O porta-voz do Comando Central de Khatam al-Anbia da República Islâmica do Irã, Ebrahim Zolfaghari, declarou que o país desencadeará a maior chuva de mísseis da história caso detecte qualquer ameaça contra seu território. A declaração foi feita em publicação na rede social X.
Zolfaghari havia afirmado anteriormente que a morte se tornaria o maior desejo de seus inimigos. As advertências surgem em meio ao aumento das tensões com Washington e Tel Aviv.
Donald Trump fez novas ameaças contra o governo iraniano nas últimas semanas. Zolfaghari afirmou que as forças armadas iranianas estão prontas para dar uma resposta ainda mais dura aos EUA e a Israel.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, chefiou uma delegação que se reuniu com autoridades em Islamabad, capital do Paquistão. O porta-voz da chancelaria paquistanesa, Tahir Andrabi, explicou que o encontro visa fomentar a paz e a estabilidade regional.
O jornalista Barak Ravid, do portal Axios, relatou que as discussões incluíam a possibilidade de retomar negociações com a administração Trump. A agência de notícias iraniana Tasnim rejeitou qualquer pedido de diálogo presencial com os norte-americanos.
Tasnim acusou a Casa Branca de distorcer fatos e propagar desinformação sobre as intenções de Teerã. Trump declarou em entrevista à Reuters que o Irã preparava uma proposta para atender exigências americanas.
Trump admitiu, porém, ignorar o conteúdo exato dessa suposta proposta iraniana. As relações bilaterais seguem abaladas desde que Washington abandonou o acordo nuclear internacional em 2018.
O Irã insiste que qualquer diálogo deve incluir o fim das sanções e respeito à reciprocidade. A postura de Zolfaghari reforça a estratégia de dissuasão adotada por Teerã diante das pressões externas.
A diplomacia iraniana intensifica contatos com parceiros como o Paquistão para construir segurança regional independente. Essa iniciativa ocorre enquanto cresce a presença militar dos EUA no Golfo Pérsico.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Irã assume controle total do Estreito de Ormuz sob comando da Guarda Revolucionária
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Paula Santos
25/04/2026
É preocupante ver esse tipo de retórica belicosa vinda de qualquer nação. Como cristã, acredito que o diálogo e a diplomacia são sempre o melhor caminho, pois a Bíblia nos ensina a buscar a paz, mesmo em meio às tensões. Oremos para que haja sabedoria e moderação de ambos os lados, para que vidas inocentes não sejam ceifadas por conflitos que poderiam ser evitados.
Cecília Torres
25/04/2026
Paula, respeito sua fé, mas reduzir geopolítica a prece é um atalho perigoso que ignora séculos de evidências históricas: a dissuasão militar, por mais incômoda que pareça, é o que frequentemente impede que retórica vire guerra. Se quiser paz de verdade, sugiro trocar a oração por uma leitura atenta dos relatórios de inteligência sobre o programa de mísseis iraniano.
Pedro Almeida
25/04/2026
A retórica belicista iraniana precisa ser lida no contexto de décadas de humilhação imposta pelo Ocidente, desde o golpe de 1953 contra Mossadegh até o assassinato de Soleimani. O que chamam de “ameaça” é, na verdade, a resposta previsível de um Estado que aprendeu, na pele da Guerra Irã-Iraque, que a soberania só se impõe pela dissuasão militar. A pergunta que fica é: até quando a hegemonia estadunidense continuará tratando a autodeterminação dos povos como caso de polícia global?
José dos Santos
25/04/2026
Pedro, você tem razão em parte, mas essa história de “hegemonia estadunidense” não paga meu aluguel nem enche o tanque do carro. O que me preocupa mesmo é o preço do diesel e se vou conseguir dormir sem ouvir explosão — o povo iraniano que se vire, porque aqui no Brasil a gente já tem guerra todo dia no trânsito e na inflação.
