Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Crédito: Agência Brasil/Divulgação

Haddad à Reuters: programa do PT vai propor taxar bancos e baratear crédito

Por Miguel do Rosário

23 de julho de 2018 : 14h55

Na Reuters

Programa do PT vai propor taxar bancos para diminuir spread e baratear crédito
Por Lisandra Paraguassu
9 MIN, DE LEITURA

BRASÍLIA (Reuters) – Colocar mais dinheiro para circular, em especial na mão da população mais pobre, com uma reforma tributária progressiva e uma proposta de taxar mais os bancos que não diminuírem o spread bancário, além de apostar na retomada das obras públicas é a receita que o PT vai apresentar em seu programa de governo para tirar o país da crise que se arrasta desde 2015.

Ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad fala durante entrevista 17/04/2018 REUTERS/Leonardo Benassatto
De acordo com o coordenador do programa de governo do partido, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, o partido, que planeja inscrever como candidato ao Palácio do Planalto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de 100 dias, vê como plano emergencial colocar mais recursos nas mãos das camadas mais pobres da população, que são propensas a gastar mais e ajudariam mais rapidamente a reativar a economia.

Um dos três pontos centrais da proposta inicial de retomada da economia é colocar mais crédito, barato, no mercado, forçando os bancos a diminuírem o spread bancário -a diferença entre o custo da captação e a taxa cobrada pelos bancos ao consumidor final. A proposta petista prevê um aumento de impostos aos bancos que mantiverem o spread nas taxas atuais que, segundo o Banco Central, fecharam maio deste ano em 31 por cento.

“Os bancos que mantiverem os spreads no patamar atual terão uma tributação progressiva e portanto um incentivo a reduzir os spreads com a possibilidade de pagar tributos menores”, explicou Haddad à Reuters. “Vamos introduzir um elemento novo, forçando a reduzir os spreads inclusive com ação dos bancos públicos que vão agir nessa direção.”

A intenção, segundo Haddad, é baratear o crédito como um todo, o que eliminaria a necessidade de políticas desenvolvimentistas clássicas como a dos “campeões nacionais”, adotada nos governos de Lula e Dilma Rousseff, em que grandes empresas recebiam financiamentos a juros subsidiados dos bancos públicos.

“Banco tem que deixar de ser rentista. Banco é atividade de risco no mundo inteiro. Aqui é atividade rentista sem risco. Isso tem de mudar. Os bancos têm que assumir a função que eles têm no mundo inteiro. Eles ganham pelo risco que assumem. Se ter um oligopólio rentista que vive do Estado não é um sistema bancário, é outra coisa”, disse.

O segundo tópico essencial para a retomada da economia, explicou o ex-prefeito, é uma reforma tributária que transforme o atual modelo em um sistema progressivo, em que aqueles que têm mais paguem mais. A proposta prevê a troca progressiva dos atuais impostos pelo Imposto sobre Valor Agregado, mas de uma forma que os tributos atuais sejam progressivamente diminuídos e a alíquota do IVA, aumentada.

Haddad explica que, para facilitar a medida, a proposta é que a carga tributária líquida ficará estável enquanto a reforma é feita e haverá uma trava garantindo que Estados e municípios não terão uma queda na sua arrecadação.

Para além do IVA, a proposta petista prevê também a introdução de taxas que miram o aumento de recursos no bolso do consumidor e o incentivo ao investimento. A primeira delas é a isenção de imposto de renda para pessoas que recebem até 5 salários mínimos -4.770 reais em valores atuais- mais do que o dobro do valor de isenção atual, que está em torno de 2 mil reais.

“Todos especialistas concordam que o governo Lula colocou o pobre no Orçamento do ponto de vista do dispêndio, por meio dos programas sociais. Mas todos também concordam que a nossa carga tributária, o fundo público que sustenta esses programas, do ponto de vista da arrecadação, é extremamente regressivo. Quem sustenta o fundo público são os mais pobres, proporcionalmente”, afirmou.

O partido também propõe a introdução de um imposto progressivo sobre heranças, mas deixou de lado a ideia do imposto sobre grandes fortunas, defendido inicialmente pelo PT, mas que nunca se transformou em uma proposta de fato.

Também entraria na reforma a taxação de lucros e dividendos, mas acompanhada de uma redução de impostos para investimentos das empresas.

