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Crédito: Youtube

A distribuição das comissões temáticas na Câmara dos Deputados

Por Miguel do Rosário

13 de março de 2019 : 16h30

PSL e PT vão comandar três comissões cada, mas nomes não foram decididos

Os líderes partidários decidiram, nesta terça-feira (12), quais partidos terão a prerrogativa de indicar os nomes para as presidências das comissões temáticas da Câmara dos Deputados. A partir de agora, cada partido vai definir os nomes com a bancada. As comissões serão instaladas na noite de quarta-feira (13) e na manhã de quinta-feira (14).

“A reunião [desta terça] não discutiu os nomes para compor as mesas das comissões, apenas a divisão entre os partidos”, disse o líder do governo, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO).

O PSL, maior partido da Casa, ficará com o comando das comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ); de Fiscalização Financeira e Controle; e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional.

A segunda bancada, o PT, vai comandar as comissões de Cultura; de Direitos Humanos e Minorias; e de Legislação Participativa.

Proporcionalidade

A quantidade de cadeiras que cada partido pode ocupar é feita com base no resultado da última eleição para a Câmara e no princípio da proporcionalidade partidária. Ou seja, quanto maior a representação do partido ou bloco partidário na Casa, mais cadeiras poderá ocupar nos colegiados.

Segundo esse critério, o caberá ao bloco liderado pelo PSL, partido do governo, que conta com 301 deputados (PSL, PP, PSD, MDB, PR, PRB, DEM, PSDB, PTB, PSC, PMN) ocupar 39 de um total de 66 cadeiras da principal comissão permanente da Casa, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. É na CCJ, por exemplo, que terá início a análise na reforma da previdência (PEC 6/19).

O segundo maior bloco, liderado pelo PDT, com 105 deputados (Pode, Solidariedade, PCdoB, Patri, PPS, Pros, Avante, PV e DC), terá direito a 14 cadeiras na CCJ.

O Bloco do PT, PSB, Psol e Rede, que soma 97 deputados, terá direito a 12 cadeiras no colegiado. O Partido Novo, que não integra nenhum bloco, terá direito a uma cadeira na comissão.

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli

Agência Câmara de Notícias

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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1 comentário

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Paulo

13 de março de 2019 às 19h28

O bloco do PSL tem 301 deputados? Se os deputados, individualmente, não puserem a mão na consciência, vai passar tudo, especialmente o maior fetiche da imprensa e dos financistas: a odiosa Reforma da Previdência. Coitado do povo brasileiro!

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