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MEC divulga reajuste do piso salarial de professores da educação básica para 2020

Por Redação

20 de janeiro de 2020 : 19h12

No MEC

Quinta-feira, 16 de janeiro de 2020, 20h32

Valor de R$ 2.886,24 é 12,84% maior do que o estipulado para 2019

Dyelle Menezes, do Portal MEC

O piso salarial dos profissionais da rede pública da educação básica em início de carreira foi reajustado em 12,84% para 2020, passando de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,24.

O reajuste foi anunciado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, em transmissão ao vivo pela internet, na noite desta quinta-feira, 16 de janeiro.

O acréscimo está previsto na chamada Lei do Piso (Lei 11.738), de 2008. O texto estabeleceu que o piso salarial dos professores do magistério é atualizado, anualmente, no mês de janeiro. A regra está em vigor desde 2009, ano em que o valor de R$ 950,00 foi o ponto de partida para o reajuste anual.

Cálculo – O Ministério da Educação (MEC) utiliza o crescimento do valor anual mínimo por aluno como base para o reajuste do piso dos professores. Dessa forma, é utilizada a variação observada nos dois exercícios imediatamente anteriores à data em que a atualização deve ocorrer.

O valor mínimo por aluno é estipulado com base em estimativas anuais das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Para 2019, o valor chegou a R$ 3.440,29, contra R$ 3.048,73 em 2018.

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9 comentários

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Rosangela Martins da Costa Vitor

17 de fevereiro de 2020 às 09h54

esse reajuste é para todos os professores da educação basica independente de sua carga horaria?

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Erlannio

21 de janeiro de 2020 às 10h47

Enquanto se fala em educação, a palavra é professor, claro merecedor de todos os méritos, mas a educação não é feita ou assistida somente por eles. As outras categorias, ninguém lembra? Esses sim também estão precisando de valorização tanto de melhores salários quanto gratificações pois, também fazem um trabalho cansativo e estressante, o que devia ser visto é que todos merecem os mesmos direitos de valorização, inclusive receber gratificações, repasses, rateio…. etc conforme o salário, “não são todos educadores?” Com certeza melhoraria muito em questão de atendimento pois todos trabalhariam muito mais satisfeitos. Por exemplo, hoje o secretario escolar tem um salário três vezes mais que um auxiliar administrativo que trabalha muito deveria ter ao menos um incentivo como acontece na área da saúde com os ACS, até o auxiliar administrativo nesta mesma área tem um adicional de insalubridade e que na educação deveria ser criado um incentivo no mesmo valor para pelo menos igualar os ganhos, pois conheço vários que estão há anos na educação com essa profissão e pararam no tempo, enquanto outros que entraram na vida publica a pouco tempo com a mesma função e ganha melhor por ter esse adicional e isso sem dúvida desmotiva a muitos.

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Carla

21 de janeiro de 2020 às 09h29

São Paulo é a vergonha Nacional!!! Passei minha carreira toda do magistério com um mísero salário, ou seja, há mais de 25 anos sem valorização alguma!! E esse atual governo está lá pra servir a elite, e os ignorantes subnutridos e a classe média ainda acham bonito! o estado mais rico do Brasil com essa vergonha na Educação!!! É nojento.

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    Wellington

    21 de janeiro de 2020 às 18h26

    A unica vergonha é a tragedia da instruçào brasileira e na sala de aula tem sò alunos e 1 professor, ninguem mais…

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Alan C

20 de janeiro de 2020 às 20h54

Não é bem assim não, quem dera que fosse… E a distorção não é só desse governo, vem desde sempre, o piso não é pago na maioria dos estados, é mais uma aberração do Brasil dos ricos, a lei sai mas não pega.

Talvez só o Maranhão, Ceará e mais uns 2 ou 3 estados que pagam bem acima do piso, dos mais de 20 estados restantes apenas poucos pagam o piso e a grande maioria está abaixo.

No meu estado o salário é R$ 2.081,68 e vai continuar sendo (houve concurso em dezembro), pode até ter um reajuste de 12,84%, se acontecer o salário vai passar pra R$ 2.348,96 bem longe dos R$ 2.886,24.

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Paulo

20 de janeiro de 2020 às 19h50

Embora eu entenda a necessidade de valorizar o professor, se formos pensar, a União – que só emprega esse profissional no nível superior – não deveria impor regras salariais aos estados – 1º e 2º graus…

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    Alan C

    20 de janeiro de 2020 às 21h05

    Finge que impõe…. Na prática os estados pagam quanto querem, sempre foi assim.

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      Paulo

      20 de janeiro de 2020 às 23h24

      Ok, pensei que eram normas cogentes…

      Responder

Andressa

20 de janeiro de 2020 às 19h22

Maior aumento em 10 anos de quem nao valoriza a educaçào…?

E’ um premio para o belo trabalho de criar analfabetos…?

Com esse aumento os professores se tornam melhores…?

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