O Brasil e outros 20 países das Américas iniciam neste sábado a 24ª Semana de Vacinação nas Américas, com o lema “Sua decisão faz a diferença — Imunização para todos”.
A parceria entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde pretende aplicar 90 milhões de doses até o início de maio, contra mais de trinta doenças transmissíveis. A mobilização tem como foco principal a vacinação contra a influenza e a atualização das cadernetas de mais de sete milhões de crianças que ainda não completaram o esquema vacinal.
Informações sobre locais e horários de atendimento estão disponíveis nos canais oficiais dos ministérios da Saúde de cada país participante. Os dados da Opas revelam o preocupante retorno do sarampo na região.
Em 2025 foram registrados 14.767 casos confirmados em 13 países das Américas — número 32 vezes superior ao do ano anterior. Até o início de abril de 2026, o total de casos confirmados já alcançava 15,3 mil.
Os registros concentram-se principalmente no México, na Guatemala, nos Estados Unidos e no Canadá. A região havia conquistado em 2016 o status de livre do sarampo, mas perdeu o certificado em 2018.
A Opas classifica o retorno da doença como retrocesso que exige compromisso político, investimentos sustentáveis em saúde pública e combate à desinformação. O Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do vírus desde 2024.
Em 2025, o país registrou 3.952 casos suspeitos, dos quais 3.841 foram descartados, 46 permanecem em investigação e 38 foram confirmados. Dos casos confirmados, dez foram importados, 25 estavam relacionados à importação e três tiveram origem desconhecida.
Até meados de março de 2026, foram identificados um caso confirmado em São Paulo e outro em investigação no Rio de Janeiro. A criança de seis meses de São Paulo tinha histórico de viagem à Bolívia, e a jovem de 22 anos do Rio de Janeiro não estava vacinada, assim como a paciente paulista.
O sarampo é uma infecção viral aguda, altamente contagiosa, transmitida por via aérea ou gotículas respiratórias. Os sintomas incluem febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas que se espalham pelo corpo.
A doença pode causar complicações graves como pneumonia, cegueira e inflamação cerebral. A vacinação representa a principal forma de prevenção.
O imunizante tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. A primeira dose é aplicada aos 12 meses e a segunda aos 15 meses, com recomendação de atualização para pessoas de até 59 anos sem comprovante.
A campanha continental reforça a imunização como política pública essencial para a saúde coletiva. A iniciativa promove ainda a integração sanitária entre os países participantes. Mais informações estão disponíveis na Carta Capital.
Leia também: Brasil registra 34 casos de sarampo e Ministério da Saúde acende alerta para baixa vacinação
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Tonho Patriota
24/04/2026
LÁ VEM MAIS UMA INVENÇÃO DO COMUNISMO PRA ENFIAR CHIP NA GENTE, FAZ O L AÍ!
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Bom ver o Brasil participando disso. Vacina é coisa séria e não devia ser tratada como briga política. Se a campanha for bem feita e sem burocracia, todo mundo sai ganhando.
Eduardo C.
24/04/2026
Campanha ampla assim só funciona se o alcance for real e mensurável. Quero ver os números: meta de 90% de cobertura vacinal é factível? Sem dados concretos, o discurso fica vazio.
Maura Santos
24/04/2026
Amo ver o Brasil puxando o bonde da vacinação de novo! Depois de anos de negacionismo e apagão de políticas públicas, é lindo ver o SUS voltando a brilhar. Que venha mais agulha e menos fake news!
Beto Engenheiro
24/04/2026
Campanha importante, mas quero ver resultado prático. Vacina é investimento em saúde pública, e investimento precisa de logística, cadeia fria e transporte decente. Sem estrutura, é discurso bonito e seringa vazia.
Rubens O Pescador
24/04/2026
É bonito ver o Brasil voltando a cuidar do povo como gente, com vacina pra todo mundo. Lembro quando no tempo do Lula o posto de saúde vivia cheio de criança vacinada e mãe sorrindo. Saúde pública é isso: presença do Estado e braço estendido pro povo simples.
Pedro
24/04/2026
Tomara que essa campanha chegue mesmo nas periferias e nas cidades menores, porque a gente que roda por tudo vê muita criança e idoso sem vacina em dia. Enquanto isso, a gasolina continua subindo e o motorista aqui tem que escolher entre encher o tanque ou comprar remédio.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Mais uma dessas campanhas pra gastar dinheiro com propaganda e posar de bonzinho. Vacina virou bandeira política, não saúde pública. Enquanto isso, o campo continua sem apoio de verdade e o produtor que sustenta o país segue esquecido.
Luciana
24/04/2026
Vacina é coisa séria, ainda mais num país onde doença pega fácil e o SUS vive apertado. Tomara que o povo aproveite e se imunize, porque saúde é investimento. Melhor prevenir agora do que gastar depois com remédio caro.
Silvia D.
24/04/2026
Excelente notícia! A vacinação é uma das maiores conquistas da medicina e uma ferramenta essencial para proteger vidas. Que bom ver o Brasil retomando o protagonismo na saúde pública, com o SUS e a ciência guiando as decisões.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Lá vem mais campanha pra empurrar agulha no povo e dizer que é “pelo bem de todos”. Selva! Quero ver é cuidar da fronteira e da segurança nacional, não ficar repetindo papo de burocrata da OMS. Esses comunistas de jaleco que fiquem longe do meu braço!
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Campanha de vacinação de novo? Daqui a pouco o Brasil vira a Cuba do Norte, com o Estado mandando até no braço do cidadão. Enquanto isso, o STF e o Ministério da Saúde seguem de mãos dadas, empurrando agenda globalista igualzinho à da Venezuela.
