Live com Marcio França, pré-candidato a prefeitura de São Paulo

Foto: Marcos Corrêa/PR

O caminho sem volta de Bolsonaro

Por Pedro Breier

01 de junho de 2020 : 20h10

Quando Bolsonaro tomou posse como presidente do país, naquele distante janeiro de 2019, tentei imaginar o momento em que Jair iria passar a faixa presidencial ao seu sucessor ou sucessora. Me pareceu uma cena improvável. O agressivo discurso anticomunista de seu alucinado guru, Olavo de Carvalho, e os pendores autoritários e métodos violentos de Bolsonaro eram bons indícios de que a próxima passagem de faixa não aconteceria conforme o script.

Um ano e meio depois, os acontecimentos dissiparam qualquer remota hipótese de que a vida democrática brasileira siga seu curso natural. Uma pandemia mortal está sendo a deixa para que Bolsonaro revele ao mundo sua psicopatia, seu desprezo pela vida, sua vocação para ser um genocida.

Ao repudiar o consenso científico sobre a necessidade da quarentena; incentivar as pessoas a irem às ruas; insuflar os empresários e seus apoiadores contra os governos estaduais e municipais que ordenaram a quarentena; e sonegar auxílio financeiro decente a todos os que dele precisam (enquanto abasteceu os bancos com trilhões de reais), Bolsonaro transformou o Brasil no epicentro mundial da epidemia. Graças ao presidente estamos iniciando o processo de reabertura enquanto o número de casos e mortes cresce de forma galopante.

A estratégia de Bolsonaro está resultando em dezenas de milhares de mortos a mais e no estendimento indefinido da quarentena (não é possível vislumbrar o pico da curva no horizonte).

É evidente que não se trata de um erro de cálculo. Basta observarmos a postura do presidente desde a eclosão da pandemia no Brasil para percebermos que sua estratégia jamais teve como objetivo a contenção do número de infectados e mortos, ou a subsistência da população. A agitação permanente de sua base, as provocações e agressões à imprensa, ao Congresso e ao Judiciário e, mais recentemente, as ameaças explícitas de fechamento do regime (as “consequências imprevisíveis” do General Heleno, o “é questão de quando [vai haver ruptura]” de Eduardo Bolsonaro e o “Acabou, porra!” proferido pelo próprio presidente e direcionado ao STF, bem como a divulgação de um debate sobre intervenção militar) tornam inescapável a conclusão de que Bolsonaro quer o caos social para justificar uma estapafúrdia concentração de poderes nas mãos da presidência da República.

A partir dessa conclusão podemos antever dois caminhos – ambos sem volta para o genocida.

O primeiro é a perpetração do autogolpe. Bolsonaro tem o apoio de boa parte dos policiais militares, que naturalmente tendem a se alinhar a um projeto autoritário de direita, e, por óbvio, das milícias. O bolsonarismo é forte também no exército, tanto por alinhamento ideológico quanto pelos milhares de cargos que integrantes da forças armadas ocupam no governo federal. Há, contudo, dissidências importantes, como a explicitada pelo general Santos Cruz neste artigo, advertindo aos afoitos generais aliados de Bolsonaro sobre o erro estratégico de “fazer parte da dinâmica de assuntos de rotina política”.

O risco sanitário envolvido em manifestações de rua é um trunfo de Bolsonaro. Sem protestos de massa contra um eventual golpe, Bolsonaro pode, sim, subjugar o Judiciário e o Congresso por meio da invenção de algum arremedo de legislação que lhe dê amplos poderes combinada à ameaça de uso da força contra quem se rebelar. Sergio Moro (que resolveu revelar diversos atos ilícitos cometidos por Bolsonaro enquanto ele era ministro, ou seja, vem confessando alguns crimes de prevaricação) divulgou hoje uma nota em que afirma que o presidente pretendia facilitar o porte de armas para “promover uma espécie de rebelião armada contra medidas sanitárias impostas por governadores e prefeitos”.

Policiais, milicianos, soldados e generais do exército, mais cidadãos “de bem” armados: Bolsonaro pretende fazer valer a velha máxima de que, na política, ao fim e ao cabo quem tem as armas tem o poder.

