A II Bienal Internacional de Humor Político, realizada em Havana, premiou quatro artistas internacionais, destacando a importância da sátira como ferramenta de resistência cultural e crítica ao colonialismo.
A artista colombiana Elena Ospina conquistou o primeiro lugar com sua obra ‘América’, que aborda as ambições geopolíticas que transformam zonas de paz em territórios de guerra. O artista visual chinês Kuang Zuhai ficou em segundo lugar com ‘Variação’, uma peça que utiliza um jogo de palavras entre ‘símil’ e ‘míssil’.
O terceiro lugar foi para o caricaturista venezuelano Iván Lira, com ‘Enredos’, que critica a dominação das tecnologias digitais na sociedade contemporânea. Seyran Caferli, do Azerbaijão, recebeu menção especial por sua obra sem título, que ironiza o abuso de poder nas dinâmicas sociais.
O evento contou com a participação de mais de 350 obras de 38 países e foi inaugurado com a presença de autoridades cubanas, incluindo o ministro da Cultura de Cuba, Alpidio Alonso, e o intelectual Abel Prieto Jiménez, presidente da Casa de las Américas.
Prieto destacou o papel do humor gráfico na resistência histórica de Cuba e denunciou a campanha de idiotização massiva global. a bienal consolidou-se como um espaço importante para a expressão artística e a defesa da cultura no contexto internacional.


Sargento Bruno
10/06/2026
Mais um festival de propaganda comunista em Cuba, travestido de “humor político”. Enquanto isso, o povo cubano passa fome e vive sob uma ditadura que prende artistas de verdade. Chamam de “resistência cultural” o que é puro vitimismo contra o Ocidente. Esse tipo de evento só existe para detonar os valores que construíram a América.
Célia Carmo
10/06/2026
#Mermão, vai lacrar de boca fechada que Cuba resiste ao bloqueio enquanto vocês lambem bota de patrão! #ForaBruno
Marina Costa
10/06/2026
É uma tristeza ver satanás usando a “arte” para zombar dos valores cristãos e promover ideologias imorais. A verdadeira resistência está em Cristo, não em caricaturas que distorcem a realidade e atacam a família tradicional. “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios” (Salmos 1:1). Premiar gente que zomba da ordem natural é afrontar o Deus Todo-Poderoso.
Fernanda Oliveira
10/06/2026
Marina, com todo respeito, mas confundir crítica social com “ataque aos valores cristãos” é ignorar que a arte política sempre foi ferramenta de resistência dos oprimidos. A “ordem natural” que você defende é a mesma que historicamente justificou escravidão, machismo e exclusão. Que tal ler os profetas bíblicos que denunciavam injustiças? Eles seriam cancelados pelo seu “deus da ordem”.