Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Brasília - Novos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Valdir Simão, falam à imprensa, no Palácio do Planalto (Wilson Dias/Agência Brasil)

A virada de Dilma

Por Redação

20 de dezembro de 2015 : 21h08

Para o professor da FGV e da PUC/SP, Francisco Fonseca, os acontecimentos da última semana deram nova musculatura ao governo da presidente Dilma Rousseff, o que poderá levar a uma virada de página das atuais crises política e econômica; entram aí, a decisão do STF que barrou o rito do impeachment, a fragmentação do PMDB, o esgotamento da mídia, a mobilização social e a saída de Joaquim Levy do Ministério da Fazenda, são alguns do fatores que contribuem para a a virada prevista.

***

A Virada de Dilma

por Francisco Fonseca, na Carta Maior

Embora a conjuntura política brasileira permaneça extremamente fluida desde o início do ano, com lances e contralances diversos em distintas direções, os acontecimentos da última semana aparentemente são promissores ao Governo Dilma, uma vez que ganhou musculatura para virar a página das crises intermináveis que estamos vivenciando dramaticamente.

Mesmo correndo-se o risco de a análise abaixo ser abalroada pela multiplicidade de atores, pontos de veto e novos lances, o fato é que está se delineando um novo quadro político no país, uma espécie de “luz ao final do túnel” como há muito não se via.

O conjunto de fatos – conjugados – a seguir apontam nessa direção, embora não sem contradições:

1) Do ponto de vista institucional: a decisão do STF de revogar essencialmente as deliberações dos golpistas no Congresso, lideradas por Eduardo Cunha, com toda sorte de manobras, atentados ao regimento e sobretudo à Constituição traz, sem dúvida, alento para se barrar o “golpe parlamentar” em andamento desde a divulgação do resultado eleitoral que proclamou Dilma presidente da República. Embora algumas decisões do STF, caso do modus operandi de todo e qualquer processo de impeachment, sejam questionáveis, notadamente quanto ao quórum da Câmara e do Senado à admissibilidade e julgamento do chefe do Executivo, assim como o fato de manter na presidência da Câmara um parlamentar (Cunha) cujas provas materiais – apontadas o procurador-geral Rodrigo Janot – são inquestionáveis a ponto de intitulá-lo como “chefe de quadrilha”: apesar dessas, e outras contradições, o fato é que a manobra golpista de Cunha, Temer e parte do PMDB, do PSDB/DEM e outros, foi derrotada nesse momento. Não bastasse isso, espera-se que as Operações Lava Jato e Zelotes, entre outras, em algum momento cheguem ao PSDB/DEM/Mídia, uma vez que profundamente enlameados, em distintas situações, com mecanismos ilegais, conforme diversas evidências vêm apontando, embora sem ações institucionais efetivas até o momento.

2) Do ponto de vista das forças políticas partidárias, a clareza do golpismo de Temer, que borrou sua história de maneira inexorável, condenando-o definitivamente ao esquecimento; a agonia de Cunha, cujo processo de cassação de seu mandato finalmente avançou no Conselho de Ética, e cuja perda do mandato e quiçá prisão está por poucos meses (embora sua liberdade e poder no Parlamento jamais possam ser desconsiderados); a potencial fragilização de Renan, em razão da quebra do sigilo fiscal e bancário pelo STF, cujas consequências políticas ainda são desconhecidas; e a obtusa atuação do PSDB, do DEM, e de figuras patéticas como Paulinho da Força e tantos outros cuja estatura política nunca houve ou vem derretendo inexoravelmente. Todos esses aspectos são de extrema importância no sentido de compreender que o golpismo parlamentar não tem votos suficientes para o impeachment – o que não significa que não poderá ter –, assim como ancora-se na representação minoritária, expressa nas ruas, dos grupos conservadores e reacionários. Deve-se ressaltar que tal pensamento é, em termos de organização política, minoritário no país, mas que fora amplificado pelo golpismo midiático.

