Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

Imagem: Reprodução

Lula e Bolsonaro empatados no Paraná; Moro isolado na terceira via

Por Redação

03 de março de 2022 : 20h26

Nesta quinta-feira, 3, uma pesquisa eleitoral realizada pela Radar Inteligência, com sede no Paraná, detectou um empate técnico entre o ex-presidente Lula (PT) que registra 34% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PL) com 32%. A margem de erro é de 2,7 pontos para mais ou para menos.

Na terceira via, aparece de forma isolada o ex-juiz parcial Sergio Moro (Podemos) com 11,9%. Na quarta colocação tem Ciro Gomes (PDT) com os distantes 3,3% das menções.

Na parte de baixo da tabela aparecem Simone Tebet (MDB) com 1,8%, João Doria (PSDB) com 1,2%, e Eduardo Leite (PSDB) com pífios 0,5%. Cerca de 6,2% declararam em branco ou nulo e 8,7% não souberam responder ou não opinaram.

Vale ressaltar que a pesquisa foi a primeira registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a ser realizada no Estado em 2022. O instituto, que realizou a pesquisa com recurso próprio de R$5000, entrevistou 1.350 pessoas entre os dias 25 de fevereiro e 3 de março.

Acesse a pesquisa completa clicando aqui

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7 comentários

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Alexandre Neres

05 de março de 2022 às 00h11

A nota do Paulo é inacreditável! Só mesmo no país de Bolsonero alguém pode questionar outrem tão somente por falar a verdade. Qual o problema de o marreco ser chamado de “ex-juiz parcial”? Só se for o fato de nunca ter se portado como um juiz. Moro foi consagrado em decisão final, definitiva, irrecorrível, pelo STF como suspeito e parcial. Não foi a primeira vez. O surreal é isso provir dos mesmos boçais que têm a pachorra de acusar Lula de condenado por corrupção. Não é que Lula tenha sido absolvido, é mais do que isso, já que não pesa sobre ele nenhuma acusação. No país das fake news e dos tiozões do zap, que ora enaltecem Sergio Camargo, ora o comparam com Gilmar Mendes com uma argumentação tosca, fazer o quê? Como dialogar com energúmenos?

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EdsonLuíz.

04 de março de 2022 às 23h18

Alexandre BolsoNéris, o petista que na prática é mais bolsonarista ataca novamente e me cita 320 vezes.

Alexandre, talvez que algumas interpretações de mim que você inventa para espalhar sejam essas táticas sacanas que certos petistas e muitos bolsonaristas usam, mas não só: estamos vendo que lá o Putin usa essas táticas levianas também contra qudm o contraria.

Pega mal, mas se você não sente vergonha de fazer assim?

O ex-juiz Sérgio Moro ter feito um trabalho formidável no combate a crimes de traficantes e de corruptos da política e do meio empresarial é fato, não é minha opinião!

Eu admiro este trabalho mesmo, do mesmo modo como admiro o mesmo trabalho de combate à corrupção feito por Joaquim Barbosa.

Em relação a Sérgio Moro a minha admiração vai até aí; já a minha admiração a Joaqum Barbosa, essa admiração se estende muito mais.

O resto do que você diz sobre mim, você que inventa porqud é da sua natureza!

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EdsonLuíz.

04 de março de 2022 às 22h33

Defensor de corrupto é corrupto-auxiliar; defensor de covarde é covarde-auxiliar; defensor de assassino sempre será assassino-auxiliar.

Mas assumir essas coisas – se a pessoa auxilia, mas assume – é melhor que ficar enganando e se passando de progressista

O sinal de internet na Rússia está cortado. O que um auxiliar de ditador acha disso? Acha que isso: impedir as pessoas de saberem o que se passa, é progressista?

A questão que está se dando na Ucránia não é uma questão de esquerda ou direita; a questão covarde que está se dando na Ucránia é uma questão da barbárie e do progressismo. A questão ali é da tirania e da liberdade.

Mas se alguém se assume como auxiliar da barbárie e da tirania, é melhor que ficar enganando e se fingindo de defensor da democracia!

E depois, em outros momentos, a pessoa não precisa mais ficar chamando de barbárie o que não se trata de barbárie só para confundir!

Fora bárbaros!
Fora bárbaros-auxiliares!
Fora Putin!
Fora Lula!
Fora bolsonaro!

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Paulo

04 de março de 2022 às 18h41

“O ex-juiz parcial”…Eita “Redação”…

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Alexandre Neres

04 de março de 2022 às 02h06

Não bastasse o Pianca (anti)político, agora veio desfiar suas platitudes na geopolítica. Que vergonha alheia!

Sabe o que não entendo. Todos nós já acompanhamos várias guerras, até relativamente recentes, como a do Iraque e a do Afeganistão. Como não estabelecer um paralelo? Como não prestar atenção no tratamento díspare dispensado aos atores?

A cobertura do plim-plim e da GloboNews tem vilão, mocinho, lições de vida, uma narrativa sendo urdida passo a passo. Não consigo deixar de fazer o paralelo com essas guerras próximas baseadas em mentira e respaldada pela imprensa dita profissional tupiniquim e do Ocidente, de forma geral. Chego a ficar condoído com a tristeza dos jornalistas ingleses ao verem que quem está passando pelos dissabores da guerra atualmente é loiro e tem olhos azuis iguais a eles, gerando empatia, tão diferente daquela gentalha, daquele bando de gente esfaimada que aporta na Europa depois das inúmeras guerras causadas por países democráticos e monoteístas. Entrementes, brasileiros e africanos têm que rebolar para conseguir sair da Ucrânia, pois encontram mais obstáculos e morosidade em decorrência do seu fenótipo. Será por causa dos Ucranazis?

