Economistas discutem a desindustrialização no Brasil

A opinião de Celso de Barros sobre o caso Tábata

Por Redação

12 de julho de 2019 : 16h08

Aviso aos navegantes: apesar de ser crítico ao posicionamento de Tábata Amaral na votação da reforma da Previdência, e o blog estar aberto (como sempre esteve) para que comentaristas e colunistas opinem livremente contra ela, também haverá espaço aqui para a deputada e seus apoiadores defenderem o seu ponto-de-vista. Os internautas me conhecem: seja contra quem for, sou contra linchamentos.

O Cafezinho não adotará, jamais, as táticas de Sergio Moro ou Lava Jato. Aqui todo mundo tem espaço para se defender.

Digo isso porque o cientista político Celso de Barros participou de debate na Folha em que fala sobre o caso da deputada, e fez algumas ponderações que podem ser úteis ao debate – nem que seja para contestá-las.

No canal Café da Manhã do Spotify (Folha):

O papel e o poder dos partidos no Brasil
Café da Manhã
12 de jul

26min

Na votação do texto principal da reforma da Previdência, na quarta-feira (10), 34 deputados contrariaram as orientações de voto de suas bancadas na Câmara. Os parlamentares estão sujeitos a punições, e alguns sofreram ameaças de expulsão dos partidos —caso da deputada Tabata Amaral (PDT-SP). O colunista da Folha Celso Rocha de Barros explica como funcionam os partidos brasileiros, como eles se relacionam com os políticos e como podem proceder em casos de punição.

Para ouvir o programa, clique aqui.

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5 comentários

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Nilson Messias

12 de julho de 2019 às 21h29

Tábata, cara, alma e coração do PSDB. Dória, tem razão.

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Marcio

12 de julho de 2019 às 19h15

“O Cafezinho não adotará, jamais, as táticas de Sergio Moro ou Lava Jato. Aqui todo mundo tem espaço para se defender.”

Pra là de ridiculo !!

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    Onofre junqueira

    13 de julho de 2019 às 11h04

    Bota ridículo nisso. Mais ridículo que isso foi ver o Miguel do Rosário vestindo a jaquetinha representando a bandeira venezuela . kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder

Onfre Junqueira

12 de julho de 2019 às 18h26

“O Cafezinho não adotará, jamais, as táticas de Sergio Moro ou Lava Jato. Aqui todo mundo tem espaço para se defender.”. O Miguel é um comédia, um fanfarrão. Um simplório editor de blog querendo se comparar a Sérgio Moro e a Lava Jato. Nem na décima encarnação o pobre blogueiro terá um mísero centésimo da importância de Sérgio Moro/Lava Jato. É muita pretensão. “Se enxerga Miguel” !

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Luis Campinas

12 de julho de 2019 às 16h46

Olha Miguel, eu não vou entrar para ver a entrevista porque ela não está disponível sem acessar um aplicativo e para o que vou dizer, não vejo necessidade. E começo dizendo: quem não sabe como funcionam os partidos? Quem não sabe que o PDT e o PSB não são partidos claramente identificados com a esquerda e sequer progressista por boa parte de seus membros? Sempre tiveram alguns, como em todo lugar pode ter, mas agravou-se muito depois que deixaram de capitaneá-los Brizola e Arraes respectivamente. Dá para considerá-los ao menos partidos do campo progressista? Depende. Se a referência for somente as lideranças que os presidem, sim, mas isso embora importante, não é o que caracteriza sua ideologia. Como votam em temas cruciais a democracia e a classe trabalhadora e nas eleições sim. E olha que os dois aí têm histórias complicadas. Agora não estamos a falar deles e sim de Tábata. E porque dela? Pela simples razão que muitos apostaram nela como alguém progressista e de esquerda, embora meio como uma nova esquerda. Foram nessa Ciro, que se manifesta hoje profundamente decepcionado com ela, pois foi quem a bancou e talvez aqueles que por razões diversas, viam da esquerda sectarismo até onde não existe. Não cabe a ninguém necessariamente ter que justificar suas posições de outrora, basta humildade. Quem não errou com certeza foi a Ambev. Quando a expulsão? Depois que o judiciário liberou geral para que a pessoa faça o que quiser nos partidos, pior do que expulsar alguém é dar-lhe a possibilidade de aumentar a as fileiras dos partidos reacionários. Se do PDT fosse, a manteria como mal menor!

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