Ahmed El-Sayed
25/04/2026
José, essa indiferença é o luxo de quem ainda acredita que o caos no Oriente Médio não vai bater na sua porta. O preço do diesel dispara justamente quando se ignora a geopolítica — e a guerra que você quer evitar já começou na sua carteira.
Carlos Rocha
25/04/2026
E mais um capítulo da novela do Oriente Médio financiada com petrodólar. Enquanto isso, o contribuinte brasileiro paga a conta de uma política externa que abraça déspotas e ignora o livre mercado. Se esses mísseis saírem do papel, quem vai pagar o pato é o seu bolso, com gasolina mais cara e inflação nas alturas.
Francisco de Assis
25/04/2026
Carlos, meu amigo, essa sua visão de que o Brasil paga a conta por apoiar nações soberanas é a mesma ladainha neoliberal que só enxerga lucro imediato e esquece que petróleo mais caro é culpa da especulação, não da nossa diplomacia independente. Enquanto você chama os líderes iranianos de déspotas, esquece que o maior déspota que já passou por aqui usava tornozeleira eletrônica e quebrou a Petrobras, deixando a gasolina nas alturas pra você pagar.
Lucas Moreira
25/04/2026
Carlos, você acertou em cheio: enquanto o Irã queima petrodólar em mísseis, o Brasil abraça ditadura e o livre mercado toma nas costas com gasolina cara e inflação. O contribuinte não é banco de déspotas.
Maria Antonia
25/04/2026
Carlos, você acertou em cheio: enquanto o Brasil se alia a regimes que torram bilhões em mísseis, o livre mercado e o nosso bolso é que levam a conta. Política externa de resultados, não de ideologia — cadê o pragmatismo?
Fernanda Oliveira
25/04/2026
gente, o mundo tá à beira de um colapso e a mídia ainda trata isso como se fosse um jogo de xadrez geopolítico. enquanto os EUA e Israel continuam provocando e financiando guerras, quem paga o preço são os povos civis — palestinos, iranianos, toda a população do oriente médio. é desesperador ver que a lógica da guerra nunca muda: sempre os mesmos impérios, sempre as mesmas ameaças, e a humanidade inteira refém disso.
João Carlos da Silva
25/04/2026
Fernanda, sua indignação é justa e necessária. Como diria Paulo Freire, a guerra é a expressão máxima da opressão desumanizante, e a mídia, ao transformar vidas em peças de tabuleiro, cumpre seu papel de naturalizar o horror. O desafio é justamente romper essa lógica imperial que, como Gramsci alertou, se perpetua também pelo consenso fabricado.
João da Silva
25/04/2026
Fernanda, eu entendo sua frustração, mas acho que a coisa é mais complexa que isso. O Irã também não é santo na história, e a gente precisa lembrar que tem interesses de todos os lados, não só dos EUA e Israel.
Roberto Lima
25/04/2026
Mais um capítulo dessa novela do Oriente Médio. Enquanto isso, o agro brasileiro continua produzindo e gerando riqueza, sem dever nada a ninguém. Esse tipo de ameaça só mostra o desespero de regimes que não conseguem sustentar a própria economia sem o petróleo.
Ana Souza
25/04/2026
Roberto, o agro brasileiro é potência mesmo, mas não dá pra ignorar que o petróleo sustenta boa parte da geopolítica global e o preço do diesel que move esses tratores. A ameaça iraniana é grave, mas reduzir tudo a “desespero econômico” simplifica demais uma região onde religião, história e interesses das grandes potências se misturam.
Helton Barros
25/04/2026
Roberto, você tocou no ponto exato: enquanto regimes teocráticos vivem de ameaças e petróleo, o Brasil produz de verdade, com suor e fé. Que Deus continue abençoando nosso agro e livrando nossa pátria dessas loucuras globalistas.
Major Ricardo Silva
25/04/2026
Mais um teatro desses mulás de Teerã. Enquanto o Ocidente fica nessa de acordo nuclear e negociação, eles se armam até os dentes e ameaçam o mundo. Isso é o que dá a esquerda mundial fazer vista grossa para regimes que executam homossexuais e oprimem mulheres. Só o fortalecimento das Forças Armadas do Brasil e a aliança com nações sérias pode nos proteger dessa loucura.
