Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

No Roda Viva, Alessandro Vieira alfineta Ciro: não fugiria para Paris

Por Redação

19 de outubro de 2021 : 08h55

O delegado e senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), um dos membros mais ativos da CPI da Pandemia no Senado, concedeu entrevista nesta segunda, 18, ao Roda Viva da TV Cultura e alfinetou o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato a presidência pelo PDT.

Questionado sobre o eventual 2° turno entre Lula e Jair Bolsonaro, Vieira sinalizou que deve apoiar o petista e que em “primeiro lugar, eu não fugiria para Paris”.

Atualmente, Alessandro é um dos entusiastas da chamada “terceira via”, mas avalia que numa disputa de 2° turno é necessário evitar um mal maior. Vale lembrar que em 2018, o senador declarou voto em Jair Bolsonaro, mas tem dito publicamente que se arrepende.

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9 comentários

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EdsonLuiz.

23 de outubro de 2021 às 19h45

Francisco,
(deixo o comentário aqui; a janela para comentário não abriu no espaço abaixo da sua)

SURREALISMO!

Francisco, querendo me desdizer, vocē só me confirmou!

No que eu escrevi, fiz um recorte do final dos anos 1970 e início dos anos 1980 e disse que os grupos de ultra-esquerda, que não tinham compromisso com a democracia, já estavam com seu partido autorizado, o PT, atuando misturados com fisiológicos, populistas e corruptos, com funcionamento autorizado dentro da ditadura.

Já nós, eurocomunistas, que tínhamos e temos a democracia como valor universal e permanente, não tivemos nosso partido autorizado e nossa legalização só veio mais tarde.

Você, querendo me contradizer, escreve sobre o meu velho PCB: “… para ser posto novamente na ilegalidade em maio de 1947, até recuperar a derradeira legalidade em 1985, após o fim do governo Figueiredo e da Ditadura Militar…”

Então, Francisco: o PT foi autorizado a funcionar pela ditadura em 1980. O PCB só foi autorizado em 1985.

E foi você mesmo que deu as datas. Foi você mesmo que escreveu. Só que juntou muitos dados que, embora corretos como dados, não clareiam o que eu chamo de surrealista e até confundem quem lê. E o dado realmente importante, que é o da data de autorização do PT pela ditadura, 1980, para ser comparado com a autorização do PCB, que só veio em 1985, com o fim da ditadura, esse você não deu.

Então temos:
1980, ainda ditadura, PT já autorizado!
1985, fim da ditadura, PCB finalmente autorizado!

Foi ou não foi surreal, gente?

Responder

EdsonLuiz.

20 de outubro de 2021 às 20h01

As pessoas deveriam ser maduras para avaliar a conduta dos partidos políticosos; geralmente não são!

Quando eu dou opinião sobre um partido político, cuido para ter maior certeza sobre o que opino, principalmente se vou mais repetir opiniões negativas que positivas. Paixåo, parcialidade e ignorância não combinam com piniåo política.

Claro que mesmo tendo este cuidado sempre se pode errar. Mas pelo menos se deve ter o cuidado de não ser leviano por parcialidade, paixão ou ignorância.

Eu conheço muito o Partido Cidadania23 por ter sido ativista político na luta por democracia de 1977 até a abertura política em uma de duas situações: ou sendo “circulado” pelo velho PCB ou, a partir de 1979, filiado ao PCB. Observa-se que “filiação ao PCB”, na clandestinidade, embora já estivéssemos no extertėrio da ditadura, era sempre filiaçåo informal, nåo podia haver registro ou qualquer outra coisa que colocasse em risco a si e, principalmente, que o transformasse em risco a outros. A perseguição polįtica naquele tempo era mesmo muito dura. A partir de 1980 tínhamos uma característica mais de semiclandestinidade, uma vez que estávamos, dentro do clima de abertura da época, buscando ocupar espaços políticos e fazer da abertura fato consumado. Mas o cuidado que tomávamos conosco e com os outros, mesmo os de grupos diferentes do nosso, era tanto maior devido à contrarreação à abertura polįtica por parte de grupos de ultra-direita recrudescentes, tivessem estes grupos ligaçåo direta ou não com militares.

Nossa situação polįtica era surreal, como sempre é surreal o processo político na Amėrica Latina.

No PCB havia três grupos: os prestistas, ligados a Luiz Carlos Prestes, por óbvio; os ortodoxos, que haviam passado o exílio ou a clandestinidade ligados ao regime soviético, já estando o movimento comunista internacional pró-soviėtico em política de distençåo da guerra fria com os Estados Unidos desde Stälin, distensão que foi aprofundada com a morte de Stálin e advento da era Nikita Kruschtchov, quando grupos internos aos PC’s na Uniåo Soviėtica e fora perderam a intimidação e o medo da eliminaçåo física e passaram a denunciar os crimes stalinistas. E havia mais um movimento internacional e outro grupo interno ao PCB, o grupo eurocomunista.