Vanessa Silva
24/04/2026
Excelente iniciativa! Vacinação é planejamento inteligente de saúde pública — previne gastos futuros e mantém as cidades produtivas e seguras. Que bom ver o Brasil atuando junto com outros países das Américas em algo tão essencial.
Rick Ancap
24/04/2026
Campanha de vacinação? Mais gasto estatal pra fingir que é herói enquanto rouba meu bolso.
Fernando O.
24/04/2026
Bom ver o Brasil participando ativamente dessa campanha. Vacina é política pública baseada em dados concretos, não em achismo. Enquanto uns ainda viajam nas teorias conspiratórias, a ciência segue salvando vidas com números na mão.
Marcos Conservador
24/04/2026
Lá vem mais uma dessas campanhas cheias de discurso bonito pra empurrar agenda global. Tudo com o selo da tal Organização Pan-Americana, que vive querendo meter o bedelho nos países soberanos. Daqui a pouco vão dizer que quem questionar é “anticiência”.
Adalberto Livre
24/04/2026
LÁ VEM O GOVERNO COM ESSA PAPAGAIADA DE VACINA, MAS PRA ARRUMAR O BURACO NA RUA NINGUÉM APARECE!
Mariana Ambiental
24/04/2026
Vacinação é um ato coletivo de cuidado, não de mercado. Enquanto o agronegócio segue espalhando veneno, é bom ver o Estado coordenando algo que realmente protege a vida. Que essa campanha chegue também às comunidades rurais e ribeirinhas esquecidas pelos liberais da Faria Lima.
Zizi
24/04/2026
Ah, que alegria ver o Brasil retomando com força o protagonismo na saúde pública, especialmente num tema tão essencial quanto a vacinação! Essa campanha continental é um lembrete poderoso de que o cuidado coletivo é o que sustenta uma sociedade civilizada. Durante décadas, fomos referência mundial em imunização, e ver essa tradição ser reerguida com seriedade, depois de tanto obscurantismo e descaso, é um alívio para qualquer professora que viveu as campanhas de erradicação da pólio e do sarampo nos anos 80 e 90. Os meninos mal-educados que andaram espalhando fake news sobre vacinas, confundindo liberdade com irresponsabilidade, agora precisam entender que saúde pública não é escolha individual — é pacto social. A vacina é um gesto de amor ao próximo, uma extensão da solidariedade que constrói o SUS. E o SUS, vale lembrar, é uma das maiores conquistas do povo brasileiro, obra de um projeto de país voltado para a vida, não para o lucro. Essa parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde mostra que o Brasil voltou a dialogar com o mundo de forma madura e solidária. Lula e sua equipe estão reconstruindo pontes que o negacionismo tentou queimar. Investir em vacinação é investir em soberania, porque um povo saudável é um povo que trabalha, estuda, cria e sonha. Que essa Semana de Vacinação sirva também para resgatar a confiança na ciência e na ação coletiva. A saúde não é mercadoria, e o cuidado não pode ser privatizado. Que cada dose aplicada seja um ato de resistência contra o egoísmo e a desinformação. Afinal, como nos ensina a história, é o amor ao povo que move as verdadeiras transformações.
Miriam
24/04/2026
Finalmente uma notícia que trata de gestão pública de verdade: planejamento, cooperação internacional e execução. É disso que o país precisa, não de gritaria política. Vacinação é política pública eficiente, não pauta de disputa ideológica.
Karina Libertária
24/04/2026
Ai, gente, mais uma campanha pra gastar dinheiro público… Aqui em Miami ninguém fica dependendo de governo pra se cuidar, cada um investe na própria health. No Brasil todo mundo quer vacina de graça, mas não quer estudar como investir overseas pra ter autonomia.
Francisco de Assis
24/04/2026
É isso que mostra um governo que pensa no povo: vacina no braço, saúde pública funcionando e integração com nossos vizinhos. Enquanto a turma alienada vivia de fake news contra a ciência, o Brasil agora volta a liderar com soberania e humanidade.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Vacina é direito do povo, não favor de governo. É o SUS mostrando sua força, mesmo depois de anos de ataques e cortes. Enquanto tem gente vendendo ilusão de “empreendedorismo” e negando ciência, o trabalhador sabe que saúde pública é o que garante a vida na fábrica e fora dela.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Tomara que essa vacina sirva pra curar a bagunça do mundo também, viu! 🙏🇧🇷💉
Augusto Silva
24/04/2026
Lurdinha, se vacina curasse bagunça, já tinham aplicado dose dupla em Brasília faz tempo! Mas tá valendo: saúde em dia é o primeiro passo pra arrumar o resto do mundo.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Boa notícia ver o Brasil se engajando junto com outros países das Américas nessa campanha. Vacinação é um ato de responsabilidade coletiva, não apenas individual. Que essa mobilização ajude a recuperar a confiança da população na ciência e na saúde pública.
Renato Professor
24/04/2026
Perfeito, Evelyn. A confiança na ciência é o antídoto contra o obscurantismo que tanto prosperou nos últimos anos — e nada mais pedagógico do que uma seringa bem aplicada para lembrar que solidariedade também se faz com vacina.
Alice T.
24/04/2026
Perfeito, Evelyn! E é bom lembrar que enquanto o SUS se desdobra pra garantir vacina pra todo mundo, tem bilionário vendendo “liberdade” pra justificar antivacina e corte de verba pública. Responsabilidade coletiva é o que eles mais odeiam.
Clarice Historiadora
24/04/2026
Perfeito, Evelyn. É justamente essa confiança na ciência que o obscurantismo tentou corroer nos últimos anos — mas a história mostra que quem nega vacina sempre acaba do lado errado da memória coletiva.