Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Notas anti-apocalípticas: Safra 2015/2016 atingirá 210,5 milhões de toneladas de grãos

Por Redação

13 de janeiro de 2016 : 11h08

Alcançando um recorde histórico, o Brasil vai colher 210,5 milhões de toneladas de grãos na safra 2015/2016, apontam os mais recentes estudos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa 1,4% a mais do que a safra anterior, com aumento de 2,8 milhões de toneladas. A estimativa atualizada foi divulgada nesta terça-feira (12) e está presente no 4º levantamento da safra 2015/2016 da Conab, disponível para consulta na internet. Com a presidenta Dilma, o Brasil alcançou a sua primeira safra com mais de 200 milhões de toneladas, com 208,5 milhões na colheita de 2014/2015, e agora supera esse número.

A soja é o principal destaque, com crescimento de 6,1% na produção total, passando de 96,2 para 102,1 milhões de toneladas. Segundo a Conab, a alta foi impulsionada pelos preços no mercado mundial. O maior produtor da oleaginosa é o Estado de Mato Grosso, com 28,3 milhões de toneladas, o que representa cerca de 28% da safra nacional. Em segundo lugar, fica o Paraná, com 18,5 milhões de toneladas.

A primeira safra de milho, entretanto, apresenta uma redução de 7,7% na produção, passando de 30,1 para 27,8 milhões de toneladas. Na coleta de dados para a realização do levantamento, a Conab apurou que os produtores têm preferido utilizar a terra para plantar soja. Com isso, após a colheita da soja, deverão apostar na segunda safra de milho.

A estimativa de área plantada no Brasil totaliza 58,5 milhões de hectares, com aumento de 0,9% sobre a safra passada, que foi de 57,9 milhões de hectares. Esse fator deve-se unicamente ao crescimento de 3,5% (1,1 milhão ha) da área de soja. Sozinha, a cultura da soja é responsável por mais de 56% da área cultivada do País. As outras culturas apresentaram decréscimo na área de plantio, com exceção da mamona, que teve um crescimento significativo de 56,4%, passando de 82,1 mil para 128,4 mil hectares.

Neste levantamento foram contempladas as culturas de algodão, amendoim primeira safra, arroz, feijão primeira safra, milho primeira safra e soja. Essas culturas se encontram nas fases de conclusão do plantio em algumas regiões, (soja no “Matopiba”, que compreende áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) ao início de colheita (feijão primeira safra na Região Sul). Ao total da área estimada somam-se às culturas citadas acima, as de segunda safra (amendoim, feijão, girassol, mamona, milho e sorgo), terceira safra (feijão) e as de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale).

Os dados necessários para a preparação do 4º levantamento da safra 2015/2016 foram coletados entre os dias 13 e 19 de dezembro. Durante o estudo, foram levantadas informações sobre área plantada, produção, produtividade, evolução do desenvolvimento das culturas, pacote tecnológico utilizado pelos produtores, entre outros fatores.

O trabalho é fruto de parceria da Conab com agrônomos, técnicos do IBGE, cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados), agentes financeiros e revendedores de insumos, que subsidiam os técnicos da estatal com informações pertinentes aos levantamentos.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Conab

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90 comentários

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MANU

15 de janeiro de 2016 às 14h03

Tem um erro no gráfico na safra 210 milhões onde se le 2015 /2014 não seria 2015/2016

Responder

Marcos Santos

15 de janeiro de 2016 às 02h11

Está tudo muito bom.

Responder

Marcos Santos

15 de janeiro de 2016 às 02h11

Está tudo muito bom.

Responder

Gustavo Almeida

14 de janeiro de 2016 às 18h54

Bancada ruralista agradece e aplaude o post.

Quando a esquerda vai perceber que Lula/Dilma abraçada ao agronegócio, dando Ministério à Kátia Abreu (genocida de indígenas), comemorando monocultura de soja, é constrangedor?

Governismo tem limite. Vocês jogam lama na esquerda. Se este post estivesse na página do Ronaldo Caiado daria no mesmo. Vergonha alheia.

