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Todos querem bater na Petrobrás

Por Miguel do Rosário

08 de abril de 2015 : 11h00

staedel_gegenwartskunst_baselitz_georg_oberon_1963

Georg Baselitz


 

Depois de contemplar por quase duas semanas aquele exemplar da Piauí sobre o móvel da sala, resolvi folheá-lo pela segunda vez.

Eu poderia gostar da Piauí.

Não fosse o seu tom, como descreve um amigo escritor, de revista de banqueiros feita para banqueiros (o dono dela é o João Salles, um dos herdeiros do Itaú-Unibanco), não fosse aquela insuportável arrogância paulista que engordura suas páginas, seria uma leitura bem mais agradável.

Mas ninguém é perfeito, nem revistas, e os textos da Piauí são escritos com uma elegância aristocrática que nos acaricia o ego, mesmo que, no caso de um jacobino, seja uma carícia clandestina, quase subversiva.

A Piauí cultiva a vaidade mais poderosa num cidadão culto: a de comungar junto a um pequeno grupo de iniciados. É a mesma vaidade que nos leva a ler até o fim (ou pelo menos se esforçar duramente) os livros de Luiz Ruffato, experimentando as mais atrozes dores do tédio.

Escapei há anos desse mundinho abafado e sufocante dos literatos de segundo caderno, o que significa que a Piauí não me engana mais.

No entanto, às vezes ela aparece em casa, por conta do trabalho da minha esposa, e não vejo mal em dar uma olhada para ver se encontro alguma coisa interessante.

Enfim, na edição de março (número 102), há uma matéria de Daniela Pinheiro sobre a Petrobrás, de seis páginas, intitulada Outra história americana. O subtítulo: “Como a Petrobrás negociou pagar quase seis vezes mais por uma área de exploração de petróleo e gás nos Estados Unidos”.

É a matéria principal de capa.

Na capa, o título é: Padrão Petrobrás: o que uma operação malograda nos Estados Unidos ensina sobre os negócios da estatal.

Resolvi ler, embora já antevendo que poderia estragar meu bom humor matinal, um estado de espírito que venho cultivando na proporção inversa com que me interesso pelas novas polêmicas da grande mídia.

Quase estragou. O que me faz lembrar, pela milionésima vez, a razão que me leva a ter um blog: para não desenvolver úlceras.

É uma matéria bem escrita e detalhista, como todas de Daniela Pinheiro, repórter fixa da Piauí.

(Pinheiro esteve em meu apartamento, na Lapa, em 2010, entrevistando-me para uma reportagem eleitoral sobre blogueiros e tuiteiros políticos. Conversamos por mais de uma hora. Tagarela insanável que sou, contei-lhe a história da minha vida. Ela admitiu, não sei se sinceramente, que gostava do meu trabalho, mas parecia não entender do que eu vivia. Na época, nem eu sabia como eu vivia. Eu fazia bicos para todo lado, e jejuava. Meu blog ainda não era o Cafezinho, mas o Óleo do Diabo, que tinha também assinantes e alguns doadores eventuais. Lembro-me de que, perto de nos despedirmos, ela já se encaminhando à porta, eu lhe disse, num rasgo de orgulho viril, que tirava uns 2 ou 3 mil reais por mês do blog. Foi meio patético aquilo. Ela não me citou na matéria.)

Bem, voltando à matéria sobre a Petrobrás, é uma dessas reportagens que explicam porque a Piauí nunca será uma New Yorker: parece que todo empreendimento cultural no Brasil, se quiser conquistar as agências de publicidade e os leitores cult das grandes capitais, precisa posar de caderno B da imprensa tucana.

Falta originalidade e coragem.

Se a moda é bater na Petrobrás, a turminha toda vem dançar de mãos dadas.

A matéria de Pinheiro é um exemplo: uma denúncia de um negócio que não aconteceu.

Com tantos escândalos dando sopa por aí, a Piauí deu capa para uma matéria sobre o nada.

Em resumo, é o seguinte: uma empresa americana, chamada West Hawk Energy, sediada nos Estados Unidos, tentou vender à Petrobrás o direito de explorar gás na bacia de Piceance, noroeste dos EUA, em meio às Montanhas Rochosas. Só que a área pertencia mesmo à Encana Oil & Gas. A West Hawk, descreve a reportagem, tentou uma malandragem. A Petrobrás pagaria 273 milhões de dólares, dos quais a West Hawk repassaria menos de 50 milhões à Encana.

