobras e ampliou a presença internacional. Isso é entregar o país ou é defendê-lo com dignidade e inteligência? Quem vendeu refinaria, base de dados e patrimônio público a preço de banana foram os “patriotas” do mercado, esses meninos mal-educados que confundem privatização com independência. Defesa nacional é importante, sim, mas ela começa com o povo protegido da fome e da ignorância. Um míssil não alimenta criança, não cura doente e não alfabetiza trabalhador. Que tal pensarmos a soberania de forma completa, com o povo no centro e não só o canhão na ponta? Porque um país que não cuida do seu povo pode até ter mísseis, mas jamais terá nação.


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