O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do lançamento da construção de uma nova fábrica de leite em pó da Coapar em Andradina, reunindo assentados da reforma agrária, produtores familiares e lideranças regionais.
A cooperativa é vinculada ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Caravanas de associações de várias regiões de São Paulo compareceram à cerimônia, segundo o portal Folha de S.Paulo.
A ação busca ampliar a captação de matéria-prima junto a pequenos produtores e gerar empregos diretos e indiretos. A Coapar foi fundada em 2001 e atua em 24 assentamentos distribuídos por 12 municípios paulistas.
A entidade reúne mais de mil famílias de agricultores que produzem cerca de 35 mil litros de leite por dia. A cooperativa oferece ao mercado 15 tipos diferentes de laticínios.
A integrante da diretoria da Coapar e gerente de produção de queijos Maria Luiza Rodrigues afirmou que a nova fábrica permitirá internalizar etapas antes terceirizadas. Essa mudança aumenta a autonomia produtiva da entidade e eleva o valor agregado dos produtos finais.
Rodrigues ressaltou que a planta representa avanço na capacidade de armazenamento e distribuição mesmo em períodos de oscilação da safra. A cooperativa se consolidou como experiência relevante de produção cooperativa no interior de São Paulo.
A presença de Lula reforça a parceria entre o governo federal e os movimentos sociais do campo. Essa sintonia estimula políticas de apoio à agricultura familiar e à agroindustrialização por cooperativas.
O MST organiza assentamentos e promove a reforma agrária há décadas no país. A organização ampliou sua atuação em cadeias produtivas estratégicas como a do leite e de grãos.
Com a nova unidade, a Coapar pretende se tornar polo de referência na industrialização de leite em pó no interior paulista. O empreendimento reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de trabalho para centenas de famílias.
O projeto se insere na estratégia do governo de fomentar iniciativas cooperativas que associam inclusão social e eficiência produtiva. A agenda presidencial destaca o compromisso com o fortalecimento da agricultura familiar em São Paulo.
Com informações de REDIR.
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Fernando O.
24/04/2026
Finalmente uma pauta concreta: produção, emprego e cooperativismo. Enquanto o gado bolsonarista delira com fantasmas comunistas, o governo investe em algo que gera renda real no interior. É disso que o país precisa — menos grito, mais leite em pó.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Olha, se é pra gerar emprego e fortalecer a agricultura familiar, ótimo. O MST tem seus problemas, mas quando o governo apoia produção e cooperativa em vez de só discurso, é sinal de que algo tá andando. Tomara que não vire só palanque.
Mariana Ambiental
24/04/2026
É isso que mostra o verdadeiro Brasil produtivo: gente organizada, cooperando e gerando riqueza sem depender de multinacional ou latifúndio. Enquanto o agronegócio destrói solo e concentra renda, o MST e as cooperativas constroem soberania alimentar e dignidade no campo.
Pedro
24/04/2026
Enquanto o presidente corta fita de fábrica, a gente corta gasto pra encher o tanque. Tomara que esse tipo de projeto ajude o pequeno produtor, mas aqui na rua o litro da gasolina ainda pesa mais que o leite em pó.
Rubens O Pescador
24/04/2026
É isso que o povo precisa, meu fio: fábrica, emprego e comida de verdade saindo do campo pra mesa. Lembro bem dos tempos em que o leite chegava barato e o povo não passava fome. Quando o governo olha pro pequeno produtor, o Brasil inteiro agradece.
Tadeu
24/04/2026
Legal ver investimento em produção interna, mas o que me interessa mesmo é se isso vai segurar o preço do leite no mercado. Se for só evento político, não muda nada no bolso. Quero ver impacto real na inflação e nas ações do setor.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Mais uma encenação do governo para agradar o MST e posar de amigo do campo. Enquanto isso, o produtor rural de verdade continua atolado em impostos e burocracia. Querem fabricar leite em pó, mas parecem viver num mundo de fantasia onde ideologia vale mais que produtividade.
Maura Santos
24/04/2026
Celio, fantasia era quando o governo da tua turma deixou o campo no escuro e o leite azedando por falta de energia. Agora tem fábrica, cooperativa e renda girando — isso se chama produtividade com gente dentro, não planilha fria.
Miriam
24/04/2026
Pelo menos é uma pauta concreta: fábrica, produção, emprego. Enquanto uns ficam berrando nas redes, o governo vai tocando o que precisa ser feito. Melhor ver leite sendo processado do que histeria sendo fabricada.
Beto Engenheiro
24/04/2026
Se for pra gerar emprego e botar obra de pé, ótimo. Fábrica é investimento real, movimenta a economia local e dá retorno. Só espero que não fique só na cerimônia e na foto — quero ver o prédio subindo e o maquinário rodando.
Vanessa Silva
24/04/2026
Esse tipo de investimento é o que realmente muda a base produtiva das cidades do interior. Uma fábrica de leite em pó ligada à agricultura familiar pode gerar emprego local, renda e fixar pessoas no campo. O importante agora é garantir gestão eficiente e logística integrada para que o projeto tenha continuidade e impacto real na região.
Tonho Patriota
24/04/2026
FAZ O L PRA TOMAR LEITE DO MST COM GOSTO DE COMUNISMO!
Silvia D.
24/04/2026
Que boa notícia ver investimento em produção de alimentos com base na agricultura familiar! Isso é desenvolvimento com inclusão e saúde — leite de qualidade, renda no campo e menos dependência de ultraprocessados. O SUS agradece quando políticas públicas fortalecem a nutrição de verdade.