“As atuais desonerações não são boas, não se mostraram adequadas. Mas fazer uma taxação incentivada para investimentos das empresas e tributar lucros e dividendos é uma coisa que pode funcionar muito bem. Estimula a empresa privada a investir em vez de distribuir lucros e dividendos”, defendeu Haddad.

O terceiro ponto do plano emergencial de retomada da economia a ser apresentado pelo PT é a retomada dos investimentos federais, e com parcerias público-privadas, de obras federais, especialmente aquelas perto da conclusão, e programas que estimulam a construção civil, como o Minha Casa, Minha Vida.

“A primeira coisa a fazer é reativar a economia até porque facilita a busca de justiça social. Esses são os três pontos de partida importantes para isso”, disse Haddad.

A retomada da economia, explicou o ex-prefeito, é essencial para que a União possa assumir mais responsabilidade nas áreas sociais, juntamente com a revogação do teto de gastos, medida aprovada no atual governo que congelou o Orçamento federal pelos próximos 20 anos. “É uma trava que inviabiliza qualquer retomada. Foi um engessamento inédito no mundo”, disse.

Dentro do plano de governo, está um papel mais ativo da União em temas como atendimento à saúde, reforma do ensino médio e segurança.

Na saúde, que tem sofrido com o congelamento do Orçamento nos últimos anos, o governo federal assumiria um papel maior nos chamados atendimentos de média complexidade, associado com os programas de atenção básica e o Mais Médicos, criando e organizando centros de atendimento e contratando especialistas para atenderem nos municípios.

Na área de educação, a intenção é ajudar os Estados a fazerem a reforma do ensino médio usando as redes federais e o Sistema S -que arrecada 16 bilhões de reais por ano- para reestruturar as escolas.

Já na segurança, a questão central é a federalização do combate ao tráfico de drogas e o crime organizado. O PT quer mais policiais e mais juízes federais centrados no tema, fazendo o trabalho de inteligência das investigações, para liberar as policiais estaduais para fazer o policiamento e evitar o uso das Forças Armadas em operações de segurança, como tem ocorrido com frequência no atual governo.

CONSTITUINTE E PRIVATIZAÇÕES

A proposta da convocação de uma Constituinte está também no programa do PT. Segundo Haddad, no momento, a maneira e a necessidade dessa reforma constitucional será analisada durante o governo. O programa de governo, no entanto, propõe a ampliação da participação popular por meio de referendos e plebiscitos.

“Não temos hábito de chamar plebiscito, referendo, de chamar o apoio da população para determinados temas”, afirmou Haddad.

“A questão da Constituinte é uma resolução antiga do PT, mas é mais no sentido de promover mais a escuta da sociedade.”

Algumas medidas adotadas pelo governo de Michel Temer estão na lista para serem revistas, caso o PT seja eleito mais uma vez para comandar o pais. Além do teto de gastos, a reforma trabalhista, uma das principais heranças de Temer, será mexida.

Haddad reconhece que pontos precisam e devem ser modernizados, mas exclui ideias que, segundo ele, só precarizaram o trabalho e, inclusive, diminuem a arrecadação.

“A pejotização (permissão para que as empresas contratem empregados como pessoas jurídicas) é um tiro no pé, diminui a arrecadação da Previdência”, afirmou.

O partido também não tem intenção de levar adiante a privatização da Eletrobras e deve suspender a venda de ativos da Petrobras. “Vamos suspender imediatamente. A Petrobras está sendo vendida aos pedaços.”

Haddad confirma, no entanto, que o programa de governo inclui uma reforma da Previdência, mesmo que não nos moldes da tentada, e abandonada, por Temer. O foco serão as previdências públicas, a pedido de governadores e prefeitos, e os privilégios pagos a alguns.

“Vamos começar do começo, e aí vai se criando um ambiente. Ninguém pode se furtar a discutir a Previdência. Mas vamos fazer transparente, esclarecer quem está sendo beneficiado além do que contribuiu”, disse.

“Temos que tratar de pagamentos extra-teto, auxílios de toda ordem, que vão minando o sistema. O Brasil gasta 4 por cento do Produto Interno Bruto com pensões, o que é uma anomalia. Mesmo em países com população muito mais velha os gastos com pensões atingem metade disso.”

