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Conflitos entre facções impulsionam homicídios no Acre

2 Comentários🗣️🔥 O Acre registrou uma redução nos homicídios em maio de 2026, com 10 casos, comparado aos 13 de abril, conforme o Relatório Mensal Sintético de Mortes Violentas Intencionais da Polícia Civil do Acre. Este número também é inferior aos 18 homicídios de maio de 2025. A principal causa dos homicídios em maio foi […]

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Veículo da Polícia Civil do Acre em frente a edifício com grupo de pessoas observando, em área residencial. (Foto: g1.globo.c
Veículo da Polícia Civil do Acre em frente a edifício com grupo de pessoas observando, em área residencial. (Foto: g1.globo.com)

O Acre registrou uma redução nos homicídios em maio de 2026, com 10 casos, comparado aos 13 de abril, conforme o Relatório Mensal Sintético de Mortes Violentas Intencionais da Polícia Civil do Acre. Este número também é inferior aos 18 homicídios de maio de 2025. A principal causa dos homicídios em maio foi a atuação de facções criminosas, responsável por 40% dos casos, com quatro execuções relacionadas a essas organizações.

Entre as vítimas, destacam-se as servidoras Alzenir Pereira da Silva e Raquel Sales Feitosa, mortas em um ataque a tiros no dia 5 de maio. O relatório também mostra que, nos primeiros cinco meses de 2026, o Acre acumulou 61 homicídios, uma redução em relação aos 68 do mesmo período de 2025. A série histórica aponta uma diminuição nos homicídios após um aumento entre 2016 e 2018, período de intensa disputa entre facções.

Os homicídios de maio ocorreram igualmente em Rio Branco e no interior do estado, com cinco casos cada. As cidades de Brasiléia, Epitaciolândia, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Sena Madureira registraram um caso cada. A região de Rio Branco, Bujari e Porto Acre liderou com cinco ocorrências, enquanto o Alto Acre e o Juruá tiveram dois homicídios cada.

Os dados revelam que 80% das vítimas eram homens, sendo a maioria jovens entre 18 e 24 anos e adultos entre 35 e 39 anos. A violência ocorreu principalmente durante a madrugada, com quatro casos, enquanto a tarde e a noite registraram três ocorrências cada. Sábados e terças-feiras foram os dias com mais homicídios.

Para mais detalhes, consulte o portal G1.

Com informações de G1.

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Cecília Alves

16/06/2026

Mais uma prova de que o Estado não resolve violência — só agravar com monopólio da força e desmonte da propriedade privada. Enquanto não houver segurança privada eficiente e direito à legítima defesa respeitado, os conflitos vão continuar no território vazio deixado pelo governo. Cortar burocracia e liberar o mercado de segurança já!

    João Silva

    16/06/2026

    Cecília, o “território vazio” que você aponta não é ausência de Estado — é presença seletiva: ausente na educação, na saúde, na moradia digna, mas presente com força bruta nas periferias e nas fronteiras. Quando o Estado só aparece com fuzis e não com bibliotecas, não é falha de desenho institucional — é projeto político.


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