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Iedi denuncia dramática desindustrialização do país

Por Redação

02 de agosto de 2019 : 23h31

A carta mensal de junho do Iedi – Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial – aborda de maneira direta e franca o dramático problema da desindustrialização no Brasil.

Eu separei um trecho dela, e alguns gráficos que o acompanham.

(…)

Evolução Mundial do VA industrial per capita

Desde 1981, a indústria de transformação brasileira começou a crescer continuamente menos que o PIB nacional e, consequentemente, a perder peso no PIB. Nesta seção, é comparado o desempenho do Brasil com os demais países em termos de crescimento real e real per capita, pois pode acontecer de a indústria brasileira ter crescido pouco, mas a indústria dos demais países também. O que indicaria que o regresso industrial brasileiro não seria uma questão específica, mas parte de uma evolução mais ampla, compartilhada pelos demais países.

O gráfico abaixo exibe o crescimento real acumulado do valor adicionado manufatureiro (VAM) desde 1980 até 2017 para os trinta países responsáveis atualmente por cerca de noventa por cento da indústria mundial. Note que o Brasil apresentou o menor crescimento entre todos os países, enquanto cinco países asiáticos lideram a lista.

Entre 1980 e 2017, a indústria de transformação brasileira cresceu apenas 24%, enquanto a indústria mundial cresceu 204% e a do mundo excluído a China aumentou 135%. Os Estados Unidos cresceram no mesmo ritmo do mundo excluído a China. A maioria dos países em desenvolvimento cresceram acima da economia mundial e a maioria dos países desenvolvidos abaixo. O caso chinês é único, pois a China aumentou o tamanho de seu parque industrial em mais de 40 vezes. A Coreia do Sul aumentou 17 vezes, Indonésia e Índia 12 vezes, Malásia e Irlanda 11 vezes. Na Europa, a Turquia e Polônia apresentaram crescimento expressivo, respectivamente, 696% e 613%. Portanto, na comparação internacional, o crescimento do Brasil foi medíocre.

Quando se avalia o desenvolvimento industrial de uma nação, um indicador muito utilizado pelas Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), órgão vinculado à ONU, é o valor adicionado manufatureiro (VAM) per capita. Ao dividir o produto manufatureiro pela população elimina-se possível viés causado pelo tamanho do país.

O gráfico acima mostra que o VAM per capita do Brasil encolheu 28% entre 1980 e 2017, enquanto o mundial aumentou 79% e do mundo sem China 32%. A China encabeça a lista e o Brasil a fecha na última posição. Analisado em subperíodos, o VAM per capita brasileiro aumentou até 1980 quando atingiu aproximadamente US$ 1.650 a preços de 2010 e depois passou a apresentar ligeira tendência de queda, terminando a série em 2017 com quase US$ 1.200 a preços de 2010. Em contraste, outros países representados no gráfico a seguir apresentam evolução positiva, com destaque para a China, que ultrapassou o Brasil em 2011 e em 2017 e obteve VAM per capita de US$ 2.250 a preços de 2010, isto é, um pouco mais de US$ 1.000 per capita acima do Brasil.

E quanto ao VAM per capita de países atualmente desenvolvidos, que detêm os maiores parques industriais do mundo? A tendência é de crescimento em todos eles. Cabe destacar o notável desempenho da Coreia do Sul, país que, em 1980, detinha VAM per capita inferior ao brasileiro e, em 2017, alcançou US$ 7,6 mil a preços de 2010, valor superior ao de alguns países desenvolvidos e maior que o brasileiro em 6,5 vezes.

A Coreia do Sul é o único país que, além de apresentar robusta trajetória de industrialização ao longo de todo o período em tela, tem conseguido evitar a redução do peso da indústria em sua economia mesmo com elevada renda per capita, desde início dos anos 2000. Muito disso se deve aos investimentos em inovação: na última década, a Coréia do Sul apresentou esforço em P&D – investimentos em P&D dividido pelo PIB – bem acima dos Estados Unidos e União Europeia, conforme dados da OCDE. Desde os anos 1990, a Coreia do Sul possui uma indústria competitiva internacionalmente, desempenho obtido e sustentado por inovações tecnológicas e internacionalizações de suas empresas em segmentos dinâmicos do comércio internacional.