O programa de governo do partido está sendo finalizado, depois de meses de discussão, e será apresentado oficialmente na convenção do partido. Um dos nomes hoje mais próximos ao ex-presidente Lula, Haddad trabalha na proposta, junto com o economista Márcio Pochmann, desde o final do ano passado.

O texto já foi aprovado por Lula, que mesmo preso em Curitiba por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, será confirmado como candidato do PT à Presidência, na convenção, dia 4 de agosto.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

45 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

alberto Lima

24 de julho de 2018 às 16h13

Olha, lendo essa entrevista eu poderia jurar que esse plano de governo é do Ciro Gomes, viu?
kkkkkkk!

Responder

alberto Lima

24 de julho de 2018 às 16h09

Não vai fazer isso.
Não fez antes e nem vai fazer agora.
O spread bancário é um direito do banco.
Pega o dinheiro quem quiser!
Se quer mesmo abaixar juros, o caminho seria através dos bancos públicos, que abaixariam os juros e o preço do dinheiro!
Essa proposta é do Ciro Gomes, e é a mais sólida!
No mais, Lula tá preso, e outro candidato que seja do PT não passa para o segundo turno.
A saída é o apoio ao candidato do PDT, e ainda dá tempo pra isso.
Ainda dá, mas a janela de oportunidade está se fechando.

Responder

Jochann Daniel

24 de julho de 2018 às 14h25

O ideal mesmo
é fazer como o Puttin fez
na Rússia:
deu um ponta pé na b……………
dos Rothschild,
os quais dominavam
os bancos e a Mídia
na Rússia.
Mas aqui,
estes
deitam e rolam,
tendo o total controle
da Mídia (Globo à frente).
Dão Golpe
botam quadrilha
no Poder
para destruir o Brasil
e coisa e tal.
Se o povo
não conscientizar disto
será o PT que tentar mexer
com os bancos
(ou quem tentar faze-lo….)
que levará o mencionado
tipo de ponta pé…..

Responder

John Jahnes

24 de julho de 2018 às 12h57

Combustível e Eletricidade;
a falta de um desses produtos pode parar o país.
PORQUE ‘TEMER’ E SUAS QUADRILHAS ALIADAS
QUEREM ENTREGAR OS DOIS AOS EUA?

Responder

Lothar

24 de julho de 2018 às 10h58

Ora,ora. O PT vai ser o único partido que vai apresenta programa de governo sem ter candidato ao governo. Enquanto eles passam vergonha a gente dá risadas.

Lá, em 2010, deu até certo o empréstimo fácil para o povão comprar TV LED nas casas Bahia a perder de vista. Até hoje tem milhares – ou milhões – de pessoas que não conseguiram quitar seus débitos. vocês acham que esse povo vai cair nessa de “dinheiro fácil”?
Outra coisa. Vão taxar banco que não abaixar o spread, é? Aí os bancos repassam as taxas para o povão quem teve essa brilhante ideia?

Responder

    NeoTupi

    24 de julho de 2018 às 12h10

    Para repassar tem que aumentar o spread, se aumenta é mais tributado. Além disso se o PT ganhar a Caixa e o BB não seguem as ordens dos bancos privados, mantem os juros mais baixos e ainda ganha clientes da concorrência, como Dilma fez em 2012.

    Responder

      Alan Cepile

      24 de julho de 2018 às 12h27

      É, os bancos realmente amam o PT…

      Responder

        NeoTupi

        25 de julho de 2018 às 15h51

        Se amassem não teriam dado o golpe e não financiaram palestras dos lavajateiros que prenderam Lula.

        Responder

stalingrado Lula da Silva

24 de julho de 2018 às 10h09

Lula Magno é o cara.
É o início de um bom programa de governo.
Após ser conciliador ao extremo, o PT avança para um programa de governo mais a esquerda.
Lula, não abandonaremos você na cova dos leões como você fez com Dirceu, Genoino e Delubio.
#HaddadNoGovernoLulaNoPoder

Responder

José Ricardo Romero

24 de julho de 2018 às 09h43

O uso do cachimbo faz a boca torta. O pt vai “”propor”” isto ou aquilo quando se trata de haver risco, ainda que o mais remoto, de causar algum desconforto nas elites, no capital. Só acredito no pt vendo ele fazer. Pelo seu histórico de enfrentamento do “status quo” não há a menor chance destas bravatas todas serem feitas.

