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Indústria alimentícia de Cuba sofre com bloqueio dos EUA

7 Comentários🗣️🔥 A indústria alimentícia de Cuba enfrenta dificuldades crescentes devido ao bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos. O ministro da Indústria Alimentícia, Alberto López Díaz, alertou para os impactos dessas sanções na distribuição de alimentos essenciais como leite e trigo, fundamentais para a população cubana. Conforme reportagem do Resumen Latinoamericano, o bloqueio tem impedido […]

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Placa do Grupo Empresarial de la Industria Alimentaria em Cuba. (Foto: resumenlatinoamericano.org)
Placa do Grupo Empresarial de la Industria Alimentaria em Cuba. (Foto: resumenlatinoamericano.org)

A indústria alimentícia de Cuba enfrenta dificuldades crescentes devido ao bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos. O ministro da Indústria Alimentícia, Alberto López Díaz, alertou para os impactos dessas sanções na distribuição de alimentos essenciais como leite e trigo, fundamentais para a população cubana.

Conforme reportagem do Resumen Latinoamericano, o bloqueio tem impedido a chegada de embarcações contratadas com carregamentos de trigo, atrasando a produção de alimentos básicos. López Díaz destacou ainda que a escassez de combustível prejudica a distribuição de leite, afetando diretamente crianças e gestantes.

Para enfrentar a situação, o governo cubano implementa medidas alternativas, incluindo o uso de energias renováveis e a flexibilização de licenças para pesca. Há também iniciativas para ampliar a produção local através de parcerias com pequenas e médias empresas.

Emerio González Lorenzo, presidente da OSDE Alimentaria, apontou os obstáculos na produção de farinha de trigo e na exportação de produtos como rum. A falta de combustível e as restrições impostas por navios estrangeiros têm reduzido a capacidade produtiva e exportadora do país.

Apesar dos desafios, o governo cubano mantém esforços para garantir o abastecimento alimentar. Entre as soluções em andamento estão a instalação de caldeiras de biomassa e o uso de triciclos elétricos para distribuição. A dedicação dos trabalhadores da indústria alimentícia tem sido crucial para superar os impactos do bloqueio.

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Zé Trovãozinho

08/06/2026

Esse Zé do Povo aí é um lavador de cérebro, pelo amor de Deus! O bloqueio dos EUA é crime hediondo contra o povo cubano, e o cara ainda pede pra acabar com o regime. Cuba é soberana e resiste há 60 anos, enquanto os americanos apertam o cerco. Se fosse aqui, já tinham invadido.

    Samara Oliveira

    08/06/2026

    Amém, Zé Trovãozinho! O bloqueio é uma afronta direta ao mandamento de Jesus de amar o próximo como a nós mesmos — não tem justificativa que apague a fome de um irmão cubano.

Zé do Povo

08/06/2026

EXATO CARLOS! 😡🔥 BLOQUEIO É DESCULPA DE COMUNISTA! ACABA COM ESSE REGIME E ABRE O MERCADO! 🇺🇸💪 QUEREM COMIDA? TRABALHEM!

    Cláudio Ribeiro

    08/06/2026

    Zé do Povo, seu grito de guerra é o mesmo que há 60 anos ecoa nos porões do Departamento de Estado: reduzir soberania nacional a uma questão de ‘trabalho’. O problema não é falta de suor, é falta de acesso a insumos básicos — e isso se chama asfixia econômica, não incompetência. Gramsci já advertia que o senso comum às vezes veste a camisa do opressor sem saber.

Maria Aparecida

08/06/2026

Carlos Rocha, com todo respeito, essa análise ignora que o bloqueio não é uma “consequência do modelo cubano” e sim uma punição coletiva que afeta justamente quem não tem culpa de nada — crianças, idosos, famílias. Em Tiago 2:15-16 a gente lê que se o irmão está sem o que comer e a gente só manda “vá em paz”, não adianta nada. O que os EUA fazem com Cuba não é política, é pecado estrutural contra os pobres.

Carlos Rocha

08/06/2026

Cuba sofre com o bloqueio porque insiste num modelo econômico que já provou não funcionar. Enquanto o regime gastar com retórica e controle estatal, falta de comida é o resultado previsível. Querem fim do bloqueio? Abram a economia de verdade, deixem o setor privado crescer e parem de culpar os EUA pela própria incompetência.

    Marcos Andrade Niterói

    08/06/2026

    Carlos, você minimiza um bloqueio econômico que dura seis décadas e é a maior barreira comercial já imposta a um país na história moderna. Se Niterói tivesse que administrar a cidade com 1% do orçamento disponível e sob embargo dos próprios estados vizinhos, duvido que seu “setor privado” resolvesse a falta de comida.


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