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Imagem: REUTERS

Comboio de mais de 1.000 pessoas chega a Zaporizhzhia na Ucrânia

Por Redação

07 de abril de 2022 : 07h40

REUTERS – Uma equipe do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) liderou um comboio de ônibus e carros particulares transportando mais de 1.000 pessoas para Zaporizhzhia depois que os civis fugiram sozinhos da cidade ucraniana sitiada de Mariupol, disse o CICV nesta quarta-feira (6).

“A chegada deste comboio a Zaporizhzhia é um grande alívio para centenas de pessoas que sofreram imensamente e agora estão em um local mais seguro. Está claro, porém, que milhares de civis presos dentro de Mariupol precisam de uma passagem segura e de ajuda”, disse Pascal Hundt, chefe da delegação do CICV na Ucrânia, em comunicado.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha trabalha na Ucrânia desde 2014 e recentemente levou mais de 700 toneladas de suprimentos médicos, alimentos e itens de primeira necessidade para o país.

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3 comentários

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Nelson

10 de abril de 2022 às 23h35

Ele é um “antigo oficial de inteligência do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e autor de SCORPION KING: America’s Suicidal Embrace of Nuclear Weapons from FDR to Trump”.

Seu currículo diz ainda que “serviu na União Soviética como inspector na implementação do Tratado INF, na equipe do General Schwarzkopf durante a Guerra do Golfo, e de 1991 a 1998 como inspector de armas da ONU”.

Será que ele pode ser acusado de esquerdista, socialista ou comunista e de sofrer de ódio crônico contra seu país, argumentos costumeiramente utilizados pelos reducionistas?

Scott Ritter escreveu o artigo “A verdade sobre Bucha é evidente, mas demasiado inconveniente para ser descoberta-Deve ser fácil descobrir o que realmente aconteceu com os civis massacrados na cidade ucraniana”.

Ao encerrar seu artigo, Ritter escreve:

“Se acontecer que finalmente se verifique que a Polícia Nacional Ucraniana assassinou civis ucranianos pelo crime de alegada colaboração com os russos durante a sua breve ocupação de Bucha e que as forças do direito internacional sejam levadas a cabo contra os verdadeiros perpetradores desse crime, qualquer verdadeira busca de justiça teria de incluir tanto os governos dos EUA como do Reino Unido como assistentes co-conspiradores em qualquer crime acusado.”

Para ler a íntegra do artigo, basta clicar em https://www.resistir.info/russia/ritter_04abr22.html.

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Nelson

09 de abril de 2022 às 17h44

Ele é um economista que trabalhou no governo de direita – ou ultra-direita, o que dá, a bem dizer, na mesma coisa hoje em dia – de Ronald Reagan. Ele é um cidadão nascido em Atlanta, Geórgia, Estados Unidos.

Portanto, não pode, no comodismo do reducionismo, ser acusado de esquerdista, socialista, comunista ou de que nutre ódio irracional aos EUA.

A quem segue acreditando piamente nessa onda nojenta, asquerosa, desatada pelos órgãos da mídia hegemônica e seus comentaristas, de demonizar o povo russo e seu presidente, a quem chegam a comparar com Hitler, sugiro que dê uma lida num breve artigo escrito por Paulo Craig Roberts.

No artigo “A guerra nuclear está no horizonte-Quando não se podem reconhecer os factos, não se pode travar o impulso insano para a guerra nuclear”, Roberts aponta, uma vez mais, que a culpada pela crise na Ucrânia é a Otan – leia-se Estados Unidos, que nela mandam.

E o economista denuncia, também uma vez mais, o quanto a mídia hegemônica se transformou apenas numa correia de transmissão dos interesses geopolíticos dos EUA. Tanto que Roberts ousa chamar a grande mídia de “presstitutes”.

Paul Craig Roberts alerta que o bloqueio brutal imposto pela mídia hegemônica impede que os povos possam saber a verdade e de se darem conta de que a situação está sendo levada, inevitavelmente, para a guerra nuclear, dada a postura arrogante, belicista, imperialista dos governos de seus país.

O artigo de Craig Roberts está disponível em https://www.resistir.info/crise/roberts_08abr22.html

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EdsonLuíz.

07 de abril de 2022 às 17h21

A Cruz Vermelha trabalha na na Ucrânia desde 2014, quando a Rússia invadiu e tomou, pela, talvez, já quarta oportunidade nos últimos duzentos anos, a Criméia.

Fora da Criméia, ditadores assassinos!
Fora de Dombás!
Fora da Chechênia!
Fora da Geórgia!

Parem de apavorar e de submeteremos povos que quetem luberdade!

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