A matéria dá a entender que houve um ensaio de fraude contra os interesses da Petrobrás.

O negócio não foi para frente porque um dos advogados americanos contratados pela Petrobrás contou tudo a diretoria da estatal. E a operação foi cancelada.

Onde vejo problema na matéria?

Onde eu vejo contaminação política?

Em primeiro lugar, é meio forçação de barra dar capa de revista à uma denúncia de um negócio que não aconteceu. Além disso, há inúmeros elementos que a repórter não apurou.

O negócio seria revisado e analisado por outras instâncias, antes de ser aprovado? Provavelmente sim.

Uma empresa do porte da Petrobrás deve receber dezenas de propostas de negócio por semana, e suponho que nem todas sejam viáveis ou idôneas.

Mas o que estraga mesmo a reportagem, ou melhor, o que entrega o seu objetivo, que é apenas participar, à sua maneira, do bullying midiático que se tenta inflingir à estatal, é que a repórter, após ter feito a “denúncia” (ainda sem informar que o negócio não seria fechado), tenta inventar um “padrão”:

“O caso evoca um padrão, um modus operandi, uma similaridade inconteste com o ocorrido pouco tempo antes. Havia menos de dois anos, a Petrobrás finalizara a compra da refinaria de Pasadena, no Texas – uma operação na qual a estatal desembolsou 1,8 bilhão de dólares por uma sucata negociada um ano antes por 42 milhões de dólares. Um prejuízo de quase 700 milhões de dólares para a empresa. ”

Esse é o trecho onde a Piauí rasga a fantasia de revista cult e aparece a velha e caquética mídia de guerra.

O parágrafo é mentiroso do início ao fim.

Primeiramente, os exemplos não tem nenhuma “similaridade”, quanto mais “inconteste” (um adjetivo que, aqui, tem como única função reforçar a arrogância paulistona que é o estilo da revista).

Não evoca nenhum padrão, nem nenhum modus operandi.

Nem Petrobrás pagou 1,8 bilhão de dólares pela refinaria de Pasadena, nem a Astra pagou somente 42 milhões pela mesma refinaria um ano antes.

A refinaria de Pasadena não é uma “sucata”, como a ela se refere, raivosamente, a até então elegante Daniela Pinheiro. É uma refinaria moderna, que processa de 100 a 120 mil barris/dia, localizada no ponto mais estratégico dos EUA, no meio do corredor petrolífero de Houston, a apenas alguns quilômetros das novas e enormes jazidas de petróleo de xisto.

A Petrobrás pagou menos de 500 milhões para adquirir 100% da refinaria. O resto do dinheiro inclui os custos judiciais e as garantias bancárias pagos pela Petrobrás para ser a dona completa do negócio. No total, foram gastos 1,18 bilhão. Não 1,8 bilhão.

A história de que a Astra pagou somente 42 milhões por Pasadena é outra balela, uma mentira que a mídia martelou por meses a fio, e que uma repórter tão detalhista como Pinheiro deveria, no mínimo, questionar.

Afinal, na mesma época, qualquer refinaria do mesmo porte custava dez, vinte vezes, esse valor. Por que a Astra pagaria tão pouco?

Os 42 milhões pagos pela Astra foram apenas a conclusão final do processo de aquisição de Pasadena. A Astra vinha comprando de Pasadena há alguns anos, e a negociação se dava na compra dos estoques, nos empréstimos, nas garantias bancárias, pagos pela Astra para salvar Pasadena, que até então pertencia a um empresário em dificuldade financeira, cheio de dívidas tributárias e trabalhistas, e que provavelmente não queria revelar, nem ao Tio Sam nem aos trabalhadores para quem devia dinheiro, o valor real que obteria da venda de suas instalações. Nem ele nem a Astra, por razões tributárias similares.

Pinheiro vai além, e cita uma conta de padaria que a Morgan Stanley fez para estimar os desvios da Petrobrás, segundo a qual, estes poderiam chegar perto de R$ 21 bilhões.