Alguns países fora do leste asiático também registraram crescimento expressivo, como Polônia e Turquia e, mais moderadamente, o México. A Argentina, que no início da série destoava com maior VAM per capita, não conseguiu avançar e fechou 2017 com nível semelhante ao que estava em 1970, sendo ultrapassada pelos três países citados.

Em síntese, o desempenho industrial brasileiro mensurado pelo valor adicionado per capita foi medíocre. Desde 1980, a manufatura brasileira tem contribuído negativamente para o PIB per capita do país. Numa perspectiva internacional comparada, o Brasil ficou em último lugar na lista dos trinta países detentores dos maiores parques industriais do planeta atualmente, tanto no crescimento real acumulado do VAM quanto do VAM per capita. Cabe destacar que o desempenho brasileiro foi muito inferior ao do mundo avaliado com ou sem a participação da China.

Brasil: o caso de declínio prematuro da indústria mais grave do mundo

O quanto o regresso industrial brasileiro difere do mundial? Os gráficos a seguir ilustram a questão e apontam para uma resposta. A preços correntes, a manufatura mundial perde 36,1% de peso no PIB entre 1970 e 2017, enquanto a brasileira perde 58,6% entre 1986 e 2018.

Como a série a preços correntes capta tanto o efeito quantidade (variação real) quanto o efeito preço, uma hipótese provável para essa grande queda é que os preços dos produtos manufaturados trabalho-intensivos tenham diminuído bastante devido às escalas de produção gigantescas da China, assim, este país influenciou negativamente os preços globais destes produtos no comércio internacional. Também houve uma redução substantiva de preços nos equipamentos de informática e produtos eletrônicos, neste caso, esta redução se deve ao enorme avanço tecnológico somado as imensas escalas produtivas asiáticas. Ademais, a participação dos setores manufatureiros no PIB joga um papel decisivo no declínio industrial brasileiro, como já tratado na Carta IEDI n. 920.

A preços constantes, por sua vez, a manufatura mundial aumentou seu peso no PIB em 9,2% no mesmo período, mas a brasileira diminui em 42,6% entre 1980 e 2018. Fatos que evidenciam que a perda de participação da indústria brasileira é muito mais intensa que a mundial a preços correntes e, apesar do mundo não se desindustrializar a preços constantes, a manufatura do Brasil contraria essa tendência e perde mais de quarenta por cento de peso no PIB.

E na comparação internacional qual país representa o caso de retrocesso industrial mais intenso? As últimas colunas das tabelas a seguir exibem essa informação, respectivamente, para a série a preços correntes e para a série a preços constantes.

Austrália, Reino Unido e Bélgica apresentaram as maiores diminuições das respectivas parcelas da indústria de transformação no PIB desde 1970, quando há dados disponíveis para um amplo conjunto de países. Esses três países representam casos normais ou positivos de regresso industrial, pois eles começaram a passar por este processo já com uma renda per capita elevada, próxima do patamar de US$ 20 mil em PPC de 2017, e continuaram registrando ampliações da renda per capita nos anos que se seguiram.

O Brasil juntamente com a Argentina são os casos de “desindustrialização prematura” mais graves. Começaram a reduzir a participação de suas indústria no PIB com um nível de renda per capita bem abaixo do patamar encontrado pelo trabalho de Dani Rodrik e, durante a fase descendente, a renda per capita aumentou pouco em ambos os países. Comparativamente aos três casos acima de “desindustrialização normal”, as manufaturas do Brasil e da Argentina reduziram peso no PIB num intervalo menor de anos. No Brasil, entre 1986 e 2018 foi o período crítico do regresso industrial, em que a parcela da indústria de transformação teve redução de 58,6%. A contar pelos dados dos últimos anos este é um processo que ainda está em andamento.

Na série a preços constantes de 2010, apenas 10 países apresentaram tendência de redução da parcela industrial. O Brasil localiza-se na terceira posição, atrás de Austrália e Reino Unido. Novamente, o Brasil é o caso mais grave de “desindustrialização prematura” a preços constantes, apresentando redução de 43,9% da parcela da indústria de transformação no PIB entre 1976 e 2016.

Em síntese, o Brasil apresenta redução da participação da manufatura no PIB muito mais intensa que a economia mundial e é o caso mais grave de “desindustrialização prematura” entre os trinta países que representam cerca de noventa por cento da indústria mundial atualmente. O abrupto retrocesso industrial causou impactos negativos para o desenvolvimento do Brasil no longo prazo, como a contribuição negativa do setor industrial para a renda per capita desde 1980, conforme visto na seção anterior.