3) Do ponto de vista dos aparelhos ideológicos midiáticos, há claro esgotamento das pautas e do modus operandi dos grandes jornais, revistas e mesmo das emissoras de canal aberto, que perdem audiência a olhos nus. O mau caratismo golpista explícito tem como síntese a tentativa obtusa de colar a imagem do empresário Bumlai como “amigo de Lula”. Em outras palavras, se não se consegue incriminar o ex-presidente, tenta-se fazê-lo por pessoas próximas ou supostamente próximas: o “filho de Lula”, a “neta de Lula” e, agora, o “amigo de Lula”. Aparentemente essa estratégia está chegando ao seu limite, embora um sem-número de “inocentes úteis”, mesmo que decrescentes, acreditem piamente na grande mídia. Deve-se lembra que alguns de seus títulos, notadamente o principal deles em termos de panfleto político, a “revista” Veja, é pré-falimentar.

4) Do ponto de vista social, fundamentalmente a mobilização de diversos segmentos importantes da sociedade brasileira politicamente organizada, tais como juristas, professores, sindicatos, entidades de classes e outras, mas sobretudo as manifestações populares, é crucial na atual conjuntura. Nesse sentido, não apenas o maior número de manifestantes pró-legalidade – cujos atos ocorreram no dia 16/12 –, mas sua representatividade e diversidade, demonstraram a força da sociedade brasileira cuja democracia política e social são valores essenciais. Não bastasse isso, as manifestações dos grupos de classe média tradicional – a chamada “classe média burguesa” – vêm diminuindo de maneira vigorosa, no limiar da desidratação, como pode ser observado no ato do dia 13/12, data funesta à democracia brasileira por coincidir com o famigerado AI-5. A simbologia desta data não poderia ser mais significativa, mas fundamentalmente demonstra o “tiro curto” de lideranças de movimentos como MBL, Vem Pra Rua e outros, cada vez mais reduzidos à insignificância política da qual são portadores, pois, além do mais, tinham em Cunha (!) seu esteio anticorrupção! A ascensão de movimentos partidários, sociais e populares, legalistas e de esquerda, que passaram a superar suas divergências em nome da manutenção do mandato legal de Dilma, e compreenderam que muito além do impeachment da presidente o que está em jogo é a democracia política – o que inclui direitos civis –, social e trabalhista, e a própria agenda de esquerda no país: tal ascensão torna-se sustentáculo da democracia e, nesse momento, do mandato de Dilma.

5) Por fim, do ponto de vista econômico a celebrada saída do ministro Levy e sua substituição pelo então ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, aponta finalmente para a virada macroeconômica, isto é, mesmo que paulatina, a mudança de rumo quanto ao desenvolvimento do país poderá finalmente se fazer, suplantando parcialmente o rentismo em prol dos mais pobres e dos que vivem do trabalho.

É claro que não se pode desprezar a “República de Curitiba” do juiz Moro, com suas infindáveis “delações” premiadas seletivas, igualmente vazadas de forma seletiva pela mídia golpista, assim como surpresas antigovernistas da Procuradoria Geral da República (Janot) e do próprio STF, TSE e TCU, entre outros. Da mesma forma, a unidade em torno do golpe do PSDB e da Fiesp. Também o PIG, embora já se saiba como se dá sua atuação, sempre poderá, em parceria escusa com membros de instituições judiciárias, produzir novas “bombas” acusatórias e persecutórias que, embora destituídas de comprovação, dominam o “noticiário” político: eufemismo e nome fantasia de manipulação grosseira e grotesca.

Contudo, como procurou-se argumentar, o conjunto de fatores conjugados – reitere-se –, e, no interior deles, a mobilização social de legalistas, democratas e da esquerda, é aspecto-chave, e que precisa perdurar, para a derrubada do golpe, reordenação das forças políticas e nova política macroeconômica de desenvolvimento, derrubando-se consequentemente a “agenda retrógrada” que prospera no Congresso. A partir daí um outro governo Dilma pode emergir, virando paulatinamente à esquerda, o que implica enfrentar os grandes poderes, radicalizar a democracia e sustentar/ampliar direitos políticos, civis, sociais e trabalhistas.

