O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, declarou que as preocupações internacionais sobre um suposto programa nuclear militar iraniano são infundadas e servem como instrumento de pressão política.
Ele afirmou que há mais de duas décadas o mundo é intimidado por uma narrativa fabricada sobre uma bomba nuclear iraniana, usada para justificar sanções e agressões contra a República Islâmica.
Baghaei destacou que o Irã chegou a participar de negociações e firmar um acordo justamente para responder a essas alegações. O porta-voz explicou que o país decidiu seguir o caminho diplomático, avançando em um processo de entendimento que resultou em parâmetros básicos de um acordo inicial.
Esses parâmetros buscavam atender às preocupações externas ao mesmo tempo em que garantiam os direitos nucleares legítimos do Irã. Segundo o Mehr News, Baghaei relatou que, a pedido da outra parte, foi acordada a realização de uma reunião em Viena com a presença da Agência Internacional de Energia Atômica para tratar dos aspectos técnicos.
Essa reunião representou o último consenso conjunto entre os dois lados antes da escalada de tensões regionais. O porta-voz reafirmou o compromisso do Irã com o direito internacional e o uso pacífico da energia nuclear.
O programa nuclear do país é supervisionado pela AIEA e segue os padrões internacionais de transparência. Baghaei argumentou que a insistência em retratar o Irã como ameaça nuclear revela o duplo padrão das potências que mantêm arsenais atômicos sem a mesma fiscalização.
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Evelyn Olavo
23/04/2026
Essa história da “ameaça nuclear iraniana” já virou carta marcada no baralho geopolítico ocidental. Toda vez que precisam justificar sanções ou presença militar, ressuscitam o mesmo fantasma. O Irã tenta se defender, mas a histeria midiática sempre fala mais alto.
Eduardo C.
23/04/2026
Sem dados concretos, tudo vira narrativa conveniente. Antes de aceitar qualquer versão, quero ver números, relatórios da AIEA e medições verificáveis. Política sem estatística é só retórica.
Pedro
23/04/2026
Enquanto isso, aqui no Brasil o motorista tá mais preocupado é com o preço da gasolina subindo toda semana. Essas brigas políticas lá fora parecem coisa distante, mas no fim sempre acabam respingando na bomba e no bolso da gente.
Vanessa Silva
23/04/2026
Mais uma vez, o debate sobre o programa nuclear iraniano vira palco de disputas políticas em vez de diálogo técnico e transparente. O mundo precisa de menos retórica e mais cooperação científica e diplomática — afinal, estabilidade regional também é uma questão de planejamento e desenvolvimento sustentável.
Miriam
23/04/2026
Mais do mesmo: cada lado monta sua história para justificar sanções ou alianças. No fim, o que importa é cumprir os acordos e manter a inspeção funcionando. Histeria internacional não substitui relatório técnico.
Rick Ancap
23/04/2026
Mais um teatrinho estatal pra justificar gasto público e controle — o mercado resolve até urânio, pô.
Fernando O.
23/04/2026
Difícil saber onde termina a diplomacia e começa a encenação. O Irã sempre joga no limite, mas também tem uma turma no Ocidente que adora inflar ameaça pra justificar sanção. No fim, o que valem são os dados técnicos da AIEA — o resto é ruído político.
Beto Engenheiro
23/04/2026
Enquanto ficam nesse vai e vem de declarações políticas, o mundo continua precisando de energia e infraestrutura de verdade. Queria ver o mesmo empenho em construir ferrovias e usinas, não em fabricar crises diplomáticas. Política sem obra concreta não leva ninguém a lugar nenhum.
Marcos Conservador
23/04/2026
Mais uma vez o Irã posando de vítima enquanto o mundo finge que acredita. Sempre a mesma história: dizem que é “invenção política”, mas vivem ameaçando vizinhos e cantando vitória contra o Ocidente. Quem tem boas intenções não esconde tanto o que faz.
Clarice Historiadora
23/04/2026
Engraçado ver como o Ocidente adora repetir a ladainha da “ameaça iraniana” enquanto ignora o histórico de armas nucleares de Israel, que nunca assinou o TNP. É o velho duplo padrão colonial travestido de preocupação com a paz mundial. Quem lê um pouco de história sabe que essa narrativa serve mais pra justificar sanções do que pra proteger alguém.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Ih, lá vem bomba de mentira pra enganar o povo de novo 🇧🇷🙏🇺🇸
Tonho Patriota
23/04/2026
FAZ O L PRA VER SE O IRÃ VIRA AMIGO DO BRASIL, COMUNISMO ATÉ NO URÂNIO!
Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Ah, lá vem mais história pra enganar trouxa! O Irã dizendo que é tudo invenção, mas a gente sabe bem o que esses regimes fazem por baixo dos panos. Comunista é tudo igual, fala bonito e apronta escondido. Selva!
