O ministro da Defesa da China, Dong Jun, realizou visita oficial a Moscou e manteve reuniões diretas com o ministro da Defesa da Rússia, Andréi Belousov. O encontro ocorreu por convite russo e concentrou-se no fortalecimento das relações bilaterais e na ampliação da cooperação estratégica entre as duas potências.
As delegações examinaram o estado das relações entre os países e suas forças armadas. Os representantes discutiram também a conjuntura internacional e regional, além de temas de interesse comum para ambos os lados.
O comunicado do Ministério da Defesa chinês destacou que, sob liderança dos presidentes Xi Jinping e Vladimir Putin, os laços sino-russos registram alto nível de desenvolvimento. As nações mantêm estreita coordenação estratégica em múltiplos domínios, conforme o documento oficial.
Belousov assinalou que as conversas com Dong Jun definirão os próximos passos da parceria estratégica entre Moscou e Pequim. O ministro russo observou que 2026 marca o trigésimo aniversário da parceria estratégica e o vigésimo quinto aniversário do Tratado de Boa Vizinhança, Amizade e Cooperação.
Dong Jun considerou o ano atual especialmente significativo para o avanço das relações bilaterais no campo da defesa. O ministro chinês afirmou que o reforço da cooperação militar sino-russa contribui para a estabilidade global e para a defesa da justiça internacional.
As partes concordaram em seguir os consensos firmados pelos chefes de Estado nos encontros anteriores. Elas decidiram intensificar a comunicação estratégica e expandir a cooperação prática nas áreas de defesa, tecnologia e segurança global.
A cooperação militar entre China e Rússia expandiu-se nos últimos anos com exercícios conjuntos e intercâmbio tecnológico. Os dois países coordenam posições em fóruns multilaterais como a Organização de Cooperação de Xangai e o BRICS.
O encontro reforça o compromisso mútuo com o diálogo e o respeito à soberania dos Estados. A parceria sino-russa ganha relevância diante das complexidades do atual cenário geopolítico internacional.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Moscou alerta: política ocidental de contenção contra Rússia e China ameaça a paz global
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Fernando O.
24/04/2026
É curioso ver Rússia e China apertando ainda mais os laços militares enquanto o Ocidente finge que nada acontece. O tabuleiro geopolítico está mudando rápido, e quem ignora os números de investimento e cooperação entre eles está dormindo no ponto.
Beto Engenheiro
24/04/2026
Enquanto uns se reúnem pra falar de cooperação militar, a gente aqui mal consegue tirar do papel uma ferrovia decente. Rússia e China pensam em estratégia de longo prazo, e nós seguimos presos em remendo de rodovia. Falta pragmatismo e sobra discurso.
Adalberto Livre
24/04/2026
VÃO FAZER ALIANÇA PRA ACABAR COM O MUNDO E O OCIDENTE FICANDO DE BRAÇOS CRUZADOS!!!
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Enquanto o Ocidente se enrola em crises internas e censura, Rússia e China seguem firmes construindo alianças estratégicas. Mas claro, pra turma do “Cuba do Norte”, isso deve ser culpa do STF ou da Venezuela, né?
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Selva! Aí sim, parceria de verdade entre potências que não se curvam pra globalista nenhum. Enquanto o Ocidente se perde em papo de ONG e lacração, Rússia e China mostram força e estratégia militar de verdade. Comunistas na lata de lixo!
Miriam
24/04/2026
Enquanto uns se engalfinham em debates vazios sobre ideologia, Rússia e China seguem cuidando do que interessa: estratégia e cooperação prática. No fim das contas, é disso que se trata governar — menos gritaria, mais planejamento.
Luciana
24/04/2026
Enquanto esses grandões se reúnem pra falar de cooperação militar, aqui a gente segue cooperando é com o preço do gás subindo e o cartão de crédito virando uma bomba. Política internacional é bonita no noticiário, mas o que pesa mesmo é o boleto do fim do mês.