Não se trata de otimismo, e sim de tentativa de compreensão da realidade por meio de fenômenos que se articulam. Afinal, como nos ensinou Maquiavel, para “mudar a realidade deve-se compreendê-la realisticamente e agir igualmente de forma realista”! Isso não significa excesso de pragmatismo, tal como desenvolvido desde o Governo Lula, e sim compreensão da realidade para alterá-la, o que implica colocar os sonhos, transformados em projetos políticos, em ação! Para tanto, novas correlações de força hão de se desenvolver, notadamente as que têm como base os pobres e os trabalhadores, tal como demonstrado pelas manifestações do dia 16/12.

Francisco Fonseca é professor da FGV/Eaesp e PUC/SP

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38 comentários

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Marcos Malachias Barbosa

22 de dezembro de 2015 às 13h28

Com esses dois + a presidanta o país vai afundar mais ainda no atoleiro do desmando e da incompetência.

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Eduardo Benzatti

21 de dezembro de 2015 às 15h49

Não Vai Ter Golpe! Continuaremos defendendo a Democracia! Os Golpistas perderam nas urnas e continuarão perdendo nas ruas! Q venha 2016!

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Eduardo Dudu Oliveira

21 de dezembro de 2015 às 15h00

Vai virar pó! Safada, creatina, bandida!!!!!

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Cacilda Galiotto

21 de dezembro de 2015 às 12h47

Dilma não soube escolher, sempre foi mal assessorada!

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Batista Barros

21 de dezembro de 2015 às 13h01

EX Governador de Minas, Azeredo, PSDB, continua atuando na CEMIG, recebendo 25 mil mensais.

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Augustinho Conradi Augusto

21 de dezembro de 2015 às 10h39

Agora Dilma Rousseff esta mais solta para governar.sem aquela cachorada querendo casá. DILMA vai mostrar que é capaz sim de levantar este país, que muitos tenta derubar.

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Maurilio Francisco de Assis

21 de dezembro de 2015 às 09h53

E COM FORÇA DOS TRABALHADORES NAS RUAS AJUDA MUDAR CONJUNTURA .

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Almeida Crediario

21 de dezembro de 2015 às 09h05

e o roubo continua, aroxa petralhas quadrilha desgraçada

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Luis Carlos Ribeiro De Vasco Vasconcelos

21 de dezembro de 2015 às 05h38

sim, mais pra onde ela tá virada!

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Replicante Seletivo

21 de dezembro de 2015 às 03h30

Uma visão bastante otimista deste momento propício para o Brasil sair do atoleiro. Uma oposição golpista, apoiada em forças jurídico-midiáticas, nos afundou neste lamaçal e está comprometida com o que há de pior na história do país. Mas, devido à abrangência deste universo golpista, com características entreguistas de âmbito internacional, recomenda-se manter a atenção e a mobilização, para evitar o acirramento da política de ódio que tentam implantar e para barrar os novos reveses, que a lentidão e a vacilação do atual governo possam produzir.

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Marlene Lopes

21 de dezembro de 2015 às 02h37

A única coisa que a Dilma vai virar é a esquina do planalto e sumir.vergonha primeira mulher na presidência e faz uma lambança dessa.fala sério em.

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Ligia Cavalcanti

21 de dezembro de 2015 às 01h15

O bem sempre vence o mal.

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Lucas Oliva de Sousa

21 de dezembro de 2015 às 01h12

Almiro Oliva Robson Souza Souza Rafael Oliva Roque Sousa

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    Almiro Oliva

    22 de dezembro de 2015 às 00h06

    Virou tarde. Perdeu um ano tentando agradar o deus mercado passando um estelionato aos seus eleitores.

    Responder

Ivo Vanda Reis

21 de dezembro de 2015 às 01h03

A virada de Dilma..,, antes eram dois cabeludos. Agora um cabeludo e um careca… Vc já sabe onde isso vai dar não e ?????

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    Olindina Freire

    21 de dezembro de 2015 às 11h17

    Sei. NADA !O QUE ISSO TEM A VER ??

