Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

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Quaest: Lula tem quase 50% dos votos válidos em SP

Por Miguel do Rosário

12 de maio de 2022 : 20h24

Com 32,14 milhões de eleitores, São Paulo é o maior colégio eleitoral do país. Este número corresponde a 22% do eleitorado brasileiro.

Para efeito de comparação, o Nordeste inteiro tem 40 milhões de eleitores.

O nosso segundo maior colégio, Minas Gerais, tem 15 milhões de eleitores, metade de São Paulo. O Rio de Janeiro tem 12,58 milhões de eleitores.

São Paulo é um colosso!

Por ser um estado mais desenvolvido econômicamente do que a média nacional, São Paulo também possui um eleitorado mais instruído.

Somando eleitores paulistas com ensino médio completo, mais superior completo ou incompleto, temos 17 milhões de paulistas instruídos, o que representa  27% de todos os eleitores instruídos do país.

Isso tem um significado político, naturalmente, porque o eleitor instruído tem maior desenvoltura para fazer campanha em rede social. Cada eleitor instruído é um micro-influencer em suas próprias redes, e por isso é tão importante, para uma candidatura, ter força junto a esse segmento.

Abaixo, uma tabela com os números dos eleitorados de São Paulo, Minas Gerais e Brasil. Em seguida, passemos à análise da pesquisa Quaest em São Paulo, divulgada hoje.

Análise da pesquisa Quaest em SP, maio de 2022

Essa é a segunda pesquisa Quaest em São Paulo, então não temos apenas um “retrato” do momento, mas um pequeno filme iniciado em março, data da primeira sondagem, e encerrado em 9 de maio, último dia da pesquisa de maio.

O que o filme mostra?

Na espontânea, observamos um crescimento de cinco pontos das intenções de voto em Lula, de 20% para 25%. Bolsonaro, por sua vez, avançou 4 pontos, de 18% para 22%. 

A soma dos dois candidatos era de 38% em março. Agora é de 47%. A polarização cresceu e se cristalizou. 

Ciro Gomes ficou estagnado em 1%. Todos os outros tinham 2% em março e repetiram o mesmo número em maio. 

Na estimulada, Lula se mantém firme na liderança, com 39%, entre março e maio, ao passo que Bolsonaro avançou 3 pontos. Os ganhos de Bolsonaro vieram do esvaziamento da terceira via, cujos votos somados caíram de 20% em março para 16% em maio.

Em votos válidos, Lula tem 47%, o que é um número impressionante em qualquer estado, porém mais ainda em São Paulo, estado onde o PT enfrentou graves problemas nas últimas eleições.

Esses números ensejam algumas observações.

A mais óbvia é a consolidação da candidatura Lula. O petista ficou parado na estimulada, mas cresceu na espontânea, o que significa que o seu eleitor ficou mais decidido, com o nome de Lula na ponta da língua. Isso é sinal de fortalecimento.

A segunda constatação é o esvaziamento relativo da candidatura de Ciro Gomes. Com 1% na espontânea, Ciro está fora do jogo em São Paulo, maior colégio eleitoral do país. E, portanto, em função da importância do estado, também está fora do jogo a nível nacional.

Para piorar, o único palanque de Ciro no estado será de um candidato absolutamente desconhecido, o Elvis Cezar, um prefeito tucano filiado às pressas no PDT, que tem 1% na pesquisa.

Lula abre 13 pontos de vantagem no segundo turno 

A Quaest também fez cenários de segundo turno. No cenário mais provável, um embate entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria com 13 pontos de diferença.

Houve uma pequena melhora para Bolsonaro em relação a pesquisa de março, provavelmente em virtude do mesmo movimento que levou o eleitor de Sergio Moro e optar por Bolsonaro no primeiro turno.

Num eventual segundo turno entre Lula e Ciro, o petista venceria com vantagem de 20 pontos: 45% x 25%. Ou seja, o argumento que Ciro tenta vender ao eleitorado antipetista, de que ele teria, contra Lula no segundo turno, um desempenho melhor que Bolsonaro, não aparece nas pesquisas.

O eleitor antipetista votará em Ciro Gomes para que? Para ele perder de Lula no segundo turno?

A Quaest trouxe um cruzamento de dados para verificar quantos eleitores de Ciro votarão em Lula num eventual segundo turno do petista versus Bolsonaro. Segundo a pesquisa, 41% dos eleitores de Ciro em São Paulo devem votar em Lula, 13% em Bolsonaro e 45% sinalizaram voto nulo ou abstenção.

Esses 45% de nulo/abstenção é um número alto, mas compreensível diante da estratégia da campanha de Ciro Gomes, muito agressiva contra Lula e tentando obter votos do antipetismo.