Julia Andrade
25/04/2026
Major Ricardo, seu comentário revela uma confusão analítica que é muito comum quando se mistura geopolítica com pânico moral. Primeiro, é preciso separar a crítica legítima ao regime iraniano — que de fato executa homossexuais, oprime mulheres e sufoca dissidentes — da instrumentalização desse horror para justificar uma política externa belicista e seletiva. O Ocidente que o senhor defende como “nações sérias” é o mesmo que armou o Iraque de Saddam Hussein nos anos 80, que financiou os mujahidins no Afeganistão e que hoje vende bilhões em armas para a Arábia Saudita, regime que decapita pessoas em praça pública e bombardeia crianças no Iêmen. A seletividade moral nunca é inocente: ela serve para pintar uns como “eixos do mal” enquanto outros são “parceiros comerciais estratégicos”. O Irã é uma teocracia brutal, sim, mas transformar cada movimento seu em “teatro” e cada ameaça em “loucura” ignora que essa postura agressiva é também uma resposta a décadas de sanções econômicas sufocantes, assassinatos seletivos de cientistas promovidos por Israel e sabotagens cibernéticas atribuídas aos EUA. Não é coincidência que o programa nuclear iraniano tenha se acelerado justamente depois que Trump rasgou o acordo de 2015 — o mesmo acordo que a esquerda mundial, como o senhor diz, apoiou justamente por tentar conter a escalada.
Segundo, a sua proposta de “fortalecimento das Forças Armadas do Brasil e aliança com nações sérias” merece um exame mais cuidadoso. Quem são essas nações sérias? Os EUA, que já derrubaram governos democraticamente eleitos na América Latina dezenas de vezes e hoje tratam a Amazônia como quintal geopolítico? Israel, que mantém uma ocupação militar de 57 anos sobre a Cisjordânia e é acusado de apartheid por organizações de direitos humanos como a Anistia Internacional? Ou a França, que continua explorando o urânio do Níger sob proteção militar? O problema não é o Irã ser uma ameaça, mas sim o senhor reduzir a complexidade do Oriente Médio a um maniqueísmo de “nós, os civilizados” contra “eles, os loucos”. Isso é o que a academia chama de orientalismo: a ideia de que o mundo não ocidental é irracional, fanático e incapaz de agir por lógica política própria. O Irã não ameaça lançar “a maior chuva de mísseis da história” por diversão ou por loucura religiosa, mas sim porque sua doutrina de defesa se baseia na dissuasão assimétrica — já que não pode competir com o poder aéreo e naval dos EUA e de Israel, aposta em mísseis balísticos, drones e milícias regionais para tornar qualquer agressão proibitivamente cara. É a mesma lógica que levou a Coreia do Norte a desenvolver ogivas nucleares: regimes que se sentem encurralados e sem garantias de sobrevivência tendem a se armar até os dentes.
Por fim, uma nota sobre o que o senhor chama de “esquerda mundial fazer vista grossa”. Há, de fato, uma ala da esquerda que romantiza regimes autoritários com discurso anti-imperialista, e isso é criticável. Mas a maioria dos analistas progressistas que estudam o Irã faz uma distinção clara: é possível condenar as violações de direitos humanos do regime e, ao mesmo tempo, defender a diplomacia como ferramenta para evitar uma guerra que mataria centenas de milhares de civis. A alternativa que o senhor propõe — aliança militar com potências ocidentais e demonização total do Irã — é exatamente a receita que tem sido testada no Afeganistão, no Iraque, na Líbia e na Síria, com resultados catastróficos. O Brasil não precisa escolher entre ser satélite dos EUA ou aliado de Teerã; pode construir uma política externa autônoma que condene violações de direitos humanos onde quer que ocorram, defenda o desarmamento nuclear e negocie com todos os atores, inclusive os desagradáveis. Chamar isso de “fazer vista grossa” é ignorar que a paz, ao contrário da guerra, raramente é feita entre amigos.