É obviamente apenas um exercício estatístico da Stanley, sem nenhum valor contábil. O ministério público federal do Paraná, para efeito de comparação, estimou os desvios apurados na Lava Jato em torno de R$ 2 bilhões, e também ainda não provou nada.

A Morgan Stanley pegou a delação de Paulo Roberto Costa, que falou em comissões de até 3% nos negócios de fornecedores com a estatal, e calculou os prejuízos à Petrobrás de R$ 5 bilhões a R$ 21 bilhões. A mídia brasileira fixou-se, naturalmente, no número máximo. E Pinheiro o usa na matéria como se a Morgan Stanley tivesse feito uma detalhada “auditoria” dos negócios da estatal. Não fez. Era apenas um exercício, muito vagabundo por sinal, correspondente a um intervalo de tempo, por incrível que pareça, indeterminado (ou que pelo menos não é informado, nem pela Piauí, nem por fonte nenhuma).

Esses erros, leviandades típicas de uma Veja, envenenam toda a matéria de capa da Piauí, que emerge como uma versão cult da mesma imprensa mentirosa e histericamente partidária da qual – em nome da minha saúde mental – venho tentando fugir.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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33 comentários

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Hilson Mergulhão Breckenfeld Filho

09 de abril de 2015 às 13h53

desde 1955

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Nice Almeida

09 de abril de 2015 às 02h16

No único exemplar que eu li assim que ela foi lançada, já me dei conta ao que ela se prestaria. Hoje prefiro os blogues sujos e acompanhados de um bom Cafezinho, é claro!

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Queiroz

08 de abril de 2015 às 22h42

Questão de gosto. Vc pode ler a “Tribuna da Voz Operaria” assistir a TV Brasil…ou também ler o Granma, que alem de ser lido pode ser aproveitado como papel higiênico.
Ahhh sim eu sou um capitalista, direitista e de vez em quando perco meu tempo comentando os PILA

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    Miguel do Rosário

    08 de abril de 2015 às 22h47

    Pode ler a New Yorker, o The Guardian, o Len Monde, o New York Times, o Liberación, a Carta Capital, etc… De que buraco da guerra fria você saiu?

    Responder

Osvaldo

08 de abril de 2015 às 22h38

Dilma é 10

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    Vitor

    08 de abril de 2015 às 23h27

    Só se for de 0 a 100…
    Mas ainda assim o Aécio é 1 e a Marina uns 5, então não tem muito o que fazer…

    Responder

Eliane Campello

08 de abril de 2015 às 19h38

Miguel. Não perca seu tempo nem o de seus leitores com essas inutilidades.

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Guto Pires

08 de abril de 2015 às 22h16

mais uma vez, excelente, Miguel Do Rosario!

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Mazinho Moraes

08 de abril de 2015 às 21h39

mas no fim, vão apanhar…..

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marco

08 de abril de 2015 às 17h17

Pois senhor Miguel do Rosário,talentoso jornalista e sobrevivente dessa empreitada,eu simples cidadão Corretor de Imóveis,tendo alguns conhecidos que tem a mesma profissão,sempre que qualquer um deles chega perto de mim,eu grito.- Por favor,te afasta,não me EDITA , pelo amor que tens aos teus.Tenho medo do JORNALISMO DO JUDICIÁRIO E DA POLÍCIA.Acho-os muito semelhantes.Agora chegou a vez,do MP entrar nessa também,imprimir medos!

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Leleco

08 de abril de 2015 às 17h14

O Brasil deveria virar um ” centro de excelência ” internacional no que se refere a jornalismo , propaganda e mídia. Não deve existir em outro lugar do planeta país tão rico nestes assuntos . As malandragens , as manipulações , os interesses escusos , a picaretagem , a mentira , a criação de um simulacro da verdade , a tentativa permanente de pautar o país , a sabujice permanente , o eterno complexo de vira-latas e por aí vai… O ” como não fazer jornalismo ” terá um efeito contrário : Um país de pós-doctors em não acreditar em qualquer canalha que se intitule jornalista .E um tiro no pé do autofalante da casa-grande.

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Juba

08 de abril de 2015 às 16h28

Quiz dizer não irão dar tréguas.

