O preço da farinha de arroz registrou uma deflação de 1,24% em maio, conforme dados do IBGE. Este movimento contrasta com o aumento de 0,08% observado no mês anterior, abril, e representa uma mudança significativa em relação ao mesmo período do ano passado, quando a inflação mensal foi de 0,09%.
Nos últimos doze meses, a farinha de arroz acumula uma alta de 14,05%. Embora este número ainda indique um aumento significativo, houve uma desaceleração em relação ao acumulado de 15,58% registrado em abril. No mesmo mês do ano passado, o acumulado em doze meses era de apenas 0,68%, evidenciando a escalada dos preços ao longo do ano.
A recente deflação mensal pode oferecer algum alívio aos consumidores, que enfrentam um cenário de inflação generalizada nos alimentos. A valorização do dólar, que favorece a exportação de arroz, também pode estar contribuindo para a redução dos preços no mercado interno, segundo Notícia Marajó.
Com a expectativa de que o câmbio continue a favorecer exportações, o mercado interno pode ver uma estabilização nos preços da farinha de arroz, desde que a oferta interna não seja comprometida. O cenário ainda é incerto, mas a recente queda nos preços pode indicar um período de alívio para o bolso do consumidor brasileiro.


Capitão Tavares 🇧🇷
20/06/2026
Enquanto a farinha de arroz cai 1,24%, o país desaba — e ninguém fala em intervenção. Se as Forças Armadas não agirem agora, quando vão? O tempo das conversas acabou.
Célia Carmo
20/06/2026
Capitão, intervenção das Forças Armadas? Tá doido ou só quer virar meme do Bolsonaro 2.0? #ForaFardasDoCapital!
Ricardo Menezes
20/06/2026
Finalmente uma boa notícia! Enquanto a esquerda continua sugando nosso bolso com impostos e burocracia, até a farinha de arroz dá um respiro. Só falta o governo parar de atrapalhar e deixar o livre mercado fazer o que sabe: baixar preços e gerar riqueza.
Lucas Gomes
20/06/2026
Ricardo, enquanto você celebra a deflação da farinha de arroz, os povos indígenas do Xingu veem suas terras invadidas por grileiros que usam justamente esse “livre mercado” para transformar floresta em pasto — e arroz em lucro alheio. Riqueza pra quem?