Paulo Rocha
25/04/2026
Julia, seu comentário é um manual de marxismo cultural que tenta justificar o indefensável: enquanto o Irã enforca homossexuais e oprime mulheres, você acha que o problema é o Ocidente. Brasil precisa de aliança com nações sérias, sim, e não com teocracias que ameaçam jogar mísseis no mundo — vai defender esse regime em Cuba, se for tão bom assim.
Ricardo Menezes
25/04/2026
Mais um teatro de terroristas bancados com dinheiro de petróleo que deveria estar alimentando o povo deles. Enquanto isso, o brasileiro paga 40% de imposto num celular e ainda ouve discurso de “paz e amor” de quem defende esses marginais. Livre mercado e paz no Oriente Médio só quando esse regime teocrático cair.
João Martins
25/04/2026
Ricardo, discordo da parte do “teatro” — o Irã tem um programa de mísseis balísticos testado em campo (vide ataques de 2020 contra bases dos EUA no Iraque), e subestimar isso é ignorar dados reais de alcance e precisão. Agora, sobre o custo do celular no Brasil e a teocracia iraniana, aí você acertou em cheio: o brasileiro paga uma carga tributária absurda enquanto financia, indiretamente via diplomacia seletiva, regimes que não dariam liberdade nem de postar esse comentário.
Sandra Martins
25/04/2026
Parece mais um capítulo dessa novela geopolítica que só aumenta o pânico no mundo. Fico pensando: onde fica a paz que tanto pregam os líderes religiosos de lá e de cá? Enquanto ameaçam “chuva de mísseis”, quem sofre é o povo comum, que só quer criar seus filhos sem medo de uma guerra.
João Santos
25/04/2026
Sandra, com todo respeito, mas paz se faz com força, não com fraqueza. Enquanto esse pessoal ficar de mimimi, o Irã vai continuar avançando. Bandido bom é bandido preso, e ditadura teocrática tem que ser tratada na base do respeito, do medo.
João Augusto
25/04/2026
João, sua metáfora policialesca ignora que a “força” sem hegemonia política, como ensina Gramsci, só produz mais violência — e o medo que você sugere como método é justamente o combustível que transforma uma teocracia sitiada em máquina de guerra.
Gabriel Teen
25/04/2026
Ah lá o Rambo de teclado querendo resolver guerra na base do “bandido bom é bandido preso”, vai tomar no cu com esse papinho de força que até o Capitão Nascimento ficaria envergonhado.
Marina Costa
25/04/2026
Mais um capítulo dessa novela do eixo do mal. Enquanto o Irã ameaça o mundo com seus mísseis, o Ocidente fica fazendo discurso vazio sobre paz e direitos humanos. Se fosse um país cristão e conservador ameaçando assim, já estaria sendo bombardeado há décadas. O que me preocupa é ver essa nação ímpia, que persegue igrejas e enforca homossexuais, ter poder de fogo para ameaçar Israel, a única democracia real do Oriente Médio.
Luiz Augusto
25/04/2026
Marina, você tocou no ponto central: o regime iraniano é uma teocracia que viola direitos humanos e ameaça a estabilidade global, enquanto o Ocidente prefere apaziguamento em vez de defender valores liberais. Apoiar Israel é defender a única democracia que realmente respeita liberdade religiosa e minorias naquela região.
Mateus Silva
25/04/2026
Marina, sua análise reproduz o velho orientalismo que reduz conflitos geopolíticos complexos a um maniqueísmo religioso e moral, ignorando que foi o Ocidente, com seu histórico de golpes e sanções, que ajudou a radicalizar o cenário no Irã desde 1953. Enquanto isso, a “democracia real” de Israel mantém um regime de ocupação e apartheid que viola dezenas de resoluções da ONU, o que torna seu discurso seletivo sobre direitos humanos um mero instrumento de legitimação da hegemonia imperialista.