Entretanto, mesmo que as forças armadas embarquem em uma aventura autoritária comandada por um psicopata/genocida – que rebaixou o Brasil a pária internacional e que poderá sair da pandemia com mais de 100 mil mortos nas costas – e Bolsonaro tenha sucesso em seu intento, é impensável que um fechamento de regime tenha vida longa em um país como o Brasil. Somos uma das maiores economias do planeta, os apoiadores de Bolsonaro são minoria (algo em torno de 30% e caindo), sua imagem no exterior é horrorosa. Cedo ou tarde as ruas serão tomadas e, sendo inviável o assassinato de milhões de pessoas pelas milícias do mito, o triunfo de Bolsonaro será uma vitória de Pirro.

O segundo cenário é a queda de Bolsonaro antes de sua tentativa de golpe. Os ministros do STF Celso de Mello e Alexandre de Moraes partiram para a briga aberta; tudo indica que algo como um duelo de velho oeste está prestes a acontecer entre dois dos poderes da República. (Os ministros indicados pelo PT, curiosamente (ou não) são os que oferecem menos resistência aos arreganhos golpistas do poder executivo.) A grande mídia e os partidos da direita “limpinha” tendem a topar a derrubada de Bolsonaro. Assim que os ventos apontarem de vez para a queda, o Congresso vai junto.

As ruas, até ontem dominadas por apoiadores do governo federal, muito por conta da pandemia, voltaram a ser disputadas. Em Porto Alegre, manifestações antifascistas dispersaram atos golpistas nos últimos finais de semana. Ontem, manifestações antifascistas explodiram também em outras capitais. Em São Paulo houve confronto físico com os bolsonaristas e com a PM. Apareceram, inclusive, surpreendentes manchetes de grandes veículos de mídia falando em agressão da polícia contra manifestantes a favor da democracia. (Nada como uma ameaça concreta à liberdade de expressão para que se faça um bom uso da mesma…)

À viralização dos vídeos das manifestações seguiu-se uma notável onda de adesões ao movimento antifascista nas redes sociais. Enquanto isso, Jair Bolsonaro e Eduardo Bananinha corriam para baixo das asas do papai do norte, Donald Trump. Este anunciou, em meio a protestos massivos contra o racismo de Estado, que seu governo passará a considerar o movimento antifascista como “terrorista”; seus patéticos acólitos brasileiros, como garotos de colégio que chamam o amigo mais forte para lhes dar suporte em uma briga, repercutiram a declaração do presidente norte-americano, tentando colocar medo na reação antifascista brasileira.

Não terão sucesso. O que está acontecendo é a materialização da terceira lei de Newton, a da ação e reação. A ascensão fascista mundial parece estar fazendo ressurgir, finalmente, um sentimento antifascista de massas. Se a militância bolsonarista não sairá das ruas facilmente, muito menos os antifascistas o farão. Os enfrentamentos estão só começando. O lado governista está, contudo, em franco declínio; o oposicionista tende a crescer exponencialmente.

É surreal que tudo isso esteja acontecendo em meio a uma pandemia devastadora. Por outro lado, é lógico que os epicentros mundiais da pandemia e do levante antifascista sejam justamente os países comandados pelos boçais de extrema-direita (desculpem o pleonasmo) Trump e Bolsonaro que, burramente, menosprezaram o poder do vírus. Humildade diante de um inimigo mais forte não costuma ser o forte de ditadores…

O oceano profundo de ódio que repousava nos espíritos humanos, à espreita de uma oportunidade para vir à tona, foi vocalizado por eles e transformado em maremoto. Podemos estar presenciando o início do refluxo. Agora, a água vai chegando ao pescoço do cara cor de laranja e do talkey. Tenham ou não sucesso em suas empreitadas de curto prazo, no médio e no longo serão inapelavelmente derrotados.

Oxalá seja a vitória derradeira da humanidade contra suas próprias tendências autoritárias, discriminatórias e violentas.

Viva a ação antifascista.

Pedro Breier

Pedro Breier é graduado em direito pela UFRGS e colunista do blog O Cafezinho.

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26 comentários

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Henrique Martins

02 de junho de 2020 às 18h55

URGENTE

Peço a quem tiver contato com Chico Buarque para ele reunir um grupo de artistas incluindo atores para interpretarem em conjunto a sua música Cálice substituindo a palavra Cálice por Fascismo. Ou seja, ‘Pai, afasta de mim o fascismo. Pai, afasta de mim o fascismo. Pai, afasta de mim o fascismo de vinho tinto de sangue’.

