Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

Imagem: Divulgação

Nassif avalia que existe risco a democracia após militares questionarem a urna eletrônica

Por Redação

17 de fevereiro de 2022 : 10h08

O jornalista especializado em economia e diretor do jornal GGN, Luís Nassif, diz que os questionamentos dos militares enviadas ao TSE sobre a segurança das urnas eletrônicas faz parte de uma estratégia ofensiva para colocar em dúvida as eleições presidenciais deste ano.

Nas palavras de Nassif, quem lidera essa movimentação é atual Ministro da Defesa, general Braga Netto, que esteve a frente da ocupação militar no Rio de Janeiro durante o governo de Michel Temer (MDB).

“O avanço militar no país começou no governo Michel Temer. Assumindo a presidência, por conta o impeachment, o governo Temer era frágil o suficiente para tentar se alicerçar em algum poder. Optou-se pelo poder militar. Coube ao comandante do Exército, general Villas Boas, indicar o general Sérgio Etchgoyen para o Gabinete de Segurança Institucional GSI)”, escreve o jornalista em seu artigo publicado na GGN nesta quinta-feira, 17.

“O segundo momento foi após o episódio da gravação da conversa de Temer pelo empresário Joesley Batista, da JBS. Recorde-se que o responsável pela segurança de Temer era o próprio Etchgoyen. No mínimo, foi relapso”, continua.

Leia o artigo na íntegra clicando aqui

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4 comentários

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Francisco Santos

18 de fevereiro de 2022 às 09h22

Desespero dos milicos pelo fim da folia e da mamata no governo Bolsonaro, mas também querem marcar território agora para que em um futuro governo Lula seja garantida a extensão de mais regalias ou no mínimo a continuidade delas.

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Paulo Werneck

17 de fevereiro de 2022 às 17h36

O TSE deveria questionar as Forças Armadas sobre a manutenção de veículos militares – tendo em vista o show de fumaça no desfile em Brasília – e sobre os controles de movimentqção de pessoas e bens – tendo em vista a utilização do avião presidencial para tráfico de cocaína.

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dcruz

17 de fevereiro de 2022 às 15h08

Esse risco à democracia sempre existiu desde que Bolsonaro se tornou candidato.Verdade seja dita, todas as manobras autoritárias foram explicitadas pelo atual presidente da república até antes de ser candidato.. Quem votou nele sabia exatamente o que estava fazendo, inclusive com cumplicidade da mídia, sem essa de repúdio de última hora. O que assusta é que queiram ou não queiram ele foi eleito democraticamente, portanto, o povo tem o governo que merece. Resta saber, e isso preocupa mais ainda, se vão repetira o erro.

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Duilio

17 de fevereiro de 2022 às 13h14

As urnas eletronicas sao o equivalente do sexo virtual…o voto é e serà sempre no papel.

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