No entanto, é possível que, na medida em que o eleitorado cirista, diante da virtual impossibilidade de levar seu candidato ao segundo turno, se decida por votar estrategicamente em Lula no primeiro turno, isso o faça rever o seu posicionamento de neutralidade no embate entre Lula e Bolsonaro.

Outro cruzamento bastante ilustrativo da pesquisa faz a correlação entre a avaliação do governo Bolsonaro e as intenções de voto no primeiro turno.

O que se vê é o seguinte: entre os eleitores que avaliam negativamente o governo federal, uma maioria esmagadora, de 64%, devem votar em Lula, ao passo que 77% daqueles que aprovam a atual administração, naturalmente, votam em Bolsonaro.

Esses números retratam de maneira cristalina a fundamentação política da polarização. Bolsonaro encarna o voto de continuidade. Lula é o voto de oposição.

Repare que Ciro tem desempenho fraco, de apenas 10%, mesmo entre aqueles que rejeitam Bolsonaro. Ele vai até melhor, 11%, entre os que qualificam o governo como regular.

Os outros candidatos não tem marca: vão muito mal de um lado a outro do espectro.

A Quaest também cruzou os votos no segundo turno de 2018, com as intenções de voto atuais.

Lembrando que, ao serem perguntados sobre seu voto em 2018, 46% dos entrevistados responderam que votaram em Bolsonaro e 22% em Haddad.

A pesquisa mostra que Bolsonaro perdeu quase metade de seus eleitores.

Apenas 53% dos entrevistados que declaram ter votado em Bolsonaro em 2018 disseram que votarão nele de novo este ano. Outros 17% declaram voto em Lula, 7% em Ciro, o restante se espalha para outros candidatos, brancos e indecisos.

O PT reteve muito mais. Segundo a Quaest, 79% dos entrevistados que disseram ter votado em Haddad no segundo turno de 2018 afirmaram que votarão em Lula este ano. Apenas 2% dos eleitores de Haddad em 2018 votarão em Bolsonaro em outubro. Ciro também tem baixa pontuação entre os eleitores de Haddad, o que pode ser consequência de uma certa decepção com o candidato por sua decisão de sair do país na ocasião: apenas 9% dos que votaram em Haddad no segundo turno de 2018 declaram voto em Ciro hoje.

O maior trunfo de Lula, contudo, é sua pontuação extraordinária entre os eleitores que votaram branco ou nulo no segundo turno de 2018, ou que foram não foram votar. No primeiro grupo, Lula tem 37%, contra 5% de Bolsonaro e 10% de Ciro Gomes. No segundo grupo, Lula tem 50%, contra 18% de Bolsonaro e 6% de Ciro.

O ex-presidente Lula tem 55% dos votos totais daqueles que recebem Auxílio Brasil, contra 23% de Bolsonaro, indicando que a mudança de nome do programa, de Bolsa Família para Auxílio Brasil, não enganou os eleitores, ou pelo menos não está fazendo com que seus beneficiários se sintam inclinados a votar em Bolsonaro.

De qualquer forma, é importante destacar que Lula também ganha, com folga, com 36% versus 29% de Bolsonaro, entre os eleitores paulistas que não recebem o Auxílio Brasil.

Na segmentação por religião, Bolsonaro leva a melhor entre os evangélicos paulistas, mas sua vantagem é relativamente pequena, de apenas 4 pontos: o presidente tem 36%, contra 32% para Lula.

Entre católicos, por sua vez, o petista tem 11 pontos de vantagem: 40% X 29%.

A análise da segmentação por renda merece nossa atenção especial, porque é onde se pode entender a principal dinâmica de uma eleição: quem tem o voto da baixa renda e quem leva o voto da classe média. Uma campanha se desenvolve a partir desses dois eixos, de baixo para cima, começando pela baixa renda, e de cima para baixo, a partir da classe média.

O voto de baixa renda tem volume. Ninguém ganha eleição no Brasil sem o voto do pobre, e essa é explicação para o virtual desaparecimento do PSDB.

O voto da classe média, por sua vez, apesar de ter menos volume, é muito influente: a classe média se empoderou muito, nos últimos anos, por causa da emergência das redes sociais, que a fez ganhar consciência de sua força como classe. Com um mínimo de organização, a classe média ganhou hegemonia nas ruas e nas redes, e sua ala conservadora, em aliança com as elites ricas, assumiu o poder com Bolsonaro.

A força de Lula em São Paulo (e no Brasil todo, a bem da verdade) nas eleições deste ano se dá porque o petista não apenas se conquistou o afeto das massas (ou seja, dos eleitores com renda familiar abaixo de 2 salários), como também se reconciliou com os setores mais progressistas da classe média.