Falei que nossa situaçåo era surreal porque o Departamento de Estado dos EEUU, o general Golbery do Couto e Silva e a Igreja Católica providenciaram a regularização e viabilização do PT para está ocupar os espaços polįticos operários e suprimir as possibilidades de movimentos realmente modernos e transformadores. Com isso, o surrealismo foi ter o PT já constituído e disputando eleições, enquanto outros grupos ainda viviam a ameaça e o medo da clandestinidade e nós tínhamos, para atuar e para nós esconder, que estarmos filiados a outros partidos.

Nós eurocomunistas, que defendįamos a democracia, estávamos clandestinos e impedidos de ter partido; grupos de extrema-esquerda, que defendiam e defendem rupturas e não têm apreço pelo democracia, já estavam legalizados, atuando no seu partido, o PT, misturados com fisiológicos, corruptos e populistas.

É ou não é surrealismo?

Afora os ortodoxos e os prestistas, formados basicamente por ativistas mais velhos (falo ‘ativistas’ porque nåo gosto da palavra ‘militante’, mas uma parte dos ortodoxos e o grosso dos prestistas eram mais militantes mesmo, vendo o exercįcio da política como guerra, reflexo da nostalgia da militância “revolucionäria” dos sėculos XVIII e XIX, nostalgia militante, obscurantismo e atraso que ainda conservam numerosos grupos, sejam na frente polįtica que ė o PT, seja no PSOL, que originalmente surgiu como um partido polįtico mesmo, de orientação predominante trotskista, mas infelizmente estä ganhando um caráter de frente, com adesão de outros grupos tambėm motoristas, mas com orientaçåo diferente do PSOL original, e também ganhando adeptos com alguma aderência ao apelo mais populista e lulista, podendo com isto até comprometer a promessa de origem do PSOL, de constituir no Brasil um partido definidamente de esquerda, com hegemonia e direção de esquerda, mas com funcionamento nos marcos da constituiçåo e da democracia, que me parece que era o projeto original do PSOL quando saiu do PT.

Voltando: afora o grupo ortodoxo e os prestistas, que iríamos expulsar por Prestes ser personalista, o que não corresponde a quem é movido politicamente por ideologia, e também por Prestes ser muito nacionalista, o que também não tem muito a ver com política pensada ideologicamente, a não ser em um entendimento mais particular e segregada de ideia política não universal – Prestes saiu do PCB antes de ser expulso e buscou o PDT, que ė getulista e tem mais a ver com essas características de menor universalidade e maior nacionalismo e caudilismo, fora esses dois grupos, no PCB tínhamos nosso grupo, os eurocomunistas.

No velho PCB. o partidåo, havia um terceiro grupo, de eurocomunistas. O eurocomunismo é a expressão polįtica de arejamento das ideias libertárias, uma modernização e atualização do exercício da política de forma universal e nåo autoritária, nem totalitäria. Vem mais do marxismo humanista e progressista de Karl Kautski, cuja referēncia mundial foi o PCI e o seu presidente, Enrico Berlinguer e o compromisso histórico de convivência de diferentes, com tolerância ao outro, sem definir a vida de forma maniqueísta e binária, abandonando o velho clivo esquerda/direita e a ideia de uma superioridade moral de um grupo.

Para o eurocomunistas, essa versão tão moderna, humanista e progressista do exercįcio da política, a democracia e suas essencialidade são valores universais e valem para mim, que me defino à esquerda, e vale para o meu outro que se defina à direita. E a democracia, para um progressista, é um valor permanente, não um valor tático para conquistar o poder e impor visåo de mundo de um grupo a tô a sociedade que for vencida.

E por isso que para um eurocomunista a democracia não tem adjetivos ou limite final. Para um eurocomunista, a democracia começa sempre que houver um canal livre e independente de expressão de ideias. A partir dessa liberdade de expressåo a democracia pode ser construída e sempre ė aquela que você conquista.

Esse conhecimento e entendimento permite ver o que o Partido Cidadania23 defende e como se orienta sem fechar totalmente a possibilidade de que o filiado pó ter posições diferentes do Cidadania em alguns temas ou aspectos.

A partir desse conhecimento, e de conhecer as ideias, mėtodos, processos e história de polįticas, ideologias e partidos podemos começar a opinar sobre eles com maior propriedade, sem incorrer em leviandade.

O que é falado aqui sobre o Cidadania e sobre outros partidos não costuma corresponder ao que eles realmente são.