Responder

Gabriel Florentino Gonçalves

14 de janeiro de 2016 às 12h32

só podemos dizer que isso é graças as pesquisas com GMO, como a cana de açucar, lavouras com canas de 6 metros de altura e duas colheiras por safra… de que adianta isso, se o preço é a nossa saúde? Façam as contas com o milho, a soja… toda a produção desse lixo de governo se deve ao uso dos transgênicos e pesticidas… VÃO SE FODER

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Mairton Lima

14 de janeiro de 2016 às 11h12

Com o dólar a R$ 4 reais quase toda essa produção, que não gera muito emprego, vai para fora do país, a saca do milho está a R$ 43 reais, e os nossos pecuaristas terão de importar milho e ração, deixando o preço do frango e da carne mais caros para o brasileiro. Enquanto que a produção industrial, que gera melhores empregos e renda, cai em 9 das 14 regiões avaliadas, em todo país recuou 2,4%.

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Rogério Marroni

14 de janeiro de 2016 às 02h54

Grande merda. A maior parte disso se deve aos transgênicos e ao desmatamento. Orgulho besta.

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Silas Batista

14 de janeiro de 2016 às 01h52

Mesmo sem investimento do governo e com um monte de ambientalistas querendo menos áreas produtivas. O capitalismo do campo é “pica”;

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Esdras Oliveira

14 de janeiro de 2016 às 00h52

mais isto não é feito da noite p/ o dia

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Antonio Carlos Moraes

13 de janeiro de 2016 às 23h52

produzimos muito, porém quem faz o preço e o mercado internacional, já o que compramos deles é muito mais valorizado.

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Célia Nadir Anselmi

13 de janeiro de 2016 às 21h43

O sr. deveria pelo menos escrever coisas com sentido, já que é o povo que paga esse site. A Safra ter ido boa não é mérito do governo seu babaca!

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Carlos Biscuola de Souza

13 de janeiro de 2016 às 21h28

Como? Se a seca de 2015 só aumentou a perda nos campos do Brasil inteiro, principalmente no centro oeste.

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Mauricio Bernardi

13 de janeiro de 2016 às 21h23

Só as cassandras não notaram.

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Rafael Martins Gomes

13 de janeiro de 2016 às 21h18

Miopia econômica sem limites

Responder

Carlos A Scorpião

13 de janeiro de 2016 às 20h17

As leis que regem os preços no Brasil, acredito que já sabemos de cor, além daquela geral Oferta x Procura(demanda), tem a extorsão comercial que muitos praticam, aumenta-se de acordo com inspiração gatuna, já que não existe política de tabelamento de preços, é livre até demais, mas a culpa da alta safra, que o governo investiu meu dinheiro, e o que mais fizerem, para os desgostosos e os amantes da quadrilha do PSDB, que só afanou e vendeu patrimônio, e enfiou o dinheiro a la clíster, sempre será do PT! Socorro!!!!

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Victor Zamberlan

13 de janeiro de 2016 às 20h05

Felipe Rodrigues recorde histórico para o Brasil. E a mídia se cala

Responder

Beto Queiroz

13 de janeiro de 2016 às 19h52

Abarrotando os bolsos dos usurpadores das terras de todos nós, daqueles que financiam Cunhas e a lais da bancada ruralista.

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Benito Quintanilha

13 de janeiro de 2016 às 19h20

O que adianta a safra bater recordes e mais recordes? 60% vai ser exportada, ainda mais com nossa moeda valendo nada e o dólar valendo tudo. Os maiores compradores de soja e grãos, China e EUA, devem comprar muito mais, porém muito mais para fazer estoque e segurar,dentro do possível, os valores das sacas. Agora eu pergunto ao “O Cafezinho”: Se nos tornamos essa “uva” toda, como diz vocês, porque que o quilo do arroz, feijão, milho e farinha aumentaram mais que 35%, tirando a média de todos os grãos, em apenas 12 meses?

Responder

Andersommarquiori Ferreira

13 de janeiro de 2016 às 18h59

Com certeza para o povo não é, so depois que ir para fora e voltar quase vencido

Responder

Joaquim Couves

13 de janeiro de 2016 às 18h49

E o pequeno e medio produtor sendo deslocado… O crescimento por si so’ nao indica enriquecimento

Responder

Fabio Franco

13 de janeiro de 2016 às 18h46

VIVA KÁTIA ABREU E SUA TURMA…!!!!

Responder

Daniel Givi Bedoni

13 de janeiro de 2016 às 18h36

Luis Aurelio Montechieze, Mateus Ponsoni, Felipe Micoanski

Responder

    Mateus Ponsoni

    13 de janeiro de 2016 às 20h48

    vai me dizer que o aumento na produção de grãos foi graças a medidas do governo? kk..

