Hangout com Miguel do Rosário: Bolsonaro nos EUA

Maioria da população é contra excessos do bolsonarismo

Por Miguel do Rosário

07 de janeiro de 2019 : 14h44

Cada vez fica mais claro que a maioria dos brasileiros votou em Bolsonaro por rejeição ao PT e um vago (e desesperado) anseio por mudança (que o PT não encarnava, por ter sido governo muito tempo), e não por apoiar suas propostas radicais.

Pesquisa Datafolha divulgada hoje pela Folha mostra que maioria absoluta da população brasileira é a favor de discussão política livre e educação sexual nas escolas. Quando se pega o eleitorado mais instruído, que votou em peso em Bolsonaro, essa tendência é ainda mais marcante.

Por exemplo, entre cidadãos com ensino médio, 72% são a favor de que assuntos políticos devem ser discutidos nas escolas. Entre pessoas com ensino superior, 63% são a favor de que as escolas discutam educação sexual.

Maioria dos brasileiros é a favor de falar de sexualidade e de assuntos políticos na escola
Deve ser tema de aulas nas escolas:

 

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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12 comentários

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Vinícius

07 de janeiro de 2019 às 19h37

E o responsável por este comportamento contraditórios de antes e depois das eleições é do tal Petê? A população de saco cheia do tal Petê por causa de um Lula, uma Dilma ou partido que mira apenas o poder!!!
Não existem outros elementos capazes de explicar este resultado?
De boa! Já recomeçaram a reconstruir (ou construir) a narrativa para 2022.
Interessante a sicronicidade da pesquisa, entrevista do Macron Brasileiro, Faustão pavimentado a estrada do garoto propaganda do Itaú no domingão, STF libera grana que negou a Pimentel em MG…

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Justiceiro

07 de janeiro de 2019 às 19h27

Ora, Miguel. Quem é contra a discussão política e sexual nas escolas? Quase ninguém.

O que somos contra, e isso Bolsonaro tem que combater, é a ideologização. É professores doutrinados falarem para seus alunos só de um lado ideológico como sendo do bem e o resto do mal. Não dão opção, Criticam Pinochet e a Ditadura brasileira mas enaltecem Fidel Castro, Mao Tsé Tung etc.

Dizem que a Ditadura brasileira matou muitos civis mas não falam a mesma coisa da ditadura castrista. E ainda tem Che Guevara como um herói.

Quanto a educação sexual, também seria bom professores falarem sobre doenças sexualmente transmissíveis, como evitar a gravidez precoce, quais tipos de doenças podem ser transmitidas sexualmente e até através de um beijo.

Mas o que a turma da Kokay e do Jean Wyllys quer fazer é pregar que crianças de 7 anos podem mudar de sexo sem a autorização dos pais.

A turma do Wyllys acha que um hetero pode virar homo mas jamais um homo poderá virar um hetero.

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    Vinícius

    07 de janeiro de 2019 às 19h43

    ☝️☝️☝️
    Preciso escrever algo para explicar a exquisofrenia – ou outro termo mais adequado – que caracteriza eleitor do Bolsonaro?

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    Alan Cepile

    07 de janeiro de 2019 às 19h52

    Bozo diz ser contra a ideologização, coisa que ele mesmo pratica 24h por dia….

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    degas

    07 de janeiro de 2019 às 22h02

    Verdade. Educação sexual não é necessariamente a pregação da ideologia de gênero (que a Érika Kokay reiterou ontem que deve mesmo existir) e tudo o que o partido-quadrilha fez e quis fazer. Se retirar os desvarios petistas, pouca gente é contra.

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Alex

07 de janeiro de 2019 às 19h20

O VÔO DAS BARATAS CONTRA A LUZ

https://novoexilio.blogspot.com/2019/01/chao-de-amendoas-por-alexandre-meira.html

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Alan Cepile

07 de janeiro de 2019 às 18h28

Nenhuma barata de direita vota no inseticida só pq não gosta da barata de esquerda, portanto, ou nego mentiu nessa pesquisa pq não quis dizer que não gosta de preto, pobre, favelado e etc, ou a eleição foi fraudada, pois haviam outras opções, todas melhores que um palhaço que tá completamente perdido na cadeira de presidente.

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    degas

    07 de janeiro de 2019 às 21h58

    Que é isso, rapaz? O que conta é o segundo turno, entre o fantoche de presidiário e o capitão não havia como dar outra coisa.

    Responder

      Alan Cepile

      08 de janeiro de 2019 às 01h25

      Poste é poste, e tosco é tosco.
      Simples assim.

      Responder

Louis

07 de janeiro de 2019 às 18h04

O jornal Le Monde que chegou às bancas nesta segunda-feira (7) trouxe em sua capa uma foto do novo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que oscila entre iniciativas radicais e hesitações políticas, segundo o diário. “O início tumultuoso de Bolsonaro”, diz o título da matéria de capa, que fala “do ataque aos direitos dos povos indígenas e da comunidade LGBT”.

“Dois dias após sua posse, Bolsonaro teve o cuidado, no dia 3 de janeiro, de retirar as cadeiras vermelhas do Palácio Presidencial da Alvorada, em Brasília”, diz o jornal, lembrando que a cor é associada ao comunismo pelos membros do partido Partido Social Liberal (PSL), que preferem o azul, visto como “mais de direita”.

Enquanto alguns veem apenas um detalhe, outros enxergam um verdadeiro símbolo da obsessão de um governo dedicado a procurar “inimigos imaginários”, no lugar de propor um verdadeiro programa político, ressalta Le Monde. A marca de Bolsonaro, para o jornal, é a de um poder “que mistura agressividade e improvisação”.

http://br.rfi.fr/brasil/20190107-le-monde-primeiros-dias-bolsonaro-demonstram-agressividade-improvisacao

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Nostradamus ( banquinho & bacia )

07 de janeiro de 2019 às 15h19

Certamente meu amigo. Mas está incompleta a afirmação. O correto é por rejeição ao PT criada no povo brasileiro pela Rede Globo ( e por este blog também ). E elevada ao cubo pelo WhatsApp pago pelo empresariado, especialmente o Luciano da Havan, SC, com investimento de montanhas de dinheiro!!!

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    Ozeias

    07 de janeiro de 2019 às 15h39

    Exatamente

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