Responder

    NeoTupi

    24 de julho de 2018 às 12h23

    Crédito consignado: o governo do PT fez. Os bancos não queriam e sabotaram no início para manter os clientes em outras linhas de crédito com juros maiores.
    Regulamentação e padronização da tarifas: idem.
    Portabilidade de contas, inclusive conta salário: idem.
    BB e Caixa reduzindo o spread e tomando clientes do Itau, Bradesco e Santander: ocorreu no governo Dilma. Note que a portabilidade de contas e padronização de tarifas foram medidas preparatórias, pois sem elas ficaria mais complicado para o cliente trocar de banco.
    Como muita gente tem memória curta, sugir rever no youtube o discurso de Dilma no 1o. de maio de 2012 em cadeia nacional de TV conclamando o povo a trocar de banco se não baixassem os juros. Os banqueiros chamaram aquele discurso de declaração de guerra. E a guerra veio em seguida começando com a “inflação do tomate” para desestabilizar o governo, seguida do apoio do mercado aos adversários de Dilma em 2014, até chegar ao golpe em 2016.

    Responder

      Alan Cepile

      24 de julho de 2018 às 15h37

      * * * Recorde de lucros em 14 anos de governo PT * * *

      Só isso já encerra qualquer discussão nesse assunto. Os bancos lucraram quase 3x mais na era PT do que na era FHC, por mais incrível que isso possa parecer (apenas para os desavisados, lógico).

      O petismo tem memória seletiva… 8 anos de Henrique Meirelles (Bank of Boston) no Banco Central. Os bancos nunca tiveram tanto lucro nesse período.

      E o que dizer da mais desastrada medida para a economia brasileira da história recente? A nomeação pela (fraquíssima) Dilma Rouseff do ministro da fazenda, Sr Itaú, Joaquim Levy…

      Na boa? Precisamos rever os conceitos que colocam o PT na esquerda, pelo menos na economia NUNCA foi.

      Responder

        NeoTupi

        25 de julho de 2018 às 17h49

        E por que o mercado financeiro apoiou o golpe e não quer a volta do governo do PT, então? Os bancos ficaram enjoados de tanto lucro e resolveram fazer oposição ao PT para distribuir dinheiro aos mais pobres?

        Bancos não rasgam dinheiro, meu amigo.

        Como você não citou fontes, procurei no google e achei isso no UOL. Os dados são da consultoria economática, obviamente ligada ao mercado financeiro. E diz que o Bradesco lucrou 3x mais e o Itaú mais do que dobrou no governo Lula, segundo a consultoria já considerando a inflação.
        Só que tem uma falha gritante aí que a consultoria não mostra. O Bradesco e o Itaú incorporaram dezenas de bancos durante o governo FHC na época do PROER e da privataria dos bancos estaduais. Então o Bradesco e o Itaú era bem menor em 1995 do que em 2003. Além disso o PROER permitia que as despesas de aquisição desses outros bancos fossem abatidas do lucro. Exemplo. O Itaú teria lucrado 1 bilhão a mais, se a compra do BANESTADO não pudesse ser abatida do lucro.
        Outro fator óbvio: nos governos petistas houve crescimento do PIB (chegou ao 5o. PIB do mundo no início do governo Dilma, enquanto no governo FHC chegou a ser o 13o. PIB do mundo), crescimento do mercado interno, de pobres que subiram para a classe média baixa e passaram a ter conta em banco e cartão de crédito, além de 20 milhões de empregos gerados com carteira assinada com folha de pagamento paga nos bancos.
        É óbvio que com o crescimento da economia e inclusão bancária os bancos cresceram e tiveram mais lucros mesmo.
        Não tenho números mas acredito que a insatisfação dos bancos são com a lucratividade que vinha diminuindo (lucro dividido pelo patrimônio), ou seja se fosse comparar o lucro que cada R$ 1 real ao banco na era Lula era menor do que o mesmo R$ 1 na era FHC.

        Responder

Fabio

24 de julho de 2018 às 08h33

Voto Lula ou quem ele indicar.

