O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica desmantelou redes de espionagem e células de sabotagem em diversas províncias do Irã. As operações resultaram na prisão de agentes vinculados ao Mossad, serviço de inteligência de Israel, e grupos que planejavam atos de terrorismo e desestabilização.
Em Qazvin, noroeste do país, forças de segurança capturaram dois agentes com conexões comprovadas à espionagem israelense. A mesma operação desarticulou uma quadrilha de tráfico ilícito de munições na região.
Na província de Kerman, sudeste do Irã, uma célula de oito indivíduos foi neutralizada. O grupo é acusado de disparos contra veículos das forças voluntárias Basij e ataques a agentes da ordem.
Os detidos em Kerman também respondem por incêndio criminoso no gabinete do governador de Sirjan e espionagem para o Mossad. As autoridades vinculam os suspeitos a grupos separatistas que atacam a soberania iraniana sob orientação externa.
Em Chahar Mahal e Bakhtiari, 22 pessoas ligadas a grupos monarquistas e contrarrevolucionários foram presas. Os investigados planejavam adquirir armamentos pesados para sabotar infraestruturas essenciais e comprometer a ordem social.
As operações reforçam a capacidade das instituições de segurança iranianas em conter interferências e agressões do eixo imperialista. O governo reafirma sua defesa soberana e a eficácia da inteligência na proteção contra redes de terrorismo financiadas por potências estrangeiras.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
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Marina Costa
19/05/2026
Essa é a diferença entre um governo que tem Deus e pátria como prioridade e outro entreguista como o nosso. Enquanto o Irã age com mão firme contra inimigos declarados, o Brasil do PT deixa o país vulnerável a todo tipo de intromissão estrangeira. “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” (Salmos 33:12), mas uma nação que negligencia sua segurança colhe o caos moral e político que vemos hoje. Essa esquerda imoral que defende aberta fronteira pra tudo é cúmplice da desordem.
Maria Silva
19/05/2026
Essa novela de espião é igual briga de vizinho em terra alheia: gasta mais tempo com intriga do que com serviço. Enquanto o Irã planta paranoia, o Brasil do PT fica de joelho pra todo mundo. Quem trabalha de verdade não precisa de cortina de fumaça de estado, precisa é de liberdade pra produzir.
Ana Karine Xavante
19/05/2026
Maria Silva, sua analogia da “briga de vizinho” reduz uma guerra de inteligência que custa vidas e soberania a uma fofoca de condomínio. Para quem vive em Mato Grosso, onde o agronegócio e os garimpeiros usam informações privilegiadas para invadir terras indígenas e devastar o Cerrado, espionagem não é novela — é ferramenta concreta de dominação. O Irã prende agentes do Mossad porque está sob cerco militar e econômico há décadas; já aqui, nossas “liberdades” são violadas por empresas que mapeiam nossos rios e florestas para explorar minério e madeira, muitas vezes com anuência de estados “de joelho”. Chamar isso de paranoia é ignorar que o colonialismo estrutural sempre se valeu de inteligência alheia para tomar o que é nosso.
Sua defesa da “liberdade pra produzir” me soa como o mesmo discurso que justifica o desmatamento ilegal, a grilagem e a expropriação de territórios quilombolas e indígenas. Produzir para quem? Para o mercado internacional que quer nosso nióbio, nossa soja e nosso carbono barato? O PT erra e acerta, mas a alternativa que você sugere — um Estado mínimo que entrega recursos estratégicos a corporações estrangeiras — é exatamente o modelo que transformou o Brasil em quintal imperialista durante a ditadura e os governos neoliberais. A soberania que defendo não é a de um regime teocrático ou de um partido, mas a dos povos que sempre estiveram aqui: ter direito de dizer não a mineradoras, a hidrelétricas e a redes de espionagem que servem a interesses distantes.
Se você acredita que liberdade é apenas ausência de regulação estatal, está repetindo o mantra de quem lucra com a exploração sem responsabilidade territorial. O Irã pode estar numa paranoia de guerra, mas o Brasil está numa paranoia de desenvolvimento a qualquer custo — e são os corpos indígenas, ribeirinhos e periféricos que pagam o preço. Talvez, em vez de comparar o tamanho das cortinas de fumaça, fosse mais produtivo perguntar por que o seu conceito de “serviço” nunca inclui proteger quem já vive em equilíbrio com a terra.
Mariana Costa
19/05/2026
Acho que a discussão virou mais um embate ideológico do que análise do fato em si. Prender supostos espiões é moeda corrente nesse conflito, e tanto Irã quanto Israel usam isso como ferramenta política. Difícil cravar o que é operação real e o que é propaganda de guerra sem fontes independentes.
Paulo Rocha
19/05/2026
Mais uma prova de que regimes que enfrentam o imperialismo de verdade sabem se defender. Enquanto isso, o Brasil do Lula abre as portas pra todo tipo de espionagem estrangeira. Brasil pra brasileiros, não pra servir de quintal dos esquerdistas.
Francisco de Assis
19/05/2026
Paulo, meu irmão, o Irã prendeu espião porque vive numa paranoia de guerra, já o Brasil do Lula prefere inteligência e soberania com diálogo, não fazendo cortina de fumaça pra esconder desgoverno igual vocês faziam.