Falem para o Chico e Caetano que o Brasil precisa muito deles agora.

Por outro lado, o Caetano poderia reunir outro grupo de artistas e interpretarem em conjunto o lindo hino que Geraldo Vandré compôs contra a ditadura. Vai ficar muito legal!
Eu tinha pensado numa nova música. Mas não precisa. Nós já temos as músicas até porque já enfrentamos uma ditadura.

Podem estar certos de uma coisa: nós vamos derrubar Bolsonaro. Vamos emprestar forças ao STF, TSE e Congresso para que eles tirem o canalha do Planalto.

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    Henry P.

    03 de junho de 2020 às 11h12

    Onde, em Paris ? Kkkkkkkkkkk

    Responder

Vinícius

02 de junho de 2020 às 14h37

Procure por:
Spike Lee Spanish Revolution

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Vinícius

02 de junho de 2020 às 14h11

Pedro, sugestão a partir de uma fala do Spike Lee em palestra na Espanha.
Spike Lee deixa claro desde o início que fala o nome da pessoa a quem faz referência.
Chama-o de FDP.
Faço assim tb há um bom tempo em diálogos virtual ou real.
O TROÇO não merece outro nome por ser um Troço.
Não um TROÇO qq que pode possuir serventia para ser usado em uma pocilga.
Trata-se de um TROÇO cujo destino deve ser o LIXO.

Família TROÇO : Laranja, Carluxo & Bananinha!

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    Vinícius

    02 de junho de 2020 às 14h13

    Correção
    ….Spike NÃO fala o nome do…

    Responder

enganado

02 de junho de 2020 às 12h36

Votar em uma pessoa que não foi a um debate / sem plano para nada x nada / acoitado pelos militares / fazia “ arminha com os dedos da mão ““` com a imagem de JESUS no fundo e que precisavam morrer 30.000 pessoas . CHEGA!!!!! Só não quem não quis ver / enxergar / perceber nada x nada. Olha aí, não se enganem que vai ser reeleito com os mesmos Apátridas de sempre=MILITARES, ou seja, reeleição da DITADURA!!!! Só mesmo no ___braZiU$$$A___, CABARÉ do DIABO = CALDEIRÃO dos INFERNOS.

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Wellington

02 de junho de 2020 às 11h59

A pandemia està acabando e junto acabà a festa da oposiçào.

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    Alan C

    02 de junho de 2020 às 17h24

    Tem que aceitar a democracia biba

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Alexandre Neres

02 de junho de 2020 às 11h03

Caro Pedro, se possível gostaria que me respondesse uma questão, sei que não diz respeito a você, mas talvez possa ajudar: este blogue se posicionou algumas vezes no sentido de as pautas identitárias serem contraproducentes, ou melhor, como os eleitores brasileiros são muito conservadores, tais pautas mais atrapalhariam do que ajudariam. Pergunto: não seria o caso de ter ao menos uma materiazinha sobre o assassinato por racismo de George Floyd e as imensas repercussões que vão tendo pelos EUA? No Brasil, não é muito diferente, morrem Marielles, Evaldos, Ágathas e João Pedros a rodo. Você concorda com o ponto de vista de que essa questão é de somenos importância, que deve esperar um momento oportuno, afinal de contas o DEM foi ao STF lutar contra as cotas, ou é um eixo estruturante da sociedade brasileira, imbricando-se com suas mazelas?

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Everaldo

02 de junho de 2020 às 11h02

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dcruz

02 de junho de 2020 às 10h43

Concordo com o texto. Só quero frisar mais uma coisa na tentativa de desmistificar essa falácia que os militares ou pelo menos o seu alto comando não concordam com os atos do presidente, mentira pura, esses militares são iguais ou piores que o bozo, são todos da mesma laia. Quem tem um mínimo de bom senso conclui que as sandices que o bozo fala e faz a toda hora e quando bem entende, só é viável se os militares, sejam eles da reserva ou do alto escalão, estiverem dando apoio em tempo integral. E tem mais, não só dando aval, como incentivando tal prática. Não só o general Heleno, o Quasímodo do planalto (com o devido perdão do corcunda de Notre-Dame, com seu coração cheio de amor) é o grande incentivador dessas posições extremas de nazifascismo, todos eles estão no mesmo balaio imundo.