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    Ivo Vanda Reis

    21 de dezembro de 2015 às 11h23

    Que um careca, sem cabelo, o outro cabeludo , com cabelo. Ah, a economia vai apodrecer já já . Estamos de volta ao FMI, que, aliás , não tem problema algum. O FMI existe pra emprestar dinheiro a países que não tem. Só isso. Drama nenhum .

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Darcio Antonio

21 de dezembro de 2015 às 00h48

juntando todas essas boas notícias daqui uns 600 anos deslancharemos para a civilização

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Toinha Rodrigues

21 de dezembro de 2015 às 00h37

Levy saiu era aliado de Cunha e Temer. Agora a economia va alavancar.

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    Enzo

    21 de dezembro de 2015 às 09h18

    Vai alavancar? Só se for alavancar para o mais profundo poço existente. Se antigamente ja estava ruim com um Ministro da Fazenda que obrigava um governo a economizar para evitar de jogar as despesas nas costa do povo (acho que por isso que o PT não gostava dele), imagine com um Ministro que deixa tudo correr as soltas por ser aliado do governo. E isso eu não estou tirando de trás da orelha, essa é a opinião de muitos economistas pelo Brasil, e um dos questionamentos levantados até no Jornal da Globo no dia em que foi feita a troca de ministros. E lembre-se o fato de ele ser aliado a Cunha e a Temer não muda muita coisa, Renan Calheiros é do PMDB e tem a ficha mais suja que Cunha (sem querer defender o Cunha), em 2007 foi forçado a deixar a presidência do Senado por estar envolvido com diversos escândalos de corrupção. Se o problema de Cunha é o fato dele ser corrupto, porque vocês não encaram a realidade de Renan Calheiros ser corrupto em um nível até pior que o do Cunha?

    Responder

    Reginaldo Ferlim

    21 de dezembro de 2015 às 17h38

    kkkkkk isso mesmo, tem razão kkkk

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Kleber Silva

21 de dezembro de 2015 às 00h33

#NãoVaiTerGolpe #DilmaFica #ForaCunha #EsseImpeachmentÉGolpe

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Vicente

20 de dezembro de 2015 às 22h23

Enquanto a entreguista globo faz editorial contra o Pré-sal, acabo de ler na “bolivariana” BBC:
“O interesse americano no potencial energético do Brasil, elevado com as recentes descobertas de petróleo na camada do pré-sal, deve ser um dos temas na agenda de Obama e Dilma.”

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Mauricio Gomes

20 de dezembro de 2015 às 22h22

Tem coxinha surtando aqui pelo golpe ter “faiado”. Acusam a mídia de ser pró-governo, uma maluquice que só cabe a cabeça oca de pessoas que dão atenção a tipos como Olavo de Carvalho, Veja, Lobão e outros lixos. Quase dá pena dessa escumalha fascista e golpista….

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Sérgio Gomes

21 de dezembro de 2015 às 00h14

João Aurélio Da Costa

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Sérgio Gomes

21 de dezembro de 2015 às 00h13

Aurélio Damião

Responder

Sérgio Gomes

21 de dezembro de 2015 às 00h13

Geovane Silva

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Alexandre Monteiro

21 de dezembro de 2015 às 00h05

Em uma semana o evangélico ladrão, amargou 5 derrotas.

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Maria Helena Araujo Silva

21 de dezembro de 2015 às 00h01

Dilma Rousseff de mãos dadas com o investigado Renan Calheiros dá sempre a impressão de uma senhora brincando no barro depois do banho. Michel Temer com o denunciado Eduardo Cunha a tiracolo transmite a imagem de um senhor que apertou o cinto por baixo do cós das calças, podendo perdê-las a qualquer momento. Uma oposição que passa meses negociando com o sujo a deposição da mal lavada revela um comportamento de alto risco, com clara tendência para a autodesmoralização. E a plateia, submetida a um simulacro de democracia, boceja. Em vez de passeatas, faz a sesta depois da macarronada de domingo. Sob protesto.