Responder

Francisco

23 de julho de 2018 às 23h17

Não vejo como colocar o IRPJ ou a CSLL com gatilhos de progressividade baseado no Spread como algo constitucional. Seria uma função extrafiscal não propria e a União perderia invevitavelmente no STF. E não há espaço constitucional para criar um imposto nesses moldes com a competência residual da União. Ir sobre os juros ativos das instituições financeiras ou no Spread está em outro elemento: a oligopolizacao associada a rentabilidade em juros da dívida pública. Temos um setor bancário reduzido e poderoso que devora dos dois lados: consumidor e governo. A proposta de Haddad neste ponto é fraca. Creio uma reforma bancária que propiciasse uma diversificação do sistema e um órgão fora do BC mais firme para controle das condutas anticompetitivas seria melhor.

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 21h20

Caso Lula não possa concorrer considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com potencial de Vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda com essa chapa.

Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

Quem pode propor uma chapa melhor???

Puta que pariu!!!

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 21h18

Caso Lula não possa concorrer considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com potencial de Vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda com essa chapa.

Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

Quem pode propor uma chapa melhor???

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 20h13

Não se consegue postar um comentário nesse blog!!!

Responder

    Pedro Cândido Aguarrara

    23 de julho de 2018 às 20h15

    O blog fica dizendo que você já postou esse comentário. É ridiculo!!

    Responder

    Pedro Cândido Aguarrara

    23 de julho de 2018 às 20h16

    Caso Lula não possa concorrer, e isso é um caso concreto, considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com potencial de Vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda com essa chapa.

    Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

    Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

    E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

    Responder

    Pedro Cândido Aguarrara

    23 de julho de 2018 às 20h17

    Desisto!!!

    Responder

    Pedro Cândido Aguarrara

    23 de julho de 2018 às 20h18

    Há um tempão não posto aqui.

    Vou desistir de vez e visitar blogs como o DCM E O 247 que publicam meus comentários.

    Responder

      Alan Cepile

      23 de julho de 2018 às 20h30

      247 só se falar que ama o Lula, senão é banido.

      Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 20h12

Caso Lula não possa concorrer considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com potencial de Vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda com essa chapa.

Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

Quem poderia propor uma chapa melhor caso Lula não possa concorrer?

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 20h03

Caso Lula não possa concorrer considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com potencial de Vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda com essa chapa.

Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

Quem pode propor chapa melhor?

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 20h02

Caso Lula não possa concorrer, considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice, a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com real potencial de vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda em torno dessa chapa.

Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 20h00

Caso Lula não possa concorrer considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com real potencial de Vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda com essa chapa.

Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 19h59

Caso Lula não possa concorrer, considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice, a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com real potencial de vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda com essa chapa.

Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

23 de julho de 2018 às 19h57

Caso Lula não possa concorrer considero uma chapa com Roberto Requião para presidente e Celso Amorim para vice a melhor chapa possível. E com o apoio de Ciro, que ficaria com a Fazenda, com potencial de Vitória no 1o turno, uma vez que seria muito fácil unir toda a esquerda com essa chapa.

Celso Amorim não seria um vice decorativo, tipo Temer, pois acumularia as funções de Ministro das Relações Exteriores.

Uma chapa impecável, para ninguém botar defeito. Que traria também a banda boa do PMDB.

E com competência para reverter a situação em que o golpe nos pôs.

Responder

Ultra Mario

23 de julho de 2018 às 15h16

Então vai diminuir os juros e deixar o desenvolvimento ao acaso? Ou seja, mais neoliberalismo… deu muito certo nesses últimos 20 anos né?

Em 20 anos de desenvolvimento já poderíamos ter alcançado a renda de Portugal… mas continuamos sendo um Mexico 2.0 e continuamos oferecendo um país lixo para os nossos filhos que hoje sonham em sair do país.

Bem que o Brizola avisou.

Responder

    Zé dos Bagos

    23 de julho de 2018 às 17h07

    Não te faz de bobo. Lugar de doido é no hospício. Não é nada disso. Não confunde propositalmente seu maluco!

    Responder

O PT é Traíra e Nunca Mais Pode Ser Confiado

23 de julho de 2018 às 15h12

Mais uma vez o PT copia/plagia/rouba o programa do Ciro Gomes. Assim como tbm tentaram lhe roubar as alianças, meses depois dele ter tentado construi-las. Está muito difícil ter que lidar com o cinismo, caudilhismo, egoismo, e infantilismo dos traidores do PT. Pode ser que Lula acabe sendo o Ulysses Guimarães dessa eleição e não o Alckmin. Ciro e a esquerda precisam seguir em frente, exigindo que o PT pelo menos lance um candidato concreto no dia 15 de agosto, mas sem esperar que eles façam o correto e apoiem o Ciro. O PT nunca fará o que é certo para o país. São traidores, iludidos com a própria imagem. Assim como Mandela, Lula se tornará um fracassado. Um poster de parede, uma figurinha pop, como o Che Guevara, mas sem ter deixado nenhum legado político.