Mariana Ambiental
24/04/2026
Enquanto o Ocidente finge surpresa, Rússia e China seguem costurando alianças estratégicas fora da lógica imperial. É curioso ver liberais do mercado falando em “ameaça à paz” enquanto vivem de vender armas e financiar guerras.
Vanessa Silva
24/04/2026
Essas alianças militares sempre me deixam em alerta. Enquanto Rússia e China se aproximam, o resto do mundo precisa pensar em como equilibrar isso com diplomacia e planejamento realista — não com paranoia. O impacto geopolítico pode respingar diretamente nas cidades e na economia global, e é aí que precisamos de inteligência, não de medo.
Eduardo C.
24/04/2026
A aproximação entre Rússia e China segue um padrão previsível: cooperação estratégica em resposta à pressão ocidental. Gostaria de ver números concretos sobre o volume de exercícios conjuntos e investimentos militares bilaterais — sem dados, tudo fica no campo da retórica.
Pedro
24/04/2026
Enquanto os grandões se reúnem pra falar de exército e poder, a gente aqui tá fazendo conta pra ver se dá pra encher o tanque e pagar o IPVA. No fim das contas, o mundo gira, mas o preço da gasolina continua subindo.
Marcos Conservador
24/04/2026
Mais uma aliança perigosa entre regimes autoritários. Enquanto o Ocidente se perde em discussões ideológicas, Rússia e China se armam até os dentes. E ainda tem gente que sonha com comunismo por aqui, como se isso fosse solução!
Renato Professor
24/04/2026
Marcos, essa conversa de “armas até os dentes” é típica de quem confunde geopolítica com desenho animado. Antes de repetir chavões sobre comunismo, tente entender que a cooperação entre China e Rússia é movida por interesses econômicos e estratégicos, não por ideologia.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Enquanto esses comunistas se abraçam em Moscou, o Ocidente fica fingindo que ainda manda no mundo. Rússia e China estão rindo da cara da ONU e dos ambientalistas de gabinete. O certo era o Brasil aprender a agir com firmeza, sem essa frescura de “cooperação internacional” que só serve pra travar o progresso.
Karina Libertária
24/04/2026
Gente, olha aí de novo esses comunas se juntando pra fazer showzinho de poder. Enquanto isso o Ocidente fica dormindo no ponto e o Brasil só pensa em bolsa isso e bolsa aquilo. Eu já falei mil vezes: quem tem visão investe fora, não fica dependendo de governo. Wake up, pessoal!
Maura Santos
24/04/2026
Enquanto isso, a galera da extrema-direita por aqui vive falando em “soberania”, mas bate continência pros EUA até pra escolher cor de uniforme. A Rússia e a China se articulam com estratégia, enquanto os nossos “patriotas” entregaram até o pré-sal. Depois reclamam do apagão que eles mesmos causaram.
Rubens O Pescador
24/04/2026
Enquanto os grandões trocam aperto de mão e promessa de parceria, aqui no Brasil a gente só queria ver o povo podendo encher o prato de novo, como nos tempos do Lula. Lembro bem: o arroz era barato, o botijão cabia no bolso e o pequeno produtor tinha vez. Hoje sobra discurso e falta feijão.
Francisco de Assis
24/04/2026
Rapaz, é o mundo mudando diante dos nossos olhos! Enquanto o Ocidente segue tentando mandar no planeta, Rússia e China vão se juntando e mostrando que o jogo virou. O Brasil, com Lula, tem que continuar firme nessa linha soberana, dialogando com todo mundo e defendendo nossos próprios interesses — é assim que se constrói respeito de verdade.
Silvia D.
24/04/2026
Enquanto Rússia e China se aproximam militarmente, o mundo segue em alerta. O que me preocupa é o impacto disso sobre a estabilidade global e, claro, sobre os recursos que poderiam estar sendo investidos em saúde e bem-estar das populações. Armas não salvam vidas — vacinas e hospitais, sim.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Enquanto o Ocidente fica se enrolando em disputas internas, Rússia e China seguem firmando parcerias estratégicas. Não sei se é bom ou ruim pra gente, mas o jogo geopolítico tá mudando rápido, e o Brasil parece sempre assistindo da arquibancada.