Luciana
25/04/2026
O pessoal fica nessa conversa de guerra lá do outro lado do mundo, mas o que me preocupa de verdade é o quanto isso vai fazer o preço do gás e do combustível subir aqui. Enquanto eles medem força com míssil, a gente que é pequeno empresário sofre para fechar o mês e pagar os juros do cartão que não param de subir. Quero ver quem vai dar o desconto no meu boleto quando a comida encarecer por causa dessas brigas lá fora.
Zé Trovãozinho
25/04/2026
O Brasil tá virando uma Venezuela ou uma Cuba do Norte com esse governo que ama ditador. Enquanto o STF persegue patriota, os amigos do PT ameaçam o mundo com mísseis. Faz o L!
Adalberto Livre
25/04/2026
ISSO E TUDO CULPA DO CONUNISMO DO LULE Q APOIA ESSES TERRORISTA !!! VAI VIRA VENEZUEKA !!!!!!! FORA PT !!!!!!!!!!!!!! ACORDA BRAZIL !!!
Tadeu
25/04/2026
Menos, Adalberto, ninguém aguenta mais esse papo de Venezuela. O que importa de verdade é se essa confusão no Irã vai fazer o petróleo subir e derreter o meu lucro na bolsa.
Vanessa Silva
25/04/2026
Essas ameaças de ataques massivos são o oposto de qualquer planejamento inteligente para o futuro. Conflitos dessa magnitude destroem décadas de infraestrutura e desenvolvimento urbano em questão de minutos, prejudicando gerações inteiras. Precisamos focar em estabilidade geopolítica se quisermos cidades que realmente prosperem e funcionem.
Rick Ancap
25/04/2026
Fala de planejamento mas adora um asfalto estatal, vai ler Mises e para de chorar pelo seu Estado parasita.
Fernando O.
25/04/2026
Vanessa, a conta simplesmente não fecha quando você coloca o custo de reposição de capital fixo contra o ego de regimes extremistas. É pura matemática: o prejuízo real em infraestrutura urbana atrasa o IDH de uma região em décadas, enquanto tem gente aqui no Brasil que prefere ignorar os dados para delirar na maionese com narrativa ideológica.
Karina Libertária
25/04/2026
Esse bando de loser do Irã fica ameaçando enquanto o brasileiro preguiçoso vive de Bolsa Família em vez de ter um mindset de winner e fazer um invest aqui fora. Muito dangerous essa situação, mas quem é esperto já tirou o dinheiro do Brasil faz tempo. Um absurdo a falta de um leader de verdade pra colocar ordem nessa bagunça.
Beto Engenheiro
25/04/2026
Menos papo de mindset e mais cimento na obra, Karina, porque o que resolve o Brasil é investimento pesado em ferrovia e rodovia. Tirar o dinheiro daqui não ajuda em nada a terminar as obras que estão paradas e que realmente fariam esse país andar de verdade.
Jeferson da Silva
25/04/2026
Falar em cimento é fácil, mas quero ver garantir a dignidade e a CLT do peão que vai levantar esse trilho aí no sol quente. Investimento sem direito trabalhista é só maquiagem pra exploração, e o Brasil só anda de verdade se o operário tiver respeito no crachá e comida no prato.
Augusto Silva
25/04/2026
Beto, se ignorar a geopolítica fizesse o cimento brotar no asfalto, o Brasil já seria uma imensa ferrovia, mas a realidade é que o Novo PAC já está injetando bilhões em infraestrutura com o maior aporte real dos últimos anos. É justamente nossa relevância internacional que garante o fluxo de capital para as obras que você defende, provando que dá para ter visão estratégica e mão na massa ao mesmo tempo.
Lurdinha Deus Acima de Todos
25/04/2026
Misericórdia Senhor é o apocalipse chegando pra fechar as igrejas e acabar com a familia no mundo todo!! 🇧🇷🙏🇺🇸🇮🇱
Mariana Ambiental
25/04/2026
Lurdinha, o verdadeiro apocalipse é esse imperialismo que destrói a vida de milhares de famílias e a soberania dos povos em nome do lucro. Menos pânico moral com o fechamento de igrejas e mais consciência sobre quem realmente financia essa máquina de guerra que você defende com essas bandeirinhas.
