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Gabriela Biló, Estadão

Pesquisa XP para 2022 traz Bolsonaro com 28%, Moro 12%, Haddad 11% e Ciro 11%

Por Redação

18 de janeiro de 2021 : 15h41

Nesta segunda-feira, 18, a XP/Ipespe divulgou uma pesquisa de cenário eleitoral para 2022 e mostra que o presidente Jair Bolsonaro mantém o favoritismo na disputa com 28% das intenções de voto.

De acordo com o levantamento, Bolsonaro oscilou negativamente um ponto. Na sequência, aparecem o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, com 12%, Fernando Haddad, do PT, com 11%, e o vice-presidente Nacional do PDT, Ciro Gomes, também com 11%.

Fonte: XP/Ipespe

Luciano Huck (sem partido) registrou 7%, Guilherme Boulos (PSOL) 5%. Já João Doria (PSDB) tem 4% das intenções de voto, João Amoêdo (Novo) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) aparecem nas últimas colocações com 3%, cada. Branco e Nulo, 18%.

Nos cenários de 2° turno, Bolsonaro perde apenas para Sérgio Moro por 36% a 33%. Com outros adversários, os resultados foram:

Bolsonaro 42% x 37% Haddad.

Bolsonaro 40% x 37% Ciro Gomes.

Bolsonaro 44% x 31% Boulos.

Bolsonaro 38% x 34% Huck.

A XP realizou 1.000 entrevistas em todo o país entre 11 a 14 de janeiro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

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18 comentários

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EMERSON DE SOUSA SILVA

20 de janeiro de 2021 às 10h54

Definitivamente, Lula e Ciro precisam conversar. O mais urgente possível!

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Rodrigo

19 de janeiro de 2021 às 22h49

Essa pesquisas erram faltando dois dias pra eleição, imagina faltando dois anos. Sem contar que nenhum desses nomes (tirando o bozo) se colocou como candidato, além de que ainda tem muita água pra correr debaixo dessa ponte desabada chamada desgoverno BoçalNazi

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José de Souza

19 de janeiro de 2021 às 15h37

O cenário permanece o mesmo. Bozo, mesmo perdendo apoio, vai ter votos o suficientes para leva-lo ao segundo turno. Tal como no desastre do Crivella que, mesmo detestado, teve votos no Rio. Para a direita o problema é que ela não tem um nome com votos o suficiente pra disputar com ele (Moro, Dória, Mandetta, Hulk não empolgam). Então sobra uma vaga pro campo democrático se contrapor ao Bozo. Mas, pra ganhar, tem que receber a benção da Casagrande; do contrário ela banca o bolsoguedes de novo, porque o PT tá vetado. Ciro quer esse lugar, mas ainda não convenceu a banca. Quando xinga a esquerda, a elite adora; mas quando fala de desenvolvimentismo, eles torcem o nariz. Equação difícil.

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Matheus

19 de janeiro de 2021 às 13h09

O atual ocupante da presidência tem ainda vantagens naturais, por estar sempre em evidência (o que ainda é radicalizado pelo “jornalismo declaratório”), o controle dos gastos e cargos discricionários. O que é preciso que a oposição faça é que ele tenha o ônus, ou seja, ser visto como responsável por tudo o que ocorre de ruim, e suspeito de chefiar tudo o que for irregular, imoral e estúpido. A vantagem da oposição é que grande parte disso é verdade: Bolsonaro é um psicopata, um assassino genocida, com um discurso manipulador e mentiroso, que chefiou esquemas de corrupção por décadas e não tomou nenhuma medida concreta além de retirar direitos, ameaçar a democracia, arrumar encrenca no cenário internacional, e não mover um músculo para reverter o que o Temer fez de péssimo (teto de gastos, reforma trabalhista etc).

