O preço do gás de botijão avançou 0,55% em maio, conforme apurou o IBGE. É o segundo mês consecutivo de alta, mas bem distante do salto de 3,74% registrado em abril.
Em relação a maio do ano passado, quando o produto subiu 0,51%, a variação atual é quase idêntica. O indicador sugere que a pressão pontual do início de 2026 começa a ceder.
No acumulado dos últimos doze meses, o gás de botijão registra inflação de 5,25%. O número mostra uma desaceleração relevante quando comparado aos 6,17% acumulados até maio de 2025.
A pequena oscilação do acumulado em relação a abril, quando estava em 5,21%, indica que o índice se mantém sob controle após o susto do mês anterior.
A trajetória do gás de botijão contrasta com a forte alta de alimentos e bebidas. Enquanto itens como carne e cerveja dispararam desde a última Copa, o produto essencial para a cozinha dá sinais de estabilidade no curto prazo.
Com a inflação geral medida pelo IPCA em 0,58% em maio, o gás de botijão ficou ligeiramente abaixo da média. Isso alivia o orçamento das famílias de baixa renda, para quem o botijão representa um gasto fixo e pesado no fim do mês.
Com informações de BBC.


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