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Mujica fala sobre a intervenção militar na Venezuela

Por Redação

21 de março de 2019 : 14h48

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4 comentários

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Zé Maconha

21 de março de 2019 às 15h19

Confesso que meu lado sádico se agita com a idéia de militares brasileiros sendo mortos pela artilharia soviética que a Venezuela possui.
Será que os militares brasileiros sabem fazer algo além de torturar estudantes e estuprar mulheres.
No caso Rio-centro mostraram que nem atentado terrorista sabem fazer.

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    Paulo

    21 de março de 2019 às 18h21

    Meu Deus! A que ponto de insanidade chega a esquerda brasileira. Orgulhe-se de estar junto ao “Cavaleiro da Esperança” (aquele que até casava por ideologia), que, certa vez, indagado de que lado estaria, na hipótese de uma guerra envolvendo Brasil e a ex-URSS, não hesitou na escolha. Vergonha de brasileiros como você!

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    Gilmar Antunes

    22 de março de 2019 às 16h52

    Eu não acharia ruim que a Venezuela pudesse se defender de uma agressão externa como esta que, novamente, envolve 3 nações covardemente atacando interesses que não são seus, como aconteceu com o Paraguai no séc. XIX, com Brasil, Argentina e Uruguai, com apoio da Inglaterra, massacrando a população daquele país, também de forma covarde.
    Mas meu ceticismo indica que a Venezuela não tem armamento que possa enfrentar o poder militar de 3 países, notadamente os armamentos altamente sofisticados americanos, nem mesmo com intervenção dos russos, considerando que estes, além de distantes, possivelmente não dispõem de tecnologia bélica que possa rivalizar no mesmo calibre.
    A meu ver, restaria ao governo socialista bolivariano apenas negociar uma solução diplomática para deixar o poder, evitando assim o sacrifício de muitos cidadãos venezuelanos, talvez milhares.

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    Gilmar Antunes

    22 de março de 2019 às 17h15

    Mas são extremamente importantes as questões colocadas por Mujica.
    As nações européias, que já passaram por duas grandes guerras, absurdamente, não estão se dando conta da gravidade desta situação. E as Nações Unidas precisam intervir nesse conflito, para evitar que, mais uma vez, os EUA se utilizem de mentiras, covardemente, como fizeram não apenas no Oriente Médio, mas em todas as guerras em que se envolvem, por uma única razão: imposição de seu domínio militar e econômico em toda a parte do planeta.
    Como entender que um Estado beligerante faça o que quiser?
    É óbvio que por traz dessa insensatez está a megalomania das classes dominantes americanas com seus tentáculos perversos na Europa e América Latina.
    Ninguém tem o direito de agredir, como estão querendo, a livre determinação dos povos.

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