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nando pons

02 de junho de 2020 às 09h58

O povao nao gostou nada de ficar trancado em casa…pelo contrario.

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Botafogo

02 de junho de 2020 às 09h55

A quarentena nao è nenhum consenso cientifico e mais o tempo passa mais aparece como uma das maiores besteiras que a humanidade fez nas ultimas decadas. Sò piorou a situaçao.

Responder

    Batista

    03 de junho de 2020 às 14h43

    Considerando-se a mediocridade estar na moda, ‘tem toda razão’, afinal, basta verificar os maiores ‘reprodutores’ mundiais do coronavírus pra constatar o quanto a xucra mediocridade faz sentido:

    Estados Unidos do Trump GRIPEZINHA
    Inglaterra do Boris Johnson ‘vamos de MANADA’
    Brasil do Bolsonaro RESFRIADINHO, que já foi embora, prestes a tomar o vice dos ingleses nos próximos dias.

    Responder

Nozes

02 de junho de 2020 às 09h04

Alguém aí viu o artigo do Cafezinho a respeito do inquérito da mordaça do STF ?

Cadê ?

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Sérgio Corrêa

02 de junho de 2020 às 04h53

Concordo plenamente com o texto, no que se refere a: bestialidade, desumanidade, psicopatia e insanidade do Bolsonaro. Suas tentativas alucinadas em tumultuar, criar pânico, para quem sabe, levar o país ao caos, justificando assim um golpe, usando o Artigo 142 da constituição. Sinceramente, acho muito improvável, ou simplesmente impossível, que ele consiga tal coisa… Principalmente, no que se refere ao apoio dos militares… Especificamente dos generais, como fala a matéria. O que, neste ponto descordo totalmente! Percebe-se, que o texto esta focado somente na questão política da situação; não conseguindo enxergar o que de fato acontece por detrás dos bastidores desde governo! A verdade é que Bolsonaro só não fez mais merda, justamente por causa dos militares generais que estão em seu governo; contornando a situação. Com exceção do Heleno, político, bolsonarista, babá ovo e idiotizado. Porém, já esta na reserva definitiva. Pois, não estava alinhado com o alto comando. Tanto é que sua manifestação pró Bolsonaro foi voluntária, realizada com outros oficiais tbm da reserva. Lembrando que o código militar das Forças Armadas, não permiti a participação de militares da ativa em politica, ou qualquer tipo de manifestação relacionada. Quanto ao Alto Comando, não existe nenhuma afinidade com o governo… Ainda que vários generais estejam ocupando cargos estratégicos… Mas, isto com certeza fora da vontade, ou permissão do próprio presidente! Que na verdade está como uma figura protocolar. Afinal, com fraude ou não, as urnas lhe deram a vitória. Até que se prove ao contrário, legalmente ele e o presidente da República! Por isto, a tolerância, “ainda”, dos militares, com as suas incoerências, incompetência e desvaneios. Ele não governa! Passa seu tempo fazendo conchavos, no alambrado fazendo confusão, e tentando livra seu filho da prisão. Um presidente sem agenda? Não tem mais voz ativa! Exemplo disto foi o general Pazuelo que assumiu a pasta da saúde, como interino, acabando com o troca, troca de ministros; porque não podiam fazer a vontade insana do Bolsonaro. No entanto, Pazuelo substitui toda equipe civil por militares e continua no cargo? Ninguém fala mais nada! Braga Neto, chutou a bunda do Ônix e assumiu sec. Cívil, aínda colocou um freio no entreguismo do safado do Guedes, que não conseguiu e nem vai conseguir vender porra nenhuma… O vice Mourão que assumiu a presidência da Amazônia… Estado com sessenta por cento do território nacional; destituído o conselho dos governadores dos estados. Enfim… São muitos detalhes que estão acontecendo, mas, passam despercebidos, porque a maioria está focada em intrigas políticas, escândalos! A questão é que: Enquanto os políticos brigam entre si… Os militares trabalham. E, se não fosse por eles, agindo estrategicamente, as coisas estariam muito pior. Gostem, ou não, aceitem, ou não; este país só irá começar a tomar rumo, quando os militares assumirem de vez o controle da nação! Como diz o ditado: enquanto os cães ladram, a carruagem passa!

Responder

    Hudson

    04 de junho de 2020 às 19h02

    Que nada!

