A vice-ministra de Saúde de Cuba, Carilda Peña García, destacou em declaração à televisão estatal cubana que o sistema de saúde do país enfrenta uma crise severa devido ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos. A situação impacta diretamente o bem-estar e a vida cotidiana dos cidadãos cubanos.
García explicou que a escassez de insumos médicos é um dos maiores desafios enfrentados. O governo adotou estratégias preventivas para evitar a interrupção dos serviços básicos de saúde. A crise é evidenciada pelas longas listas de espera: 95.555 cidadãos aguardam cirurgias, dos quais 5.152 necessitam de operações oncológicas.
Cerca de 2.888 pacientes que dependem de hemodiálise enfrentam riscos em seus tratamentos devido a falhas constantes nos serviços de eletricidade e água potável. Além da falta de suprimentos médicos, os hospitais sofrem com problemas estruturais significativos.
A vice-ministra enfatizou que a principal diretriz do setor é otimizar os recursos disponíveis para manter o atendimento e evitar o fechamento de centros médicos. O Ministério da Saúde Pública de Cuba alertou que a vulnerabilidade social está aumentando e exigiu medidas urgentes de higiene ambiental.
García ressaltou que as sanções de Washington violam direitos humanos, pois sufocam a economia cubana e impedem o acesso da população a cuidados médicos essenciais. a situação crítica demanda resposta urgente da comunidade internacional.
Com informações de ULTIMASNOTICIAS.


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