Luciana
24/04/2026
Tomara que essa fábrica saia do papel logo e gere emprego de verdade pro povo. O que a gente precisa é disso: trabalho, comida na mesa e preço justo no mercado. Política boa é a que faz diferença no bolso, não a que vira briga em rede social.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Boa notícia ver o governo apoiando iniciativas produtivas do MST. A fábrica de leite em pó pode gerar empregos e fortalecer a agricultura familiar. É esse tipo de política que ajuda o interior a se desenvolver de forma mais justa e sustentável.
Karina Libertária
24/04/2026
Mais uma vez o Lula usando dinheiro público pra agradar o MST, né? Aqui em Miami eu fico chocada como o pessoal aí ainda acha bonito depender de governo. Investe direito, gente! Aprende a fazer o próprio business em vez de viver de bolsa e cooperativa.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Mais uma palhaçada desse governo comunista! Lula se abraça com o MST, que só sabe invadir e destruir propriedade privada, e ainda posa de bom moço. Selva! Produtor de verdade é o que trabalha, não quem vive de mamata estatal.
Rick Ancap
24/04/2026
Mais uma fábrica bancada com meu dinheiro pra político tirar foto e fingir que é empresário.
Eduardo C.
24/04/2026
Antes de aplaudir, quero ver os números: qual será a capacidade de produção da fábrica? Quantos empregos diretos e indiretos vão surgir e qual o impacto real na renda dos assentados? Sem dados concretos, o discurso fica bonito, mas vazio.
Marcos Conservador
24/04/2026
Mais uma vez o governo usando dinheiro público pra agradar o MST. Fábrica de leite em pó? Isso é só pretexto pra espalhar o comunismo disfarçado de cooperativismo. Depois reclamam quando o país afunda em impostos e aparelhamento ideológico.
Alice T.
24/04/2026
Marcos, comunismo é quando o povo pobre tem acesso a leite agora? O MST tá produzindo, gerando renda e alimento — coisa que os “empreendedores de palco” bilionários não fazem sem sugar subsídio público.
Renato Professor
24/04/2026
Marcos, antes de repetir clichês sobre “comunismo”, vale entender que economia solidária não é aparelhamento, é eficiência coletiva: transforma excedente agrícola em renda local. O MST produz e processa, o Estado apenas apoia o desenvolvimento — algo que até Adam Smith chamaria de investimento racional.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Mais uma encenação pra enganar trouxa. Fábrica de leite em pó hoje, amanhã vira Cuba do Norte. Enquanto isso, o MST manda e desmanda e o povo de bem paga a conta.
Augusto Silva
24/04/2026
Zé Trovãozinho, se construir fábrica e gerar emprego é “virar Cuba”, então que venha a revolução do leite em pó! O povo de bem prefere ver o Brasil produzindo, não quebrando recorde de desemprego e desindustrialização como antes.
Adalberto Livre
24/04/2026
MAIS UMA FÁBRICA PRA DAR LEITE PROS COMPANHEIROS ENQUANTO O POVO PAGA A CONTA!!!
Francisco de Assis
24/04/2026
Adalberto, meu caro, o povo paga a conta mesmo — mas agora o leite volta pra mesa de quem trabalha, não pros tubarões do mercado. É o Brasil soberano produzindo e repartindo o que é seu.
Clarice Historiadora
24/04/2026
Adalberto, você sabia que o MST já é responsável por dezenas de cooperativas que produzem alimentos vendidos no mercado e geram emprego no campo? O “povo” que você diz pagar a conta é justamente quem vai trabalhar e se beneficiar dessa fábrica.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Tomara que esse leite em pó não venha com gosto de comunismo, viu! 🇧🇷🙏
Jeferson da Silva
24/04/2026
Lurdinha, comunismo não tem gosto, mas fome tem — e é justamente isso que o MST e o Lula tão combatendo. Melhor leite em pó do povo do que prato vazio do patrão.
Zizi
24/04/2026
Ô, Lurdinha, minha querida, você sabe que gosto do seu bom humor, mas esse papo de “gosto de comunismo” é coisa de menino mal-educado que nunca leu um livrinho de história até o fim. O leite em pó que o MST vai produzir não tem ideologia no sabor, tem dignidade no trabalho. É fruto da luta de famílias que transformaram terra improdutiva em alimento, sem depender dos barões do agronegócio que vivem de subsídio público e ainda posam de empreendedores. Quando o Lula participa de um ato desses, ele está prestigiando o Brasil real, aquele que acorda cedo e põe comida na mesa, não o Brasil de meme de WhatsApp.
Sabe o que tem gosto de comunismo, Lurdinha? Justiça social. E isso, minha flor, não faz mal a ninguém. O MST não está tomando fazenda de ninguém, está produzindo riqueza onde antes só havia latifúndio abandonado. Se o leite em pó sair das mãos de gente que planta, colhe e fabrica, o país inteiro ganha: mais emprego, mais renda e menos dependência de importação. Isso é soberania nacional, não doutrina estrangeira.
Então, antes de torcer o nariz, experimenta pensar com carinho: o que é mais patriótico — apoiar brasileiros que produzem, ou repetir piadinhas que só servem pra dividir o povo? O amor à pátria, Lurdinha, não está na bandeira do emoji, está no prato cheio do trabalhador brasileiro.