É contra esse pano de fundo que vêm à luz os dados da mais recente pesquisa Datafolha. Depois de atingir o ápice da impopularidade em agosto, com 71% de desaprovação, Dilma saboreia uma ligeira melhora na sua imagem. Continua no pântano, mas já consegue colocar o nariz para fora. Seu desempenho é considerado ruim ou péssimo por 65% dos brasileiros. A maioria (60%) ainda torce pela abertura de um processo de impeachment. Mas um percentual quase idêntico de brasileiros (58%) acha que o vice-presidente Michel Temer faria um governo igual ou pior do que o de Dilma.

O Congresso sairá em recesso —bocejo— ou os congressistas cancelarão suas férias? Alguém se importa? Haverá maioria para aprovar o impechment —bocejo—ou a presidente salvará o pescoço da guilhotina? O pior de viver numa democracia nivelada pela indecência é que o suspense perde a graça. E as pessoas perdem o interesse. Potencializa-se o efeito “farinha do mesmo saco”. Os políticos passam a ser vistos todos como se fossem uns a cara esculpida e escarrada dos outros. Importam-se apenas com os próprios interesses. E roubam, roubam.

A velha tese do Churchill segundo a qual a democracia é o pior regime imaginável com exceção de todos os outros, acabará ganhando uma versão brasileira: até um arremedo de democracia é preferível a todas as alternativas de ilicitocracia que costumam vigorar no Brasil. A política nacional parece empenhada em testar até onde pode ir no seu desprezo pela opinião pública. Aos poucos, o Brasil vai se tornando um país muito distante, uma democracia lá longe. Tratado como cão, o povo já não abana o rabo. Mas não sabe a quem deve morder primeiro. Na dúvida, boceja.

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Pancho Flessak 14 horas atrás
Alegro-me em poder desapontar a súcia militante e ParasiTária da tragédia petista, mas essa bolha de otimismo oficial, se é que de fato ela existe, nada mais é do que o resultado da pregação oficiosa dos noticiários da televisão aberta, turbinados a bilhões do dinheiro do contribuinte jogados fora em propaganda mentirosa e enganosa, que apenas iludem o rúmen da escumalha desinformada, mal escolarizada e de olhos permanentes em benesses custeadas com o suor de quem trabalha e produz. Essa bolha de falso otimismo que o Datafolha detectou, para mim, não passa de pum de sapo no fundo da lagoa…
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souluzotupinegão 1 hora atrás
O engraçado é Renan o probo, a partir de agora ser o bem amado do petismo. Que coisa!!!
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TRAlDORES DO BRASIL 1 hora atrás
1,6 bilhão de vezes impeachment Brasil 20.12.15 15:22 Enquanto parte da oposição tenta mais uma vez escapar do compromisso com o impeachment de Dilma, a plataforma QSocialNow mediu que o termo nunca esteve tão forte na internet. Segundo O Globo, apenas no Twitter, entre 11 e 17 de dezembro, a palavra “impeachment” foi lida 1,6 bilhão de vezes. O Google Trends observou fenômeno parecido, conforme gráfico abaixo:
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TRAlDORES DO BRASIL 1 hora atrás
O mesmo Datafolha Brasil 19.12.15 18:58 O mesmo Datafolha que jura ter contado 55 mil pessoas na marcha da mortadela em defesa de Dilma diz agora que a avaliação da presidente melhorou. Com se essa presidente não tivesse perdido seu principal ministro no meio da semana, como se essa presidente não tivesse rebaixado a economia brasileira a lixo, como se a presid

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    Edi Passos

    20 de dezembro de 2015 às 23h19

    Chora que o choro é livre troll tucano. Chora que a hora dos teus donos vai chegar!

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Gf Andrezão

20 de dezembro de 2015 às 23h54

Ja vai tarde…!!

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Zanália Das Graças Carneiro

20 de dezembro de 2015 às 23h47

Esperando aqui a Pátria Educadora.

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Francisco De Assis Assis Kelly

20 de dezembro de 2015 às 23h44

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    Augustinho Conradi Augusto

    21 de dezembro de 2015 às 12h48

    Esses canalha para estarem no poder fazem qualquer coisa,até acabar com o país,porque não são eles que vão sofrer as consequências. São os mais humildes que sempre paga a conta.ainda temos que sustentar esses canalhas coruptos.

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