A vice-presidenta da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu que os Estados Unidos baseiem sua relação bilateral no respeito mútuo e na não ingerência nos assuntos internos.
Rodríguez detalhou os graves danos provocados pelas medidas coercitivas à economia do país e às condições de vida dos trabalhadores. A vice-presidenta defendeu o diálogo diplomático como via exclusiva para resolver as diferenças entre Caracas e Washington.
A líder bolivariana defendeu a construção de uma cooperação que traga benefícios concretos para ambas as partes e supere o histórico de confrontos. Rodríguez enfatizou que qualquer avanço deve respeitar a igualdade soberana entre os Estados e os princípios do direito internacional.
Conforme o portal RT, a vice-presidenta reconheceu passos iniciais na recomposição dos vínculos diplomáticos. Ela advertiu que o levantamento total das sanções econômicas e financeiras segue como condição indispensável para a normalização das relações.
As restrições impostas por Washington limitam as exportações venezuelanas, o acesso ao crédito internacional e a aquisição de insumos básicos para a população. O governo de Caracas interpreta essas ações como instrumento de pressão destinado a gerar dificuldades econômicas e instabilidade política.
Rodríguez reafirmou a determinação da Venezuela em resistir a qualquer forma de interferência externa em seu território. A vice-presidenta reiterou o compromisso do Estado venezuelano com a defesa intransigente de sua soberania nacional.
A declaração ocorre em momento de esforços para restabelecer canais de comunicação direta após anos de elevado tensionamento bilateral. A chegada de um novo diplomata norte-americano a Caracas é interpretada como possível sinal de disposição de Washington para retomar contatos, apesar das divergências que persistem.
A vice-presidenta concluiu sua intervenção ao demandar que cessem os atos de hostilidade contra o solo venezuelano. Para o presidente Nicolás Maduro, a reconstrução das relações só será viável com o fim das medidas unilaterais e o respeito à autodeterminação do país.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Vice-presidenta da Venezuela Delcy Rodríguez exige fim das sanções dos EUA
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Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Esses americanos acham que mandam no mundo todo, misericórdia! 🇧🇷🙏🇺🇸
Marcos Conservador
24/04/2026
Ah, claro, a culpa de todos os problemas da Venezuela é sempre dos outros, né? Enquanto isso, o socialismo deles destrói o país e o povo foge pra onde tem liberdade e mercado funcionando. Esses comunistas adoram falar de soberania, mas vivem pedindo esmola internacional.
Renato Professor
24/04/2026
A fala de Delcy Rodríguez é um lembrete incômodo para quem ainda acredita que sanções são instrumento de “democracia”. Elas servem, na prática, para sufocar economias e depois culpar as vítimas pela crise. É curioso como os mesmos que pregam soberania quando convém se calam diante do bloqueio de um país inteiro.
Adalberto Livre
24/04/2026
ESSA TURMA FALA DE SOBERANIA MAS VIVE CULPANDO OS OUTROS PELOS PRÓPRIOS FRACASSOS, PELO AMOR DE DEUS!
Rick Ancap
24/04/2026
Ah pronto, comunista chorando porque o mercado não quer brincar com ela.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Essas sanções dos EUA só servem pra piorar a vida do povo comum, enquanto as elites continuam bem. Não dá pra defender ingerência disfarçada de “defesa da democracia”. Cada país devia resolver seus próprios problemas, sem esse jogo de poder externo.
Clarice Historiadora
24/04/2026
Delcy está certíssima. As sanções são uma forma moderna de colonização, disfarçadas de “defesa da democracia”. Os EUA nunca suportaram ver um país latino tentando trilhar seu próprio caminho — desde Arbenz até Chávez, a história é a mesma: punir quem ousa ser soberano.
Miriam
24/04/2026
É curioso como os EUA falam tanto em democracia, mas seguem usando sanções como instrumento político. No fim, quem paga a conta é a população, não os governantes. O certo seria priorizar diálogo e cooperação, não punição disfarçada de moralidade.
Tadeu
24/04/2026
Sinceramente, essas tretas de sanções e soberania não me tiram o sono. O que me interessa é como isso vai bater no preço do petróleo e, por tabela, na inflação aqui. Se o barril subir, aí sim começa a doer no bolso e nos investimentos. O resto é discurso político que não paga conta.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Ah, claro, a culpa de tudo é dos “imperialistas”, né? Enquanto isso, o povo da Venezuela foge pra todo lado, mas o regime segue firme com o discurso de soberania. É a mesma ladainha de sempre: Cuba 2.0 pedindo respeito enquanto destrói o próprio país.
Mariana Ambiental
24/04/2026
As sanções dos EUA são uma forma moderna de colonização disfarçada de “defesa da democracia”. Interferem na soberania de um país que tenta construir outro modelo econômico e social. A América Latina precisa se unir contra esse tipo de coerção, que só serve aos interesses das grandes corporações e do agronegócio predatório.
Zizi
24/04/2026
Os meninos mal-educados do império ainda não aprenderam o que significa soberania. A Venezuela, assim como o Brasil e qualquer outro país latino-americano, tem o direito de decidir seus rumos sem precisar pedir bênção a Washington. Delcy Rodríguez está absolutamente correta ao exigir o fim das sanções, que não passam de instrumentos de chantagem política e econômica. Essas medidas não atingem governos, mas o povo: encarecem alimentos, remédios e corroem o tecido social de um país que já sofreu demais com a sabotagem externa.
É curioso como os liberais daqui, tão rápidos em falar de “liberdade de mercado”, se calam diante de sanções que distorcem completamente o livre comércio. Quando os EUA bloqueiam transações, confiscam ativos e impedem exportações de petróleo, estão justamente impedindo o funcionamento natural da economia venezuelana. Mas os tais defensores do “livre mercado” se calam, porque o que importa para eles não é a liberdade, e sim manter o quintal latino sob controle.