    Responder

    Daniel Givi Bedoni

    14 de janeiro de 2016 às 11h09

    Mateus Ponsoni Em partes sim… foi no governo Lula que abriram-se as maiores linhas de crédito da nossa história… conseguir empréstimo durante o governo de fhc era virtualmente impossível…

    Responder

José De Alcebiades Cavalcanti

13 de janeiro de 2016 às 18h12

…É a crise…

Responder

Maricila Brito Gomes

13 de janeiro de 2016 às 18h09

Graça Brito

Responder

Barbara Fonseca

13 de janeiro de 2016 às 17h07

noticia boa pro agronegocio nao é boa pra mim nao, cafezinho.

Responder

walker botelho

13 de janeiro de 2016 às 14h46

Safra bate recorde no governo Dilma, ótimo.
Petrobras bate recorde NEGATIVO no governo Dilma.
o valor da Gasolina bate recorde no governo Dilma.
Bolsa de Valores bate recorde negativo no governo Dilma.
Inflação bate recorde, desde 2002, no governo Dilma.
Indústria bate recorde negativo no governo Dilma.
Dólar bate recorde no governo Dilma.
Dívida Pública bate recorde no Governo Dilma.
Esses dados, apenas alguns, não tem nada a ver com a mídia, nem com a Globo, nem com a Veja. Isso são fatos reais. Obrigado Governo Dilma.

Responder

Fábio Mollik

13 de janeiro de 2016 às 16h29

E nao vejo merito!!!
Desmatam pois nao temos fiscalizacao e depois exportam!!!
Que tem o governo mesmo heim?

Responder

Fábio Mollik

13 de janeiro de 2016 às 16h28

Com esse dólar é uma maravilha!!!!

Responder

Fábio Mollik

13 de janeiro de 2016 às 16h27

Responder

Sérgio Mg

13 de janeiro de 2016 às 16h18

Pergunta aos “dus conta” ,”oposiCHÃO” , analfabetos políticos e mídias vira-latas politiqueiras : Entenderam ou é preciso desenhar mais???

Responder

Fabio J Trindade

13 de janeiro de 2016 às 15h58

DILMA JÁ PEGOU UMA ECONOMIA ENORME, UMA RENDA PER CAPITA MAIS ALTA, POR ISSO A DIFICULDADE DE AUMENTAR AINDA MAIS. COM OS RECURSOS NATURAIS E O POTENCIAL HIDRELÉTRICO JÁ NOS SEUS LIMITES, TEVE QUE FAZER O MAIOR PROGRAMA DE OBRAS DE TODOS OS TEMPOS PARA QUE A ECONOMIA PUDESSE CRESCER…

Responder

Epaminondas Santos

13 de janeiro de 2016 às 15h54

Texto errado 2015/2016 corrigir!!!…

Responder

Mauro Borghi

13 de janeiro de 2016 às 15h41

E tem “jornalistas” que falam…( apesar da crise )

Responder

Jader Kleyber Telesforo

13 de janeiro de 2016 às 15h40

Olha aí bando de babaca

Responder

Fabio Monteiro

13 de janeiro de 2016 às 15h28

quem vê pensa que o governo Dilma foi melhor do que o primeiro mandato de FHC ou LULA né?
meu DEUS.

Responder

    Alexandre Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 15h39

    Lula está entre os três melhores presidentes, eleitos através do voto direto que o país já teve. Getúlio, Juscelino e Lula. E sim, os números macroeconômicos da Dilma, são melhores que do FHC, todos os índices.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 15h40

    Alexandre Monteiro discordo. você pegar o cenário da inflação eu não concordo.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 15h41

    Alexandre Monteiro até porque controlar a hiper inflação não foi mérito do Lula.. o mérito que o Lula teve foi colocar o Palocci como ministro e esse cidadão adotou política liberal para o mercado, tanto é que a inflação e o receio do mercado acabou logo em 2003…

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 15h43

    Alexandre Monteiro e os números macro econômicos da Dilma foram positivos apenas por causa da China.
    Os índices da Dilma estarão abaixo nos próximos anos.. porque?
    Porque paramos de exportar ferro, grãos e petróleo?
    Veja o valor do minério de Ferro em 1994 e veja em 2008 Alexandre.. veja quanto é a diferença e veja quanto isso influenciou no nosso PIB.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 15h45

    Detalhe que a alta desse valor aconteceu em 2008.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 15h45

    Embora a alta do dólar mascare um pouco esse valor..
    mas ele é compensado nas importações de base como o aço na indústria.