Um dos grandes desafios de um eventual governo Lula, a propósito, será manter esse apoio da classe média, o que será essencial para garantir a estabilidade.

Entre os eleitores com renda familiar até 2 salários, Lula tem mais que o dobro dos votos de Bolsonaro: 45% X 21%. Ciro Gomes tem apenas 6% nesse segmento.

Na coluna seguinte, de eleitores com renda familiar entre 2 e 5 salários (que é o grosso do eleitorado, 44% do total),  Lula também lidera com folga, 40% X 27%.

Por fim, Lula está empatado tecnicamente com Bolsonaro entre o eleitorado de maior renda, que recebe mais de 5 salários: Lula 35% X 37% Bolsonaro.

A força de Lula na classe média ajuda a blindar o petista contra a disseminação de fake news que nasce nos núcleos reacionários deste segmento. Quem inventa mentira na eleição raramente é o eleitor pobre e pouco instruído, mas aquele de maior renda, com muitos seguidores em redes sociais.

Nessa eleição, todavia, esse fenômeno será neutralizado pelo maior equilíbrio de forças entre Lula e Bolsonaro junto à classe média.

Os números de escolaridade devem ser analisados sob o mesmo ângulo da renda, mas com algumas particularidades. Primeiro, é preciso sempre lembrar que há gente instruída de baixa renda, especialmente na juventude. Segundo: a coluna de ensino superior é sempre muito hegemonizada por pessoas mais velhas. De qualquer forma, o grosso do eleitorado paulista, ou 42%, está na coluna do ensino médio, onde Lula vence Bolsonaro por 41% X 29%.

Na coluna de ensino superior, onde se reúne 28% do eleitorado paulista, Lula tem 25%, Bolsonaro 35% e Ciro tem aí sua melhor pontuação, 11%.

O voto por idade ajuda a entender outra dinâmica importante de uma eleição: pra onde vai o voto jovem, o voto que aspira por mudanças, o voto do novo? Pra onde vai o voto do adulto, cansado da labuta diária. E, por fim, para onde vai o voto do eleitorado mais velho, que é numericamente cada vez mais relevante, em virtude do envelhecimento da população brasileira.

A pesquisa Quaest mostra que Lula está mobilizando muito apoio na juventude. Na coluna com jovens de 16 a 24 anos, o petista já tem 48% das intenções de voto, mais que o dobro de Bolsonaro, que tem 21%. Ciro tem 9% neste segmento.

O único segmento onde Bolsonaro supera Lula é o do eleitor maduro, de 35 a 44 anos, junto ao qual o atual presidente tem 35%; na verdade, o petista segue empatado tecnicamente neste segmento, com 33%.

Entre mais velhos, por outro lado, Lula volta a ampliar sua vantagem, com 39% X 25% de Bolsonaro. O petista precisa melhorar sua comunicação com o público adulto.

Quando se analisa a estratificação por sexo, São Paulo repete a dinâmica que vemos a nível nacional: o eleitorado feminino é mais favorável a Lula.

Entre mulheres paulistas, Lula tem 41% contra 23% de Bolsonaro, mas os dois empatam entre homens, com ligeira vantagem númerica para Lula, que tem 36%, contra 35% de Bolsonaro.

Confrontado com a pergunta se acha que Bolsonaro deve ser reeleito, uma maioria de paulistas de 62% respondeu que não, contra 34% que disse sim.

A melhora na avaliação do governo, por sua vez, é coerente com a tendência, que se vê em toda pesquisa, de um alinhamento da intenção de voto com esses números. Quem vota em Bolsonaro é porque avalia bem o seu governo. Se Bolsonaro tem 28% de intenções de voto, então é natural que sua aprovação seja de 29%. Os números estão alinhados.

A Quaest também apurou as intenções de voto para senador e governador de São Paulo.

Para senador, Datena lidera com 28%, seguido de Moro, com 16%, e Marcio França, com 11%. Entretanto, essa é a eleição onde a formação do voto se dá em último lugar, em geral muito próximo da eleição.

Os 11% de França para o senado tem potencial para crescer. Pois nota-se que algumas inconsistências do eleitor devem se ajustar em favor de sua candidatura. Por exemplo: entre os mesmos entrevistados que declararam votar em França no primeiro turno das eleições para o governo, 27% declaram voto em Datena para o Senado, 20% em Moro e apenas 25% em… França. Ou seja, França ainda não conquistou seu próprio eleitor, o que é sinal de que o eleitor ainda não parou para pensar.

A mesma coisa vale para o eleitor de Haddad: uma maioria de 29% votam em França; mas se França disputar a vaga para o Senado, provavelmente virá numa dobradinha com Haddad, então esse é um eleitorado onde o socialista ainda pode crescer muito.