Historicamente, a América Latina já viu esse filme muitas vezes: basta um governo tentar trilhar um caminho soberano e voltado ao povo que logo surgem as ameaças, os embargos e as campanhas de desinformação. Foi assim com Cuba, com o Chile de Allende, com a Nicarágua sandinista e com a própria Venezuela bolivariana. A história mostra que o imperialismo não tolera independência, especialmente quando ela vem acompanhada de políticas sociais.
Por isso, é simbólico ver uma mulher como Delcy Rodríguez, firme, articulada e consciente de seu papel histórico, defender com tanta clareza o direito de seu povo de viver sem intervenção. Que sirva de inspiração para todos nós, latino-americanos, que ainda lutamos contra os resquícios do colonialismo. O caminho é o da solidariedade entre os povos, não o da submissão aos caprichos de quem sempre nos tratou como colônia.
Luciana
24/04/2026
Enquanto os poderosos brigam por soberania e sanções, quem sofre é o povo que vê o preço do arroz e do gás disparar. Aqui no Brasil é a mesma coisa: decisão de cima afeta a panela de baixo. Política bonita no discurso, mas quero ver é comida na mesa.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Selva! Esses comunistas vivem chorando por causa de sanção, mas ninguém fala das maldades que eles fazem com o próprio povo. Quer respeito? Então que larguem o socialismo de melancia e deixem o povo trabalhar em paz!
Rubens O Pescador
24/04/2026
Ô Bruno, tu fala em deixar o povo trabalhar, mas foi justamente nos tempos do “comunista” Lula que o peão tinha emprego, churrasco no fim de semana e o tanque cheio. Hoje o povo tá é catando moedinha pra botar gasolina, meu caro.
Vanessa Silva
24/04/2026
Sanções econômicas só agravam a crise e empurram a população para a miséria, sem resolver nada. O ideal seria negociar com base em cooperação e desenvolvimento regional, não em punição. Países vizinhos precisam pensar em integração produtiva, não em isolamento político.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Lá vem mais um discurso vazio da turma bolivariana. Enquanto o país afunda em miséria e corrupção, a culpa é sempre dos outros. Se trabalhassem metade do que reclamam, talvez a Venezuela tivesse algum futuro.
Silvia D.
24/04/2026
As sanções sempre atingem primeiro a população, especialmente na saúde. Faltam medicamentos, insumos, vacinas — e quem sofre são os mais vulneráveis. É urgente que a política internacional coloque a vida das pessoas acima dos jogos de poder.
Fernando O.
24/04/2026
Sanções raramente resolvem alguma coisa, só aprofundam o caos econômico e empurram o povo para o abismo. Os EUA adoram falar em democracia, mas vivem interferindo em países que não seguem sua cartilha. Melhor seria negociar de igual pra igual, sem esse jogo de força disfarçado de “defesa da liberdade”.
Eduardo C.
24/04/2026
Antes de falar em soberania, seria bom apresentar números concretos sobre o impacto real das sanções na economia venezuelana. Falar em “graves danos” sem dados é só retórica. Quero ver fontes, balanços e comparativos antes de tirar conclusões.
Beto Engenheiro
24/04/2026
Sanção não enche barriga nem levanta ponte. Queria ver esse esforço todo voltado pra investimento em infraestrutura, energia e transporte, que é o que realmente muda a vida do povo. Política sem obra é só discurso vazio.
Karina Libertária
23/04/2026
Ah, pronto, agora a culpa de tudo é dos EUA? A Venezuela tá quebrada porque o socialismo destruiu o país, não por causa de sanção nenhuma. Se tivessem investido direito, feito um business plan decente e aberto o mercado, não estariam nessa.
Maura Santos
23/04/2026
Engraçado ver americano falando em “democracia” enquanto sufoca um país inteiro com sanções. A Venezuela tem seus problemas, mas o bloqueio só piora tudo. É tipo reclamar da bagunça da casa depois de cortar a luz e a água do vizinho.
Evelyn Olavo
23/04/2026
Difícil falar em diálogo justo quando um país impõe sanções que sufocam a economia e depois cobra “democracia” dos outros. A Venezuela tem direito de decidir seu próprio caminho sem ser tutelada por Washington.
Alice T.
23/04/2026
Perfeito, Evelyn. Os EUA sabotam a economia de um país inteiro e depois posam de defensores da liberdade — é o famoso “te bato e te culpo por sangrar”.
Tonho Patriota
23/04/2026
ESSA AÍ É AMIGUINHA DO L, QUER COMUNISMO PRA TODO MUNDO! FAZ O L E DEPOIS RECLAMA!
Jeferson da Silva
23/04/2026
Tonho, comunismo é o que menos tem na Venezuela — o que tem é um povo tentando sobreviver às sanções impostas pelos EUA. Queria ver tu aguentar fábrica parada e salário corroído por bloqueio, aí sim ia entender o que é injustiça de verdade.
Francisco de Assis
23/04/2026
Tonho, comunismo é o espantalho que vocês inventaram pra esconder o fracasso do tal “liberalismo patriota”. O que Delcy quer é soberania, meu caro — coisa que o Brasil também voltou a ter com o L no comando.
Augusto Silva
23/04/2026
Tonho, comunismo é o espantalho preferido de quem não entende nem o preço do arroz. O que a ministra está pedindo é o básico: que os EUA parem de sufocar economias inteiras com sanções que só empobrecem o povo. Isso se chama soberania, não revolução bolchevique.