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Juba

08 de abril de 2015 às 16h26

Eu acredito que a cada dia que passa a luta para a venda da PETROBRAS vai ficar mais árdua. Os brasileiros verdadeiros devem ficar atentos. A tucanalha e os reaças irão dar trégua, pois o dinheiro que vem do Norte é muito grande.

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josé eduardo franzon

08 de abril de 2015 às 16h23

QUANTOS BRASILEIROS COM UM COMPLEXO DE VIRALATAS EXORBITANTES!!!!!

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Henrique Dasilva

08 de abril de 2015 às 15h44

É a Globo fazendo escola. Até nos telejornais locais, sempre tem um jornalista de plantão na porta de uma unidade de saude publica, de uma escola etc., a finalidade sempre a mesma, bater no governo. Só que isso já está cansando ao telespectador!

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Sérgio Rodrigues

08 de abril de 2015 às 14h08

NÃO HOUVE DESVIO DA PETROBRAS……ERA PROPINA FORA DA SUA GORVENANÇA…CASO DE POLÍCIA MESMO!….

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Nadya Ramalho

08 de abril de 2015 às 16h42

É preciso ler!

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Wendell Félix

08 de abril de 2015 às 16h25

Muito bom Miguel. Aliás, como sempre.

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Eunice

08 de abril de 2015 às 12h11

Pago 500,00 a quem me revelar o real proprietário da Pasadena, em dificuldade financeira, e não pode ser revelado. Por que aquela conversa do embaixador no Brasil ajudando a fazer esse negócio? qual o interesse dele? Seria amigo do proprietário?

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    Vicente

    08 de abril de 2015 às 12h38

    O proprietário era a Crown Central Petroleum Corp. of Baltimore.

    Responder

Mauro

08 de abril de 2015 às 12h10

Miguel,

todas as matérias que eu acho interessantes eu copio o link e colo em arquivos meus do Word, pois não tenho boa memória.Cada arquivo tem um nome.
Esta, normalmente iria para a pasta sobre a Petrobrás, mas pelo conteúdo, vai para a pasta “jornalismo mau caráter”.
Não conhecia essa revista Piauí, mas já sei como qualificá-la.
Obrigado pelo seu serviço de utilidade pública.

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surreal

08 de abril de 2015 às 11h58

EXISTE UMA GUERRA COMERCIAL CONTRA O BRASIL, COM AJUDA DE POLÍTICOS TRAIDORES E ENTREGUISTAS, O BRASIL POSSUI MUITOS RECURSOS NATURAIS E ESTRATÉGICOS, COMO POR EX. ENORMES RESERVAS DE PETRÓLEO E ESSE MANIFESTO VEM SE REPETINDO A MAIS DE UM ANO:
O POVO QUER SABER… SE NÃO QUEREM OU NÃO PODEM CHEGAR NOS VERDADEIROS MAFIOSOS TUCANALHAS, CORRUPTOS SECULARES E NA MÍDIA MÁFIA ANTI-NACIONAL, VERDADEIROS LESA PÁTRIA, QUALQUER OPERAÇÃO DA PF MP E STF CONTRA A CORRUPÇÃO SERÁ APENAS OPERAÇÃO POLÍTICA COVARDE DESTRUIDORA DE NOSSO POVO, PORQUE DESSA FORMA A JUSTIÇA CONTINUARÁ SENDO UMA BALANÇA MUITO DESEQUILIBRADA. O POVO QUER SABER… E OS MAFIOSOS CORRUPTOS TUCANALHAS SOLTOS??? SOLTOS DE INÚMERAS CPIS. ATÉ QUANDO??? ATÉ QUANDO OS CORRUPTOS TUCANALHAS VÃO CONTINUAR SENDO BLINDADOS PELOS JUÍZES E MÍDIA CÚMPLICE MERCENÁRIA SONEGADORA DE IMPOSTOS??? O POVO QUER SABER. ATÉ QUANDO??? OU ATÉ QUANTO??? OU MUITAS EMPRESAS, POLÍTICOS, O POVO BRASILEIRO E A DEMOCRACIA VÃO PAGAR AS PENAS, MENOS O LÍDER DAS CORRUPÇÕES: O PSDB E SEUS PROTEGIDOS? E ATÉ QUANDO A MÍDIA CRIADORA DE CAOS E SONEGADORA VAI TRAIR O BRASIL E CONTINUAR IMPUNE???
http://caixadoistucanodefurnas.blogspot.com.br/
http://www.juniorpentecoste.com.br/2014/07/quem-e-o-lider-da-corrupcao.html