    Responder

    Alexandre Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h16

    Fábio. Não é questão de concordar, posso te mostrar as médias do IPCA (inflação). Vou postar aqui.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h18

    Alexandre Monteiro pera ai.. não adianta você mostrar o IPCA com a inflação controlada…

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h21

    a pergunta é: o cara pega uma inflação de mais de 10% ao dia e transforma em 20 % ao ano..
    Se isso não é significativo..
    não adianta nada você pegar a inflação CONTROLADA e dizer que o outro governo teve ela controlada. quem fez isso foi o governo FHC… pelo menos os créditos ( inclusive as demissões em massa) são consequências disso..

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h21

    Qual era o IPCA em 1990 e em 1996?

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h22

    É a mesma coisa um governo entrar agora na prefeitura de sp e se vangloriar que os estudantes públicos viajam de graça no governo deles…

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h22

    Créditos para quem merece. Foi o Haddad que fez isso. não adianta pegar o crédito dos outros.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h24

    e o que tem a inflação com o preço internacional do minério de ferro?

    Responder

    Alexandre Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h25

    Inflação IPCA ano a ano, desde 1980. A inflação de hoje é moderada. Eu acho que você nunca viveu uma inflação de 3 dígitos, como eu. A média da Dilma, somente não foi melhor que a do Lula, no que se refere a inflação.
    1980 – 99, 27%
    1981 – 95, 65%
    1982 – 104, 80%
    1983 – 163, 99%
    1984 – 215, 27%
    1985 – 242, 24%
    Média da ditadura militar, período IPCA: 184, 24%
    1986 – 79, 65%
    1987 – 363, 41%
    1988 – 980, 22%
    1989 – 1.972,91%
    1990 – 1.620,96%
    Média José Sarney: 1.254, 29%
    1991 – 472, 69%
    1992 – 1.119, 09%
    Média Collor: 792, ,89%
    1993 – 2.477, 15%
    1994 – 916, 43%
    1995 – 22, 41%
    Média Itamar Franco: 1.138 ,66%
    1996 – 9, 56%
    1997 – 5, 22%
    1998 – 1,66%
    1999 – 8, 94%
    2000 – 5, 97%
    2001 – 7, 67%
    2002 – 12, 53%
    2003 – 9, 30%
    Média FHC: 8, 65%
    2004 – 7, 60%
    2005 – 5, 69%
    2006 – 3, 14%
    2007 – 4, 45%
    2008 – 5, 90%
    2009 – 4, 31%
    2010 – 5,90%
    2011 – 6,50%
    Média Lula: 6, 21%
    2012 – 5, 84%
    2013 – 5, 91%
    2014 – 6, 41%
    2015 – 10, 63%.
    Media Dilma: 7, 29%

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h29

    Cara, meu deus.. seja mais interpretativo.. veja a ruptura entre ITAMAR E FHC… VEja que a média da dilma só foi possível graças ao plano real cara…

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h33

    você comparar apenas média de inflação é algo muito, mas muito superficial. E outra alexandre. o que isso tem haver com a exportação de commodities? Se você quiser te dou uma aula sobre esse tema..
    com todo o respeito.

    Responder

    Alexandre Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h34

    Como economista sou obrigado a discordar. Defendendo o plano real, acho que hoje temos uma moeda relativamente forte, mas nada adiantaria sem políticas macroeconômicas fiscais, monetárias, comerciais/cambiais e de rendas integradas e coesas, elaboradas pelos governos posteriores ao FHC, para manter a alta generalizada e continua dos preços (inflação), em níveis aceitáveis. Abaixo de 2 dígitos em média. O real por si, não é nada. Sem políticas macroeconômicas, perderia sua paridade em dois tempos.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h36

    Alexandre Monteiro sim, mantiveram a mesma política…

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h36

    porque o mercado reagiu tão mal a eleição do lula em 2002?

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h38

    Em 1990 o cara aparentava mostrar políticas distintas do que ele praticou em 2002 pra frente…
    Palocci foi um gênio lá na economia.. mas fez o que se espera de um governo LIBERAL.

    Responder

    Renato Menezes

    13 de janeiro de 2016 às 16h39

    Cadê o nome do Itamar na história e quem foi ministro dele na criação do real?