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carlos

19 de janeiro de 2021 às 12h44

Estou observando, que tem um monte de pitoniza, preconizando Vitória da direita e centro direita sem consultar o povo, primeiro lugar é preciso se levar em consideração, a disparidade de erros dos institutos, depois dizer que uma pesquisa reflete uma determinada situação, porque existe tomada de posições erradas ou certas que podem influenciar, positiva ou negativamente.

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O Demolidor

19 de janeiro de 2021 às 11h49

Pelo visto os leitores de esquerda colocaram o Haddad no título na base do fórceps…….e o Lula? Hahaha

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Antonio

18 de janeiro de 2021 às 19h08

Porque o 11% do Haddad é ruim e o 11% do Ciro é bom?

Que tentativa é essa de distorcer dados e colocar foto excluindo Haddad? Que manipulação grosseira é essa?

Ciro tem eternos 12% de teto no primeiro turno. Põe ele de vice do Moro, quem sabe…

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    jose carlos rodrigues arana

    18 de janeiro de 2021 às 22h54

    Cafezinho contorcendo os dados para mostrar Ciro a frente de Haddad.

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    Matheus

    19 de janeiro de 2021 às 13h05

    O legal é que com essa retórica babaca a única coisa que vocês conseguem é impedir que tenhamos um novo governo de centro-esquerda a partir de 2023, porque é evidente que o rechaço massivo ao PT é o DOBRO que do que o partido tem de apoio.
    É a escolha petista, ou vira “coadjuvante”, ou continua encolhendo na oposição, que ainda finge que lidera, e na “esquerda”, que ainda finge que é.

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    Carlos

    19 de janeiro de 2021 às 20h06

    O Haddad foi pro segundo turno com 29%. Esses 11% são sinal de queda.
    O Ciro ficou em terceiro lugar com 12%. Esses 11% são sinal de constância, em um cenário que Bolsonaro, Moro e Haddad se “desidratam”.

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      Batista

      20 de janeiro de 2021 às 02h08

      Sei não, esses sinais…

      Pelo jeito, estão mais a indicar finalmente onde estão enterrados os ossos de Dana de Teffé.

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Deive

18 de janeiro de 2021 às 18h52

Viés de otimismo, Ciro está estancado. Se não fossem os ataques desnecessários a esquerda, poderia crescer em cima da desidratação do Haddad (números que foram para o Boulos). Esse último sim tem o que comemorar, o partido necessitará de força pra eleger deputados em 2022.

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Alexandre Neres

18 de janeiro de 2021 às 18h10

O título é o ápice. Como pode tamanha desfaçatez ao excluir o Haddad dessa forma? Haddad que não está em campanha. Jornalismo desprovido de ética. O nome disso é vale tudo!

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    jose carlos rodrigues arana

    18 de janeiro de 2021 às 22h55

    Cafezinho contorcendo os dados para mostrar Ciro a frente de Haddad.

    Responder

Netho

18 de janeiro de 2021 às 18h00

Se o PDT houvesse testado minimamente os efeitos devastadores do seu apoio no Senado ao Bloco das Milícias ao lado do PT não teria tomado a sua pior decisão eleitoral para 2022. O prejuízo já pode ser medido com sua performance empatada com Haddad. Os dados apontam para duas candidaturas da direita e da extrema-direita em 2022. O PDT não aprendeu nada, não esqueceu nada. Continua de mãos dadas com o antipetismo ignorando que representa um abraço de tamanduá em um barco de afogados.

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Marcus Fernandes

18 de janeiro de 2021 às 17h42

Não seria mais adequado citar o Haddad também no título da matéria, já que aparece empatado com Ciro?

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    jose carlos rodrigues arana

    18 de janeiro de 2021 às 22h55

    Cafezinho contorcendo os dados para mostrar Ciro a frente de Haddad.

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Juan Cordovez

18 de janeiro de 2021 às 16h21

Parabéns O Cafezinho, a partir de agora 11% no es igual a 11%. Ou será que tem 11% bom e 11% ruim?
O que eu e todos sabemos é que 29% é MUITO MAIOR que 12%.

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