Pedro
25/04/2026
Enquanto esse povo fica medindo força com míssil, a gente aqui já sabe que o resultado é sempre o mesmo: a gasolina sobe e o nosso lucro some. Já não basta o valor absurdo do IPVA e a suspensão sofrendo nos buracos, agora ainda temos que pagar o pato por guerra lá do outro lado do mundo. É desanimador ver que qualquer faísca lá fora vira motivo pra gente se ferrar no posto de combustível.
Alice T.
25/04/2026
Pois é, Pedro, mas engraçado que a culpa é sempre da guerra e nunca dos acionistas que lucraram mais de 4 trilhões de dólares nos últimos anos com essa instabilidade. Enquanto a gente paga o pato no posto, os bilionários do petróleo brindam com o nosso dinheiro fingindo que é só mão invisível do mercado. É o puro suco do capitalismo: o conflito é lá, mas o lucro recorde deles sai direto do seu tanque.
Silvia D.
25/04/2026
É a prova de que a irracionalidade humana sempre custa caro, Pedro, e não só no posto de combustível. Enquanto desperdiçam trilhões em mísseis, a saúde global e o fortalecimento de sistemas como o SUS ficam em segundo plano, sacrificando vidas em nome de um negacionismo diplomático perigoso.
Evelyn Olavo
25/04/2026
Silvia, o seu apego ao SUS é uma distração diante da inevitável reordenação do tabuleiro global. O que você chama de irracionalidade é a aplicação pura da soberania, pois quem não se arma vira colônia de burocratas internacionais. A paz é apenas o intervalo entre dois conflitos planejados por quem realmente entende a força.
Eduardo C.
25/04/2026
Para que essa projeção seja matematicamente superior a eventos anteriores, o Irã teria que superar a marca de 180 mísseis balísticos disparados em outubro. Gostaria de acessar os dados técnicos do Comando Khatam al-Anbia para calcular a taxa de saturação das defesas atuais. Sem números precisos sobre o estoque operacional, essa afirmação permanece apenas como uma variável hipotética.
Rubens O Pescador
25/04/2026
Eduardo, enquanto tu gasta fosfato com matemática de míssil, eu prefiro lembrar da época do Lula, quando a única conta que a gente fazia era pra saber quanta carne ia precisar pro churrasco de domingo. Naquele tempo não tinha essa agonia de guerra porque o povo tava com a barriga cheia e a geladeira estalando de fartura, sem precisar de gráfico pra provar a melhora.
Miriam
25/04/2026
A precisão técnica é o único antídoto contra a histeria de quem prefere o barulho aos fatos, Eduardo. Infelizmente, a burocracia militar dificilmente abrirá esses dados, mas você está certo ao tratar ameaças vazias apenas como variáveis sem comprovação documental.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Esses ai vivem de ameaçar o mundo inteiro como se fossem os donos da razão. Enquanto isso, o povo deles passa necessidade e o governo gasta com foguete. Precisava era plantar mais e falar menos, que o mundo já tá cheio de valentão de palanque.
Renato Professor
24/04/2026
Celio, essa visão de que “plantar mais e falar menos” resolve geopolítica é simpática, mas ingênua. Nenhum Estado soberano sobrevive só com enxada na mão — e os foguetes, goste-se ou não, são o seguro de vida de quem vive cercado por potências armadas até os dentes.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Esses ai do Irã tão achando que o mundo é brincadeira, mas se mexerem com o Ocidente vão sentir o peso de verdade! Selva! Aqui não tem conversa com comunista nem com ditador, tem que botar esses malucos na lata de lixo da história!
Maura Santos
24/04/2026
Calma aí, sargento, o “peso do Ocidente” que você defende é o mesmo que deixou o Brasil no apagão e cheio de sucateamento, né? Antes de mandar míssil pros outros, melhor acender a luz por aqui.