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44 comentários

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Dutra

03 de agosto de 2019 às 13h35

O Pilantra do Paulo Guedes e sua corja vão acabar com a soberania do Brasil.E os otários bolsonaristas ainda acham que o desgoverno do Bozo tá no rumo certo! Vão se esclarecer bando de fascistas desinformados!!!

Responder

NeoTupi

03 de agosto de 2019 às 12h40

Outra coisa. A desindustrializão tende a piorar, pois o plano de Guedes é tornar o Brasil uma grande Cidad Del Leste (do Paraguai), onde há amplo livre comércio e desregulamentação, mas tudo importado.

Responder

    Adevir

    03 de agosto de 2019 às 13h07

    Na verdade basta o Estado parar de atrapalhar. Tantos costumam reclamar das condições de trabalho na China, mas a verdade é que a China é hoje o melhor lugar para industrias se instalarem e gerarem grandes lucros.

    Responder

      Marcio

      03 de agosto de 2019 às 13h26

      Sim, com o trabalho escravo.

      Responder

        Edibar

        03 de agosto de 2019 às 17h51

        Pois é. Na verdade é só a lei da oferta e da demanda se expressando. Grande oferta de mão de obra barata e os incentivos corretos, dá nisso. Lei da oferta e da demanda está em tudo e ela sempre se impõem. O dia que pararem de quererem podá-la com keynesianismos mequetrefes a coisa vai melhorar bastante.

        Responder

      NeoTupi

      03 de agosto de 2019 às 17h18

      Você está mal informado. A industrialização chinesa foi totalmente planejada pelo estado, inclusive a abertura ruma a economia de mercado (o governo Chinês chama de socialismo de mercado). Primeiro com indústrias estatais de caminhões, tratores, etc, nas décadas de 50 visando autosuficiência.
      Depois, com Deng Xiaoping atraiu empresas estrangeiras como VW, Honda, Kia, Ford, GM, etc. exigindo joint venture com contrele de 50% chines. O atrativo era e é acesso ao mercado chinês (que hoje vende 30 milhões de carros por ano), em troca de acesso a tecnologia.
      Em paralelo, o estado usou as receitas arrecadadas para reinvistir em institutos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Isso sem dizer da formação massiva de engenheiros pelas Universidade chinesas, também estatais.
      E houve todo um planejamento estatal de indústria de base (siderúrgica e petroquímica), energia estatal barata para suprir as indústrias, e logística que incluiu até fábrica de containers junto aos portos para baratear exportações.
      Some-se a isso o financiamento a industria ser estatal, seja através dos bancos estatais, seja através do orçamento governamental das províncias.
      Só à medida em que a China criou seus campeões nacionais competitivos mundialmente (vide Huawei, ZTE, TCL, Hisense), passou a abrir mais seu mercado.

      O livre mercado tem suas virtudes, mas nunca fez de Cidad Del Leste no Paraguai nenhum pólo industrial. Mesmo o Chile, modelo para Paulo Guedes, não passa de um entreposto comercial e produtor de commodities.

      Responder

        Marcio

        04 de agosto de 2019 às 08h05

        Vai lá trabalhar…la o estado planeja tudo, sua vida também.

        Responder

          Gilmar Tranquilão

          04 de agosto de 2019 às 13h31

          Pobre povo brasileiro, mora num lugar onde quem planeja sua vida é o Deus Mercado e o pato da FIESP kkkkkkk

        Edibar

        04 de agosto de 2019 às 11h37

        Essa história de campeões nacionais me dá calafrios. E ninguém nunca havia ouvido falar de Huawei, ZTE e etc antes de uns 100 anos atrás.

        Responder

          Edibar

          04 de agosto de 2019 às 11h38

          *quis dizer 10 (dez) anos atrás. Teclado (q deve ser chinês) me traiu nessa….