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    enganado

    08 de abril de 2015 às 14h42

    Caro surreal

    Qdo se fala em lesa Pátria e se aponta o dedo para qq político de Direita, “Não aparece nenhum Vagabundo da Direita para contestar o texto”, então isto se torna verdade. Perguntem ao çERRA qto vai levar ($$$$$) para entregarem o Pré-sal a CHEVRON? Essa malandrinha Daniela já deve ter recebido algum $$$$ para degradar a PETROBRAS e não te enganes que os patrões são qq um desses: Irmãos Koch/AIPAC/HASBARA/NSA/CIA/MOSSAD/George Soros/ … e pare por aí, porque os 2 trilhões de dólares=valor do Pré-sal não é brincadeira para muita gente. Esses pilantras da Direita do BRASIL não passam de batedores de carteiras=fichinhas de merda dos cassinos de Las Vegas para os Anglo-Sionistas, ou seja, qualquer 10 milhões de dólares já satisfaz a esses otários. Ex: Aloysio Nunes TREZENTINHA, chaga ou quer mais. Ah não se esqueça que os Irmãos Koch/AIPAC/HASBARA/NSA/CIA/MOSSAD/George Soros/ … já instruíram a Direita para comprarem o Judiciário do BRASIL de ponta a ponta, tipo Máfia dos EUA fazem, para darem legalidade a ROUBALHEIRA do PSDB/DEM/ … . Os EUA adoram um “julgamento” como isto fosse a coisa mais honesta já vista. JESUS é que o diga; foi julgado pelos próprios patrícios que ainda tentam até hoje culpar os romanos, pela Santa Cruz. Vamos ao oposto: “Trocaram 7 vezes o juiz que iria julgar o Saddam, até encontrar um que o condenasse a forca. Então caro, qdo PSDB assumir o governo vamos todos cantar de coração os Hinos dos EUA e de iSSraHell, e até o pilantra do ojênio BostachatÔ vai achar tudo Normal como sempre!

    Responder

E Mendes Onça

08 de abril de 2015 às 11h28

Com preguiça de voltar ao topo da página.
Certamente a matéria caberia justa “como boca de bode e certa como pau de cambiteiro” na outra revista da marginal, ou marginal, tambem associada a Naspers (financiadora do apatheid sul africano). Até detalhes descritos são a cara escarrada dessa revista asquerosa.

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Luciano Machado

08 de abril de 2015 às 11h25

A munição da Globo acabou. A ações da Petrobras disparam na bolsa.

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Jackson David Boldrini

08 de abril de 2015 às 14h24

Mariano Sánchez, você que assina a Piauí, leia esta matéria.

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Monica Ferrero

08 de abril de 2015 às 14h22

Fica difícil achar uma revista de análise. Assinava anos atrás a Caros Amigos, que larguei por ficar chata. Leio a Piauí, ainda q com ressalvas. Aceito sugestões

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    O Cafezinho

    08 de abril de 2015 às 14h41

    Minha sugestão é você ler o que lhe der prazer, sem muito patrulhamento, mas ficar sempre mais atenta e mais crítica quando o texto enveredar, mesmo que sutilmente, para a política.

    Responder

Carlos Lima

08 de abril de 2015 às 11h21

Caro Miguel

Compreendo você perfeitamente.
Mantive por uns dois anos uma boa quantidade de exemplares de assinante Piauí. Há bem pouco tempo tive uma grande satisfação em rasgá-las todas, e num saco bem cheio encaminhá-las para reciclagem.

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José Mário Gonçalves

08 de abril de 2015 às 14h13

Até meados de 2013 eu era leitor da dita revista. Mas me desencantei pelas mesmíssimas razões que você apresenta no texto.

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Carlos Henrique Bastos

08 de abril de 2015 às 14h03

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Carlos Henrique Bastos

08 de abril de 2015 às 14h03

Responder

Carlos Henrique Bastos

08 de abril de 2015 às 14h02

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