Na mesma linha de raciocínio, Mario França tem condições de crescer bastante junto aos eleitores que avaliam negativamente o governo Bolsonaro. Ele tem hoje apenas 14% entre eleitores que rejeitam o governo federal, contra 23% de Datena.

A disputa pelo Bandeirantes

A pesquisa também apurou as intenções de voto dos paulistas para o governo do Estado. O movimento que mais chama atenção é o crescimento de Fernando Haddad, que cresceu 6% desde março, no cenário II, sem França, e agora tem 37% das intenções de voto, o que é um percentual próximo ao de Lula no estado (39% a 41%).

O avanço de Haddad ganha ainda mais relevo quando comparado à estagnação de seus adversários. Tarcísio de Freitas, pré-candidato apoiado por Bolsonaro, não ganhou um mísero ponto na pesquisa, e se mantém com 12%. E o candidato da situação, o tucano Rodrigo Garcia, registrou um aumento medíocre, de apenas dois pontos, e tem 8%.

A Quaest trouxe quatro cenários. Haddad lidera isoladamente em todos. No cenário I, o mais expandido, e com a presença de Marcio França, o petita tem 30% das intenções de voto, contra 17% de França, 10% de Tarcísio de Freitas e 5% de Rodrigo Garcia.

No cenário II, sem França, o eleitor do socialista migra, em sua maioria, para Fernando Haddad, que ganha 7 pontos e vai a 37%. Tarcísio, por sua vez, ganha 2 pontos e vai 12% e Garcia ganha 3 pontos. E uma boa parte vai para brancos, nulos e abstenção, o que é um sinal de que se trata de um eleitor que pode ser influenciado por uma orientação do próprio Marcio França.

Na estratificação por renda, Haddad lidera em todas as faixas, com pontuação similar, entre 29% e 31% nas três colunas de renda.

França também tem pontuação equilibrada em todas as colunas, entre 16% e 17%.

Tarcísio Freitas, porém, pontua apenas 5% entre eleitores com renda até 5 salários, 9% na faixa seguinte, de eleitores com renda entre 2 e 5 salários, e tem 13% na última coluna, de eleitores com renda familiar acima de 5 salários.

A pesquisa sinaliza dois possíveis movimentos. De um lado, Haddad pode crescer bastante entre eleitores de baixa renda, por causa do apoio de Lula, que tem 45% dos votos junto a esse eleitorado.  De outro, Tarcísio pode crescer junto aos eleitores de renda acima de 5 salários, onde Bolsonaro tem 35%.

Um problema que Haddad ainda precisa enfrentar é sua alta rejeição. Apesar de ter caído 3 pontos, ainda é de 50%. Isso pode dificultar seu desempenho no segundo turno.

Num eventual segundo turno entre Haddad e Tarcísio, uma maioria de 40% dos votos do França migram para o petista, outros 28% vão para Tarcísio e 29% responderam que preferem anular o voto ou se abster.

Fernando Haddad tem um trunfo interessante, que é sua força entre os jovens. Segundo a Quaest, 43% dos eleitores com idade até 24 anos disseram que votarão em Haddad, contra 16% que preferem França, 3% Tarcísio e 4% Rodrigo Garcia. O petista lidera em todas as faixas etárias, mas sua força é maior entre os mais jovens.

Na divisão por sexo, chama a atenção o desequilíbrio do voto em Tarcísio, repetindo o padrão do eleitorado bolsonarista. O ministro tem 15% entre homens, mas apenas 5% entre mulheres.

Haddad, por sua vez, pontua 32% entre as mulhares, mais que o dobro do segundo colocado, França, que tem 14%.

Entre eleitores do sexo masculino, porém, Haddad também lidera, com 27%, contra 20% de França.

Conclusão

A conjuntura política em São Paulo está muito favorável para o Partido dos Trabalhadores. O presidente Lula tem um desempenho muito sólido no estado, liderando isoladamente, e o seu candidato, o ex-ministro Fernando Haddad, também aparece em primeiro lugar nas pesquisas. Com isso, não apenas Lula ajuda Haddad, com o ex-ministro igualmente ajuda Lula.

Como outras pesquisas tem mostrado uma situação favorável para Lula em Minas Gerais e Espírito Santo, além da conhecida liderança em todo Nordeste, um bom desempenho em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, pode garantir uma vitória tranquila para o petista nas eleições presidenciais de outubro.

A íntegra da pesquisa Quaest em São Paulo pode ser baixada aqui. A Quaest em São Paulo realizou 1.640 entrevistas presenciais, e custou R$ 141.300,00. 

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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