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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Foto: Najara Araujo / Câmara dos Deputados

Ministro interino da Saúde diz que testagem não é essencial

Por Redação

17 de julho de 2020 : 09h25

O ministro interino da Saúde Eduardo Pazuello disse à revista Veja que a testagem não é essencial para o controle da pandemia.

Na avaliação dele, o diagnóstico da doença pelo médico, com análise clínica e auxílio de outros exames, permite um tratamento antecipado que “pode ser mais eficaz”.

Por isso, ele criticou a estratégia inicial do Ministério, quando era comandado por Luiz Henrique Mandetta, de não recomendar a busca por atendimento médico de quem tinha sintomas leves.

Na última semana, o ministério da Saúde mudou o protocolo de combate à pandemia no Brasil, orientando pacientes a procurarem médicos mesmo com sintomas leves.

Desde março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) adota em suas recomendações a testagem em massa como ponto central.

Tedros Ghebreyesus disse na época: “Nós temos uma mensagem simples para os países: testar, testar, testar. Teste todo caso suspeito”.

Casos de países que em um primeiro momento controlaram a doença (como Coreia do Sul e Alemanha) tiveram a aplicação de testes como uma das prioridades para identificar casos, isolar pacientes e rastrear a expansão do vírus.

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8 comentários

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maria do carmo

18 de julho de 2020 às 17h09

Estou aguardando modceracao do meu comentario

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maria do carmo

18 de julho de 2020 às 11h33

Vergonha absurda para os brasileiros presidente bolsonaro destrambelhado defendendo e fazendo propaganda de clororquina produto inocuo pra covid 19 e manter Pazzuello como secretario de saude e militares sem formacao medica, sendo que o general da banda quando coronel fez soldado puxa-lo como castigo em carroca como animal dentro de quartel diante dos soldados, o soldado chegou a entrar com acao mas passaram pano,general esse que nem conhece geografia mas que pretende tomar conta do batalhao do Amazonas ( por que sera???… cresceu os olhos! ), como se nao bastasse 6100 militares em cargos publicos, 500 bilhoes para os militares,, e o general quer dar palpite em testagem o que falta acontecer, general que nao conhece geografia dar palpite em ciencia, mais de 70000 mil mortos e sim GENOCIDIO, tudo apoiado por presidente irresponsavel que nao sabe suas funcoes, Nurembeg e pouco!!! Para continuar seriam laudas e laudas bolsonaro esse arremedo de presidente nao consegue ler nem uma lauda, nem programa de governo tinha o aventureiro franco atirador, esta na hora de acabar com ministerio de meio ambiente, chanceler Araujovergonha diante do mundo e interino da saude Pazzuolo, e derrubar chapa bolsonaro mourao, chega de agonia!!!

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Paulo

17 de julho de 2020 às 16h47

Essencial mesmo é ele voltar para os quartéis…

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    Jerson7

    18 de julho de 2020 às 12h31

    O armario tà com saudade de Vc. Toalha…

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Marco Vitis

17 de julho de 2020 às 11h07

A testagem permite combater com eficácia a pandemia. Mas parece que o objetivo dos militares à frente do Ministério da Saúde não é combater a pandemia. Aliás, como seu superior hierárquico define, trata-se de uma gripezinha ou de um resfriadinho, curado com cloroquina ou com aquele vermífugo.
Penso que os militares são cúmplices de Bolsonaro, principal responsável por milhares de mortes que poderiam ser evitadas. E vão morrer mais outras dezenas de milhares…

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    Franck Vilela

    18 de julho de 2020 às 12h40

    Dizer que é uma gripezinha è muito exagerado tanto que 90% de quem contrae o virus nem sintomas tem e nos paises que mais testaram a letalidade do virus mal chegou a 0,5%.

    Nessa altura da pandemia vc deveria saber que o problema è a extrema velocidade de contagio que facilita a chegada do virus até pessoas idosas e com comorbidades e nao a letalidade em si…mas pelo jeito ainda està longe de entender, ou finge…

    Oxford estima 12 mil mortos/dia pem consequencias do isolamento total…jogaram milhoes de pessoas na fome e no desemprego por causa de um virus cuja letalidade na chega a 0,5%…o Mundo està nas maos de 4 idiotas.

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      Batista

      19 de julho de 2020 às 13h22

      Tua ‘inteligência numérica abstraída’ faz me recordar de antiga charge, onde um batalhão de recrutas marcha e, entre todos, apenas um marcha diverso dos demais, com a mãe na platéia exclamando, dentro do balãozinho: “Vejam, apenas Franckinho marchando certo!”

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dcruz

17 de julho de 2020 às 09h53

Outro mentiroso, Mandetta nunca disse isso e não poderia dizê-lo, pois como médico ele sabe o óbvio, que o diagnóstico clínico é fundamental. Existe um preceito médico que diz que a “clinica é soberana”. O que esse cara diz como verdade absoluta é a rotina num procedimento médico correto. Portanto, é isso que se faz rotineiramente em qualquer doença, primeiro o diagnóstico clínico que segue o procedimento pertinente até a chegada dos exames que são chamados “complementares” exatamente por que “complementam” ou não o raciocínio clínico. No caso do covid-19 não se inicia um tratamento específico, simplesmente porque não há tratamento cientificamente comprovado a não ser na cabeça do bozo e do Ministério da Saúde, a tal de cloroquina. Falar nisso, há muito caroço debaixo desse angu.

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