Na maioria das vezes, mesmo a opiniåo do ativista (militante) sobre o próprio partido ao qual é ligado corresponde mais a uma visão doutrinada e idealizada. Tem, por exemplo, partido que é sabidamente salafrärio e tudo o que faz pouco ou nada tem de progressista – mais um termo tåo maltratado – mas que o militante doutrinado e fanätico entende que é a divindade social platōnica que está aqui sobre as coisas e os homens, influenciando virtualmente a realidade com uma luz divina.

Muito desse alto engano explica as estultices que Alexandres Não Sei o Quê vomitam aqui todo dia. E imediatamente se verifica que ė só as falas da doutrinaçåo política religiosa e a intolerância dos ignorantes. Mas tem outros assim!

Edson Luiz Pianca
edsonmaverick@yahoo.com.br

Responder

    Francisco

    21 de outubro de 2021 às 14h56

    O CONTEXTO da ‘filiação’ ao PCB em 1979:

    Em março de 1979, com o apoio do general Geisel, o general João Batista Figueiredo assume a presidência da República, com a tarefa de consolidar a abertura política ‘lenta, gradual e segura’ e garantir a transição democrática. Sua primeira medida foi a sanção, em agosto de 1979, da lei 6.683, concedendo anistia a todos os que haviam cometido crimes políticos de setembro de 1961 a data de sanção da lei, que teve efeito imediato beneficiando 2.200 cidadãos brasileiros, que puderam sair da clandestinidade, com muitos estando no exílio e retornando ao Brasil.

    Em junho de 1979, repetindo, JUNHO de 1979, Brizola funda o PDT, após a ‘justiça da ditabranda’ não conceder-lhe o PDT, a histórica sigla trabalhista concedida a também postulante Ivete Vargas, ou seja, não me devolvem o PTB, vou de PDT mesmo, e foi vencer.

    O CONTEXTO das atividades do PCB – Da fundação a legalização derradeira:

    O PCB, fundado em março de 1922 é posto na ilegalidade em julho de 1922, para novamente ser legalizado em janeiro de 1927 e retornar à ilegalidade em agosto de 1927, voltando a legalidade em outubro de 1945, para ser posto novamente na ilegalidade em maio de 1947, até recuperar a derradeira legalidade em 1985, após o fim do governo Figueiredo e da Ditadura Militar e inicio da Nova República, ou seja, dos mais de 63 anos de atividade, desde a fundação até a legalização derradeira, mais de 60 anos foram passados na ilegalidade e consequente clandestinidade, e apenas 2 anos e meio na legalidade.

    E O DELÍRIO SURREAL:

    “Paixåo, parcialidade e ignorância não combinam com opinião política.
    Claro que mesmo tendo este cuidado sempre se pode errar. Mas pelo menos se deve ter o cuidado de não ser leviano por parcialidade, paixão ou ignorância.”

    “Falei que nossa situação era surreal porque o Departamento de Estado dos EEUU, o general Golbery do Couto e Silva e a Igreja Católica providenciaram a regularização e viabilização do PT para está ocupar os espaços políticos operários e suprimir as possibilidades de movimentos realmente modernos e transformadores. Com isso, o surrealismo foi ter o PT já constituído e disputando eleições, enquanto outros grupos ainda viviam a ameaça e o medo da clandestinidade e nós tínhamos, para atuar e para nós esconder, que estarmos filiados a outros partidos.

    Nós eurocomunistas, que defendíamos a democracia, estávamos clandestinos e impedidos de ter partido; grupos de extrema-esquerda, que defendiam e defendem rupturas e não têm apreço pelo democracia, já estavam legalizados, atuando no seu partido, o PT, misturados com fisiológicos, corruptos e populistas.

    É ou não é surrealismo?”

    Pô! (mantendo-se o contexto) Se é…

    É muito mais que surrealismo, é Casa Verde direta na cuca e leviandade picada na veia por parcialidade, paixão e sobretudo, ignorância, sabida e diplomada.

    Responder

Velton

19 de outubro de 2021 às 18h18

Não entendo como o Ciro pode ser tão duramente atacado, como tem sido nos últimos anos.
Ninguém avalia a biografia do Ciro?
O lulopetismo deve puxar o tapete do Ciro por anos, sem que o mesmo reaja?

Se não for para simpatizar com o Ciro, pelo menos leia o PND. É importante, principalmente no deserto de ideias que tem sido a política brasileira.

Responder

Velton

19 de outubro de 2021 às 18h14

Ciro é o único que pode implementar o PND

Responder

Alexandre Neres

19 de outubro de 2021 às 17h14

Pobre Ciro! Até o sisudo e neófito senador Alessandro Vieira tá tirando uma casquinha.

Ciro perdeu o bonde da história.

Meteu os pés pelas mãos em 2018.

Agora tenta conflagrar o cenário político resgatando a onda antipetista, mas os tempos são outros.