          NeoTupi

          05 de agosto de 2019 às 11h36

          Dá calafrios apenas por má informação, porque isso nunca foi política exclusiva de governos do PT. É apenas fazer o óbvio. No Brasil existe desde Pedro II (ex: Barão de Mauá), passando por Getúlio Vargas, e pela ditadura de 1964 (ex: a própria Odebrecht, Globo, Abril, Sharp que já faliu por falta de metas de exportações na época, etc), até FHC por linhas tortas (Itaú e Bradesco, Vale).
          E deu certo em praticamente todos os países que se tornaram ricos: EUA (cujos presidentes e governos atuam pelas empresas deles com sede nos EUA, como a Boeing, Lockheed, Raytheon, Qualcomm), assim como no Japão, Korea, França, Alemanha, UK.
          Até o final da década de 1980 ninguém aqui no Brasil tinha ouvido falar em Sansung e LG também.
          ZTE a Vivo já vendeu aparelhos celulares há mais 10 anos atrás, a Embratel já vendeu aparelhos Huawei no varejo para telefonia fixa há mais de 10 anos, e na infraestrutura de telefonia celular a Huawei já é fornecedora das operadoras desde a privatização em 1998.

NeoTupi

03 de agosto de 2019 às 12h37

Esse gráfico não mostra a evolução da indústria e sim sua participacão no PIB. Em 2013 o Brasil produziu 3,7 milhões de veículos contra menos de 2 milhões em 2002, mas se o setor de serviços (comércio, seguros, serviços financeiros, transportes, telecomunicações, entretenimento, serviços de saúde, de TI, etc) cresceu muito mais em percentagem, então a participação relativa da indústria no PIB caiu. Esse fenômeno acontece nos EUA, na China e praticamente em todos os países que vão enriquecendo.
Essa análise simplista é tão errada como dizer que o agronegócio de hoje estaria em queda em relação ao fim do século XIX porque a participação dele no PIB é menor hoje do que há 120 anos.
O melhor é analisar a série histórica do próprio crescimento industrial, independentemente do desenvolvimento dos outros setores.

Responder

Marcio

03 de agosto de 2019 às 10h24

O Pilantra Maximo nào quis ser entrevistado pelo site Antagonista…?? Kkkkkk

Responder

    Carlos Marighella

    03 de agosto de 2019 às 12h14

    Antagonista querendo audiência.

    Responder

      Marcio

      03 de agosto de 2019 às 12h17

      Igual a qualquer outro.

      Responder

      Renato

      03 de agosto de 2019 às 14h18

      Que audiência ; militonto ? Lula não dá audiência !

      Responder

        Gilmar Tranquilão

        03 de agosto de 2019 às 15h28

        O Anta quer pq não dá audiência!?!?! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Bolsoburro!!!!!! uhauhauhauhauhahua

        Responder

          Justiceiro

          03 de agosto de 2019 às 16h26

          Os Antas pediram entrevista com o calango só para desmoralizar ele e a Folha.

          Sabiam que Lula não ia topar, já que só dá entrevista para “jornalista” vendido.

          Ivan

          04 de agosto de 2019 às 13h33

          Sei…. todo mundo sabe que o antagonista queria uma atençãozinha com uma entrevista com Lula.

          Quem sabe na próxima.

          Renato

          04 de agosto de 2019 às 14h05

          Nossa; que burro….o petista nao conhecem uma figura de linguagem chamada ironia ! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Tigre Manso

    03 de agosto de 2019 às 20h12

    Pilantra és tu que pensas que todos os brasileiros são trouxinhas.
    Com certeza VOCE defendia uma fundação privada de 2,5 bilhões de reais de grana da Petrobras, pública, do povo para o Dallagnol administrar, gerir, ” tocar “.
    E o Lula e o maior ladrão do planeta. Volta pra escola seu animal, vai estudar.
    Vai chupar as bolas do teleguiado dos EUA e morra com ele.

    Responder

Guilherme Nagano

03 de agosto de 2019 às 09h30

Opa opa…olhando o gráfico…será possível….CAIU a produção industrial durante os “gloriosos” anos PT!!!!!!

Responder

    Isabella Lins

    04 de agosto de 2019 às 19h54

    Opa opa, relembrando a historia recente o Lula e a Dilma deram dinheiro para os empresarios investirem no parque industrial, modernizar as fabricas, sabe o que os empresarios brasucas fizeram ? Nao, né. Pegaram o dinheiro e foram viajar, passear na europa e eua. Inclusive empresario de universidade particular que pega dinheiro do governo faz isso.
    Isso valia até uma boa reportagem do Cafezinho ou de outro blog de esquerda que goste de esmiuçar a historia. Nao adianta culpar o PT. O BNDES soltou grana pelo ladrao e o empresario roubou o dinheiro e nao modernizou as fabricas. Aí nao tem como. Juros de pai pra filho para modernizar a planta, a fabrica, os equipamentos, as maquinas e nao fizeram nada. A industria brasileira parou no tempo, nao tem condicoes de competir com os importados. Vao falir logo logo.
    E é na industria que estao os melhores salarios. Comercio é fraco e setor terciario tb é fraco a nao ser que vc seja o dono do negocio.