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h40

    exatamente… tem que dar os créditos a quem merece…

    Responder

    Alexandre Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h43

    Não mantiveram a mesma política macroeconômica. No governo Lula, incentivaram o crescimento, utilizando as ferramentas macroeconômicas, para modus expansionistas, a inflação aumentou, em uma economia líquida e maior acesso ao crédito, tende a aumentar a inflação, o conceito é o básico de demanda> oferta. Hoje, a política me parece mais restritiva. Menor acesso ao crédito e enxugamento da economia.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h44

    Alexandre Monteiro incentivaram o crescimento. como? de onde veio o dinheiro para todo esse investimento?

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h44

    chegaremos ao cerne da questão.. em 2008 exportando commodities para a querida CHINA que crescia 10% ao ano?

    Responder

    Alexandre Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h44

    Todo momento de eleição o mercado reage assim. Os investidores são receosos e não investem em tempos de incertezas. O mercado quer certezas sempre.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h45

    Sem falar que o dinheiro que entrou no país afundou com o PAC..O PAC foi umas dos mais promissores fracassos da história do Brasil.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h46

    Se fosse implementado de forma correta. não estaríamos a merce de infraestrutura

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h47

    Alexandre Monteiro errado. De certa forma ele reage mal a mudandças. Mas existem mudanças que ele reage pior. Isso é inegavél.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 16h50

    O problema do Brasil é que ele teve uma economia boa? sim!!
    Mas de quem foi o mérito?
    Tem EUA, CHINA, mas o trabalho do Brasil foi apenas exportar..
    Porque as estradas que escoam nossa soja continuam uma merda.. os portos mal comportavam toda a exportação.
    Estou errado?
    Agora, você não dar os méritos a inflação ao FHC é piada.
    Quem fez o plano real foi o governo dele. (itamar )
    você pode até falar que a base do plano real provocou MUITAS demissões. mas de fato. não havia dinheiro. a aposentadoria foi cortada (como será agora).

    Responder

    Renato Menezes

    13 de janeiro de 2016 às 16h52

    Então vamos a César o que é de César.
    Trecho da uma entrevista do Itamar:

    FHC roubou a paternidade do Plano Real
    Ciro Gomes diz que tucanos fizeram uma “lavagem cerebral” em relação a criação da moeda; Em vídeo, Itamar lembra que FHC nem era mais ministro quando assinou a MP do Real
    Itamar Franco: FHC roubou a paternidade do Plano RealELEIÇÕES#MentiraTucana
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    Por: Agência PT, em 15 de outubro de 2014 às 16:31:15

    Criado durante gestão do ex-presidente Itamar Franco, o real tornou-se a moeda brasileira no dia 1º de julho 1994. Vinte anos depois, o tucanato conseguiu firmar no imaginário que o Plano Real foi obra do PSDB, mas Itamar, falecido em 2011, contou outra história (veja vídeo acima).

    “De repente até parece que foi o doutor Cardoso, que nem ministro mais era, porque tinha deixado o cargo em março, e nós lançamos o plano real em 1º de julho; parece até que foi o doutor Cardoso que assinou a medida provisória (do Plano Real)”, explicou Itamar, no ano de 2000.“Ele entende menos de matemática do que eu e entende tanto de economia quanto eu, talvez eu até entenda mais do que ele”, declarou Itamar, à época.

    O ex-presidente assume ter se equivocado ao deixar que FHC assinasse a cédula. De acordo com Itamar, o tucano não poderia “constitucionalmente” ter assinado a moeda.

    Memória apagada – Para o ex-governador do Ceará e ministro da Fazenda de Itamar Franco Ciro Gomes, os tucanos fizeram uma “verdadeira lavagem cerebral” em relação ao Plano Real. Ele destaca que toda responsabilidade política sobre a criação da nova moeda foi de Itamar Franco.

    “O FHC foi ministro de Itamar, mas ele saiu antes de o real ter sido lançado e deixou as notas assinadas. Isso tudo é uma sequência de uma fraude”, contesta.

    Responder

    Alexandre Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 18h28

    “Alexandre Monteiro incentivaram o crescimento. como? de onde veio o dinheiro para todo esse investimento?” Ckmo disse, ou é expansionista, injeta-se liquidez na economia e diminui a taxa de juros, tornando o crédito mais acessível ou ao contrário enxuga a economia. Tudo isso é de responsabilidade do Bacen, que injeta ou enxuga. Para isso, utilizam as ferramentas macroeconômicas, mas isso, é um assunto longo.