Agora, o que me chama mais a atenção é que na narrativa do Pianca não tem nuanças, não tem matizes, é de um maniqueísmo tão simplório que chega a me assustar. De um lado, um vilão sanguinário, do outro um herói corajoso. Não há como não remeter à narrativa construída pela finada Lava Jato. Fica fácil de entender o seu fascínio por um personagem tão canastrão feito Serjo Morto, o da vez é um comediante de quinta, um inepto que não reúne condições mínimas para ocupar o cargo. Tão irresponsável quanto quem colocou Bolsonero lá, nem que seja por omissão, ou quem vislumbra a possibilidade de colocar um analfa como Moro, ainda bem que a campanha nem começou e já se descobriu que é outro inapto. Outro dia Pianca deixou claro o motivo principal do ódio que nutre por Lula e Dirceu, ocultado por meio do significante vazio da corrupção: “Eles são políticos profissionais”, como se fossem seres em extinção, talvez sejam mesmo em meio a eunucos.

Prestem atenção: Henry Kissinger, papa conservador estadunidense sobre questões geopolíticas, já tinha falado do absurdo pretendido pelos EUA ao quererem incluir nações do leste europeu na OTAN, pois antes de morrer já antevia que isso não iria terminar bem. Desde os tempos de Bush pai, foram celebrados acordos no sentido de que os países próximos à Rússia não iriam aderir à OTAN. Já que o Pacto de Varsóvia se desfez de há muito, alguém arrume uma justificativa para a existência da OTAN, pelamordideus. Vejam o estardalhaço que os EUA fizeram quando iriam ser instalados mísseis soviéticos em Cuba no início dos anos 60, quase estourou nova guerra mundial. Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Só mesmo um desavisado para acreditar que a Rússia iria aguentar calada toda essa movimentação em seus arredores, com a instalação de mísseis a sua volta sem tomar uma atitude, ainda mais com a pantomima levada a cabo por um ator chinfrim. Foi mexer com cachorro grande e agora terá que negociar com o cano do revólver apontado para sua cabeça, coisa de moleque irresponsável que expôs seu país irresponsavelmente.

Há uma corrente forte dentro dos próprios EUA que atribui à Metrópole a responsabilidade pela guerra na Ucrânia devido a sua inabilidade, a dos realistas, mas parece que tá cheio de idealista e de lunático por aí. Os analistas internacionais sabem muito bem como funciona o player Rússia. Diferentemente dos EUA, a Rússia não sai interferindo em todas as questões mundo afora, mas espera reciprocidade, não admite que interfiram em suas zonas de influência. Por exemplo, a Rússia não interfere no Líbano, em Israel, no Irã, na Palestina, respeitando a tradição, mas quem chegar perto da Síria vai levar chumbo grosso.

Para entendermos a que ponto chegamos no século XXI, é necessário fazermos uma retrospectiva. Guerras coloridas, primaveras árabes, golpes híbridos em Honduras, Paraguai e Brasil, tudo pretensamente em nome de valores democráticos. Que o povo de repente, não mais que de repente, saiu às ruas para clamar por liberdade, todo mundo teve a mesma ideia quase ao mesmo tempo que brotou do nada. Viva os valores ocidentais! Santa ingenuidade!

Se eu tivesse nascido na Ucrânia, Pianca, decerto estaria defendendo meu país e lutando contra o agressor. Só que estou na América do Sul e sei muito bem quem é o usurpador que age por essas plagas com pinta de reizinho e com um porrete na mão. Agora deixou de promover ditaduras, mas continua derrubando governos que contrariam seus interesses por outros meios. Já ouviu falar de Gene Sharp, Pianca? Operação Brother Sam te diz algo? Deixe essa posição bovina, parecendo que foi abduzido. Saia do show de Truman enquanto é tempo! Plim-plim!

Pelamor Pianca, deixe de ser perfunctório e acorda pra vida!

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EdsonLuíz.

03 de março de 2022 às 21h07

Acabei de ver uma declaração covarde de bolsonaro sobre a infâmia da Rússia e de Vladimir Putin contra todo um povo que não lhes fez nada e que os covardes sabiam que esse povo, seu presidente, seu governo não tinham nenhuma possibilidade de se protegerem de covardes tão brutais como eles são.

Mesmo um acordo militar coletivo de proteção eles não tinham e precisavam, por serem vizinhos de gente tão nogenta e perigosa e que já tinha invadido e tomado sem motivo parte de sua terra.

A declaração covarde de bolsonaro nem foi de apoio ostensivo à covardia, mas foi uma declarações dessas para parecerem neutras, na desculpa de que o Brasil tem interesses a tratar com todos e precisa ser neutro.

A posição de neutralidade até se justifica em muitas das encrencas internacionais, nas nào diante da agressão a um povo sem nenhum motivo! Neste caso do abuso da Rússia e de Putin contra a Ucránia, não há nenhuma questão que justifica neutralidade, nem questões de ordem geopolíticas, nem questões de órdem comerciais.

Fora bolsonaro!
Fora Putin!

Responder

    Elvio

    04 de março de 2022 às 03h29

    Devemos nos dignar com qualquer guerra. Agora toda guerra tem um motivo. E essa um claro motivo: impedir o avanço da OTAN.

    Responder

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