Ato público pela valorização do serviço público

Arrecadação da receita em 2019 atinge R$ 1,57 trilhão

Por Redação

23 de janeiro de 2020 : 18h55

A receita em 2019 atingiu, em valores constantes (ou seja, deflacionados), o melhor nível em 5 anos, e não está longe dos recordes alcançados em 2013 e 2014, quando chegou a R$ 1,62 e R$ 1,60, respectivamente, com a vantagem que, com juros menores, pode sobrar mais dinheiro em caixa do governo.

Abaixo, reproduzo texto divulgado pela Receita Federal e várias tabelas e gráficos.  Acrescentei três gráficos feitos pelo Cafezinho; um está acima, e traz o histórico da arrecadação total. O outro, abaixo, traz a participação da tributação sobre bebidas na arrecadação total administrada pela Receita. Um terceiro, também abaixo, compara a arrecadação sobre a renda do trabalho e do capital.

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Na Receita

No período acumulado, de janeiro a dezembro de 2019, a arrecadação totalizou R$ 1,5 trilhão.

Publicado: 23/01/2020 15h05

A arrecadação total das Receitas Federais atingiu, em dezembro de 2019, o valor de R$ 147,5 bilhões, registrando acréscimo real (IPCA) de 0,08% em relação a dezembro de 2018. No período acumulado, de janeiro a dezembro de 2019, a arrecadação totalizou R$ 1,5 trilhão, representando acréscimo real (IPCA) de 1,69% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Quanto às Receitas Administradas pela RFB, o valor arrecadado em dezembro de 2019 foi de R$ 144,8 bilhões, resultando em crescimento real (IPCA) de 0,16%, enquanto no período acumulado de janeiro a dezembro de 2019, a arrecadação alcançou R$ 1,4 trilhão, com acréscimo real (IPCA) de 1,71% relativamente a igual período de 2018.

Para o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros, Auditor-Fiscal Claudemir Malaquias, um dos fatores que explicam o resultado do período de janeiro a dezembro de 2019 é o comportamento dos principais indicadores macroeconômicos que afetam a arrecadação, especialmente relacionados ao consumo, produção industrial e importações tributáveis.

Clique aqui para acessar os relatórios do resultado da arrecadação.

Assista abaixo a entrevista concedida pelo chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros, auditor-fiscal, Claudemir Malaquias, em que ele fala sobre os principais pontos da entrevista coletiva que divulgou o resultado da arrecadação de tributos federais e contribuições previdenciárias do mês de dezembro de 2019.

  

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6 comentários

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Ivan

23 de janeiro de 2020 às 22h14

Parem de ver pelo em casca de ovo, o dólar tá o dobro do que quase sempre esteve, as exportações, mesmo diminuindo, arrecadaram quase o dobro do que arrecadavam nos anos anteriores.
Se esse resultado expressasse uma bonança, estaríamos com a questão do emprego bem melhor do que a situação atual, o poder de compra estaria maior e não menor como está, só pra ficar em dois itens.

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Paulo

23 de janeiro de 2020 às 20h43

Outra coisa que avulta de importância, nos quadros acima, é a participação da contribuição previdenciária e do Cofins/PIS-PASEP na arrecadação geral (praticamente 50% do total). E Porco Guedes queria transformar tudo isso em contribuição para banqueiros, via Capitalização. E isso porque a sonegação ainda é grande. Barbaridade!

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Paulo

23 de janeiro de 2020 às 20h37

Se formos ver o gráfico desde 1998, o que se vê é um crescimento consistente das receitas, até 2013. A partir de 2014, estagnou. Esse é o retrato, em retrospectiva, da economia brasileira, nesses anos todos…

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Marcio

23 de janeiro de 2020 às 19h47

Importante lembrar que este governo considera todo o patrimônio que foi vendido como receita, e isso qualquer economista sabe que é um truque pra engordar o montante final.

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Gilmar Tranquilão

23 de janeiro de 2020 às 19h39

IMPRECIONANTE!!! kkkkkkkk

Ahora já podem dividir tudo pros bancos!

bozolândia em festa!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Andressa

23 de janeiro de 2020 às 18h58

Vai tudo para pagar dividas e ainda nào dà.

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