    Responder

Marcio

03 de agosto de 2019 às 07h43

Desde quando o Brasil foi industrializado por curiosidade…?

Responder

Alan C

03 de agosto de 2019 às 06h44

Faz arminha que a industrialização volta!…

Responder

    Justiceiro

    03 de agosto de 2019 às 10h00

    Pede pra vovó te ensinar e ler gráfico.

    A véia te mima muito.

    Responder

      Alan C

      03 de agosto de 2019 às 10h27

      Bolsoasno chateado, que lindo kkkkk

      Responder

        Guilherme Nagano

        03 de agosto de 2019 às 10h48

        Basta ver o gráfico: anos PT, QUEDA! Simples assim! E é um fenômeno GLOBAL!

        Responder

          Alan C

          03 de agosto de 2019 às 11h52

          Enfia o PT no * simples assim.

          Marcio

          03 de agosto de 2019 às 12h18

          Que isso…calma, time de coraçào nào se troca assim de um dia pro outro, nào pode cuspir no prato onde comeu atè ontem.

          Alan C

          04 de agosto de 2019 às 01h01

          Faz um suco de laranja

    Marcio

    03 de agosto de 2019 às 11h20

    Desde quando foi industrilizado que nem esgotos tem ?

    Responder

    Renato

    03 de agosto de 2019 às 14h20

    Faz “L” de Lula Livre que a robualleira volta !

    Responder

      Alan C

      04 de agosto de 2019 às 01h02

      Lula tá preso, babaca!

      Responder

        Renato

        04 de agosto de 2019 às 14h06

        E com Lula;os babacas esquerdistas !

        Responder

          Alan C

          05 de agosto de 2019 às 06h22

          Lula tá preso, babaca!

Paulo

03 de agosto de 2019 às 00h06

Preocupante! O que o Chicago-Boy tem a dizer,vsobre isso?

Responder

    Justiceiro

    03 de agosto de 2019 às 10h03

    Chicago boys? Você deveria perguntar é pro Guido Mantega, que foi ministro da Fazenda dos governos-desastres da calanga.

    Mantega só queria saber de roubar pra si, pro Lula e pra Dilma. Não tinha tempo de cuidar das finanças do país.

    Responder

      Paulo

      03 de agosto de 2019 às 21h46

      Esses devem ser responsabilizados, também (e de forma severa). Agora, a bola é de PG…

      Responder

    Alan C

    03 de agosto de 2019 às 10h28

    Nada, como sempre.

    Segue o circo.

    Responder

    Renato

    03 de agosto de 2019 às 14h22

    Melhor você perguntar a Lula; Dilma e Mantega; eles estiveram lá durante treze anos !

    Responder

      NeoTupi

      03 de agosto de 2019 às 16h14

      Produção de veículos no Brasil (responde pela maior fatia na industria de transformação):
      2018: 2.880.724
      2014: 3,364,890
      2013: 3,712,380 (auge)
      2010: 3,381,728
      2005: 2,530,840
      2002: 1.633.790

      Responder

        Renato

        04 de agosto de 2019 às 14h10

        Vá correndo e pedir para o Iei alterar o gráfico que está errado ! kkkkkk

        Responder

          NeoTupi

          05 de agosto de 2019 às 11h50

          Não é o gráfico que está errado, é sua leitura. A participação do setor de serviços no PIB é que cresceu mais do que a indústria, que também cresceu naquele período citado por você.
          Vou desenhar:
          Você compra remédio (industria) e só quando está doente, mas paga muito mais para plano de saúde (serviços), mesmo quando está saudável.
          A idústria farmaceutica pode crescer, e o mercado de planos de saúde pode crescer mais proporcionalmente em um certo período, gerando gráficos como o acima.
          O mesmo ocorre com o fabricante do celular e a assinatura na operadora, com o preço do aparelho de TV e a assinatura de TV fechada, preço do caminhão e faturamento com o frete, etc.


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