Responder

    Jonas

    23 de julho de 2018 às 15h16

    Uai! Se o programa de Ciro é bom, não tem q copiar não?
    Ou vc queria q fosse uma competição de marcas, cada uma com sua “originalidade”?
    Estamos lidando com projeto de Brasil. Acorda!

    Responder

      Jonas

      23 de julho de 2018 às 15h19

      Será q é pq dói dizer q ciro não tem mais o programa mais esquerdista?
      Brincadeira, estamos todos do mesmo lado. :<

      Responder

      Ultra Mario

      23 de julho de 2018 às 21h12

      Que apoiem o Ciro então.

      Quer dizer, o Ciro passa dois anos viajando o Brasil e criando sua corrente de opinião, levando pancada de todo lado, cadê o PT nessas horas enquanto o Ciro tava trabalhando?

      Ah é, o PT estava atiçando seus seguidores CONTRA o Ciro… natureza de escorpião!

      Responder

        Jonas

        23 de julho de 2018 às 22h25

        Não vai colar.
        Ciro desperdiçou sua chance.
        Mas isso não quer dizer q não espero vê-lo no próximo governo.

        Responder

    Ultra Mario

    23 de julho de 2018 às 15h20

    Cara, não copiou não. O Ciro não quer baixar os juros a base da canetada, como o PT quer. E o Ciro tem um projeto de desenvolvimento após consertar a taxa de juros e a taxa de câmbio.

    O PT não tem nada do que é bom do projeto do Ciro. É só um esquerdismo infantil misturado com neoliberalismo, não fazem nem idéia do que está acontecendo com o país, se acham os salvadores da pátria mas não tem propostas para consertar o que é crítico no país.

    Odeio usar esse exemplo mas foi assim mesmo quea Venezuela virou o que é. Um certo poder que se recusava a largar o osso e se recusava a consertar os problemas do país. Deu no que deu. É isso que vem pra cima do Brasil.

    Responder

    CezarR

    23 de julho de 2018 às 17h07

    Sim, é cópia, mas e daí? Se é bom tem que ser copiado mesmo, o que não dá é dizer que o Ciro não é de esquerda.

    Responder

    Glauber Tocha

    23 de julho de 2018 às 17h25

    Que audácia da palombeta!? Ah!…uma sova bem dada nesta bunda! O que o que o que o que ? Exigir do PT ? Falar mal da Manoela ? Lanhar essa bunda seu senvergonha!!!

    Responder

    Gabriel Soares

    23 de julho de 2018 às 21h32

    Mais Lula e pt já mais vai taxa os ricos porque no Pt só tem milionários

    Responder

Alan Cepile

23 de julho de 2018 às 15h09

Ficaram 16 anos no poder e não fizeram, mas agora vão fazer sim…

Responder

    Nostradamus ( Consultores políticos e assistentes psicológicos )

    23 de julho de 2018 às 15h12

    Você não tem salvação. Inveja do galã?

    Responder

      Alan Cepile

      23 de julho de 2018 às 15h47

      Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica ao seu autor e não ao seu conteúdo.

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_hominem

      Responder

      Carcará

      23 de julho de 2018 às 17h16

      Concordo com o Nostradamus… foi o governo que mais realizou no Brasil desde Alvares Cabral. Inclusive nos juros. E o cara é mesmo bonitão. Vai fazer sim. Já fez seu desenganado.

      Responder

    Ultra Mario

    23 de julho de 2018 às 15h21

    Exato. Isso é fazer o povo brasileiro de palhaço.

    Responder

Deixe um comentário

Parlamentarismo x Semipresidencialismo: Qual a Diferença? Fernanda Montenegro e Gilberto Gil são Imortais na ABL: Diversidade Auxilio Brasil x Bolsa Família: O que mudou? As Refinarias da Petrobras À Venda pelo Governo Bolsonaro O Brasileiro se acha Rico ou Pobre?