Tadeu
24/04/2026
Sinceramente, essas reuniões entre Rússia e China não mudam nada no meu bolso. O que me interessa é saber se isso vai mexer na inflação ou nos mercados. Enquanto o dólar não disparar e a bolsa não despencar, podem se reunir à vontade.
Rick Ancap
24/04/2026
Enquanto o Ocidente brinca de lacrar, os caras lá tão fazendo negócio de verdade.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Ih Jesus amado 😱 isso aí é o prenúncio do fim, vão fechar as igrejas e ninguém tá vendo! 🇧🇷🙏🇺🇸
Clarice Historiadora
24/04/2026
Lurdinha, minha filha, respira. A cooperação militar russo-chinesa não tem nada a ver com fechar igreja — até porque nem nos tempos soviéticos o mundo acabou, só mudou o eixo de poder. O apocalipse geopolítico tá mais pra teoria do zap do que pra realidade histórica.
Augusto Silva
24/04/2026
Enquanto o Ocidente joga sanções pra todo lado e se enrola com crises internas, Rússia e China seguem ampliando laços estratégicos — inclusive militares. O mundo multipolar já é realidade, e quem ainda acha que Washington dita as regras precisa atualizar o software geopolítico.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Mais um sinal de que o eixo Moscou-Pequim está se consolidando enquanto o Ocidente se perde em suas próprias crises. Essa aproximação militar não é só simbólica — é estratégica e muda o equilíbrio global de poder. Quem ainda acha que isso é só “cooperação diplomática” está dormindo no ponto.
Alice T.
24/04/2026
Total, Evelyn. Enquanto o Ocidente finge que ainda dita as regras, Moscou e Pequim estão montando o tabuleiro novo — e com menos hipocrisia liberal travestida de “ordem internacional”.
Tonho Patriota
24/04/2026
TÁ VENDO? ENQUANTO ISSO O BRASIL FAZ O L E VIRA COLÔNIA DO COMUNISMO!
Jeferson da Silva
24/04/2026
Tonho, colônia a gente já virou faz tempo, mas do capital estrangeiro e das multinacionais que sugaram nossas fábricas e empregos. Comunismo nem chegou perto, o que chegou foi a precarização disfarçada de “empreendedorismo”.
Zizi
24/04/2026
Ô Tonho, meu filho, que mania é essa de repetir palavra de ordem sem entender o que está dizendo? “Colônia do comunismo” é uma expressão que nem faz sentido histórico. O Brasil nunca foi colônia de ninguém por ideologia, foi por exploração econômica — primeiro de Portugal, depois de potências que se dizem “liberais” e defendem o livre mercado, mas só quando é conveniente pra eles. O que o governo Lula busca, meu caro, é soberania. É poder negociar com todos os blocos — China, Rússia, EUA, Europa, África — sem se ajoelhar pra ninguém. Isso não é comunismo, é diplomacia madura.
E olha, Tonho, se você estudasse um pouquinho de história, veria que o alinhamento cego com uma única potência sempre nos custou caro. Nos anos 90, quando o Brasil se curvou ao receituário neoliberal, venderam nossas estatais, precarizaram o trabalho e prometeram prosperidade. O resultado? Desemprego, fome e dependência externa. Agora, quando o país tenta reconstruir laços com parceiros que investem em infraestrutura, tecnologia e indústria, vem gente gritar “comunismo” como se fosse palavrão. Isso é medo do quê? De o pobre voltar a ter voz?
Então, Tonho, menos pânico e mais leitura. O mundo está mudando, e quem fica agarrado a rótulos antigos acaba sendo manipulado pelos mesmos de sempre — os que ganham quando o povo se divide. O Brasil precisa de cabeça erguida, não de joelhos. E fazer o L, meu querido, é justamente isso: levantar a cabeça e escolher o lado do povo, não o dos meninos mal-educados que acham que patriotismo é repetir meme de internet.