Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Japão testa seu primeiro carro voador

Por Redação

05 de agosto de 2019 : 21h44

Os aficcionados por Blade Runner e filmes futuristas em geral terão uma sensação curiosa de deja vu.

Hoje, 5 de agosto de 2019, a empresa japonesa NEC testou um dos primeiros modelos de carro voador.

A parceira na pesquisa, a Cartivator, tem planos de produzir carros voadores em larga escala a partir de 2026.

Enquanto isso, o nosso presidente, Jair Bolsonaro, pensa em desenvolver o país investindo em “novas serras peladas” na Amazônia…

Assista ao vídeo a partir do minuto 1:00. O player já está no ponto.

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4 comentários

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Wenderson

06 de agosto de 2019 às 06h21

Até q começou um pouco interessante a matéria mas finalizaram com outra história da presidência que não tem nada haver com o tema. Vamos de imparcialidade no conteúdo.

Responder

    Marcio

    06 de agosto de 2019 às 07h26

    A matéria é a frase idiota que não tem nada a ver, a dos carros voadores é um pretexto para escrever a cagada esquerdomorroidica.

    É uma doença mental.

    Responder

Paulo

05 de agosto de 2019 às 22h31

Legal e tals, o carro-voador, mas peço licença ao Cafezinho – um site plural – para reproduzir um texto que acabei de ler no Aleteia (um site de orientação católica):

“Após o lançamento do livro, dezenas de pessoas que foram criadas por casais LGBT entraram em contato para compartilhar suas preocupações sobre o casamento e a paternidade homossexuais
Quando se fala da regulamentação da união civil de casais homossexuais, logo se fala também da possibilidade de adoção. Porém, as consequências da privação de uma das duas figuras, a paterna ou a materna, é um tema ainda bem inexplorado e o testemunho das pessoas criadas por casais homossexuais em outros países são relativamente desconhecidos.

No Canadá, Dawn Stefanowicz, publicou o livro Out From Under: The Impact of Homosexual Parenting para contar a sua experiência. Segundo ela, após o lançamento do livro, em 2007, mais de cinquenta outros adultos que foram criados por casais LGBT entraram em contato para dizer que compartilham as suas preocupações sobre o casamento e a paternidade homossexual. ‘Muitos de nós lutam com a sua própria sexualidade por causa da influência do ambiente em que cresceram’, conta Dawn.

Ela lamenta a forte restrição de liberdade de pensamento que se verificou no seu país após a aprovação do casamento gay. Posicionar-se de forma contrária pode gerar consequências disciplinares, demissão ou perseguições por parte do governo.

Dawn Stefanowicz conta como sempre se sentiu obrigada a dizer que aprovava a adoção por homossexuais, por pressão social, apesar dos sofrimentos que passou.

Mas as palavras mais fortes do seu livro são aquelas que narram as experiências que viveu na infância. ‘Nas famílias homossexuais, as crianças negarão com frequência a própria dor e fingirão não sentir falta de um pai biológico, sentindo-se pressionadas pelas políticas que circundam as famílias LGBT a se exprimir positivamente. Quando as crianças carecem de um pai biológico por morte, divórcio, adoção ou reprodução artificial, experimentam um vazio doloroso. É o que acontece também quando o nosso pai gay traz para dentro da nossa vida o(s) seu(s) parceiro(s) do mesmo sexo, que nunca poderá substituir o genitor biológico’, escreve Dawn.

As crianças têm naturalmente a necessidade de ter uma mãe e um pai – e têm o direito a isso. Dawn diz que ‘as mães e os pais contribuem com dons únicos e complementares à formação dos filhos. O sexo dos pais conta para um desenvolvimento saudável dos filhos. Nós sabemos, por exemplo, que a maior parte dos homens que estão presos não tiveram um pai por perto. Os pais, por sua natureza, asseguram identidade, dão direção, disciplina e limites e constituem um exemplo para os filhos, mas não podem gestá-los no próprio ventre ou amamentá-los. As mães criam os filhos de uma maneira única que não pode ser substituída pelo pai.’

Dawn afirma ser uma das seis adultas criadas por pais gays que recentemente apresentaram à Suprema Corte norte-americana uma advertência solicitando que seja respeita a autoridade dos cidadãos em manter a definição originária do casamento, de modo que os filhos possam ser educados por seus próprios pais biológicos ou por quem de fato possa lhes substituir.”

Sendo este um espaço de pensamento (mais) à esquerda, gostaria de solicitar, com a devida licença, aos seus frequentadores que refletissem um pouco sobre o drama que podem estar criando para essas gerações de filhos adotados por casais homossexuais, sobre o sofrimento que lhes é impingido, sem direito de escolha, sem direito à reversão ou à alternativa que seja, pois essa reflexão, sem dúvida, deve permear e acompanhar o pensamento de todo aquele que se pretende defensor da justiça e dos direitos individuais, principalmente dos mais vulneráveis.

Entendo que a questão é de grande amplitude e interesse social. Não estou aqui advogando restrições descabidas, e, muito menos, violência contra os homossexuais, mas estou vivamente impressionado pelos episódios a que assisti na 5ª feira, quando estive em São Paulo, mais especificamente, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, levando meu filho mais novo, em companhia de minha esposa, ao médico.

Já na chegada, presenciei dois meninos de mãos dadas, caminhando debochadamente, e, poucos minutos após, adentrando um Café, vi mais dois (imaginei que fosse o mesmo “casal”, mas meu filho, mais atento, disse que era outro), ali mesmo, dentro da casa comercial, se bolinando e acariciando, à vista de todos, inclusive de meu filho e esposa.

Confesso que fiquei aturdido e desorientado, sem saber o que fazer, e mesmo a possibilidade de admoestá-los mais severamente me passou pela cabeça, logo afastada, em virtude do risco de ser acusado de homofobia.

Indago aos senhores: sou um homem fora do meu tempo, incapaz de aceitar esse tipo de “afronta modernista”, ou isso é, de fato, inadequado e ultrajante (pra não dizer, nojento)?

Não deveria a esquerda, talvez, rever o apoio incondicional que dá à pauta cultural, respeitar os nossos (justos?) valores mais tradicionais, conservadores? Ou deve mesmo partir para a afronta em nome de uma suposta correção de injustiças históricas, desdenhando, talvez, do interesse de incapazes de se manifestar, sejam os adotados por casais gay, sejam crianças expostas a esse tipo de situação constrangedora?

Ponderem!

Responder

    Cris

    05 de agosto de 2019 às 23h52

    Além de inadequado para um comentário, não tem nada a ver com a matéria. O Cafezinho deveria regular isso… Quer postar textos ideológico-religiosos? Ora, vá criar um blog pra isso! Pelamor de Zeus!

    Responder

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