Live do Cafezinho: bate papo com o cineasta cearense Wolney Oliveira

A entrevista de Dino ao UOL

Por Redação

23 de janeiro de 2020 : 09h19

O governador do Maranhão, Flavio Dino, deu entrevista à Folha e ao UOL. A reportagem sobre a entrevista pode ser lida aqui. Já o vídeo completo da conversa pode ser visto abaixo.

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19 comentários

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xavantino

23 de janeiro de 2020 às 21h18

O básico do básico mesmo,
no NE chamam de “letrados” os que fizeram a oitava série e sabem mais ou menos ler e escrever e são tratados como prêmios Nobel.

Vai bem pro Maranhão ou para alguma região do interior venezuelano…com todo o respeito desse Mundo.

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Gerri Araujo

23 de janeiro de 2020 às 19h57

Atenção às movimentações de Flávio Dino!
Essa entrevista foi lapidar, muito reveladora da estratégia dele:
1. Dino é fiel ao PCdoB, não pensa em deixar o partido. Ao contrário, está se movimentando para construir as melhores condições de sobrevivência da legenda;
2. O PCdoB está premido pela cláusula de barreira. Suas 3 opções para 2022 são: i- lançar Dino à presidência, numa aliança com o PT na vice; ii- lançar Dino em vôo solo; iii- fazer uma fusão com PDT e PSB;
3. A meu ver, os movimentos de Dino tentam “cavar” espaço para i ou iii;
4. Dino não irá para o PT, desfalcando o PCdoB de seu principal quadro;
5. Por outro lado, o PT não pode abrir mão da cabeça de chapa para o PCdoB, pois sua bancada na Câmara diminuiria ainda mais (já encolheu em 2018);
6. No caso de fusão, PSB e PDT são partidos maiores do que o PCdoB. Além disso, o PDT tem Ciro Gomes (já em campanha). Daí, a única chance de Dino é oferecer algo diferencial: ele diz que a esquerda tem que estar unida sob a bandeira de um PND (aceno ao cirismo), sem o hegemonismo petista (aceno a PDT, PSB, Rede e PV), mas sem querer isolar o PT (aceno ao petismo). Ou seja, Dino tenta se colocar como a opção capaz de unificar a esquerda, visto que entre Ciro e o PT há contradições que nenhum deles pretende resolver;
7. As movimentações com Maia, FHC e Huck visam: a- conseguir mídia (tá funcionando); b- tornar seu nome nacionalmente conhecido (idem); c- reduzir um pouco o estigma de radical devido a ser comunista (isso já pensando numa candidatura por um novo partido); d- deixar a porta aberta para o apoio dos liberais num eventual 2º turno;
8. A possibilidade de Huck chegar ao 2º turno é pequena. Na raia da esquerda, há o PT e Ciro Gomes (vitaminado pela aliança PDT-PSB-Rede-PV). Na da direita, Bolsonaro (ou Sérgio Moro). Dino sinaliza pra Huck e FHC, mas, no fundo, aposta que Huck desistirá da candidatura;
9. Observem, na entrevista, as seguintes falas: “é fundamental a esquerda brasileira se redesenhar organicamente” (24’40”), “algo similar à Frente Ampla Uruguaia, à concertación chilena” e “qualquer movimento partidário [meu] fica condicionado àquela premissa que estabeleci: em 2021, teremos que compor uma nova frente política, inclusive com personalidade jurídica própria, como se fosse um novo partido, mas sem dissolver os partidos existentes” (46’21”).
Eis a 3ª estratégia da esquerda brasileira (diferente das de PT e Ciro).

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    Bodhi

    24 de janeiro de 2020 às 15h05

    Excelente análise, Gerri Araujo!

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Miramar Cirista

23 de janeiro de 2020 às 18h44

Muito boa a entrevista.

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Evandro Garcia

23 de janeiro de 2020 às 18h42

Alguem jà viu um comunista de verdade mole e frouxo como esse…? Parece um panettone ao chocolate.

Impresentavél a uma palteia de gente minimamente seria.

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    Gilmar Tranquilão

    23 de janeiro de 2020 às 18h45

    E viva o argumento dos bozominions cabeça de cocô kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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      Evandro Garcia

      23 de janeiro de 2020 às 18h48

      Nào é um lider, é mole, frouxo, nao faz barulho, nao chama atençào de ninguem, etc…o que ele fala é o que menos interessa as pessaos….melhorou assim…? Tà insuportavél Vc esse dias…Kkkkkkkk

      Responder

        Andressa

        23 de janeiro de 2020 às 18h50

        Parece que tà morto ou saiu do coma ontem, onde se viu um comunista de verdade sem sangue nas veias…? E com essa pança….?kkkkkkkkkkkkkkkk

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Andressa

23 de janeiro de 2020 às 18h05

Dino é Lula, Lula é Dino…kkkkkkkkkkkkkk

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    Gilmar Tranquilão

    23 de janeiro de 2020 às 18h46

    bozo é queiróz… queiróz é bozo… viva a rachadinha!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder

      Andressa

      23 de janeiro de 2020 às 18h49

      Continuem com essas que tà dando certo….Kkkkkkkk

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        Gilmar Tranquilão

        23 de janeiro de 2020 às 19h37

        Ui wellitonto soltando a franga de novo!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder

Antonio Morais

23 de janeiro de 2020 às 17h49

Flavio Dino é o meu candidato. Conhece muito sobre religião, política, direito, história, Brasil e humanidade. Conversa com, e aceita, todo mundo. É o pacificador que o Brasil precisa.

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    Wellington

    23 de janeiro de 2020 às 20h38

    Se emagrecer um pouco é capaz que caminha até sobre as águas….kkkkkkkkkk

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    Andressa

    23 de janeiro de 2020 às 20h40

    País nosso que estáis no céu…kkkkkkk

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    Evandro Garcia

    23 de janeiro de 2020 às 20h41

    Derrama senhor, derrama sobre nós o teu amor…kkkkkkkkkkkk

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    Douglas Roberto Machado de Souza

    24 de janeiro de 2020 às 01h46

    Flávio Dino conhece tanto a religião que resolveu ser ateísta. ELE NÃO ACREDITA EM DEUS SEU IDIOTA !!!

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      Antonio Morais

      24 de janeiro de 2020 às 04h56

      Para que tanta raiva? É ela que te move ou é o dinheiro que você ganha para espalhar o ódio?

      Responder

Alan C

23 de janeiro de 2020 às 10h05

Uma das melhores entrevistas já concedidas pelo Flávio Dino, uma aula de democracia e política séria, sem rótulos.

Muito interessante a parte onde ele diz que os liberais (os de verdade, não essa bozolândia ridícula) são ideologicamente mais próximos da campo progressista do que da extrema direita.

Flávio Dino me representa.

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