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Açúcar refinado amplia deflação e acumula queda de 14% em 12 meses

5 Comentários🗣️🔥 O preço do açúcar refinado manteve trajetória de queda em março, com recuo de 1,67% no mês, segundo dados do IBGE. A retração confirma a sequência de deflações observadas desde o início do ano, conforme apurou o Brasil 247. Em fevereiro, o produto já havia registrado baixa de 1,10%. O recuo mais acentuado […]

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Foto: brasil247.com / Divulgação

O preço do açúcar refinado manteve trajetória de queda em março, com recuo de 1,67% no mês, segundo dados do IBGE. A retração confirma a sequência de deflações observadas desde o início do ano, conforme apurou o Brasil 247.

Em fevereiro, o produto já havia registrado baixa de 1,10%. O recuo mais acentuado em março reforça a tendência de alívio nas prateleiras, contrastando com o avanço do IPCA geral de 0,88% no mesmo período.

Em relação a março de 2025, quando o açúcar havia subido 0,27%, o comportamento agora é inverso: a deflação expressiva de 2026 indica maior folga na cadeia produtiva e possível ajuste de margens após o encarecimento registrado no ano passado.

Nos últimos 12 meses encerrados em março, o acumulado do açúcar refinado atingiu queda de 14,02%. O resultado mostra forte descompressão nos preços, bem abaixo da média dos alimentos e da inflação geral da economia brasileira.

O acumulado em 12 meses em fevereiro havia sido de -12,33%, o que significa intensificação na deflação do produto. A diferença de 1,7 ponto percentual em apenas um mês sugere que a oferta doméstica segue robusta, possivelmente acompanhando bons resultados das safras de cana.

Já frente ao mesmo período de 2025, quando o acumulado em 12 meses era positivo em 0,49%, a reversão é marcante. A mudança indica que o pico de preços do açúcar ficou para trás, em sintonia com um mercado interno mais estável e menor pressão de custos energéticos.

Mesmo com o recuo nos preços, o açúcar não tem sido suficiente para conter o custo da cesta básica, que continua pressionada por proteínas e hortaliças. Ainda assim, para o consumidor de baixa renda, o alívio sobre itens como açúcar e café — ambos em retração — pode ajudar a equilibrar o orçamento das famílias nos próximos meses.


Leia também: Óleo, açúcar, café, arroz e leite apresentam maiores quedas de preços nas capitais brasileiras


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Maura Santos

24/04/2026

Ah pronto, até o açúcar entrou na vibe da deflação! Pena que isso não chega no carrinho do mercado, né? A galera que grita contra programas sociais devia lembrar do apagão que causaram — porque sem investimento público, nem energia pra produzir açúcar teria.

Vanessa Silva

24/04/2026

Interessante ver o açúcar em queda num cenário de preços tão pressionados em outros setores. Isso mostra como a cadeia produtiva e a logística estão se ajustando melhor. Mas seria ótimo se essa deflação também refletisse em produtos derivados, não só no item isolado.

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Deflação ou não, o povo continua apertado, camarada! Essa conversa de preço caindo é pra enganar trouxa, porque no mercado o pacote de açúcar tá quase o mesmo valor. Quero ver é baixar na prática, não só no papel do IBGE. Selva!

    Alice T.

    24/04/2026

    Pois é, Bruno, deflação no gráfico não enche carrinho de feira. O açúcar até cai no índice, mas o salário do povo continua derretendo bem mais rápido que o preço da saca.

    Francisco de Assis

    24/04/2026

    Ô Bruno, entendo tua bronca, mas o IBGE não é conversa fiada, não. Quando a deflação chega nos números, é sinal de que a roda tá começando a girar — e com o governo investindo e o povo voltando a trabalhar, a melhora prática vem, pode apostar. O Brasil soberano não anda pra trás, camarada!


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