    A milicada tá deixando o Bozo cometer crimes a rodo, pra mamar nas tetas do dinheiro público.

    Não é surpresa que dezenas de milhares de milicos da ativa receberam o auxílio emergencial.

    O próprio Pazuelo está lá no Ministério, dando apoio ao plano de destruição da vida dos brasileiros. Já até conseguiram matar 30 mil, como sonhado pelo Bozo.

    Nada surpreende. Todos prestam continência, na verdade, é à bandeira dos Estados Unidos.

    Mas cadê os (hipotéticos) militares democratas, republicanos e patriotas agindo em defesa do nosso país (Brasil) e do povo brasileiro?

    Dão cobertura a manifestações nazistas enquanto matam famílias com 80 tiros.

    Ainda falta inventar milico honesto.

    Responder

      Hudson

      04 de junho de 2020 às 19h04

      P.S.

      Ressalva: existe o Leonel Radde.

      Responder

    Elaine

    08 de junho de 2020 às 13h19

    Cheiro fortíssimo de Bolsonarista no ar!.

    Para quem não sabe Bolsonaristas são aqueles que em pleno Sec. XXI pensam que a Terra é plana.

    Responder

Antenor

01 de junho de 2020 às 23h44

O autor foi muito feliz neste texto. Parabéns.

Responder

Antenor

01 de junho de 2020 às 22h55

Vai pra cima dele torcida do Corinthians.
Convidem as torcidas de todo Brasil para se juntarem a vocês na luta contra o fascismo e neonazismo.
Vocês vão conseguir uma vitória surpreendente que valerá mais do que qualquer copa do mundo. Vocês vão livrar Brasil de um governo neonazista. Isso não é pouca coisa não.

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Alan C

01 de junho de 2020 às 22h36

A primeira opção é quase impossível, o verme bozo, sua família nojenta, e os imbecis generais de pantufas são idiotas demais pra convencer várias frentes à uma jornada suicida.

A segunda opção, nas condições de hoje, 01/06, tb não acontece. Se o cenário atual perdurasse, eu diria tranquilamente que o verme ficaria até o final do mandato, só que ele, com a inteligência de uma toupeira, é um criador de crises diárias, aí então teremos que ver o que vai acontecer pela frente.

A bozolândia está claramente desesperada, tropeçou nas próprias pernas de forma monumental e não sabe mais o que fazer. Falta gestão, habilidade política, inteligência, know-how, e sobra bravata, estupidez e uma habilidade única pra fazer tudo errado.

Essa bozolândia é a coisa mais ridícula da história deste pedaço da América do Sul desde 1500.

Responder

    Lucas Vieira

    02 de junho de 2020 às 08h51

    Olha o esperneio…kkkkk

    Responder

      Alan C

      02 de junho de 2020 às 11h25

      “Acabou, porra!”

      rs

      Responder

Alexandre Neres

01 de junho de 2020 às 21h01

Com o fascismo não se dialoga, se combate. Só não podemos perder de vista os inúmeros velhacos que deram sustentação a este verme. Os empresários, que o apoiaram tal qual na Alemanha nazista, liberais de meia-tigela que abrem mão das liberdades e de valores democráticos com a maior facilidade, sobretudo para ferrar os trabalhadores, os menos favorecidos e a esquerda. A grande midia, pego de exemplo a Folha, a mais à esquerda entre os pares(argh), que se recusava a dizer que Bolsonaro era de extrema-direita ante todas as evidências em sentido contrário. Ratos como Doria, Witzel, Huck, que agora tão abandonando o barco no qual se aboletaram por vontade própria, colando na onda reacionária, e tão pulando fora porque tá fazendo água. Belo texto, Pedro, inclusive a crítica pertinente aos ministros indicados pelo PT ao STF. Viva a ação antifascista!

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Ronei

01 de junho de 2020 às 20h47

Conheçemos bem os “antifascistas” e o que produzem, nao è a toa que esses animais sairam da toca nos dias de violencia nos EUA:

Parem de inflar odio pois isso vai acabara com gente se matando a toa na rua e a policia descendo a lenha, chega de instigar odio e violencia pois um dia vai dar merda…

“Um novo fascismo chamado antifascismo”. Pier Paolo Pasolini
“Piores que os fascistas sò os antifascistas”. Desconhecido

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