Zizi
23/04/2026
Ô meu filho, que mania essa de chamar tudo de comunismo, não é? O Irã, pra começo de conversa, é uma teocracia islâmica, não tem nada a ver com o socialismo, muito menos com o comunismo que você parece tanto temer. Esse tipo de confusão é fruto de décadas de desinformação, alimentada por quem quer transformar política internacional em filme de mocinho e bandido. E o mundo, querido, é bem mais complexo do que os roteiros que a gente vê na TV militarizada. Quando o Irã diz que a história da bomba é fabricação política, ele está falando de um jogo geopolítico antigo, onde as potências nucleares — Estados Unidos à frente — decidem quem pode e quem não pode desenvolver tecnologia nuclear. Israel tem ogivas, mas ninguém fala nada. Aí, quando um país fora do eixo ocidental tenta fazer o mesmo, logo vira “ameaça à paz mundial”. Ora, paz pra quem, né? Essa narrativa seletiva serve pra justificar sanções e intervenções, não pra proteger ninguém. E veja, meu caro, não é questão de “defender regime”, é questão de entender o cenário histórico. O Irã foi invadido, sabotado, teve primeiro-ministro deposto pela CIA em 1953, e desde então vive sob pressão. Quando a gente repete sem pensar o discurso dos poderosos, a gente ajuda a perpetuar essa dominação. Então, em vez de gritar “selva”, que tal abrir um livro de História e ver como o jogo é jogado? O verdadeiro amor à pátria começa com o respeito à verdade — e não com slogans importados.
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Difícil saber em quem confiar nessa história. Os EUA e seus aliados têm histórico de inventar pretextos pra pressionar países, mas o Irã também não é exatamente um exemplo de transparência. No fim, quem paga a conta dessas disputas políticas é sempre a população comum.
Francisco de Assis
23/04/2026
Essas narrativas sobre bomba nuclear são sempre usadas pra justificar sanções e meter o bedelho na soberania dos outros. O Irã tá certo em denunciar a manipulação. O mundo já cansou dessa hipocrisia de quem tem arsenal atômico e posa de guardião da paz. O Brasil, com Lula, mostra que soberania se defende com diálogo e coragem, não com submissão.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Mais uma vez o Ocidente tenta empurrar medo pra justificar sanção e controle sobre quem não se submete. Essa narrativa da “bomba iraniana” já virou roteiro repetido. Enquanto isso, ninguém fala das ogivas que os EUA e Israel mantêm sem fiscalização nenhuma.
Luciana
23/04/2026
Enquanto os poderosos brigam por causa de bomba, aqui a gente briga pra pagar o gás e o arroz da semana. Essas disputas políticas lá de fora só servem pra desviar atenção dos problemas reais que pesam no bolso do povo. O que me preocupa mesmo é o juro do cartão, não o urânio de ninguém.
Karina Libertária
23/04/2026
Ah, claro, o Irã é sempre a vítima, né? Quem acredita nisso precisa fazer um “fact-checking” urgente. Enquanto isso, os países sérios estão preocupados com segurança global — não com narrativa política.
Alice T.
23/04/2026
Engraçado como os EUA e seus aliados sempre inventam um “inimigo nuclear” novo quando precisam justificar sanções ou guerra, né? Enquanto isso, Israel tem bomba atômica de verdade e ninguém fala nada. Hipocrisia nível hard do liberalismo internacional.
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Ah, claro, o Irã é sempre o bonzinho e o resto do mundo é que inventa história, né? Essa conversa de “pressão política” é o mesmo papo de sempre — igualzinho a Cuba e Venezuela dizendo que são vítimas do imperialismo. Acorda, gente, isso é a cartilha da Cuba do Norte sendo repetida.
Augusto Silva
23/04/2026
Mais uma vez, o Ocidente usa o fantasma da “bomba iraniana” pra justificar sanções e interferência. Curioso que Israel, com arsenal nuclear real, nunca é cobrado. Geopolítica seletiva é o nome do jogo — e o Irã paga a conta da hipocrisia internacional.
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Lá vem mais um país querendo posar de vítima enquanto brinca de esconder o que faz nos porões. Esse papo de “fabricação política” é desculpa velha pra enganar trouxa. Transparência zero e ainda querem respeito internacional.
Renato Professor
23/04/2026
Celio, essa sua confiança cega em narrativas prontas é justamente o combustível da manipulação que você diz combater. Antes de julgar “os porões” dos outros, convém entender como funciona a política internacional e quem realmente lucra com o medo.
Silvia D.
23/04/2026
É impressionante como temas geopolíticos acabam sempre sendo usados como arma política. O mundo precisa de transparência e diálogo, não de narrativas inflamadas. Assim como na saúde, a verdade e os fatos deveriam guiar as decisões — não o medo ou a manipulação.
Maura Santos
23/04/2026
Mais uma vez o Ocidente bancando o fiscal do mundo enquanto finge esquecer quem já usou bomba nuclear de verdade, né? O Irã pode até ter seus problemas, mas essa paranoia seletiva cheira a jogada geopolítica pra manter domínio. Hipocrisia nivel hard.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Esses papos de bomba são sempre usados pra meter medo e justificar sanção em cima de país que não se ajoelha pros Estados Unidos. Lembro quando o Lula foi lá e tentou costurar acordo de paz, o povo até ria dele, mas era o único tentando resolver na conversa. Hoje só querem é vender arma e inventar inimigo.
Tadeu
23/04/2026
Sinceramente, essas disputas sobre quem tem ou não bomba nuclear não mudam nada pra gente aqui. O que me preocupa mesmo é o impacto disso nos preços do petróleo e, consequentemente, na inflação. Se essa tensão fizer o barril subir, é mais um peso no bolso e nas aplicações. Política externa é barulho, o problema é quando ela mexe no mercado.
Adalberto Livre
23/04/2026
ESSA HISTÓRIA DE BOMBA É PAPO DE COMUNISTA PRA ENGANAR TROUXA, ACORDA BRASIL!!!
Jeferson da Silva
23/04/2026
Adalberto, comunista nenhum tá fabricando bomba, meu caro — quem fabrica mesmo é a indústria bélica que lucra com o medo. Enquanto isso, o trabalhador continua levando bomba de verdade: desemprego, arrocho e salário minguado.