Ciro perdeu a grande chance da sua vida em 2018. Era o ano dele. Faltou-lhe habilidade política para costurar sua chapa com o PT. Seu perfil era o mais adequado àquele momento, não hoje quando estamos por aqui do autoritarismo do bozo, mas ele achou que poderia bater chapa com a maior liderança popular deste país. Estratégia risível. Ledo e ivo engano.

Como se comprovou ao longo do tempo, Lula não poderia abrir mão da candidatura, deixando aos verdugos a pecha por terem cometido o descalabro, né Barroso? Barroso, o iluminista que disse que Joaquim Barbosa era um negro de primeira linha e há pouco disse às jornalistas Aline Midlej e Flávia Oliveira que estava com uma inveja branca delas por estarem na cidade maravilhosa. Ai ai.

A candidatura de Lula seria decerto impedida ao arrepio do ordenamento legal e Ciro seria o cabeça de chapa com Haddad de vice. Teria sido bonito de se ver Ciro crescendo nas pesquisas com os votos despejados por Lula, devolvendo a gentileza de Brizola. Tiraríamos a pandemia de letra, com muito zelo, e não teríamos passado por tantos dissabores e tamanha falta de humanidade.

Mas Ciro é Ciro. Cavou o abismo com os próprios pés. Vida que segue…

Responder

EdsonLuiz.

19 de outubro de 2021 às 16h29

Eu achei que Alessandro Vieira foi muito bem no debate do Programa Roda Viva dessa segunda-feira.

Nestes tempos do exercício da política para a defesa e naturalização da corrupção, e isso até com a proteção de milícias por parte de alguns, esse novo senador é uma grande surpresa das eleições de 2018, talvez a melhor das surpresas daquelas eleições. O senador Alessandro é ético em meio aos despudores bolsonaristas, petistas e assimilados, como a falta de pudor do PP, do PL, do MDB e seus políticos.

Uma coisa que não passou desapercebida por mim foi que o senador Alessandro Vieira, mantendo a cautela estritamente necessäria para evitar praticar alguma leviandade, nåo se furta de dar o nome de partidos e polįticos pouco ou nada comprometidos com corrupção. Neste aspecto, está sendo o único com transparência dos que eu tenho visto.

Quanto à fala do senador de não ir para Paris em caso de 2º turno entre bolsonaro e Lula, eu acho que reflete uma consciência crescente entre atores políticos e cidadãos quanto a periculosidade de cada um destes dois nomes.

Um possível candidato no 2º turno pode significar corrupçåo, incompetência técnica e assédio moral e ameaça à imprensa profissional e o outro candidato significar estas mesmas coisas, corrupção, incompetência técnica e assédio moral e ameaça à imprensa profissional, só que acompanhada por fortalecimento de milícias.

Eventualmente os apoiadores de um candidato que apresenta os mesmos defeitos que o outro, mas nåo associado à milícias, pode comemorar a decisão de quem vai escolher entre dois o candidato com um traço de ameaça a menos, votando em quem não se votaria de jeito nenhum, mas dessa vez pode ser necessário votar para evitar um mal ainda maior.

Essa decisåo de no 2º turno das eleições de 2022 votar em branco ou escolher votar em um candidato muito ruim para evitar um mal ainda maior será o drama para milhões de eleitores na próxima eleição para presidente do Brasil.

Estar em um país cuja realidade ė está é muito triste!

Sinceramente, se eu fosse apoiador do candidato visto como menos pior eu morreria de vergonha, ao invės de comemorar e ficar dizendo “até fulano falou que vai votar no meu candidato; sicrano também declarou voto”

Mas vergonha é para quem tem!

Sobre Paris ser uma referēncia a Ciro Gomes nas eleiçøes de 2018, cabe refletir o que foi aquela eleição e o que Lula e o PT fizeram contra Ciro Gomes para ele ter se distanciado daquele momento brasileiro!

Responder

Moniquinha12

19 de outubro de 2021 às 12h57

Interessante que o senador e todo o Cidadania não dizem que votaram em Bolsonaro. E mais interessante ainda é esse pasquim vendido do “chafezinho” não dizer que Ciro foi prá Paris para não ter que estar DE NOVO ao lado dos mesmos bandidos que até então eram ditos golpistas”. E não diz por puro mau caratismo, mesmo SABENDO que Ciro voltou da viagem e votou em Haddad no 2º turno.

Mas agora está bem claro porque Ciro rompeu de vez e de forma correta, já que o conspirador do Lula voltou a se juntar com essa gente. Afinal, “quem se mistura com porcos, farelos come”. Vou printar o comentário porque tenho certeza que o “Migué” não deve publicá-lo.

Responder

A

19 de outubro de 2021 às 12h42

Oois e elevo partido dele aooiaram e votatam em Bolsonaro e vcs estão fazendo festa kkkk Contra Ciro vale tudo.Tofo mundo querendo a boquinha de volta

Responder

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