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 20h16

    Alexandre Monteiro e nossas taxas de juros?

    Responder

    Alexandre Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 23h48

    Selic. Essa taxa dita o acesso ou restrição ao crédito. Hoje está em 14,15%. No governo FHC, ficou em 25%.

    Responder

    Fabio Monteiro

    14 de janeiro de 2016 às 14h40

    Alexandre Monteiro é o que eu falo.. você não está analisando os fatores históricos..

    Responder

    Fabio Monteiro

    14 de janeiro de 2016 às 14h42

    Pegar o valor absoluto e fazer dela uma análise é piada.
    você pegar as médias de inflação de cada governo mostra isso. O governo Lula teve o melhor cenário econômico da história do Brasil ou é mentira?só ver o crescimento do Brasil em função das exportações de commodities. Hoje pagamos o preço crescendo igual a Venezuela

    Responder

    Fabio Monteiro

    14 de janeiro de 2016 às 14h42

    Pegar o valor absoluto e fazer dela uma análise é piada.
    você pegar as médias de inflação de cada governo mostra isso. O governo Lula teve o melhor cenário econômico da história do Brasil ou é mentira?só ver o crescimento do Brasil em função das exportações de commodities. Hoje pagamos o preço crescendo igual a Venezuela

    Responder

    Fabio Monteiro

    14 de janeiro de 2016 às 14h45

    Nunca foi investido em infraestrutura. Sou engenheiro e afirmo isso. Não existe crescimento sem investimento em infraestrutura. O dinheiro ganhado varia em função das economias externas. A china vai mal? então estamos mal. Que raios de país é esse?

    E sobre a taxa selic. na era FHC estávamos com inflação MUITO MAIS ALTA DO QUE ESSA que existe hoje. Não justifica a alta de juros tão grande. Qual empreendedor.
    E contra o FHC ele pagou o preço com demissões em massa. Não digo que é perfeito. mas os cortes prcisavam ser feitos.

    Responder

    Fabio Monteiro

    14 de janeiro de 2016 às 14h45

    Nunca foi investido em infraestrutura. Sou engenheiro e afirmo isso. Não existe crescimento sem investimento em infraestrutura. O dinheiro ganhado varia em função das economias externas. A china vai mal? então estamos mal. Que raios de país é esse?

    E sobre a taxa selic. na era FHC estávamos com inflação MUITO MAIS ALTA DO QUE ESSA que existe hoje. Não justifica a alta de juros tão grande. Qual empreendedor.
    E contra o FHC ele pagou o preço com demissões em massa. Não digo que é perfeito. mas os cortes prcisavam ser feitos.

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Fabio Monteiro

13 de janeiro de 2016 às 15h28

E quem ganha com isso? grandes produtores rurais? Bancos?

Mais uma vez O Cafezinho jogando números sem análises..

QUE GRANDE PORCARIA.

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Fabio Monteiro

13 de janeiro de 2016 às 15h28

E quem ganha com isso? grandes produtores rurais? Bancos?

Mais uma vez O Cafezinho jogando números sem análises..

QUE GRANDE PORCARIA.

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Fabio Monteiro

13 de janeiro de 2016 às 15h27

De que adianta? quem compra não está comprando…

Responder

Fabio Monteiro

13 de janeiro de 2016 às 15h27

De que adianta? quem compra não está comprando…

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Igor Augusto

13 de janeiro de 2016 às 15h06

Pro nosso panorama atual, isso é bom, mas convenhamos, isso contribui de uma certa forma pra manter o brasil marginalizado no cenário das trocas de comércio internacionais…

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Marcus Mattos

13 de janeiro de 2016 às 15h04

Agora pensa que a maioria é vendida em dólar.

Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 15h49

    mas ai pra importar* AÇO a gente paga em Dólar tb…

    Responder

    Fabio Monteiro

    13 de janeiro de 2016 às 15h49

    mas ai pra importar* AÇO a gente paga em Dólar tb…

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    Marcus Mattos

    13 de janeiro de 2016 às 15h56

    O lucro vai pro fazendeiro em sua grande maioria. Me refiro aos velhos coronéis que reclamam do governo e mamam nele de todas as formas.

    Responder

    Marcus Mattos

    13 de janeiro de 2016 às 15h56

    O lucro vai pro fazendeiro em sua grande maioria. Me refiro aos velhos coronéis que reclamam do governo e mamam nele de todas as formas.

    Responder

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